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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Nightcomers (1971)
Causou espanto na crítica quando o ator Marlon Brando no auge de sua carreira decidiu participar do filme Nightcomers, do diretor Michael Winner. A trama bem ao estilo terror o que era fato comum entre obras do chamado Cinema B, não prometia muito e ainda representava um sério risco ao ator que um ano depois ganharia o Oscar com o filme “The Godfather”.
Mas Brando gostou do roteiro e topou contracenar da produção inglesa de 1971 ao lado da belíssima Stephanie Beacham num filme que embora apresentasse um conceito ousado e até duvidoso para os padrões da época, foi bem recebido, não só pela eficiente atuação de Brando e Beacham como também pelas altas doses de suspense e horror do enredo.
Cenas de voyeurismo infantil desvendam um universo de práticas fetichistas representadas por cenas de BDSM em parte do filme que conta a história de duas crianças órfãs que tomam lições de sexo através de vigília dos encontros entre o jardineiro Quint, interpretado por Brando, e a governanta Miss Jessel (Stephanie Beacham).
A estranha filosofia sobre sexo e morte que toma corpo através das conversas entre Quint e Jessel, acaba atraindo as crianças que observam atentamente todos os movimentos do casal e seus encontros noturnos. A partir de então, os órfãos passam a imitar aquilo que vêem e são severamente reprovados por sua nova governanta que não admite que crianças assistam tais cenas. Aqui o filme se mostra elucidativo quanto ao comportamento, tentando passar uma importante lição ainda no começo da década de setenta sobre o necessário cuidado de preservar a infância de atos adultos.
Entretanto, o público que baba por cenas fetichistas não fica na mão e ao assistir ao filme é brindado por imagens de tirar o fôlego. Imobilizações de bondage bem feitas e com material adequado, além de excelente desempenho dos protagonistas das cenas. Tudo isso condensado em poucos, mas generosos minutos em que o diretor Michael Winner não economiza ao colocar à disposição de quem assiste a trama.
É possível conferir uma prévia dessas imagens no pequeno clipe no final da matéria.
O filme traz, ainda, um final empolgante e totalmente imprevisível para quem se arrisca em apostar num determinado desfecho. Desafiando a lógica o diretor parte para uma noção de continuidade que bem analisada tem tudo a ver com o fetiche e algumas teorias do personagem interpretado por Brando. Porém, o final fica reservado para quem tiver o prazer de assistir aos noventa e sete minutos de filme na íntegra. Perderia a graça contar por aqui.
Nightcomers é considerado o melhor filme com temática fetichista do ano de 1971. Será?
Recentemente uma versão remasterizada por completo está à venda em alguns sites especializados como CD Universe e Amazon. É possível encontrar em “torrents” o filme disponível para download, mas o internauta deve estar preparado para garimpar pela Internet, porque as versões disponíveis não são as remasterizadas o que fica bem longe da qualidade do que é posto à venda.
Portanto, o filme Nightcomers é muito recomendado para quem se dispõe a sentar na poltrona no intuito de assistir a um ótimo roteiro recheado com cenas de BDSM.
Arriscaria em dizer que os amantes da sétima arte (fetichistas ou não) devem ter essa obra num espaço reservado em sua coleção. Fetiche, conflitos e drama é sempre um prato cheio para quem gosta de emoções fortes na tela.
Confiram.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
BDSM em Anos de Horror
Vamos combinar o seguinte: tudo que é proibido é mais gostoso.
Se essa regra estiver valendo aqui vai uma dica daquelas consideradas imperdíveis.
O filme a ser visitado hoje é Love Camp 7, do ano de 1969 com direção de Lee Frost. Mas estejam preparados porque vocês vão topar com cenas de puro sadismo, ainda que alguns críticos tenham a insensatez de classificar Love Camp 7 como um triller de Damsels in Distress.
Toda a trilogia do “Love Camp” tem um mesmo roteiro: sacar cenas de BDSM de atrocidades cometidas em campos de concentração Nazistas durante a Segunda Grande Guerra. Porém, neste episódio o couro comeu.
Não há partes do filme que desvie o espectador do quesito “tortura”. Nos lançamentos anteriores havia uma dose de trama capaz de enriquecer o roteiro por desvios propositais, embora fosse pura embromação. Entretanto, esse caminho tortuoso ludibriou a exigente BBFC Britânica e sua censura implacável que permitiram a exibição destes episódios anteriores.
A partir do ano de 2002, depois de analisar vários recursos para a liberação de uma obra durante trinta e três anos, Love Camp 7 foi definitivamente considerado banido. Existem outros setenta e dois filmes atualmente que são impedidos de serem exibidos ou comercializados no Reino Unido, sendo que nenhum deles levou o selo de “banido” como Love Camp 7.
Há razoes pra isso, principalmente culturais e políticas.
E como tudo tem início? Duas jovens oficiais se disfarçam de prisioneiras de guerra e são levadas a um campo de concentração na esperança de obter alguma informação de um cientista que está sendo mantido prisioneiro por lá, mas infelizmente as coisas não caminham como o desejado e elas são submetidas a todos os tipos de tortura aplicadas nos demais prisioneiros.
Noves fora Love Camp 7 seja uma obra de ficção, todas as cenas de torturas e de humilhações passam ao largo de serem consensuais. Explico: quando se fala em BDSM como um fetiche espera-se que os praticantes usem o termo consensual para suas práticas. A dor une sádicos e masoquistas num mesmo cenário e tudo é realizado totalmente em comum acordo. Entretanto, quando isso vem pra tela a idéia é criar uma trama que dê lógica ao que se tem como base para o enredo, no caso o BDSM. Fica claro então que as cenas devem representar uma realidade pensada pelo escritor do drama e causar o impacto em quem assiste ao filme.
Existem pessoas espalhadas pelo mundo nos dias de hoje que cultuam cenas de Nazismo como fetiche. Nada a ver com partidos neonazistas ou ideologias políticas. Há bares em lugares da Ásia onde o fascínio por uniformes e acessórios utilizados por Nazistas são evidentes e temáticos. A partir do uso desses paramentos não é difícil encontrar fetichistas que encenam torturas e humilhações com estes trajes.
Portanto, se a praia do leitor aqui do blog for cenas de sadomasoquismo o filme fará o efeito desejado. Caso contrário fique distante, porque as cenas são fortes e impiedosas.
Como brinde, em se tratando de um filme de muitos anos atrás, aqui vai um link onde é possível assistir online a Love Camp 7. Caso haja interesse pela obra a Amazon tem um exemplar novo e dois usados à venda.
http://www.megaporn.com/video/?v=SEPY7NKI
Fiquem com um trecho do filme.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
O Desaparecimento de Alice Creed (2009)
A dica de hoje tem um alvo: os apaixonados por filmes onde a mocinha em perigo é a principal atração. Um afago pra galera que lota o blog da Sasha Cohen em busca de uma cena tirada de uma trama desse gênero. É o fetiche por DiD (Damsels in Distress) dando as cartas.
E essa vem da terra da Rainha.
A obra é assinada pelo diretor britânico J. Blakeson. Uma trama de suspense e ação com um final totalmente imprevisível, aliás, ruim seria se o final fosse manjado.
Dois ex-detentos Danny (Martin Compston) e Vic (Eddie Marsan) resolvem seqüestrar Alice Creed (Gemma Arterton), filha de um milionário em busca de um polpudo resgate. O golpe é bem planejado e bem sucedido. Porém Vic não sabe que Alice e Danny têm um relacionamento e que lá adiante poderá definir o enredo.
Alice odeia o pai e, por isso, foi convencida por Danny a participar da trama.
O filme de cara mostra o cartão de visitas aos apaixonados por meninas em perigo. Alice é amordaçada e encapuzada para ser levada a um cativeiro e lá é deixada amarrada e algemada a uma cama. As cenas que se seguem já valeriam o ingresso pra turminha gargarejando na primeira fileira, principalmente quando a suposta vitima é fotografada nua diante de um jornal da data para que seja enviado ao seu pai.
Mas existe um roteiro e muito bem orquestrado por sinal.
Alguns críticos podem ter uma visão conturbada sobre o filme, principalmente pela presença de praticamente três personagens e umas quatro locações apenas. Mas o filme é vigoroso e cheio de reviravoltas o que o torna capaz de prender a atenção do espectador do primeiro ao último minuto.
Como se trata de uma trama de suspense seria patético da minha parte dissertar sobre tudo que ocorre durante a apresentação deste artigo. Outras cenas de capturas se sucedem, entretanto com resultados imprevisíveis e inesperados para quem está de olho grudado na tela.
Para os fãs de carteirinha de lindas atrizes em situações de perigo o filme é altamente recomendável como mostram as imagens do trailer que segue abaixo. O cinema cada dia que passa reproduz com maior fidelidade algumas cenas de bondage bem reais, inclusive fazendo uso de materiais específicos, neste caso, com uma eficiente Ball Gag que garante o silêncio da vitima quando cativa.
Oitenta por cento da crítica especializada garantiu um resultado de avaliação de quatro estrelas na imprensa do Reino Unido. Uma votação expressiva para uma produção que basicamente foi realizada em DVD. O filme de J. Blakeson foi indicado para o prêmio Raindance no British Independent Film Awards 2009.
No site da Amazon é possível garantir um exemplar para fazer parte da sua coleção.
Como se trata de um filme com uma temática fetichista exclusiva de um segmento, pode ser que não se enquadre no perfil de outros apaixonados por obras cinematográficas que retratam coisas que gostamos de ver. Em minha visão, porém, vale o roteiro e a boa direção que prova que uma boa produção não necessita de cenários mirabolantes e um quadro imenso de atores e atrizes pra ser eficiente e positiva.
Vale à pena conferir.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
The Pet (2006)
Passei a noite de Domingo assistindo a esse filme. Como não poderia ser diferente, vale à pena postar uma resenha, ainda que possa parecer um pouco “over” publicar outro artigo a respeito de cinema em menos de três dias. Mas vá lá.
O filme de D. Stevens tem um enredo bastante simples.
A história gira em torno de dois personagens, Peter (Pierre Dulat), que é um cara rico na casa dos cinqüenta e Mary (Andrea Edmondson), que mais tarde torna-se GG (seu apelido) uma menina jovem que vive na periferia da grande cidade. Por conta da morte de seu gato ela está enfrentando uma pilha de contas do veterinário, um namorado violento com quem ela terminou o relacionamento, e ainda por cima está sendo despejada de seu apartamento.
Então, de repente, ela esbarra em Peter, enquanto está trabalhando num de seus empregos temporários. Ele se oferece para ajudá-la e a convida para jantar quando lhe propõe do nada um cheque de dez mil dólares como auxílio.
O enredo é sobre BDSM, mas acho que sai um pouco dos trilhos porque Peter não está retratando uma situação construída em negociação mútua, em vez disso, ele parece tirar proveito da situação de Mary, o que deturpa o protocolo mais comum dentro de BDSM – consentimento.
Peter a convida para sua mansão e coloca a disposição o jardim para enterrar seu gato. Enquanto ela está passando um tempo lá ele lhe oferece mais dinheiro para que fique por mais dois dias. A impressão que fica é que ela naquele momento se submete em nome da própria sobrevivência e da boa vida que passar a usufruir. Mary recebe uma coleira e assume ser uma dog pet de Peter.
Vale citar a questão da entrega em troca de estabilidade financeira de novo porque se a intenção do diretor é traduzir as experiências que circulam no meio BDSM, outra vez o tiro sai pela culatra durante a narrativa. Uma vez questionado por Mary sobre algumas atividades, Peter ao sentir descontentamento de sua parceira oferece a ela a quantia de cinqüenta mil dólares para ser sua pet por seis meses. Acho que há aqui um conflito moral em toda a história e soa como descrédito ao que se pratica dentro da comunidade BDSM, mas essa é a ótica de quem criou a trama.
O confronto de teoria também é questionável no enredo. A aproximação de pessoas que raptam mulheres para tráfico de órgãos e outros fins é inoportuna e a aparição destes personagens causa a impressão de que o filme não faz nenhum esforço para polarizar esses dois contextos diferentes, a fim de mostrar as diferenças entre uma entrega consensual e escravidão ilegal e real.
Apesar da chegada do suspense como objetivo principal do criador da obra as cenas se confundem. Tanto as praticadas por Peter e suas “escravas consensuais” como as que sugerem a captura de suas meninas em troca de resgate, nas quais as suas parceiras são vitimas de atos bárbaros que nada tem em comum com o BDSM praticado entre eles anteriormente.
Noves fora a confusão que o conceito de BDSM pode sofrer em meio à história o filme é vigoroso e eficaz. Basta pra isso que o praticante se atenha a trama e não procure traçar um paralelo entre as cenas consensuais da mansão de Peter e as que os mercadores de escravas brancas impelem em suas vitimas. O filme deve ser encarado como ficção, não como um auto-retrato do underground BDSM como sugere o começo do enredo.
Se a idéia é ver mulheres bonitas submetidas a capturas você acerta em cheio assistindo “The Pet”. E por falar em beleza é impossível não citar a excelente identificação com cenas de BDSM na participação de Lydia McLane (Red), que mesmo num papel de coadjuvante dá as cartas. Ela é uma conhecida modelo/atriz de sites norte-americanos de bondage. Mais uma prova de que as cenas reais contam muito em qualquer obra que o cinema tenta aproximar o BDSM dos seus espectadores.
Confira o trailer.
terça-feira, 19 de julho de 2011
The Bunny Game (2010)
Bunny, inerpretada por Rodleen Getsic, é uma viciada em drogas e prostituta presa num ciclo de abuso e autodestruição. Sua vida é cercada de monotonia e vício até que um caminhão conduzido por John Hog (Jeff F. Renfro) cruza o seu caminho e o estranho motorista apresenta-lhe um meio de existência totalmente inusitado.
Seqüestrada das ruas para o deserto implacável, a coelhinha é forçada a sofrer um tormento indescritível e humilhação nas mãos do Hog, que tem em mente algo muito mais sombrio.
Apresentado em Black and White (preto e branco), mas com ótima resolução por Adam Rehmeier, The Bunny Game mostra imagens de tirar o fôlego. Nota dez para a edição e performances ultrajantes dos atores Getsic e Renfro como o coelho e porco. Poucos empreendimentos de baixo orçamento nos dias de hoje conseguem reunir bons atores e um roteiro até certo ponto convincente. Embora o filme apresente um diálogo muito curto não é complicado entender o que está transpirando através das imagens desde que você preste muita atenção.
Fiquei muito impressionado com este filme a nível técnico e não há nenhuma dúvida em minha mente que Rehmeier terá um futuro brilhante no cinema.
Dito isto, há detalhes no filme que eu gostaria de mencionar; sendo o primeiro que este filme sugere cenas do tipo “Vomit Gore Trilogy” de Lúcifer Valentine. Pode existir uma razão ou um enredo por trás de tudo, mas o que você realmente vê acaba parecendo mais com um vídeo de treinamento experimental BDSM e a relação Master/Slave.
Talvez seja uma das razões que possibilitem espectadores a se perder dentro do filme.
Para aqueles não familiarizados com BDSM e seus relacionamentos, a maior parte das cenas de práticas explícitas soam como "atrocidades". Mas o que você vê em “The Bunny Game” na verdade são atividades muito comuns, incluindo uma cabeça totalmente raspada e asfixia erótica que chega a ser abusiva em determinados momentos.
Se o cinema experimental com todos os seus ruídos exagerados ou nauseantes efeitos de câmera, iluminação de vanguarda, edições ligeiras, slow-motion e seqüências de pontuação monótona aparecem como o ponto forte, “The Bunny Game” ultrapassa esses pormenores para falar de BDSM puro, porém sem regras, sem consenso.
A intensidade das cenas de sadomasoquismo chega a extrapolar porque denotam uma condição de loucura, pelo uso de drogas excessivo dos protagonistas e por passar a impressão de que o limite não existe. Os envolvidos sugerem asfixia de forma insana o que dá até um tom decadente ao conteúdo que o diretor pensou em alcançar.
Em minha opinião é uma impressionante peça de Artsploitation com cenas fortes de BDSM. Certamente vale a pena conferir pelo realismo e a excelente performance dos atores e se você é, antes de tudo, um apaixonado por este tipo de cinema, esta é chance de agregar mais uma obra fetichista à sua coleção.
Assista ao trailer.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Succubus
Súcubo (em latim succubus, de succubare) é um demônio com aparência feminina que invade o sonho dos homens a fim de ter uma relação sexual com eles para lhes roubar a energia vital.
O súcubo se alimenta da energia sexual dos homens, e quando invade o sonho de uma pessoa ele toma a aparência do seu desejo sexual e suga a energia proveniente do prazer do atacado. Estão associados a casos de doenças e tormentos psicológicos de origem sexual, pois após os ataques se seguiam pesadelos e poluções noturnas nas vítimas. A contraparte masculina desse demônio é chamada de íncubo. (Wiki Concept)
Com base neste conceito o diretor Jesus Franco criou em 1968 o filme Succubus.
Reuniu um elenco de primeira: Janine Reynaud, Jack Taylor, Adrian Hoven, Howard Vernon, Nathalie Nort, Michel Lemoine, Lina De Wolf e Américo Coimbra, pra contar a história de uma exuberante bailarina que trabalha no “nightclub” mais luxuoso da cidade de Lisboa nos anos sessenta, o Snob Clube.
E Lorna Green é uma artista performática cuja especialidade é o sadomasoquismo .
Contratada para trabalhar na boate, Lorna impressiona pela fidelidade de seus gestos e palavras. O proprietário da casa de espetáculos, porém, quer saber de onde vem a inspiração de Lorna e acaba se envolvendo com ela. Na intimidade Lorna demonstra uma personalidade perturbada e frágil. Suas alucinações tornam-se frequentes e ameaçadoras, pois envolvem assassinatos brutais. O problema torna-se real quando pessoas próximas a ela são mortas com requintes de crueldade. Sem estabelecer o limite entre alucinação e realidade ela acaba arriscando seu relacionamento amoroso e o pouco de sanidade que lhe resta.
O filme é cercado de um apelo estético interessante para a época. O roteiro impregnado de erotismo agradou em cheio no Festival de Berlim no mesmo ano.
Succubus supõe toda uma experiência nova para o espectador, graças ao equilíbrio entre a sensualidade e a morte. Eros e Thanos funcionam no enredo como uma balança do sadomasoquismo latente.
E o fetichista ávido por cenas de BDSM pulsantes também é agraciado por Jesus Franco.
A produção acontece justamente quando o cinema francês resolve dar as cartas. Um ano antes Buñuel havia mostrado sua Belle de Jour ao mundo ensinando que o cinema podia exibir sem censura e sem falso moralismo cenas do cotidiano relacionadas ao sexo.
O filme é dirigido de forma correta por Jesus Franco que optou por uma narrativa linear e uma fotografia desbotada para marcar os momentos delirantes da protagonista. Em resumo, é um bom filme do "tio Jess" que se notabilizou como um dos mais importantes realizadores do gênero "exploitation”.Não é raro achar esta obra pelo subtítulo “necronomicon”, e a mesma é facilmente encontrada em DVD.
Assista ao trailer abaixo e confira este clássico que vale à pena ter na coleção.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Hora de Fazer Bem Feito
Fosse uma receita de bolo não seria tão complicado assim. Claro que quando se erra na mão nada sai como planejado e o resultado desola.
Fazer um filme fetichista não tem uma regrinha básica. O espectador não quer assistir uma seqüência de cenas as quais está acostumado a conviver durante o ano todo nos diversos sites do gênero aos quais tem acesso. Ele quer mais, merece mais. Deseja a aventura completa, repleta de movimentos e muitas cenas do fetiche favorito.
Como juntar tudo isso?
Foram três meses de trabalho minucioso. Local, estrutura, equipamentos de primeira e uma criteriosa escolha do elenco. As meninas devem estar prontas pra representar aquilo que trago na cabeça. Diálogos e cenas ensaiadas. Tudo pronto: é hora de fazer bem feito!
Como no ano passado o enredo veio de fora. Desta vez reuni uma seleção de escritos de um grande amigo pra contar uma história fetichista. Nem ele sabe como será a salada, mas posso garantir que tudo que o Léo Vinhas escreve dá panos pra manga. Portanto, pra quem adora assistir um triler de suspense e ação recheado de belas mulheres em total perigo a novidade em breve estará na tela: o novo filme fetichista do Bound Brazil já começou.
Três semanas de trabalho de campo e cerca de vinte dias de finalização. Não há mais retrocesso, o gato subiu no telhado...
Todo o estresse causado pela ansiedade de ver tudo pronto tem a sua recompensa. Esta é a melhor parte do que me toca quando o assunto é fetiche. Nada contra o que faço o ano inteiro na condução das produções do site, mas quando o papo é levar adiante um projeto dessa dimensão e, por que não dizer, risco, a adrenalina me faz renascer.
Há segredos, por enquanto, irreveláveis. Tudo está sendo mantido a sete chaves e nem mesmo a turma que entra na frente das câmeras sabe o rumo da prosa. Todos estão cientes das cenas, inclusive a galera do apoio, mas sequer imaginam o titulo ou tão pouco como tudo termina.
Então se há tanto segredo assim por que relatar aqui no blog essa conversa? Desabafo, talvez? Pode ser. Aqui tenho tantos amigos e amigas e nada melhor que extravasar um pouco.
Posso garantir uma coisa: quem está à espera de uma aventura surpreendente cercada das mais excitantes fantasias sexuais que se tem noticia, essa espera valerá à pena. Aposto.
Algumas dicas: nada de mainstream desta vez. O novo filme não está na moda e tão pouco é habitué dos portais onde os gringos exibem sua tecnologia de ponta. As cenas de bondage farão parte de um contexto, porque nesse roteiro só a ação e o suspense interessam. Tomadas entrecortadas, flashes de idas e vindas, um final imprevisto e um aspecto super interessante: o desejo que sobrepõe à razão.
Um filme capaz de agradar a vários segmentos dentro do que se chama fetiche. Nada em excesso, tudo dentro de um padrão que englobe tendências convivendo numa mesma fantasia. Some-se a tudo isso a realização de um making of que fará parte do pacote. Entrevistas, entretenimento e os bastidores de como se monta cenas reais para serem exibidas durante mais de oitenta minutos. Sem cortes, sem truques.
Por trás, a repetição da receita que fez de “The Resort” um sucesso de vendas. A mesma equipe, desta vez com a companhia de novos parceiros prontos a escrever mais um capitulo dessa história que quando teve inicio muitos pensaram que se tratava de uma dessas loucuras passageiras, sonhos de uma noite de verão.
É esperar pra ver.
Que a sorte nos sorria e as meninas estejam em seus melhores dias.
E se a fortuna sorri aos audazes está mais do que na hora de ver esse sorriso bonito.
Prometo mais adiante, antes do lançamento, contar detalhes.
Revelar curiosidades, e após a estréia no site ter a alegria de convidar alguns dos muitos amigos, amigas e incentivadores para uma grande festa de lançamento de uma história que está começando a ter as suas primeiras linhas desenhadas.
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Maktub
É Pat você tem razão: ninguém tem a segunda chance de causar pela primeira vez uma boa impressão. O melhor é aproveitar e ensejo e subir no pau de sebo sem escorregar.
Então, depois de escrever setecentos artigos aqui vou partir em busca dos mil ainda querendo causar uma boa impressão.
E embora alguns possam pensar que o glossário fetichista tem um limite, sempre haverá um fato novo, algo capaz de ter relevância, de abalar alicerces e causar curiosidade. E já que não há uma segunda chance vou tratar da minha vida fetichista brother!
Engana-se quem pensa que vou sugerir que as damas inventem um bondagista para suas noites solitárias, ou ainda, para afagá-las quando estão à beira de um ataque de nervos – o que pensando bem, não seria nada mal. Minha idéia é fazer a própria terapia, aproveitando a deixa que me chegou como por encanto e de onde eu menos esperava, reúno a trupe no próximo feriadão e vou gravar o novo longa metragem do Bound Brazil 2011.
Até lá, contando os dias e as noites, vou deixar toda a adrenalina possível tomar conta desse escriba incansável e me preparar para viver a aventura de superar o que caiu no gosto de fetichistas e simpatizantes; o filme The Resort.
Dessa vez não vou subir a Serra. Vou deixar a montanha passar ao lado e usar o mar como pano de fundo. Aproveitar as belezas naturais da Cidade de São Sebastião numa trama de ação com a temática de Robbery Slave – “mulheres seqüestradas para se prostituir no primeiro mundo.”
Se o tema é manjado o roteiro não é. Peca sim, pelo excesso de beleza e sensualidade de um elenco que foi escolhido a dedo (nada pejorativo hein?). Mostra o BDSM sem cortes, sem distinção, passando pela captura ardilosa até cenas onde a tortura psicológica e física aparecem com extrema sutileza.
Confesso que esse tipo de produção me agrada. Já me amedrontou um dia é verdade, mas vencer desafios começa por criar autoconfiança dentro de nós. O desejo não é tirar onda com a cara dos gringos lá fora ou simplesmente passar a mensagem muda de que aqui também existe fetiche. Já foi tempo...
Agora é dar segmento, fazer melhor ainda pra não passar recibo.
Por isso acredito nas palavras da Pat quando diz que não há uma segunda chance para se mostrar pela primeira vez. O que vier depois do Resort tem que estar no mesmo nível ou acima. Tem que ultrapassar em vendas, corrigir o que os críticos detectaram como possíveis faltas (não falhas) e achar uma maneira de se mostrar diferente num tema comum.
Aqui não há espaço pra flertes com didáticas distintas. Não há comédia ou love history; é fetiche na veia, pulsando e levando o espectador a acreditar que tudo que está condensado naqueles oitenta minutos pode ser parte de suas próprias fantasias.
Quando for lançado em Julho, exatamente um ano depois do seu antecessor, esse filme tem que estar impecável, pronto pra ser degustado por mim, por vocês e por milhares de fãs do fetiche de bondage de todas as partes do globo. É a novidade que repete o passado, o que deu resultado, o que nunca deixou de ter seu lugar ainda que a tecnologia insista em pregar aos quatro ventos as vantagens das produções curtas ampliando os horizontes desse clichê.
Daí eu vou nessa, com uma idéia no papel devidamente organizada e uma parafernália de equipamentos para filmar o fetiche em alta definição. Rodeado de meninas fetichistas de verdade vivendo a ficção em cenas reais.
Desafiando a lógica, a ordem natural dos fatos, sem patrocínio financeiro e com o apoio promocional do Fetlife, que mesmo lá fora acreditou no trabalho de um cara que convenceu um monte de gente doida como ele a botar fé num sonho, ainda que no lugar onde viva ninguém dê a mínima para o que em civilizações evoluídas as pessoas chamam de cultura.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Diário de Bordo (Os Bastidores do Novo Longa Metragem do Bound Brazil)
O nome ainda é segredo. Precisa ser tratado como assunto de Estado.Algumas imagens das atrizes são possíveis de divulgar já, fora do set de filmagens.
E como funcionam os bastidores de gravação de um filme fetichista?
O filme foi criado a partir de uma idéia de roteiro que uma amiga me enviou. Foi elaborada uma adaptação do enredo para a metragem final, a escolha das atrizes e personagens que se enquadrassem dentro do plano.
Nas reuniões preliminares que antecederam as filmagens atores e atrizes receberam seu script, estudaram as cenas e coube a mim como diretor escolher o perfil que cada personagem exigia.
Claro que o desempenho nos trabalhos do site ajudou nesta escolha e, fora alguns imprevistos de última hora, o resultado mostra que minha intuição acertou o alvo, na mosca. Se eu pretendia colher o máximo de cada modelo em cenas variadas elas fizeram o papel perfeito, realizaram com uma desenvoltura incrível e, até certo ponto, além das minhas próprias expectativas.
O local perfeito. À uma hora e meia de distância do Centro do Rio de Janeiro um Resort foi o cenário escolhido para essa aventura.
Partimos de Van às seis e meia numa manhã de feriado cinzenta. Não faltaram alegria e disposição da galera, uma ou duas paradas “técnicas” até chegarmos ao Resort. Pude notar olhares atentos ao belíssimo cenário da Pousada da Represa, e depois de um reforçado café da manhã começaram os preparativos.
Vale aqui uma colocação: um filme desse porte, com a parafernália tecnológica que consumiu a bagagem de um segundo veículo, não se faz em um único dia, por isso a Sexta “enforcada” era o dia perfeito para a continuação de nossa aventura. Estávamos naquele pedaço de paraíso para deixar nosso suor e produzir em quarenta e oito horas o que às vezes leva dias.
Some-se a isso a difícil missão de comandar mais de vinte pessoas, entre modelos e equipe técnica, mas nada de reclamar, afinal eu estava no meio de uma confusão que foi criada dentro da minha própria cabeça e, por isso, era respirar fundo e ter serenidade total.
Quando o sino tocou para as primeiras tomadas dentro do Resort muita coisa passou no meu pensamento, e fui buscar lá atrás, quando apenas um site mostrando o fetiche de bondage era um sonho e nada mais.
O tempo era curto e não dava pra pensar muito.
Filmei um roteiro em minha opinião eficiente, com o fetiche de bondage e damsels in distress como foco principal. Uma tentativa de uma quadrilha de falsários que deseja se apossar de um belo hotel através de um golpe ousado, obrigando a proprietária a assinar a transferência do estabelecimento.
Imagens cem por cento “Full HD”, ampla diversificação de cenários, captação de som em estéreo e outros efeitos, são a marca registrada desse filme com legendas em Inglês que em breve será lançado simultaneamente no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha.
O trabalho agora é de edição e finalização do filme.Fica aqui a promessa de divulgar o trailer aqui no blog assim que estiver pronto.
Resumindo, foram dias de tensão recompensados pela alegria ao ver as imagens ainda brutas, sem qualquer tratamento, mas que me dão a absoluta certeza de ter feito o melhor.
Queria agradecer a todos que de alguma forma contribuíram para que eu pudesse voltar de Petrópolis com essas cenas maravilhosas debaixo do braço. Cozinheiras, cabeleireira, maquiadora, iluminadores, operadores de áudio, assistentes de produção e direção, enfim, a toda essa gente bronzeada que subiu a Serra para escrever mais um capítulo do fetiche desse lado debaixo do Equador.
Valeu!
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Inspiração

Não, eu ainda não estava bêbado.
Uma garrafa de um excelente Vinho do Porto ao meu lado, mas que não me animava a ousar uns goles a mais, porque porre de Vindo do Porto é difícil de aturar.
Ouvindo “La Ley” cantando “Fuera de Mi” era fácil chegar à conclusão de que o Sábado a noite passaria dentro da minha sala até o sono ser inevitável. Aprendi com o tempo que às vezes é legal uma atmosfera solitária para se ter inspiração.
E o Sábado passado tinha essa cara e feição.
Olhar para a parede mais próxima e imaginar nela um imenso telão onde o que você tem em mente será exibido é uma boa opção. Aqui vale um conselho: nada de ver o passado porque o futuro é bem melhor. Mas se os pensamentos possuírem uma conotação libidinosa por que não entrar de cabeça para arquitetar os planos mais sórdidos?
Foi o que eu fiz.
Retoquei o storyboard do novo longa metragem que vou começar a produzir na próxima Quinta-Feira, feriado. Oito mulheres lindas e um enredo de aventura, recheado de cenas de bondage que abre uma nova janela nas produções do Bound Brazil.
Será a estréia de filmagens em Full HD, um avanço tecnológico que ainda não é possível exibir nas produções semanais do site por conta de ajustes técnicos junto ao provedor, mas que em breve serão solucionados para apresentar aos assinantes uma melhor qualidade de imagem.
Não dá pra adiantar o roteiro por inúmeras razões, inclusive devido ao lançamento simultâneo que será a marca registrada dessa produção. Imaginem que esse longa metragem totalmente fetichista será lançado aqui no blog, no site Bound Brazil e em sites dos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha. A responsabilidade é imensa brother e não tem como escorregar na hora do pênalti.
Alguns devem estar pensando que eu vivo no mundo da lua ou viajando na maionese, que penso e pratico fetiche vinte e quatro horas por dia, mas é aí que o distinto amigo se engana porque o trampo aqui é violento, o que torna reduzidas as horas em que posso me desligar para escrever nesse blog que, diga-se de passagem, é algo que adoro e não troco por nada.
Se foi possível conciliar os batentes até hoje então pode mandar que mato no peito.
De volta ao Vinho e ao Sábado passado acho legal dividir alguns conceitos que utilizei para finalizar o roteiro. Como por exemplo, dar mais destaque as cenas do que ao próprio enredo.
Claro que toda narrativa deve ter um sentido, uma simples razão de existir, mas cá pra nós, fetichistas gostam de ver cenas de ação e sensualidade, e se bondage e damsels in distress é o foco do filme as imagens devem preencher a lacuna na totalidade.
Portanto, só falta tirar as idéias do computador e colocar em prática.
Confiar na atuação das meninas que estão totalmente ambientadas ao significado do fetiche perante o espectador, acreditar na competência de quem já ralou no meio do mato para produzir um filme de cinqüenta minutos, que teve êxito, embora pecasse pela inocência do roteiro e de quem ainda dava o primeiro passo detrás da câmeras.Os acontecimentos recentes trazem a inspiração necessária e a eterna vontade de fazer funciona como combustível que vai mover essa máquina para provar que estamos na briga, que queremos fincar bandeira aonde conseguimos chegar.
Mulheres bonitas, cordas, mordaças e cenas de sensualidade e perigo reais.
Acho que com esses ingredientes é possível realizar uma bela receita que vá agradar Gregos, Troianos, Americanos e até Marcianos...
Na minha imaginação cabe tudo, por que não?
Afinal, uma bela fêmea amarrada e amordaçada numa nave espacial dá um roteiro e tanto!
Quem não se lembra da belíssima Marta Kristen amarrada na série Perdidos no Espaço? Embora muito guri eu já dava meus primeiros passos bondagistas...
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Quando uma ida ao Salão dá dor de cabeça

Ela precisava de uma graninha extra, por isso, aproveitou seus dotes de cabeleireira e montou um pequeno salão em casa para atender a vizinhança.
O negócio progredia, mas sua paciência com as clientes encolhia cada dia mais.
Sem querer perder tempo e realizando o trabalho o mais rápido possível, ela recebeu duas lindas clientes para um pequeno trabalho pela manhã.
Débora chegou primeiro. Antes de ir ao Shopping, um retoque no cabelo.
Irritada com a forma como a cabeleireira escovava seu cabelo, levanta-se aos berros e se nega a pagar pelo serviço. Foi à senha para que a intrépida coiffeur perdesse a compostura e encontrasse uma fórmula para se vingar de sua freguesa.
A bela Débora é amarrada e amordaçada sem chances de defesa na cadeira do salão, dessa forma, ela ficaria impedida de aproveitar seu final de semana como havia previamente planejado.
Ela se debate, não entende o porquê da encrenca e descobre que é inútil se libertar.
Quase ao mesmo tempo, o pequeno salão recebe a visita antes do horário marcado da próxima cliente. Emanuelle chega de biquíni, afinal após ajeitar o penteado iria tirar o dia quente de verão para ir à praia com suas amigas.
Quando se depara com a cena de uma mulher imobilizada se espanta e indaga a cabeleireira sobre a razão de tal fato estar acontecendo. “liga não, ela está um pouco sensível hoje e tive que tomar umas providências”.
Diante da resposta evasiva, ela prefere realizar o trabalho nos cabelos e seguir seu destino, embora espantada com a garota ao lado tentando lhe dizer alguma coisa através de gemidos abafados pela mordaça.
Mas a pouca paciência da profissional logo se mostra e Emanuelle também reclama de maneira veemente com a vilã. Indaga sobre sua capacidade profissional, duvida de suas habilidades e cria um ambiente adverso desafiando a cabeleireira. Agarrada à força antes de tentar qualquer reação, tem o mesmo destino de Débora e já não pode proferir ofensas ou ameaças à dona do salão porque está totalmente amarrada e amordaçada.
Engana-se quem pensa que a “brincadeira” chega ao final, porque Scarlet, a cabeleireira sacana encontra uma fórmula de aterrorizar as duas belas garotas utilizando seu material de trabalho como instrumento de tortura.
Com o intuito de apavorar as meninas indefesas, ela sugere um corte curto com uma tesoura nas mãos, ameaça colocar fogo no cabelo à moda francesa e, por fim, não satisfeita, usa a prancha para queimar os dedos dos pés de suas vitimas.
A tortura que não passa de terror psicológico tem efeito imediato. Assustadas e temendo pelo pior, elas se entregam aos caprichos de Scarlet e suas maldades.
E como Scarlet tem clientes para atender fora do salão, resolve deixar as duas clientes presas nas dependências do salão até sua volta, sem deixar de criar um clima de pavor, prometendo surpresas e castigos em seu retorno.
O final da história?Basta acessar o site Bound Brazil e assistir “Nasty Hairdresser” com essas lindas modelos que será exibido a partir de hoje com dezenove minutos de duração.
Um roteiro de muita ação com excelente atuação de todo o elenco e uma fotografia perfeita da Lucia Sanny. Para quem gosta de ver os pequenos detalhes, um photoset com sessenta tomadas faz parte do pacote.
Esse vídeo entra para minha coleção de preferidos e surgiu de uma idéia enquanto escrevia um artigo aqui no blog.
Um ótimo fim de semana a todos!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Indiferenças

O mundo não é feito pra nós, é feito por nós.
Ainda que tenhamos que matar um leão por dia para sobreviver na nossa selva de pedra, buscamos espaço, evolução e prazer.
O prazer de viver os poucos momentos que nos distanciam dos compromissos cercados daquilo que mais gostamos de fazer.
Diriam alguns que o melhor é ir à praia e ver a coleção de bundas bonitas que as brasileiras colocam na vitrine, outros preferem a família ou a namorada por perto, mas na verdade “todo mundo quer diversão sim” como disseram os Titãs há duas décadas.
E cada um que procure em seu espaço, sem polemicas ou criticas desmedidas, porque o ser humano tem luz própria e livre arbítrio para fazer o que bem entender.
Já que a regra é essa, que tal encontrar o fetiche nas entrelinhas da vida?
Para muitos fetichistas, pequenas coincidências do dia a dia funcionam como um termômetro que mede a capacidade de cada um em descobrir o gatilho que dispara o prazer no centro do cérebro.
Por exemplo, a mulher que senta numa cadeira de restaurante diante de um podólatra e tira e recoloca os sapatos expondo seus pés, sem saber que existe alguém que espera cada movimento que ela faz como se fosse um resultado do Oscar.
Atrás desse trem vem um sem número de hábitos e atitudes que são indiferentes a quem comete, porém, altamente relevantes a quem observa.
Um amigo bondagista, fiel e praticante, há pouco me contou que esperava por um café num bar próximo, aqui no Centro, e uma mulher com o namorado ou marido ao lado, retirava uma fita que se coloca na testa para contenção do suor e mordia entre os dentes diante de seus olhos. Sem perceber que sua tira elástica se transformava numa mordaça cleavegag enquanto permanecia entre em seus lábios, jamais iria imaginar que tal cena estava incendiando a libido de um bondagista prestes a disparar o canhão fetichista dentro do peito.
“A única diferença entre a genialidade e a estupidez, é que a genialidade tem os seus limites” (Albert Einstein).
E nessas horas é bom pensar nos limites e conter a vontade louca de querer o que, infelizmente, não se pode ter. Pelo menos naquele momento.
A PRIVATE CLASSUm vídeo para arrepiar os cabelos.
Afinal, o fetiche por garotas vestidas de colegial é quase uma preferência uníssona. Vários tipos de fetiche acomodam essa fantasia entre suas prediletas.
Em “Private Class” que o site Bound Brazil exibe hoje aos seus assinantes, Lívia interpreta uma professora que recebe suas alunas (Terps e Alice) em sua casa para uma aula particular.
Só que ao revisar os cadernos que as inocentes meninas trazem com suas matérias, encontra diversas fotos de mulheres nuas e fetiches dos mais variados, inclusive podolatria. Inconformada com o comportamento de suas pupilas, Lívia resolve dar uma “lição” diferente como trabalho de casa, amarrando e amordaçando as lindas jovens por horas a fio como castigo.
Com excelente atuação do elenco e ótimas imagens, “Private Class” tem tudo para figurar na galeria dos melhores vídeos do site pelo enredo e diversidade de restrições. Sensualidade a toda prova, vale à pena conferir essa verdadeira aula de Bondage.
Junto com o vídeo, um photoset com as melhores cenas.
Impossível não ver...
Um bom fim de semana a todos!
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Sonhos Fetichistas (O Segundo Filme)

O roteiro nasceu na cabeça de um amigo, com suas idéias fetichistas sempre circulando entre os neurônios, embora alguns pensem que os neurônios masculinos habitam outra parte do corpo...
E um bom fetichista vigilante está sempre em busca de novas idéias, por isso ao ler esse conto cheio de lógica ousei fazer uma adaptação para criar o segundo longa metragem que está em fase de produção e será oferecido no site Bound Brazil.
O filme conta a história de uma bela mulher jovem e bem casada, com filhos e uma vida familiar quase perfeita. Digo quase, pois de certo tempo para cá, ela passou a ter sonhos estranhos como se fossem pesadelos, em que um mascarado lhe agarrava a força dentro de casa tampando-lhe a boca com as mãos e a deixando amarrada e amordaçada.
Quando começava a se preparar para ter com ela cenas de sexo que a mulher não encontrava no casamento, o sonho era interrompido abruptamente e ela despertava.
Suada, cansada e assustada com o que acabara de acontecer ela já não lidava com aquilo de maneira normal.
Os sonhos se sucediam quase todas as noites até que resolveu contar a uma amiga seus segredos noturnos, o que impressionou tanto a colega que passou a ter os mesmos delírios em suas noites de insônia.
Apavoradas com a entrada do fetiche em suas vidas de um momento para o outro e sem saber o que fazer, partem em busca de uma psicóloga para encontrar a razão das loucuras que viviam nos sonhos e dividiam nas conversas diárias.
Através de uma terapia em conjunto, as duas amigas relatam à psicóloga seus sonhos em detalhes, com direito a por menores ousados das aventuras vividas por ambas. Interessada no “caso” das duas novas pacientes a psicóloga apenas anota e escuta o que causa profunda irritação de suas clientes.
Insatisfeitas com o resultado da consulta, as amigas resolvem assumir o fetiche e buscam pela Internet e anúncios de jornais uma pessoa que possa realizar a fantasia das duas em segurança.
Contratam os serviços de um “fantasy maker” com todos os detalhes elaborados a partir dos sonhos que atormentam as lindas mulheres, porém, uma revelação importante pode mudar o rumo da história quando a pessoa contratada para realizar as fantasias se revela...
Com uma hora de duração, o filme “Fantasy by Request” trás cenas incríveis de bondage mostradas através de “flash back” dos relatos das duas protagonistas e seus sonhos.
Com um elenco de tirar o fôlego o novo longa metragem do Bound Brazil marca o inicio das produções do site em full HD (Alta Definição), com imagens perfeitas de cenas super elaboradas por meninas que exibem grande categoria nas atuações, fruto da experiência acumulada em trabalhos recentes em nosso portal.
Dentro da teoria “o sol nasce para todos”, resolvi mais uma vez deixar o complexo de vira-latas guardado no armário e me forrei de ousadia para apresentar o segundo trabalho de bondage estilo Damsels in Distress produzido por essas bandas.Esperamos apresentar o trailer do filme “Fantasy by Request” na primeira semana de Março com previsão de lançamento para o final do mesmo mês.
A vontade de realizar um segundo trabalho era muito grande, principalmente depois do sucesso de vendas do filme “Conspiracy” que ultrapassou até as nossas próprias expectativas. Entretanto, optei por um trabalho mais atrevido e mesmo mantendo o mesmo enfoque do tema “DiD”, o novo filme tem um conteúdo mais sensual e menos didático.
Que bons ventos tragam esse trabalho recente!
(As fotografias que ilustram essa matéria são de sites da Internet já que ainda não há material fotográfico da produção de "Fantasy by Request")
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Timidez

Toda vez que te olho crio um romance, te persigo, mudo todos instantes.
Falo pouco, pois não sou de dar indiretas, me arrependo do que digo em frases incertas...
Muita gente conhece esse pedaço de letra de musica, um sucesso da década de oitenta na voz da banda Biquíni Cavadão.
Porque falar em timidez é como chover no molhado, principalmente para quem é tímido. Mas como acabar de vez com a timidez?
O primeiro passo é deixar a vergonha de lado, com o tempo é claro, e ter consciência das dificuldades sem medo de tentar ser extrovertido. E é aí que o bicho pega, porque a pessoa tímida se vê em maus lençóis diante de uma situação em que precise ser direto.
Faz tempo que venci a minha timidez, e mesmo ganhando um rótulo de libertino justamente por me expor sem medos, garanto que é possível viver melhor mesmo que suas atitudes causem estranheza e deixe pessoas boquiabertas.
A sensação é muito legal, vai desde o friozinho na barriga quando começa até o prazer de se sentir autêntico no fim da história.
Vai que de repente a timidez impeça que você expresse seus sentimentos com a liberdade que eles merecem; daí com toda a certeza escapa a possibilidade de uma oportunidade às vezes em retorno. Por isso é fundamental ser um “sem vergonha” e contar com a sorte de mirar no peixe e acertar no gato.
É aquela velha certeza: quem não arrisca não petisca e para que isso aconteça à timidez deve se mudar pra bem longe, de preferência sem dar noticias.
Algumas vezes é preciso ter uma “bengala” de apoio ao lado, buscar em alguém a força necessária para mudar radicalmente como se fosse um espelho. Um fetichista tímido literalmente deixará seu tesão trancado na gaveta se não conseguir se libertar da timidez.
Engana-se quem pensa que a timidez só aparece em público, porque ela fica evidente até entre quatro paredes, quando é mais perigosa. Como imaginar um podólatra com a timidez tão evidente que não consegue confessar a sua parceira que gosta de chulé? Existem casos reais que chegam a ser inimagináveis, mostrando até que ponto a timidez pode atrapalhar a vida das pessoas.
E sabe quem tem a cura para essa “doença”? Nós mesmos, através da convivência com a realidade de pessoas que há muito tempo deixaram a timidez tão distante que nem se lembram mais desses dias infelizes.
Relaxe, discuta, fale abertamente o que sente e o que pensa, o caminho é mais ou menos por aí, pelo menos comigo funcionou a tal ponto de poder escrever essa matéria sem medo de ser feliz.
BONDAGE NO TRABALHO

Até que ponto uma atração sexual comandada por um fetiche pode mexer com a cabeça das pessoas?
Duas mulheres em seu local de trabalho, uma bondagista que aprendeu com seu namorado a brincar com cordas e mordaças, vê na amiga uma boa chance de praticar e se tornar conhecedora do fetiche, pronta para chegar em casa e exibir todo seu vasto repertório a seu parceiro.
Esse é o tema do vídeo “Bound and Gagged in The Office” que o Bound Brazil exibe essa noite.
Com excelente performance da estreante Helena e da bela Gretta, o filme de dezesseis minutos vai mexer com a cabeça dos assinantes com cenas de muita sensualidade, ação e, principalmente fetiche.
Acompanha um “photo set” com as melhores cenas. Imperdível!
Ótimo fim de semana a todos!
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Desire

Algumas palavras em inglês não precisam de tradução e uma delas é “Desire”, ou seja, desejo.
Não importa em que idioma esteja porque a palavra desejo tem um significado tão abrangente que se encaixa num universo quase sem fim. Sempre desejamos, não importa o que ou pra que, o mais importante é realizar o que queremos.
Nessa onda, resolvi filmar o desejo e sua plenitude bolando um enredo onde a realização alcança a quem está protagonizando o vídeo e quem está assistindo.
Me responda rápido, sem pensar muito: Nove entre dez homens adoram ver duas mulheres se beijando? Certo ou errado? Então, isso é ou não é uma fantasia sexual?
E uma fantasia é um desejo de viver determinado momento que a mente constrói.
Agora vamos colocar uma pitada de fetiche e apimentar essa receita.
Lívia, loira alta, olhos castanhos, sensualidade a toda prova, reunindo todos os predicados de uma bela mulher. Seu desejo: seqüestrar Miuky, uma linda morena com traços de oriental, pernas perfeitas, e ter com ela um dia de prazer a seu modo.
Numa tarde de verão, Lívia leva Miuky para sua casa. Algemada e amordaçada com uma ballgag pouco pode fazer para resistir às investidas de sua raptora. Geme, se retorce, esperneia, enfim, luta para fugir de um assédio passando a impressão de que aquela tarde também é prazerosa e tinha idéia da vontade de sua amiga.
Miuky é despida, beijada, e recebe centenas de carícias que a fazem sucumbir.
Desire não é um filme pornográfico e muito menos uma exposição de cenas lésbicas sem sentido ou conteúdo. Na verdade, o vídeo mostra o fetiche de bondage em sua mais pura expressão, pois se o rapto acontece, uma donzela demonstra o medo através das atitudes, já que está totalmente indefesa diante de quem a coloca em risco.
Fica no ar uma pergunta: Miuky tinha idéia das intenções de Lívia? Sabia sobre a possibilidade do seqüestro enquanto fantasia sexual?
Os vídeos de bondage em metragem curta não conseguem traduzir tudo em cerca de dezesseis minutos, por isso é melhor mostrar as cenas que falam do fetiche sem se preocupar com uma posição de consensualidade politicamente correta.
O segredo para que a trama tenha um bom desenvolvimento é o grau de comprometimento que as protagonistas têm com a história. Em “Desire”, Lívia e Miuky viveram as cenas quase sem cortes, entenderam o fetiche e saíram do estúdio prontas para uma nova aventura nos mesmos moldes.
Com isso, ganha o espectador que tem o fetiche exibido com total liberdade de expressão.
E atenção senhores podólatras: as cenas de podolatria são de tirar o fôlego...
Independente de contar os detalhes de “Desire” me atrevo dizer que a concepção do filme tem pra mim um significado especial, pois mostra amadurecimento das minhas próprias idéias e a conseqüente capacitação de criar essa trilha tão especial, desde a escolha das modelos para viver os personagens imaginados como na direção do vídeo.Significa, também, um salto de qualidade dentro do próprio fetiche sem ser hipócrita ou modesto demais. Após sessenta e cinco vídeos de curta metragem produzidos e um longa, as idéias seguem fluindo e a direção está cada vez mais eficiente.
Longe ainda de me considerar um produtor de excelência, procuro aprender com os próprios erros, escutando opiniões de amigos, fetichistas assinantes ou não e até de pessoas que há mais tempo estão nesse segmento nos quais me espelho.
Pra mim, “Desire” tem esse gostinho especial de coisa bem feita, tipo um criador admirando sua obra, muito mais pela ousadia de tentar do que pela realização em si.
Que traga então novas idéias!
O Bound Brazil exibe "Desire" essa noite.
Um ótimo final de semana a todos!
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A Lenda das Escravas Brancas

A Escravidão branca foi um pânico moral sobre supostos seqüestros e escravidão sexual de mulheres norte-americanas no início do século 20. O alegado tráfico surgiu como uma série de notícias das empresas jornalísticas Hearst e Pulitzer.
A idéia gerou um apelo ficcional na época e pretensamente livros de não-ficção sobre "tráfico de escravas brancas", como um negócio organizado. Um filme chamado “O tráfico de almas” também foi produzido com esse tema.
Em 1910, o Congresso aprovou a Lei Mann proibindo a assistência ou o aliciamento de mulheres para fora do Estado para fins de prostituição, uma lei que existe ainda hoje. O pânico foi uma conseqüência do Perigo Amarelo, emergente do mesmo período de tempo em que se temia que a imigração chinesa fosse economicamente à concorrência norte-americana de ascendência européia.
Além da questão histórica do termo, a escravidão branca coexiste nos dias de hoje em países de terceiro mundo ou do Leste Europeu. Mulheres são aliciadas, não seqüestradas como no começo do século, para a prática da prostituição em países da Europa Central por um esquema organizado que povoa os noticiários.
Na recente série exibida pelos canais Telecine o drama belga Matrioshki aborda a prostituição e o tráfico de mulheres em 10 episódios, com locações na Tailândia, Bélgica, Romênia e Bulgária. A surpreendente história mostra a facilidade de traficar lindas e jovens garotas através de altas somas em dinheiro e, também, a saga dessas mulheres que são submetidas a regras impostas à força por seus aliciadores.
Nesse submundo habitado por mafiosos e suas leis, onde nada é perdoado, algumas mulheres escapam e escrevem relatos que a primeira vista pareceriam imaginários e fantasiosos, porém, não é difícil imaginar os bastidores dessa barbárie e ter a certeza de tanta coisa escondida atrás dessas linhas.
Em meio a fatos comprovados diversas lendas sobre esse assunto surgiram ao longo dos anos.
Mas aqui é um espaço fetichista e o tema de escravidão branca ronda corações e mentes de praticantes que vêem nisso um impulso sexual dos mais atrativos, sempre e quando haja espírito consensual para ser criada essa fantasia.
E para se ter idéia dessa fantasia, nada melhor que ver duas belas garotas vivendo o papel de escravas brancas num vídeo.Por isso, hoje o Bound Brazil exibe “White Slavery” com as estréias de Samyra e Gretta vitimas de um seqüestro orquestrado por uma rede de negociantes de mulheres. Levadas à força a um cativeiro sombrio, são amarradas e amordaçadas em diferentes situações até a apresentação ao possível “comprador”.
Chama atenção a excelente atuação de duas meninas estreantes sem nenhum contato prévio com o fetiche. A desenvoltura surpreende até a quem está acostumado a dirigir principiantes, e quando isso acontece tem-se a certeza absoluta de que o que vier pela frente será ainda melhor.
Nota dez para o Carlos pela idéia do roteiro, pra Lucia Sanny conseguindo imagens incríveis numa tarde de calor quase insuportável e para a excelência de edição do Evandro Ynno.
Junto com o vídeo um photoset com sessenta imagens com os detalhes do filme.
Um excelente final de semana a todos!
De preferência, sem chuva...
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Clorofórmio

Muitos fetichistas sonham com cenas embebidas em clorofórmio.
Mais ou menos a sensação de poder absoluto como um grande teatro de marionetes onde é possível escolher os atores e as cenas sem contestação. A “vitima” sem sentidos, pronta pra ser seu sonho perfeito. Você decide, com total controle de veto...
Bondagistas que têm loucura por cenas de captura, ao estilo Damsels in Distress, deliram com um pano encharcado de clorofórmio entre o nariz e a boca de uma musa. Imaginam passo a passo um roteiro pessoal, arquitetado nos mínimos detalhes e se sentem realizados.
Resumindo, o clorofórmio é uma fantasia das mais apreciadas.
E como é muito complicado levar esse desejo à realidade, nada melhor que ver num vídeo o que se tem vontade de fazer na prática.
The Mysterious Hand (chloro bondage), que o Bound Brazil exibe hoje, narra uma aventura de duas colegas de trabalho capturadas durante seus afazeres. Seguida de perto pela câmera, uma mão misteriosa invade o departamento onde Anna e Nina realizam suas tarefas com tranqüilidade.
Assustadas com a invasão, as duas heroínas são amarradas e amordaçadas pelo misterioso raptor e tentam se ver livres das cordas desesperadamente antes que o algoz reapareça.
Porém, totalmente indefesas assistem passivamente um lenço embebido em clorofórmio levado por mãos inescrupulosas avançar em sua direção. Tem início a segunda parte da história...
Anna e Nina despertam do sono profundo com as mãos atadas e os olhos vendados. Sem saber onde estão e sequer quem as observa, aos poucos desenvolvem uma atração pelo perigo, sugerindo cenas sensuais de altíssimo nível.
O trabalho técnico do vídeo é perfeito. Filmado por duas câmeras de alta performance o que provoca diversidade de tomadas e cria muita movimentação no filme, Mysterious Hand tem uma edição de alto padrão. Todos os detalhes das amarrações são preservados e mostrados na íntegra e o mesmo se aplica as cenas mais quentes.
Aliás, vale ressaltar que se existe uma preferência fetichista muito grande por ver duas mulheres trocando caricias, posso garantir que as meninas com os olhos vendados tentando se encontrar é muito mais que uma simples cereja de bolo, é o nirvana...
Como sempre, um photoset com sessenta closes está disponível aos assinantes, principalmente os colecionadores e os que se deliciam com pequenos detalhes que o vídeo não consegue captar.Resumo da ópera: o clorofórmio é um fetiche interessante, mas uma vez cercado de suspense e aventura é capaz de criar um enredo dos mais eletrizantes.
Medo e sensualidade agregados levam o espectador a se prender na história do começo ao fim, sem piscar, sempre atento ao que o desenrolar da trama pode apresentar.
É certo deixar claro que The Mysterious Hand vale o registro como uma das melhores produções do Bound Brazil que já criei e tive o prazer de dirigir. Em cenas reais, as duas modelos criaram uma atmosfera particular interpretando com desenvoltura e criatividade de fazer inveja.
Um excelente final de semana a todos!
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
ZFX Productions

Você já ouviu falar da produtora ZFX?
Se ainda não sabe, é hora de conhecer essa fábrica de jóias do BDSM.
Fundada em 1991 por Rick Masters, o nome ZFX tornou-se sinônimo de drama de filmes de bondage de alta intensidade e surrealismo.
Usando a magia do cinema como pano de fundo de suas obras, Rick Masters pintou um cenário BDSM através de imagens de um mundo de ficção, arriscou-se em cenas de Sci-Fi criando personagens com dons sobrenaturais.
Algumas dessas produções flertaram com o humor negro, muitas vezes assustador, sempre com a mensagem onde os filmes da ZFX são a expressão máxima no gênero feminino submisso.
Com mais de 140 filmes produzidos, os títulos da ZFX apresentam roteiros de simples capturas estilo Damsels in Distress, raptos com estupros que acabam tronando-se consentidos e, ainda, tomadas de spanking e tortura sadomasoquista.
Tudo isso com uma direção eficaz e vigorosa, fazendo com que os filmes apresentem movimentação constante, fora o padrão de filmagem cinematográfica de excelência.
Baseado nesse conceito, os vídeos da ZFX fogem um pouco ao aspecto amador muito apreciado pelos espectadores que adoram ver o fetiche na telinha.
As narrativas das produções da ZFX têm o potencial para inspirar os fetichistas que costumam buscar cenas mais fortes, quase reais, sem limites aparentes e figuram entre as grandes obras do cine adulto fetichista.
No site http://www.zfxvideo.com existe a possibilidade de comprar via download todos os títulos dos filmes produzidos ao longo de dez anos ininterruptos. Vale a pena garimpar bem e ficar atento à sinopse e ao screenshot disponível para não comprar gato por lebre.
A variação de roteiro é extensa e não há um critério padrão, por isso é interessante escolher com calma.
Para os amigos e amigas aqui do blog, segue abaixo uma edição do filme “Vacuum” com as belas Lisa Kinkaid e Tabitha Jordan. Vale à pena conferir.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Nights on Fire (1995)

Lá se vão quase quinze anos…
Foi exatamente no outono daquele ano que recém chegado da Europa onde havia o cheiro do fetiche em toda parte, com a cabeça cheia de influencias, resolvi ousar e engatinhei meus primeiros passos rumo a produções de vídeos.
O alvo era as grandes produtoras americanas e aquela que mordesse a isca na frente acabaria dentro do barco.
Não me faltavam idéias, equipamentos, mas o material humano era escasso e distante. Até que numa tarde encontrei uma amiga dona de um bar na antiga estrada de Jacarepaguá aqui no Rio de Janeiro que comprou a idéia, acreditou nas minhas conversas visionárias e trouxe tanta candidata à modelo que foi difícil escolher a musa (a história era com apenas uma garota) para ser a estrela do filme “Nights on Fire”.
Havia alguns motivos por optar em realizar o primeiro vídeo com apenas uma menina: ainda não me considerava em condições de dirigir três ou quatro mulheres num enredo mais elaborado e, também, diminuía consideravelmente as chances de rejeição da produtora.
A Close-up era tão rígida quanto a Harmony, não tinha tanta penetração na mídia apesar de ser suscetível a cenas mais sensuais, porém os (“do” e “don’t”) tinham praticamente os mesmos critérios.
Era tarde pra retroceder e escolhi a Shirley como minha primeira bondagette da porta pra fora.
Ela tinha dezenove anos, era jovem e achava tudo aquilo estranho e engraçado. Não entendia muito bem qual era a graça da brincadeira, mas a grana era boa. Naquele tempo um vídeo de bondage em VHS custava ao interessado cerca de sessenta dólares, e levando-se em conta a inflação acumulada no período, traduzido aos dias de hoje praticamente dobra esse valor. Então, ela fez o dever de casa, decorou cada cena e entre suor, temores e muitas repetições o filme de uma hora de duração saiu do forno dividido em cinco partes.
Cada parte tinha um figurino diferente e uma boa suíte de um motel foi palco dessa ousada aventura pioneira. A sala de jantar, o quarto, a banheira de hidromassagem (duas vezes) e o banheiro.
A última cena paga o vídeo, como se diz na gíria. Mostrando desenvoltura após duas horas amarrada, Shirley molhou o cabelo e deu um show de sensualidade mordendo uma mordaça cleavedgag, exibindo seu corpo irretocável por inteiro ditando a batida de um final perfeito.
Apesar de cumprir com todas as normas e fotografar as melhores cenas, o filme entrou em catálogo na Close-up no final da listagem da ultima página da revista (a Internet por aqui estava no embrião). Produtores americanos, conhecidos do publico lá fora, tomaram as primeiras fileiras e Nights on Fire ficou na sombra dos holofotes voltados para aqueles caras.
A venda foi fraca, o custo benéfico foi pras picas o que me fez amargar três anos no anonimato até levantar a cabeça e produzir “The Rosemary Revenge” um sucesso de vendas pela Harmony Concepts, do qual já falei aqui.
Como acredito que as novas gerações precisam ter acesso ao que foi produzido numa época de poucos recursos técnicos e, por isso, carregam um selo de pioneirismo, esse vídeo está em fase de remasterização e a partir do dia primeiro de Fevereiro estará à disposição de todos para ser adquirido na sessão vault do Bound Brazil.Por apenas dezessete Reais será possível ter essa jóia guardada em arquivo para saborear cada pedaçinho.
De lá pra cá muita coisa aconteceu, mas a chama do bondage é rigorosamente a mesma. Os nós, os detalhes e o fetiche.
A Shirley hoje é uma mulher na casa dos trinta, ganhei uma barriga e cabelos brancos, mas a essência do bondage corre com a mesma força dentro de mim.
Consigo lembrar cada pedaço daquela noite e vou guardar comigo pra sempre, como o dia em que ousei desafiar monstros sagrados do bondage e arranjar um lugar na sala, mesmo na ultima fila.
Hoje o Bound Brazil exibe o filme Nightmare com Carolina, Jessy e Carlos vivendo uma bonita aventura recheada de clorofórmio bem ao estilo Damsels in Distress.
Imperdível.
Um excelente final de semana a todos
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Dias de Descanso

Uma oportunidade para tirar uns dias de descanso e reflexão.
Tempo de avaliar comportamento e atitudes.
Mas também é tempo de aproveitar dias de férias em meio às festas de fim de ano, e como não vou postar até a próxima segunda-feira, vale viajar pela imaginação e criar cenas de um final de semana de verão.
Na praia ou no campo bondage sempre cai bem. E por que não?
Claro que existem mil possibilidades para aproveitar esses dias quentes, sem esquecer, entretanto, de sair da rotina revivendo alguns dos momentos que nos causam incontáveis alegrias.
Então, não se esqueça de levar na bagagem seus equipamentos favoritos. Isso evita aborrecimentos ao constatar que algo importante foi deixado pra trás. Chega a cortar o tesão.
Procure os lugares diferentes daqueles que fazem parte de seu dia-a-dia, e nesse caso, as cenas externas são a pedida. Se houver exibicionismo entre seus “dotes fetichistas” é o momento perfeito, caso contrário, escolha locais onde não exista possibilidade de aparecimento repentino de pessoas estranhas. Preservar é a palavra de ordem.
Registrar esses momentos é fundamental e ainda que o rosto não apareça, fotos e pequenos filmes são obrigatórios em seu repertório. O relato por mais que forneça boas lembranças lá adiante, não se compara às imagens que revivem cada pedaço de sua aventura.
Relaxe, ouse, abuse da imaginação e deixe a mente livre para criar, assim a fantasia vai rolar solta e ficará somente a vontade de fazer tudo outra vez, num próximo fim de semana do verão que acabou de chegar.

REQUINTES DE PERVERSÃO
O vídeo só vai ao ar depois de amanhã, mas vamos contar aos assinantes do Bound Brazil como começa e termina essa história.
“Torturing you” é o filme dessa Sexta (25). Uma visita ao mundo BDSM com cenas mais fortes e picantes. Mistress Korva reencontra Sophia C e resolve argüir sobre seu comportamento relativo a um episódio recente. Só que os argumentos da malvada Mistress vão muito além de simples palavras, por isso, Sophia C entra em cena amarrada com fios elétricos e mordaça OTM (aquela que cobre os lábios).
E não pára por aí. Utilizando-se de pregadores e cera quente, tortura de forma inapelável sua prisioneira impossibilitada de qualquer tipo de reação. Sophia C é despida e humilhada por Korva enquanto dura seu desejo de vingança.
Para a galera que gosta de cenas sadomasoquistas a oportunidade de assistir a um vídeo muito bem elaborado e protagonizado por duas excelentes meninas em cenas totalmente reais, sem truques.
Com quinze minutos de duração, “Torturing you” foge um pouco a linha do site e atende a milhares de pedidos dos nossos assinantes que gostariam de ver essas cenas. Acompanha o vídeo um photoset de sessenta fotos onde se pode ver em detalhes todo o realismo do filme.
Gostaria de desejar a todos os amigos e amigas que acompanham o blog um Natal pleno de realizações, paz e alegria extensivo a todos os familiares.
Boas Festas e um excelente final de semana com cara de férias de verão a todos!
Até Segunda...
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