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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Vez Delas


Essa semana falei sobre os clássicos fetichistas, sobre os filmes de longa metragem e também a respeito de um novo trabalho que daqui a um mês entra em fase de produção.
Então, nada melhor que tentar expor e, quem sabe, colher alguns pitacos sobre o que vai rolar na tela daqui a algum tempo.
Por uma questão de critério costumo dividir tarefas quando um trabalho desse nível está em pauta. Já dividi idéias com gente de peso. Leonardo Vinhas, Lilian Ferreira e agora chegou a vez da Lady Vulgata. E não poderia estar em melhores mãos.
E como cada caso é um caso, a moça tem um projeto de mexer com a pulga fetichista que faz morada na orelha de cada habitante desse gueto. Porque num primeiro esboço a Lady fala na ambigüidade dos perigos e pela primeira vez me sugere filmar um sujeito em apuros além das moças as quais nos acostumamos a ver em total convergência com o fetiche de bondage.
Evidente que na cabeça poderosa dessa dama de ferro muitas idéias borbulham e começaram a tomar forma pra mim, devido a alguns depoimentos de praticantes que não abrem mão da troca de poder quando o assunto é jogar bondage. Além, é claro, da trama brilhante que tecemos quando imaginamos o que será o enredo.
Há uma lógica nisso tudo. Não pensem que de repente a história ficaria estática demais e totalmente previsível como algumas cenas do chamado “men in bondage”. Nada disso brother. O roteiro tem luz própria, recheio de suspense e dramaticidade capaz de fazer sucumbir corações com sabor baunilha. Acreditem: a moça teceu a teia.
Portanto, chegou à vez delas. Tanto por trás das câmeras como na tela haverá a exibição do fetiche, da captura, do perigo, de maneira como muitos amam praticar, como uma via de duas mãos, ou de dois sentidos.
Ainda não é o momento de pincelar o roteiro por aqui. Seria óbvio demais dissertar sobre uma história que não tem a minha autoria, apesar da direção, montagem e participação. Na hora certa a trama virá à baila e todos poderão saber como as idéias se acomodam num todo.
Nessa fase, quando a história está no papel e detalhes técnicos começam a ser discutidos, o interessante é tentar encenar o novo. Saber o que pensa o povo e construir um painel onde se possa agregar opiniões convergentes e divergentes sobre algo tão discutido em redes sociais dedicadas ao fetiche.
Há que se levar em conta que se trata de um filme de ficção, que embora retrate fetiches tem uma enorme parcela de surrealismo. Não se pode pensar em produzir suspense pensando em absoluto consenso e regras rígidas de conduta em sessões fetichistas. Quem pensa assim não entende a diferença entre o real e o abstrato. Porque se existe a possibilidade de filmar uma cena de estupro não consentido através de uma simples encenação, ela seria ilógica dentro de princípios do BDSM. Mas não estamos falando de um documentário com depoimentos e exibição, a história tem que ter sentido nesse caso.
E a Lady Vulgata tem isso pronto e juntos estamos construindo uma história com o sério intuito de fazer alguma coisa que ultrapasse a mesmice e o lugar comum.
Não há um cansaço explicito sobre o que representa a questão da “damsel in distress”. O que se quer é escapar do previsível e ser mais arejado enquanto filme.

Claro que a idéia é saber o que as moças pensam sobre isso. Não só as dominadoras, mas todas elas, sem exceção, nem desconto. Da mesma forma que a opinião de bondagistas que apostam na troca de posições quando partem pra realizar seus fetiches.
E talvez trazer para o segmento um público menos obtuso quanto ao fetiche em si, mas que seja simpatizante a esse tipo de fantasia que se pode reproduzir em casa ou numa cama qualquer.
Pode ser que esse filme me sirva de resposta a inúmeros emails que recebo das moças com a velha pergunta:

Por que só as mulheres são amarradas em seus filmes?

Um bom final de semana a todos, muita paz e Feliz Páscoa!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hitcher in the Dark (1989)


O diretor Umberto Lenzi bem que tentou usar cenas de “damsels in distress” em suas conhecidas tramas de terror italianas. Só que o tiro saiu pela culatra porque não é tão simples analisar um filme recheado de suspense com ares de comédia pastelão.
E tinha tudo pra dar certo. Um roteiro razoável e uma estrela de fazer cair o queixo, porque a beleza de Josie Bissett é alguma coisa de outro planeta e merece sim, um lugar de destaque.
A história gira em torno de um jovem cidadão totalmente perturbado que herda desejos sexuais doentios de sua mãe, daí perambula pelas estradas americanas em busca de moças bonitas para viver suas fantasias sexuais totalmente fora de contexto.
O sujeito é um psicopata.
Essas tramas sempre remontam alguma cena de infância que tenta justificar a insanidade do algoz, e noves fora várias cenas de terror excessivo, o aparecimento de Josie Bissett como protagonista quando cria uma seqüência de delírio para os que curtem algemas e mordaças em abundancia salva o filme.
Para sorte nossa, a semelhança da moça com a mãe do malfeitor o faz mantê-la mais tempo sob domínio, criando um elo entre o que a galera do horror quer assistir e o que nós bondagistas de plantão estamos ávidos para ver na telona.
Então é melhor que todos os que gostam de DiD aproveitem bem estes raros momentos, porque depois o bicho pega e o psicopata inicia uma série de assassinatos cruéis e passa a alimentar os crocodilos que encontra pelo caminho com os corpos mutilados de suas vitimas.
Se Lenzi tivesse produzido sua obra em quinze minutos o filme pra nós, amantes de DiD, seria uma maravilha. As cenas de Josie Bissett valem qualquer ingresso ou uma vasculhada pela Amazon em busca do DVD. Mas a obra completa tem noventa minutos e nossa utopia se desfaz quando se percebe que apenas o cenário de horror passa a dar as cartas.
Porém, existe um público alvo a ser alcançado por estas produções e Umberto Lenzi quis preservar seu segmento. O produtor de Cannibal Ferox não deixa barato e abusa de cenas que muita moça vira o rosto com o coração na mão.
E voltando aos tais quinze minutos de boas cenas fetichistas, recomendo uma análise da protagonista como damsel in distress. Perfeita. Como diria meu amigo Zé Maneco: “é assim que se faz”. E ela fez. Seduziu todos aqueles que quando se sentam pra assistir uma donzela em apuros querem guardar na lembrança.
O filme tem pontos altos, nomeadamente Josie Bissett com o foi dito, que apresenta um desempenho muito credível e um par de cenas de uma trama bem trabalhada. O problema é que a qualquer momento um toque genuinamente assustador ocorre e ele tem uma resolução inacreditável (especialmente o "road block", uma cena que me fez revirar os olhos e achar tão inacreditável quando ver o coelho da páscoa em pessoa).

O desempenho de Joe Balogh, que é bom no olhar vazio de olhos de um louco genuíno, e, infelizmente, nada mais, me irritou a cada minuto que o filme avançava. Este importante detalhe serve pra fechar a cortina, mandar todo mundo embora e ficar com as belas imagens de Josie Bissett e sua nudez plástica e vibrante.
Vinte e dois anos após estar em cartaz nas telas de cinema Hitcher in the Dark pode ser encontrado com facilidade na Internet, tanto na Amazon quanto na CD Universe. Uma vez editado, vale ter na estante.

Fiquem com algumas cenas desta Deusa.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Desaparecimento de Alice Creed (2009)


A dica de hoje tem um alvo: os apaixonados por filmes onde a mocinha em perigo é a principal atração. Um afago pra galera que lota o blog da Sasha Cohen em busca de uma cena tirada de uma trama desse gênero. É o fetiche por DiD (Damsels in Distress) dando as cartas.
E essa vem da terra da Rainha.
A obra é assinada pelo diretor britânico J. Blakeson. Uma trama de suspense e ação com um final totalmente imprevisível, aliás, ruim seria se o final fosse manjado.
Dois ex-detentos Danny (Martin Compston) e Vic (Eddie Marsan) resolvem seqüestrar Alice Creed (Gemma Arterton), filha de um milionário em busca de um polpudo resgate. O golpe é bem planejado e bem sucedido. Porém Vic não sabe que Alice e Danny têm um relacionamento e que lá adiante poderá definir o enredo.
Alice odeia o pai e, por isso, foi convencida por Danny a participar da trama.
O filme de cara mostra o cartão de visitas aos apaixonados por meninas em perigo. Alice é amordaçada e encapuzada para ser levada a um cativeiro e lá é deixada amarrada e algemada a uma cama. As cenas que se seguem já valeriam o ingresso pra turminha gargarejando na primeira fileira, principalmente quando a suposta vitima é fotografada nua diante de um jornal da data para que seja enviado ao seu pai.
Mas existe um roteiro e muito bem orquestrado por sinal.
Alguns críticos podem ter uma visão conturbada sobre o filme, principalmente pela presença de praticamente três personagens e umas quatro locações apenas. Mas o filme é vigoroso e cheio de reviravoltas o que o torna capaz de prender a atenção do espectador do primeiro ao último minuto.
Como se trata de uma trama de suspense seria patético da minha parte dissertar sobre tudo que ocorre durante a apresentação deste artigo. Outras cenas de capturas se sucedem, entretanto com resultados imprevisíveis e inesperados para quem está de olho grudado na tela.
Para os fãs de carteirinha de lindas atrizes em situações de perigo o filme é altamente recomendável como mostram as imagens do trailer que segue abaixo. O cinema cada dia que passa reproduz com maior fidelidade algumas cenas de bondage bem reais, inclusive fazendo uso de materiais específicos, neste caso, com uma eficiente Ball Gag que garante o silêncio da vitima quando cativa.
Oitenta por cento da crítica especializada garantiu um resultado de avaliação de quatro estrelas na imprensa do Reino Unido. Uma votação expressiva para uma produção que basicamente foi realizada em DVD. O filme de J. Blakeson foi indicado para o prêmio Raindance no British Independent Film Awards 2009.

No site da Amazon é possível garantir um exemplar para fazer parte da sua coleção.
Como se trata de um filme com uma temática fetichista exclusiva de um segmento, pode ser que não se enquadre no perfil de outros apaixonados por obras cinematográficas que retratam coisas que gostamos de ver. Em minha visão, porém, vale o roteiro e a boa direção que prova que uma boa produção não necessita de cenários mirabolantes e um quadro imenso de atores e atrizes pra ser eficiente e positiva.

Vale à pena conferir.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Perigo


Se existe uma palavra que pode resumir a essência do bondagista é “perigo”.
A expressão do perigo nos olhos da parceira dispara o gatilho. Desde os tempos do desenho animado na infância, dos seriados de televisão na adolescência até as cenas montadas na fase adulta, a mulher diante do perigo iminente desperta qualquer fetichista que gosta de bondage (damsels in distress) do sono profundo.
É fácil deduzir, mas é difícil explorar.
Nessas horas é preciso ter habilidades teatrais para buscar a cena. Não adianta um belo cenário, nós simétricos sem a participação efetiva de quem é o foco principal da cena. O mundo real tem que ficar em outro plano e a viagem deve ser profunda, do começo ao fim, caso contrário a “brincadeira” fica sem graça.
E como nunca é demais dar dicas de como é possível introduzir esse jogo em suas fantasias, deixo alguns exemplos.
Agradecendo ao amigo “T” do site Moraxian, um especialista em criar situações de perigo.
Siga essa trilha!




segunda-feira, 3 de maio de 2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Sonhos Fetichistas (O Segundo Filme)


O roteiro nasceu na cabeça de um amigo, com suas idéias fetichistas sempre circulando entre os neurônios, embora alguns pensem que os neurônios masculinos habitam outra parte do corpo...
E um bom fetichista vigilante está sempre em busca de novas idéias, por isso ao ler esse conto cheio de lógica ousei fazer uma adaptação para criar o segundo longa metragem que está em fase de produção e será oferecido no site Bound Brazil.
O filme conta a história de uma bela mulher jovem e bem casada, com filhos e uma vida familiar quase perfeita. Digo quase, pois de certo tempo para cá, ela passou a ter sonhos estranhos como se fossem pesadelos, em que um mascarado lhe agarrava a força dentro de casa tampando-lhe a boca com as mãos e a deixando amarrada e amordaçada.
Quando começava a se preparar para ter com ela cenas de sexo que a mulher não encontrava no casamento, o sonho era interrompido abruptamente e ela despertava.
Suada, cansada e assustada com o que acabara de acontecer ela já não lidava com aquilo de maneira normal.
Os sonhos se sucediam quase todas as noites até que resolveu contar a uma amiga seus segredos noturnos, o que impressionou tanto a colega que passou a ter os mesmos delírios em suas noites de insônia.
Apavoradas com a entrada do fetiche em suas vidas de um momento para o outro e sem saber o que fazer, partem em busca de uma psicóloga para encontrar a razão das loucuras que viviam nos sonhos e dividiam nas conversas diárias.
Através de uma terapia em conjunto, as duas amigas relatam à psicóloga seus sonhos em detalhes, com direito a por menores ousados das aventuras vividas por ambas. Interessada no “caso” das duas novas pacientes a psicóloga apenas anota e escuta o que causa profunda irritação de suas clientes.
Insatisfeitas com o resultado da consulta, as amigas resolvem assumir o fetiche e buscam pela Internet e anúncios de jornais uma pessoa que possa realizar a fantasia das duas em segurança.
Contratam os serviços de um “fantasy maker” com todos os detalhes elaborados a partir dos sonhos que atormentam as lindas mulheres, porém, uma revelação importante pode mudar o rumo da história quando a pessoa contratada para realizar as fantasias se revela...
Com uma hora de duração, o filme “Fantasy by Request” trás cenas incríveis de bondage mostradas através de “flash back” dos relatos das duas protagonistas e seus sonhos.
Com um elenco de tirar o fôlego o novo longa metragem do Bound Brazil marca o inicio das produções do site em full HD (Alta Definição), com imagens perfeitas de cenas super elaboradas por meninas que exibem grande categoria nas atuações, fruto da experiência acumulada em trabalhos recentes em nosso portal.

Dentro da teoria “o sol nasce para todos”, resolvi mais uma vez deixar o complexo de vira-latas guardado no armário e me forrei de ousadia para apresentar o segundo trabalho de bondage estilo Damsels in Distress produzido por essas bandas.
Esperamos apresentar o trailer do filme “Fantasy by Request” na primeira semana de Março com previsão de lançamento para o final do mesmo mês.
A vontade de realizar um segundo trabalho era muito grande, principalmente depois do sucesso de vendas do filme “Conspiracy” que ultrapassou até as nossas próprias expectativas. Entretanto, optei por um trabalho mais atrevido e mesmo mantendo o mesmo enfoque do tema “DiD”, o novo filme tem um conteúdo mais sensual e menos didático.
Que bons ventos tragam esse trabalho recente!

(As fotografias que ilustram essa matéria são de sites da Internet já que ainda não há material fotográfico da produção de "Fantasy by Request")

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Damsels in Distress (O Roteiro de uma Aventura)


Quando se fala de fetiche a distancia entre o irreal e o palpável encurta quando é possível ver, escutar ou ler alguma coisa que funciona como um link de atração.
Basta ser fetichista para pensar assim.
Hoje recebi por email um desses roteiros impossíveis de não serem filmados e transformados em histórias estilo “Damsels in Distress” (Garotas em Perigo).
Há tempos converso com o autor desse texto e ouço suas idéias as quais processo no subconsciente e transformo nos vídeos que produzo. Mas esse texto nasceu diferente e com vida própria, assim como um capitulo de um seriado com requintes de “crueldade” capaz de deixar à beira da morte qualquer bondagista que se preze.
Então chega de introdução e vamos direto ao assunto: com a palavra meu parceiro e amigão Carlos Alberto, produtor assistente e ator do site Bound Brazil.

A Clínica

Três belas mulheres trabalham numa clinica de estética luxuosa, provavelmente uma das mais famosas da cidade. Junior, um sujeito bem sucedido, rico, mas que tinha por hobby roubar mulheres, num puro exercício de cleptomania, as deixando amarradas e amordaçadas.
Como já havia freqüentado aquele local em busca de um relaxamento, percebeu que ali seria um ótimo e fácil lugar para ganhar um bom dinheiro e ainda se divertir um pouco com as três mulheres, mas para isso, precisaria estudar minuciosamente o dia a dia daquele estabelecimento.
Depois de avaliar o local, verificou que o dinheiro era deixado em um cofre dentro da clínica e depositado somente as sextas pela manhã, portanto, o melhor dia para ele seria na quinta no final da tarde.
Ciente de tudo, e com o plano já em sua cabeça, bastava agora executar. Ele então telefonou e marcou um horário com uma funcionária, já sabedor que naquele momento estaria apenas uma das meninas, pois as outras duas sempre desciam para fazer um lanche, pois já havia terminado o expediente, e, então, pegou suas cordas, seus panos, colocou tudo em uma mochila e foi fazer o serviço.
Chegando lá, foi atendido por uma bela funcionária que educadamente lhe recebeu perguntando o que pretendia, e como resposta, foi surpreendida ao perceber que o homem estava armado. Ela tentou correr e gritar, mas foi impedida por ele que a segurou e tapou sua boca encostando a arma em sua barriga. Mandou que ela ficasse quieta, pois não queria machucá-la e a garota tremula de medo, balançou a cabeça concordando e foram até um dos cômodos da clínica. Lá foi deixada seminua, amarrada e amordaçada. Passou a torturar a menina com ameaças, enquanto aguardava a chegada das outras duas.

Quando, rapidamente, sentiu a porta abrir, largou a menina amarrada e se escondeu. Era a outra funcionária chegando sozinha. Ao ouvir gemidos, ela correu para o cômodo onde estava sua amiga e assustada não sabia o que fazer, mas nem deu tempo, pois rapidamente foi dominada por ele, e ouviu que se fizesse alguma coisa as duas iriam se dar mal. Imediatamente a amordaçou, e mandou que ela desse dois passos para a frente, virasse para ele, e bem devagar tirasse a blusa, após isso, ele a pegou de volta e a levou para um outro cômodo, deixando-a também amarrada ali.

Só restava a ele esperar pela gerente, pois somente ela sabia o segredo do cofre e como estava demorando mais do que o previsto, o que o estava incomodando, foi até uma das meninas e mandou que ela ligasse para sua gerente para saber o que ela estava fazendo e porque estava ainda fora da clínica, então teve a certeza que ela já estava no elevador. Amordaçou novamente a menina e foi para trás da porta esperar pela gerente.

Mal ela entrou foi dominada e levada para ver como estavam suas funcionárias, muito assustada e ciente que a sua vida e a das suas funcionárias estavam em risco, decidiu cooperar e abrir o cofre para entregar tudo ao bandido, que encantado com a sua beleza, a aterrorizava ainda mais dizendo que além do dinheiro a queria também.

Já com tudo de valor em seu poder, ele a deixou quase despida, amarrada e amordaçada. Brincou com seu corpo e a levou até onde estava uma das funcionárias e a jogou ali. Depois foi no outro cômodo e pegou a outra menina para juntá-la as outras duas.

Com as três totalmente indefesas, imobilizadas e aterrorizadas, ele se despediu prometendo voltar, caso elas fossem à delegacia.

Saiu comemorando mais um feito, e além de ganhar um excelente dinheiro, também se divertiu, a seu modo, com três lindíssimas mulheres que com o tempo decidiram se mudar, já que não havia paz para seguir trabalhando ali.


Por Carlos Alberto

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Dögkeselyű (O Abutre – 1982)


Sempre que me perguntam o significado do termo Damsels in Distress e sua ligação com o fetiche de bondage, me vem à cabeça o exemplo de filmes que marcaram época, para alguns, para muitos, não importa, senão a exibição de cenas em que a atriz está em perigo.
Assisti a este filme há muito tempo atrás e é daqueles em que a cena ficou gravada sem ter um por que, uma lógica exata. É verdade que esta obra do cineasta húngaro András Ferenc ganhou força no começo da década de oitenta abrindo espaço para que fosse possível conhecer um pouco do que se passava dentro de países da então cortina de ferro ou Pacto de Varsóvia para ser mais exato.
Com alguns prêmios na bagagem recebidos em festivais de segunda linha, Ferenc mostra em “O Abutre” um roteiro de suspense dos mais eletrizantes e de final muito pouco provável.
Num tempo de dificuldades econômicas e sociais, um engenheiro tem que se virar como taxista para segurar a barra de suas despesas com a mulher e o filho pequeno. Quando consegue depois de muita luta receber um seguro social que lhe levaria a uma vida um pouco melhor, ele atende a duas senhoras bem vestidas e de excelente aparência, mas ao final da corrida percebe que caiu numa cilada e teve seu dinheiro que carregava na carteira roubado.
Desesperado e com sede de vingança ele começa seqüestrando o cachorro das senhoras, mas como não obtém êxito em receber seu dinheiro de volta, acaba por seqüestrar a filha de uma delas interpretada pela belíssima Maria Glatkowska.
Não fosse o ótimo enredo um motivo para assistir do início ao fim essa trama, as cenas em que Maria aparece nas mãos de György Cserhalmi seriam como gotas num oceano, com uma metragem tão reduzida que passariam despercebidas por qualquer um em meio à história.
Mas na verdade, um bondagista que gosta desse estilo jamais se furtaria a esperar horas a fio por estas cenas, pois exibem uma bela mulher imobilizada num casebre no meio do nada. O realismo das imagens que mostra Maria amarrada de verdade, sem truques baratos, me chamou a atenção e talvez por isso, mesmo passado tanto tempo ainda levo esse filme na lembrança.
Lançado no Brasil pela Globo Vídeos originalmente em Beta Max, um sistema com resolução superior ao VHS que não deu muito resultado por aqui, ter essa obra hoje é uma raridade que alguns colecionadores vendem no Mercado Livre.
Porém não sosseguei enquanto o bravo espadachim Evandro Ynno (salvador dos bondagistas colecionadores) não baixou uma versão digital. Torrei o saco mesmo...
Abaixo os oito links que juntos condensam o filme em partes iguais. Basta clicar e baixar. A versão está em russo, mas como o original é em húngaro e cá entre nós, seria a mesmíssima coisa, vale agora garimpar pelos subtítulos (legendas) e adicionar ao arquivo. O nome original do filme está no cabeçalho da matéria.
Também as melhores cenas de Damsels in Distress numa versão de três minutos.
Uma boa dica para começar bem a semana.

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A Sombra da Dúvida


Ontem tarde da noite, fui até o Galeto Columbia na Tijuca aqui no Rio com um cara que gosto muito, e além de amigo é o meu médico.
Petiscos e Coca-Cola na mesa, me peguei desconcentrado da nossa conversa porque ao lado algo estranho me chamou a atenção. Devia haver umas doze pessoas descontraídas, conversando, mais ou menos sete mulheres e cinco marmanjos, e de repente uma delas tirou as sandálias pousando os pés no colo da amiga em frente.
Até aí nada demais, porém a morena que acolheu os pés sobre ela passou a acariciar e admirá-los de uma forma tão carinhosa que um fetichista logo percebe e fica ligado.
Não era possível ouvir os papos, as mesas ficam na calçada, além do barulho da rua e das vozes que se misturam como macarronada, tudo impede que se ouça com clareza.
Meu amigo chegou a me cutucar pra prestar atenção ao que ele dizia, mas eu parecia distante com os olhos e pensamento em outro locar, embora ali bem perto. Os carinhos eram tantos e não paravam, causando um ar de satisfação na loira que descansava seus pés num colo macio.
Então pensei: é possível existir mulheres que gostam de pés femininos sem ser bissexuais? Ta bom, quem vê cara não vê coração, mas aquela morena com pinta de rainha de bateria de Escola de Samba nem de longe parecia lésbica...
Os afagos eram visíveis, ininterruptos e carinhosos. Com o rosto quase colado aos pés da amiga, aquela morena assim como eu, não dava a mínima pra conversa ao seu redor e demonstrava claramente que se pudesse beijaria os pés que tanto tocava.
Sei de casos onde mulheres se realizam ao ter seus pés adorados por outras, mas de uma forma submissa, ou seja, algumas dominadoras gostam de ter suas escravas aos seus pés debaixo de ordens, porém, soa mais como um fetiche de humilhação e entrega.
Outras, com menos tendências fetichistas, contam que apreciam pés masculinos e, algumas, confessam meio ressabiadas que olham e admiram os pés das outras mulheres por achar “bonito”. Será?
Como diz uma grande amiga, sempre sobra uma pontinha de desejo escondido dos selinhos nos lábios de tempos adolescentes dentro do banheiro do colégio. Então querer dar uma beijoca nos pés de uma colega tem mais ou menos a mesma conotação.
Como um assumido fetichista, gostaria de ler o que pensam as moças que freqüentam estas páginas. Se é fato que todo homem tem uma queda por ver duas mulheres se acariciando, e isso é um fetiche, aumentaria alguns decibéis se estivesse atrelado a podolatria entre garotas. Ou não?
Estava ficando tarde, por isso pedimos a conta e tomamos o rumo de casa, afinal meu trabalho me espera as dez e ele tinha plantão hoje de manhã. Elas ficaram do mesmo jeito e fui embora com aquilo na cabeça doido pra escrever essa matéria e dividir o assunto.

Easy-Peasy (Extremamente Fácil)

Em qualquer situação complicada é comum buscar o modo mais fácil de resolver.
Com um “stalker” (perseguidor) não é diferente.
Esta é a razão do conteúdo e titulo do filme de hoje do Bound Brazil: Extremamente Fácil (Easy-Peasy).
Carlos deseja encontrar uma forma de invadir o apartamento de uma garota e como se vê impossibilitado de lograr resultado, ataca uma amiga muito próxima e a leva a um local ermo. Consegue o telefone de sua possível vitima sob tortura psicológica em Mayara, que mesmo cedendo e entregando aquilo que deseja o vigarista, é impiedosamente amarrada e amordaçada por ele.
Se fazendo passar por um amigo de Mayara com o intuito de levar uma “encomenda”, Carlos consegue seu objetivo, mas não mostra agradecimento, deixando a bela garota imobilizada até que alguém venha em seu socorro.
O vídeo de quatorze minutos marca a estréia de Mayara no elenco do Bound Brazil e estará disponível hoje para os assinantes.
Com excelente atuação dos protagonistas, Easy-Peasy tem na essência o conceito Damsels in Distress com cenas de cair o queixo.
Confiram!

Um ótimo final de semana a todos!

terça-feira, 30 de junho de 2009

Cenas de “Next” (O Vidente – 2007)


O filme é bom mesmo.
Doses de adrenalina na medida certa e um grande elenco.
Claro que o diretor Lee Tamahori apostou num manjado clipe americano onde sempre existem terroristas mercenários a fim de causar vitimas numa grande cidade.
Mas ele caprichou na concepção e no elenco.
Nicolas Cage é um mágico simplório que ganha a vida apresentando números conhecidos na cidade de Las Vegas, porém o cara tem um dom de prever os acontecimentos com alguns segundos de antecedência, o que faz uma agente federal interpretada por Julianne Moore requisitar seus préstimos para impedir que malfeitores detonem uma bomba e mandem a cidade de Los Angeles pelos ares.
Aparece então a belíssima Jéssica Biel por quem o protagonista se apaixona, aliás, qualquer um em plena consciência também o faria, e entra na história como a vitima de toda a trama, a garota em perigo a ser salva.
Não é difícil imaginar que a partir desse momento algo “interessante” estaria por pintar na tela, e Jéssica cai nas mãos dos terroristas para servir de isca e impedir que o vidente e a polícia atrapalhem seus planos diabólicos.
E a cena acontece.
Amarrada a uma cadeira de rodas e com mordaça tipo siver tape, Jéssica é retirada de uma Van e deixada em um estacionamento com bombas penduradas em sua jaqueta. Essas tomadas são previstas pelo vidente e passam muito rapidamente durante o filme, mas retratam com exatidão o fetiche de bondage e Damsels in Distress.
Ninguém quer que a mocinha sofra nenhum dano, todos os amantes desse tipo de fetiche a imaginam sã e salva, livre das garras de seus captores. Apenas gostaríamos de uma seqüência maior e o impiedoso diretor se mostra insensível aos nossos apelos, rodando pouquíssimos minutos de Jéssica Biel em perigo.
Contudo, devido à beleza da atriz e da boa qualidade da cena identificada com o enredo vale muito a pena acompanhar o pouco tempo de exibição e saborear uma linda mulher em apuros.
No final os mocinhos vencem a batalha e a cidade de Los Angeles fica livre do terrível pesadelo. O filme termina, mas fica a cena da donzela em perigo condensada num pequeno clipe que eu posto para quem quiser conferir.

BONDAGE

Muitas perguntas chegam por email pedindo uma definição completa de bondage através de uma fotografia, claro, em busca de um melhor entendimento do fetiche.
Para ilustrar a principiantes ou não, o ensaio fotográfico que faz parte da atualização de hoje do Bound Brazil é uma mostra perfeita de uma boa resolução de amarração com cordas de algodão e mordaça duct tape, aquela fita que cobre os lábios.
O set com sessenta fotos da bela Dani em hogtied apresenta uma seqüência para tirar dúvidas de quem pratica ou pretende praticar bondage.
Veja uma pequena amostra na foto ao lado.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Cenas de Terror (Midnight 1982)


Até onde uma cena DiD (Damsels in Distress) pode interessar a um fetichista quando aparece num filme de terror?
Algumas dessas cenas são tão chocantes que chegam a impressionar o mais sádico dos sádicos, devido à quantidade de bestialidade e horror excessivo.
Na mesma trilha de clássicos do horror como o conhecido “The Texas Chainsaw Massacre” do diretor Tobe Hooper, exibido por aqui com o título de O Massacre da Serra Elétrica, esse filme de John Russo começa num roubo de uma mercearia praticado por três jovens, dois homens e uma mulher chamada Nancy que uma vez fugitivos escondem-se num local ermo e assustador onde uma série de assassinatos está sendo investigada.
O drama segue seu curso e encontra um grupo de jovens adolescentes que reúnem-se em rituais satânicos onde seqüestram jovens inocentes para beber seu sangue.
Nessa batida, a jovem Nancy é seqüestrada dando início a uma série de crimes bárbaros que parecem insolúveis até o final.
Com um orçamento reduzido em mãos, John Russo não consegue desenvolver seu filme da forma como deveria, e através da deficiência de equipamento e das pobres condições de trabalho, acaba conseguindo passar aos amantes dessas produções um realismo das cenas que chegam a impressionar, passando a nítida impressão de estarem ligadas a fatos reais.
Com uma ótima performance como donzela em apuros da novata Melaine Verliin, protagonizando excelente atuação quando capturada, Midnight apresenta ao público que aprecia esse tipo de cenas boas tomadas de mordaça cleaved gag, amarrações eficientes e, ainda, a utilização de algemas.
E pára por aí...
Os diálogos das adolescentes que comandam a seita são de péssima qualidade e repetitivas a ponto de irritar quem está assistindo, assim como a insistente gargalhada infinita do “guarda belo” do templo.
Consegui “pescar” algumas cenas de pouco sangue e alguma ação fetichista no vídeo que achei no site do Raffish e posto abaixo para a coleção da galera que curte esses clipes.


NANY: BEDTIME STORIES

A Nany estava saindo da cama após uma bela noite de sono, mas assim que desperta é impiedosamente capturada por Mestre Nauticus, gerando uma incrível sessão de sessenta fotos e um trabalho de bondage de tirar o chapéu. Beleza e sensualidade no mesmo pacote.
Pois essa historinha está hoje nas páginas do Bound Brazil, contada através de belas fotos e uma atuação digna de um prêmio do Bondage Awards.
Ainda no Bound Brazil, um novo visual na sessão de membros com a apresentação das mais de nove mil fotos, que hoje compõem o arquivo do site, em ordem alfabética, por nome das lindas modelos e seus trabalhos.
Uma maneira fácil e eficiente para encontrar o arquivo de fotos de preferência.
Good trip!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cenas DiD nas Novelas


Sempre falamos aqui dos filmes em que o cinema e a TV nos brindaram cenas de bondage ao longo dos anos, mas não podemos deixar de destacar aquilo que as novelas brasileiras trouxeram.
Há alguns anos atrás essas cenas eram mal acabadas e as amarrações deixavam muito a desejar, viam-se cordas frouxas e mordaças caindo, de bom mesmo apenas os excelentes cenários que sempre foram marca registrada dessas grandes produções.
Mas o tempo foi passando e as novelas evoluíram nesse quesito, e hoje é possível apreciar essas cenas de aventura e perigo com belas atrizes amarradas e amordaçadas debatendo-se em apuros, como as famosas Damsels in Distress que o cinema americano popularizou.
E são várias as novelas com esse tipo de cena em seu conteúdo, e nesse artigo de hoje, especificamente, vamos apresentar cenas dos capítulos da novela Revelação do canal SBT que foram ao ar na Segunda-Feira passada com a linda atriz Tainá Muller em duas cenas editadas, onde aparece amarrada com fita silver tape e amordaçada tipo cleavedgag com um lenço branco.
Por não acompanhar a novela fico devendo uma sinopse completa do capitulo e as razões que fizeram Victoria (Tainá) aparecer presa num porão, mas não é complicado obter esses dados no site do SBT através do link específico com os detalhes de cada capítulo da novela. (http://www.sbt.com.br/revelacao/)
Novelas exibidas pelas redes Globo e Record também abordam esse tema da garota em perigo e apresentam cenas com esse perfil, e para acompanhar esses eventos basta estar atento aos capítulos ou buscar essas informações no blog do meu amigo VH (link ao lado), onde sempre é postado um aviso de cenas dessas novelas.
Nas cenas que separei vale destacar a excelente performance de Tainá Muller e sua ótima atuação em perigo, com grande destaque à direção da novela que realizou a tomada quase completa, desde o momento em que é capturada para ser amarrada até a cena em que se vê sozinha impossibilitada de escapar.
Tenho recebido algumas correspondências de leitores que buscam entender essa ligação que existe entre filmes ou novelas com esse tipo de argumento como o debatido hoje, e a essência do fetiche de bondage. Então, vale a pena ressaltar que apesar de ser uma atividade fetichista ligada diretamente ao sexo como qualquer outra bondage sugere esse tipo de tendência pela identificação que o amante do fetiche adquire por conta de ter os primeiros contatos com mulheres amarradas através dessas cenas, muito comuns em filmes e episódios de aventura.
Entretanto, nada impede que um casal queira reproduzir o que é apresentado nessas obras entre quatro paredes, ficando por conta da imaginação de cada um.

Abaixo, cenas da novela Revelação, capítulo exibido no dia 11/05/2009 pelo SBT.


Para a leitora Mariana, um beijo especial pelo nascimento de seu herdeiro Fabinho...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Bound - Ligadas pelo Desejo (1996)


Um filme muito bem nascido, como se diz na gíria.
A história se passa dentro do submundo do crime, entre gangsteres e mafiosos com uma pitada lésbica e ótimas cenas de bondage.
Bound, que foi exibido no Brasil com o nome de “Ligadas pelo Desejo” de Andy Wachowski & Larry Wachowski (Matrix), apresenta a bela Jennifer Tilly que faz a mulher do chefão da Máfia (Joe Pantoliano).
Cansada de ser espancada pelo rude sujeito, se envolve com uma ex-presidiária (Gina Gershon) e ambas trocam juras de amor. Mas para conseguirem a liberdade, precisam armar um plano para matar o bandido e fugir com todo seu dinheiro.
Esse suspense com altas doses de violência e sensualidade levou alguns prêmios importantes de festivais alternativos, como melhor filme no Fantasporto de 1997, realizado anualmente na cidade do Porto em Portugal, evento que já premiou Seven (1995) e Amores Brutos (2000).
E o beijo ardente entre as atrizes Jennifer Tilly (mundialmente conhecida como a "noiva" do boneco assassino Chucky) e Gina Gershon foi indicado na categoria no MTV/Movie Awards.
Para o público fetichista que adora cenas de bondage com verdadeiras “Damsels in Distress” é impossível perder as partes em que as duas beldades aparecem totalmente amarradas e amordaçadas num trabalho de bondage que eu considero perfeito.
Cordas muito bem escolhidas e excelente resolução tanto no aspecto aprisionamento como no quesito beleza simétrica dos nós, e uma impressionante expressão facial de perigo iminente protagonizada por Gina Gershon, são a “gasolina” dessa trama de suspense que prende o telespectador do começo ao fim.
Disponível em qualquer locadora e com aparições freqüentes nos canais telecine da NET, Ligadas pelo Desejo tem todos os predicados necessários para figurar na galeria dos mais pedidos para quem é louco por cenas de bondage no cinema, e, também, pela qualidade do roteiro digno merecedor de todos os prêmios recebidos.
Deixo postada uma amostra através do trailer oficial do filme quando do seu lançamento e sugiro total atenção às primeiras cenas. Imperdível é pouco.
Para quem teve o prazer de saborear esse néctar uma pequena lembrança e para quem ainda não teve essa chance, aqui vai uma boa dica.

terça-feira, 14 de abril de 2009

De Cara Nova, Sem Fronteiras.


Calma, você está no lugar certo!
O Blog apenas sofreu uma mudança pequena de cores, mas o conteúdo segue igual.
Somente em Junho quando o blog completa um ano de existência um novo template que estamos criando será lançado, totalmente novo como se fosse uma roupa nova para uma ocasião especial.
Vamos então ao nosso tema principal.
Várias são às vezes na vida que vale a pena saborear um degrau alcançado, tipo aquela sensação de ter realizado um desejo.
Pensando assim, hoje é um desses dias especiais, porque uma idéia que nasceu solitária na metade do ano passado, foi ganhando adeptos, cresceu se multiplicou e agora ultrapassa fronteiras.
Semana passada falei sobre a novidade do site Bound Brazil em apresentar modelos em bondage de outros países latinos, uma idéia que sempre tive de reunir gente desse continente imenso que caminhou sempre a reboque daquilo que vinha enlatado do hemisfério norte. E confesso que veio rápido demais e muito antes do previsto, tanto que hoje o site atualiza com uma seqüência de fotos da primeira portenha a invadir o Bound Brazil.
E “nuestros hermanos” do Mercosul merecem as boas vindas. Num trabalho do bravo Facundo, Jéssica é a primeira a ser apresentada no site numa ótima resolução de bondage que trás como novidade um toque especial através de uma visão fetichista um pouco diferenciada.
Facu procurou acompanhar o estilo do Bound Brazil que conhece como poucos desde a semente plantada e assim como Mestre Nauticus se apresenta como mais um produtor de fotos e futuros vídeos que aos poucos serão lançados.
O começo é difícil para todos e com ele não será diferente, por isso vale analisar o trabalho pelo verdadeiro sentido que o site oferece: o estilo “Damsels in Distress”, sem photoshop, da maneira mais natural possível, aliás, se for levado ao pé da letra uma mulher não estaria pronta para ser “seqüestrada” vestida para um baile de gala.
Resumindo, que essa integração que hoje acontece no Bound Brazil seja o começo de uma semente plantada para que se possa colher num futuro bem próximo os frutos de um fetiche que une, aproxima e difunde o que todos nós apreciamos sem diferenças de idiomas ou raciais.
No mais... Bienvenidos!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Isto é bondage


Finalmente em casa depois de um domingo de Páscoa cansativo com viagem, parei para uma pequena reflexão e reparei que muitos blogs, grupos, sites, têm a preocupação de explicar aos leitores as diferenças fetichistas de bondage.
Muito se fala e defende, mas o fetiche é muito pessoal e por conseqüência individual para ter uma definição coletiva como querem alguns.
O bondage vive sem o sadomasoquismo e o SM leva a vida dele muito tranqüila sem bondage. Na verdade, se criou uma sigla chamada de BDSM (bondage, disciplina, sadismo e masoquismo) e por isso toda essa celeuma. E qual é o conceito de bondage?
Está aqui mesmo, na apresentação dessa página um dos vários conceitos que se apregoam ao fetiche de bondage, e claro, dentro dessa ótica, variadas e diversas vertentes povoam a imaginação de cada individuo apaixonado por isso e que tem a sua visão do assunto. E esse detalhe é que faz toda essa diferença, ou seja, a prática.
Ontem à noite, assisti a um filme no Canal Brasil da Net que nada tem de fetichista, o ótimo “Doces Poderes” (1996) da competente Lúcia Murat, e numa cena em que o ator Tuca Andrada amarra a excelente Marisa Orth na cabeceira da cama e inicia uma sessão de carícias e beijos, posso daqui afirmar pelos anos de experiência que levo que esse é o conceito principal de bondage. Daí em diante, todos podem tirar a conclusão devida, os caminhos que acharem conveniente, mas a essência é puramente essa.
Alguém que por acaso tenha visto o filme e reparado na cena pode comentar que não houve a utilização de nenhuma corda, que ela não estava amordaçada, que não havia uma técnica específica empregada, mas não importa, porque a intenção é que é o xis da questão, e os detalhes somente contribuem na medida em que exista um fetiche mais apurado e concebido de forma consensual.
Outros dirão que a pessoa amarrada com um pedaço de pano ou uma tira pode soltar-se com facilidade, e é bem verdade que já ouvi de diversas fontes que a pessoa imobilizada gosta tanto do que está sendo praticado que sequer pensaria duas vezes em livrar-se. Porém, aí está um outro aspecto que merece toda uma discussão, porque o ideal para uma prática de bondage é que quem está imobilizado sinta a sensação da impossibilidade de escapar naquele momento, para que a cena produza o efeito necessário.
E isso seria uma condição “sine qua non” (*) para uma prática de bondage?
Não necessariamente, mas deveria ser para produzir a sensação desejada. E não precisa de uma técnica apurada para se fazer valer essa possibilidade, porque basta um “nó diagonal” (para quem tem ou teve noção de escotismo é fácil saber o que é isso) aquele em que você cruza os punhos, amarra em forma de cruz sempre com o nó finalizando atrás do alcance dos dedos, atando novamente por trás da haste de sustentação da cabeceira da cama.
Difícil? Elementar demais meu caro Watson, não, eficiente e basta um pouco de prática e qualquer pessoa está habilitada para fazer. Lembrando sempre que qualquer prática de bondage onde haja somente duas pessoas, deve ser precedida de cuidados fundamentais, como a colocação de um objeto cortante (faca ou tesoura) ao alcance de quem está imobilizada. Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, certo?

Mas bondage trás também os defensores e admiradores das heroínas em perigo, das chamadas donzelas em apuros (Damsels in Distress), que deliram ao ver uma mulher mordendo uma mordaça se debatendo para se ver livre das amarras. Embora tenha um conteúdo inocente, esse pedaço do fetiche é apenas uma tendência entre tantas que o assunto aborda, porque remonta a tempos adolescentes quando do despertar fetichista numa época distante.
Uma segunda corrente defenderia ardentemente o uso de práticas sadomaso a partir da eficiência dos nós, mas isso é matéria para outra conversa e pauta para uma discussão infinita que começa e termina no direito de cada um de pensar e fazer o que achar conveniente.
Então, trocando seis por meia dúzia, bondage é o ato de imobilizar uma pessoa para práticas sexuais, através de carícias, beijos, sem o emprego de ações que possam conotar dor ou tortura, mesmo de forma consensual. Se for light ou hard vai depender da força empregada no ato da imobilização, e não necessariamente na utilização de práticas sadomasoquistas.
Essa releitura de bondage que virou tema no blog hoje é apenas a expressão livre de uma opinião pessoal, jamais ousaria pensar que tenho o dom da verdade ou a consciência absoluta do que se imagina ser o fetiche. Aliás, creio que uma explanação como essa busca uma discussão sadia e aberta sobre o ponto de vista de cada praticante que naturalmente têm visão própria sobre o que foi mencionado.

(*) Sine qua non ou condição sine qua non originou-se do termo legal em latim para “sem o qual não pode ser”.

quinta-feira, 26 de março de 2009

G Men Contra o Império do Crime (1935)


O cinema espalhou cenas de mulheres em apuros, amarradas e amordaçadas (Damsels in Distress) pelos quatro cantos do mundo desde os tempos do filme mudo.
Porém, com o aparecimento dos grandes clássicos que retratavam a lei seca americana, os gângsteres no período após a grande depressão, o cinema deu um salto de qualidade impressionante transformando a vida das pessoas.
Num desses clássicos, James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir às tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster.
Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal, ou G-Men, tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um desses gângsteres. Depois do assassinato, Cganey decide ir para o FBI determinado a levar o assassino à justiça.
As batalhas enfrentadas por Brick, espelham a imagem pública adotada pelo FBI, na guerra contra o crime, dirigido por J. Edgar Hoover.
Davis não era apenas incorruptível, ele seguia estritamente a lei, o FBI abriu sua academia de treinamento para os G-men, diplomando-os. Embora Hoover não tenha se envolvido diretamente com os G-men, o poder e independência deles cresceram. Foram criados filmes, histórias em quadrinhos e novelas radiofônicas, para promover culturalmente o FBI.
Uma cena, porém, chama a atenção para os apreciadores de jovens moçinhas em perigo.
Margaret Lindsay interpreta Kay McCord, irmã de um “manda-chuva” dos G men que é raptada para servir de isca em uma grande emboscada.
É importante atentar ao detalhe do bondage aplicado nessa época quando comparado aos dias de hoje. Nada de algemas ou fitas tipo “silver-tape”, o que funcionava mesmo era a eficiente corda e a mordaça de lenço.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Bonecas de Silicone

Que tal uma relação a três?
Você, sua namorada e uma boneca de silicone?
Pois é, várias são as possibilidades que podem variar de simples brincadeiras a dois até coisas inacreditáveis que nossa imaginação é capaz de supor.
Mas essa brincadeira não é tão simples assim e por menos de uns quatorze mil Reais não se consegue uma boa boneca de silicone para esquentar as coisas.
Mas se esse é um espaço fetichista, por que não trazer a boneca para uma brincadeira mais ardente? Claro que a reciprocidade jamais será a mesma de uma pessoa de carne e osso, com sentimentos e que poderá interagir com todas as brincadeiras e dividir a tarefa de ter boas idéias, mas na falta de alguma coisa mais palpável e acessível pode estar aí uma bela solução para o problema.
Fabricantes garantem que cada dia que passa esses brinquedos tornam-se mais próximos da realidade, através de um tipo de material que tem muita semelhança com a pele de um ser humano. Entretanto, guardadas as devidas proporções alguns aspectos podem ser fundamentais para justificar o investimento.
Gervásio um grande amigo gozador e perspicaz garante a plenos pulmões que compraria uma se seu orçamento acolhesse, pelo simples fato de não ter reclamações ao pé do ouvido de todas as “brincadeiras” fetichistas que imagina fazer com sua nova aquisição. Machista convicto e bondagista em algumas ocasiões, planeja o uso de cordas e correntes bem apertados e aposta em castigos sádicos para realizar seus desejos mais obscuros e nunca dantes experimentados.
Noves fora as peripécias do Gervásio, há fabricantes que garantem umedecimento do interior da boca e da cavidade vaginal das bonecas como principal atrativo da nova linha de lançamento. Pode parecer incrível, mas é inegável que essas bonecas abocanham uma grande parcela de mercado, capaz de seduzir tantos clientes asiáticos a ponto de fazer da China e do Japão os novos líderes mundiais dessas invenções.
Resumindo a ópera, esses clones de borracha sintética por melhor acabamento que tenham e mais parecidos com o ser humano que forem jamais poderão reproduzir a beleza e a magia de um momento único de sedução entre pessoas humanas e, sequer, suas reações sentimentais que são a química de cada um. Porém, podem ajudar na parte psicológica de cada um desde que quem os utilize tenha a exata noção do que é real e do que é brinquedo.

SECRETÁRIAS EM APUROS


Hoje o Bound Brazil está cheio de novidades.
Numa produção do grande Mestre Nauticus, o vídeo Secretárias em Apuros mostra um bondage harmonioso e muito bem elaborado, além de ótima atuação das lindas Becky e Nany vivendo momentos inesquecíveis.
A história passeia por um dia de trabalho de duas belas garotas que são vitimas de um assalto em seu escritório. Amarradas, algemadas e amordaçadas, pouco podem fazer para evitar que seu algoz faça e desfaça os nós e as coloque em variadas posições até a última tomada. Imperdível para quem gosta de aventuras tipo “Damsels in Distress”.
Nas fotos, um set espetacular com Rafaela (foto ao lado) em seu local de trabalho e mais um bônus mis com Anna e Natasha de primeira qualidade.
Um bom fim de semana a todos!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Cócegas, Horas de Angústia e coisa e tal

A receita não foi muito complicada.
Pegamos um jargão muito badalado e aplicamos num vídeo de quinze minutos.
Duas amigas Natalia e Thayani entram num terrível jogo da verdade criado por Scarlet porque considerava tudo muito monótono num fim de tarde de conversas.
Trapaceando, Scarlet consegue impor sua vontade de forma consensual juntos às duas visitantes e, de maneira planejada, amarra as duas após perguntas complicadas sem dar tempo de qualquer resposta.
Com um cachorro atrás da orelha (uma pulga seria muito pouco), as duas admitem participar da brincadeira que vai ficando cada vez mais séria, na medida em que Scarlet cobra de Natalia um possível envolvimento com seu namorado no verão passado.
Inicia-se uma série de castigos à base de cócegas imposta por Scarlet nas duas amigas com um final inesperado e imprevisível.
Para quem gosta de tickle e podolatria um vídeo impossível de perder.
Na outra ponta, novas e lindas fotos de Talita e Rebeca marcam mais uma atualização de toda Sexta-Feira no Boundbrazil.com
Para o pessoal que assina o site e manda emails com comentários sobre as modelos e suas performances uma boa notícia: está em fase final de produção o blog post com o perfil de cada uma das garotas, onde os membros poderão interagir com a sua modelo preferida diretamente sem a intermediação da administração do site. Esse serviço estará disponível no link Garotas na versão em Português ou Ladies na versão em Inglês.


TERROR AMONG US (Horas de Angústia)


Muito já se falou em matérias e comentários a respeito do filme Terror Among Us, passado no Brasil com o nome de Horas de Angústia.
Verdade e certeza absoluta de que dez entre dez bondagistas elegem esse filme como um dos melhores em termos de mulheres em perigo (DID - Damsels in Distress), ou até o que despertou algo adormecido ou encruado.
Consegui a melhor seqüência do filme numa resolução excelente e posto aqui.
O filme realizado para a televisão em 1981 com direção de Paul Krasny tem no elenco a atriz Sarah Purcel no papel de Jenifer, e conta a história de um oficial de policia que persegue um psicopata e seqüestrador que parte em busca de vingança contra cinco amigas que testemunharam contra ele alguns anos antes.
Vale a pena ver essa versão tipo Did Cap(*) e quem estiver interessado em possuir a título de coleção basta enviar um email que terei o prazer de remeter.
(*) Did: Damsels in Distress - Cap: Significa a captura da cena onde existem donzelas em perigo.