terça-feira, 10 de novembro de 2009

Uma Aventura Fetichista


Ela foi taxativa: “tinha vontade de te dar uns tapas na cara e depois fazer da maneira que achar conveniente”.
O cara arregalou os olhos e implorou por São Nunca: “mas assim, sem tirar nem por? Acho que não rola...”.
Eles se conheciam há algum tempo e nunca havia acontecido nada além de encontros coletivos em meio aos colegas de trabalho, desses que geram fotos de orkut e alguns guardam pra sempre na esperança de um dia virar comemoração dos velhos tempos.
Ela já estava encharcada de caipirinha, por isso foi mais fácil achar coragem e revelar o desejo. O cidadão era um cara de pau, daqueles que babam no ouvido propostas indecentes até para um cabo de vassoura adornado com um vestido, e receber de volta na mesma moeda cria um momento do inesperado fazendo uma surpresa.
Boquiaberto com a iniciativa da mulher, ajeitou-se sem graça e pela primeira vez se viu em palpos de aranha ao perder o comando das ações.
O bundalelê quase rola ali mesmo, entre as mesas de um lindo barzinho na praia de Icaraí em Niterói. Beijos longos e sedentos, mãos procurando acesso e dedos salientes, e pior, nas barbas de todos que contemplavam a cena tórrida.
O cara propôs seu apartamento, mas ela queria um motel e venceu sem esforço fazendo valer a iniciativa. Sem medir conseqüências ou pensar em arrependimentos entrou no carro do dito cujo com a clara intenção de sair do êxtase na manhã seguinte.
Ele nunca foi adepto de nenhum fetiche ou sequer havia experimentado essas emoções, enquanto ela sedenta por viver uma fantasia que escutou de alguns amigos comuns, resolveu apostar na criatividade. E tinha que ser com ele, sempre disposto a tudo e louco por sexo.
Espremeu as bolas dele ainda na porta da suíte pra mandar o recado do que vinha no pacote. Ele urrou de dor e caminhou como um condenado rumo ao cadafalso. Achou que passado o efeito do álcool ela ficaria mais “mansa” e o controle mudaria de mão.
Mas ledo engano, porque aquela mulher estava decidida a ser a dona da noite e levaria adiante seu plano a qualquer custo.
Empurrou-o na cama, quase rasgou suas roupas quando as arrancou com violência e na primeira tentativa dele em tocá-la ouviu o estalo do primeiro tabefe na face. O cara tremeu e devido à volúpia daquela mulher ensandecida achou melhor aceitar. Ela usava as unhas marcando trilha em seu corpo, cuspiu em seu membro introduzindo com força até ter um orgasmo longo que a fez desfalecer.
Ele suspirou aliviado, contemplou aquela mulher nua ao seu lado, tocou-a com cuidado para não levar outro bofetão. Quando começou a beijar o corpo inerte, ela se moveu, sorriu e disse abrindo as pernas: “agora se resolve sozinho, quero ver você gozar me olhando. Quem te deu o direito de comer sua dona?”.
Sem outra saída, ele se masturbou diante da mulher vitoriosa e satisfeita até adormecer lado a lado para acordar de manhã.
Hoje, celebram seis meses de uma relação sólida e fetichista. Aos poucos compraram brinquedinhos e vivem suas aventuras sem preconceito.
Ele agora baba por ela e não mais no ouvido das outras mulheres.
Ela cada vez mais encantada por ele, jamais pensou ser tão gostoso sexo com fetiche.
Que seja infinito enquanto dure...

FOTOS EM TAMANHO REAL

Atenção assinantes do Bound Brazil.
Ufa! Conseguimos mais espaço no provedor e agora é possível ver as fotos pelo álbum da galeria e, também, fazer o download do set em tamanho real: (3888x2592).
Essa conquista é tão importante que vale a pena divulgar, principalmente aos que gostam de colecionar photosets completos. (Vide matéria de ontem).
E isso vale para todo o nosso acervo, ou seja, embaixo de cada galeria existe a opção para baixar o set completo independente do uso do álbum.
Até o próximo final de semana todas as páginas individuais de cada modelo estarão disponíveis para baixar.
Mais um pedido de nossos assinantes que estamos atendendo.
Hoje, o site atualiza com um belo set da Sally Pepper. Aproveitem!

(Foto: Alice que estréia na próxima Terça-Feira no Bound Brazil)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Coleções e Trocas


Colecionar é um fetiche e quando se guarda imagens fetichistas a química fica perfeita. Que digam os muitos adeptos freqüentadores de fóruns e listas, onde trocam fotos e vídeos que ao longo do tempo fazem parte de seu acervo.
Seria mais ou menos como troca-troca de figurinhas repetidas, hábito comum na infância, que serve de padrão e critério para essa interação.
Há bem pouco tempo atrás essa atividade era mais complicada. As fotos vinham de revistas fetichistas especializadas e os vídeos, todos em VHS, exigiam que as trocas obedecessem duas questões: confiança e desprendimento.
Confiança em acreditar que do outro lado da linha haveria o respeito recíproco e o desprendimento necessário para enviar pelo correio o material prometido.
Quase sempre esses quesitos funcionavam e as pessoas mantinham um certo grau de amizade, mesmo à distancia, o que intensificava a relação.
Com o aparecimento da era totalmente digitalizada, ficou mais fácil navegar por esse mercado paralelo de trocas, pois com um simples envio de arquivo locado num site tipo rapidshare ou megaupload a solução é instantânea.
Troca de arquivos não é pirataria, porque é um assunto particular realizado entre duas pessoas bem intencionadas. Distribuição de fotos, vídeos e até senhas desautorizadas por meio destes sites é crime, é ilegal, o que nada tem a ver com o assunto desta matéria.
A maioria dos assinantes de sites fetichistas coleciona o material adquirido, isso é fato, daí acontecem às trocas. E o intercambio começa com as informações que são passadas nos locais onde essa galera se encontra quase diariamente. Tudo é correlacionado: estilo, tipo de fetiche que mais agrada até encontrar um ponto comum o que permite a aproximação entre admiradores do mesmo segmento, que irão sugerir a moeda de troca.
Muitos fetichistas formam sua base nesses grupos de relacionamento, perdem um pouco da timidez inicial quando encontram pessoas com a mesma aptidão. A partir de então já não estão mais sozinhos e desenvolvem parcerias interessantes e duradouras.
Todo o material que interage no mundo das trocas leva consigo uma história e conteúdo, desde as raridades mais antigas aos atuais, que aos poucos torna-se fundamental como aprendizado a quem chega ao universo fetichista. Para àqueles que fincaram pé e já caminham por essa estrada, também representa a oportunidade de conhecimento e informação necessária que todo fetichista precisa.

Para começar essa aventura basta juntar todo material possível e buscar contato com pessoas que tenham a mesma sintonia. Vale freqüentar blogs, twitter, fetlife, sites especializados em busca de grupos, listas ou qualquer outro caminho que possa levar à integração.
Todo cuidado é pouco em distribuir material sem a devida autorização e lembrar que nem tudo que aparece na Internet é grátis, porém, o que não for postado com caráter de divulgação, como nos blogs, deve ser guardado ou trocado com alguém de confiança.
Então, quer trocar?

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Aspecto (DiD)


Vale reforçar essa tese, falar na questão que envolve o segmento de bondage chamado de DiD – Damsels in Distress.
Um estilo que apresenta o fetiche de bondage de uma forma que agrada a muitos praticantes, a transformação do fetiche em aventura, talvez essa seja a melhor definição para DiD.
Uma garota em apuros, cercada de perigo por todos os lados, sugere uma supremacia entre os praticantes, porque mesmo os que gostam de cenas mais picantes com sugestão de domínio jamais deixam de lado um bom vídeo DiD.
Seguindo esse raciocínio, resolvi apostar na receita e o site Bound Brazil apresenta hoje a seus assinantes a segunda parte do vídeo Easy-Peasy (Extremamente Fácil II).
Simplesmente porque o enredo pedia uma continuação do que foi apresentado na primeira parte e, também, a pedido de vários assinantes.
Então vamos a historia.
Na primeira edição, Mayara é capturada com o objetivo de facilitar a entrada de Carlos na casa de sua amiga Maria Julia. Através de um telefonema com a promessa de entregar uma encomenda da amiga, o vilão logra o resultado desejado e parte em busca de seu intuito principal.
O filme de hoje, mostra a entrada de Carlos na residência de Maria Julia de posse de uma caixa endereçada pela amiga. A linda garota o recebe e o convida a entrar.
Capturada em seguida, Maria Julia é impiedosamente amarrada e amordaçada sem chances de defesa, enquanto o inescrupuloso invasor vasculha a casa em busca daquilo que estava procurando.
Através de uma linda posição hogtied, Maria Julia mostra muita desenvoltura em sua estréia no Bound Brazil. Ao mesmo tempo, pratica um fetiche muito interessante e quase desconhecido por aqui: dangling. “O ato de tirar os sapatos sem colocar as mãos, equilibrando vagarosamente até os dedos”.
A expressão de perigo nos olhos dessa nova musa e suas atitudes confirmam o aspecto Damsels in Distress. A atuação de Carlos é irretocável, mostra um sujeito interessado apenas em realizar seu plano ardiloso sem se importar com a heroína indefesa.
A química fica perfeita e vai ao encontro da fantasia que tantos bondagistas admiram.
Junto com o lançamento desta Sexta, um photoset com os melhores momentos do filme na lente perfeita da Lucia Sanny, que, aliás, abusou do direito de fotografar bondage de maneira impecável.
De brinde aos amigos do blog segue abaixo um pequeno clipe com algumas cenas de Easy-Peasy II e uma linda foto da debutante em bondage Maria Julia, pronta para figurar entre as melhores modelos do site nessa nova fase.
Será que haverá uma terceira versão com Mayara indo em busca de auxilio à sua amiga?

Um bom final de semana a todos!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Castidade Preservada


Passaram-se os séculos e o cinto de castidade ainda coexiste em algumas práticas de sadomasoquismo. Masculinos ou femininos, o castigo é a palavra chave, em quem recebe ou para quem impõe.
Dizem de sacanagem que o abridor de latas foi inventado após o advento do cinto de castidade, que no passado tinha um significado totalmente diferente de hoje em dia.
Antes, nada era consensual, o guerreiro viajava e preservava a castidade de sua amada através de um instrumento trancado a sete chaves.
Nos dias de hoje, praticantes de BDSM utilizam-se dessas engenhocas para punir com claros intuitos fetichistas. Verdadeiras obras ornamentadas são vendidas pela internet em lojas especializadas e, também, é possível encontrar auxílio para criar essas peças.
Mas se no passado representava um martírio sem fim a utilização desses cintos, hoje em dia funciona como um objeto de prazer para pessoas que tem fetiches dominantes e submissos.
Explique-se: em algumas relações desse tipo é comum a elaboração e o cumprimento de tarefas indicadas pelo fetichista dominante. Por isso, a pessoa submissa é obrigada a utilizar o cinto por dias, por horas, dependendo do grau que atingem durante essas práticas.
Alguns cuidados devem ser observados por quem deseja utilizar cintos de castidade em práticas fetichistas: a higiene e o ponto de saturação. O primeiro aspecto dá conta de esterilização do instrumento antes e depois de ser utilizado, evitando bactérias ou doenças sexualmente transmissíveis quando não existe monogamia entre os praticantes.
A saturação deve ser preservada e ninguém deve suportar o uso do aparelho quando existam desconforto e dores intensas. Lembre-se que Gangrena é uma necrose isquêmica que pode aparecer devido ao uso indiscriminado destes cintos.
Conheço submissos que atingem um nível de satisfação intenso quando o pênis é colocado num desses suportes e trancafiado. Nas submissas o tesão está no impedimento do coito já que o cinto cobre o orifício anal e o vaginal.
Essa tendência de utilizar objetos medievais em praticas de BDSM não modifica com o passar dos anos, por essa razão certos instrumentos da época em que se torturava amparado na legalidade tem tamanha representação.
A atração, o feitiço, daí a origem da palavra “fetiche”, funcionam como um imã ligando o passado e o presente de forma direta. Assim explicam-se as velas, as camas de pau, as cangas, correntes e outros instrumentos.

Enfeitiçados por cintos de castidade e loucos por práticas em ambientes que lembrem antigas masmorras de palácios, fetichistas apostam suas fichas nessa química entre prazer, luxuria e equipamentos para garantir cenas que esbanjam criatividade.
A grande vantagem dessa união entre épocas é a garantira de que tudo acaba numa palavra de segurança (safe word) ou quando os sorrisos remetem ao presente, denunciando que tudo não passou de uma simples brincadeira entre adultos.
Assim se vive uma fantasia, um jogo entre pessoas que estejam dispostas e combinadas a participar de alguma coisa em prol de aumentar o prazer e não sucumbir à rotina do sexo sem tempero.
Portanto, tudo é importante para quem tem prazer em realizar.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Dirty Feet


Ao pé da letra: Pé sujo.
Mas calma, não vamos falar dos botecos que a galera chama de pé sujo!
O assunto aqui é fetiche, por isso nada mais justo que levar a mensagem aos que gostam, aos que ainda não experimentaram, e até aos que detestam.
Um grupo de podólatras idolatra mulheres com seus pés sujos. Alguns preferem aqueles “meio sujinhos”, já outros adoram os pés das meninas imundos, de preferência após uma longa caminhada numa rua lotada de poeira ou quando elas andam descalças durante boa parte do dia.
Um detalhe: sujeira nada tem a ver com chulé, que é uma outra tendência fetichista de podolatria.
Outra particularidade desse fetiche é a forma como ele é degustado, digamos assim. Sei de podólatras de gostam de admirar, sentem atração visual por pés com as solas quase negras de sujeira, enquanto uma grande parte deseja beijá-los, e alguns os deixam limpos, retirando toda a sujeira com a língua.
Existem centenas de sites na internet que exploram o fetiche por pés sujos e é muito fácil encontrá-los digitando essas duas palavrinhas no google ou qualquer outro buscador: dirty feet.
Também é possível encontrar em blogs, perfis de orkut ou facebook, garotas que exibem seus pés para uma série de admiradores que ansiosamente esperam as atualizações. Nesses casos, via-de-regra aparecem solas de pés cravejadas de sujeira que fazem à festa dos aficionados.
Alguns fetiches são casos eternos de amor e ódio, tanto por quem é fetichista ou por quem nunca escutou falar, por falta de informação ou desinteresse. O caso dos pés sujos causa uma polemica intensa entre os adoradores de pés, pois são banidos e amados com a mesma freqüência.
Conheço um casal muito bem resolvido praticantes de podolatria que se entende de tal forma que chegam a planejar seu fetiche preferido. Quando saem de um bar, um restaurante, ela tira os sapatos para caminhar pela calçada no intuito de sujar os pés para a transa de fim de noite.
Tudo no perfeito espírito consensual.

Quando tocamos em certos assuntos polêmicos que envolvem relações fetichistas, algumas bandeiras insurgem do nada pregando algumas normas e conceitos do mundo civilizado para tentar definir tais práticas como anormais. Porém, é importante que fique claro que um fetichista com prazer em beijar pés sujos não aprecia a sujeira e a imundice. A química só funciona nestes casos se houver uma paixão por pés envolvida, caso contrário ele ficaria abaixado na rua lambendo o chão.
Por isso, é preciso ter um entendimento do fetiche antes de tentar buscar um conceito definido, porque sem saber de onde vem o tesão jamais haveria conclusão de como ele se desenvolve em certas pessoas.
Podolatria é um fetiche, um desejo por pés.
Não importa por pés limpos, suados, com odores ou sujos.
Observar esse fetiche de outra forma seria muito preconceito.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Um ano depois...


Nunca é fácil.
Construir tijolo por tijolo, ousar, mostrar que a liberdade proporcionada pela Internet permite que o controle mude de endereço, que de locais praticamente desconhecidos possam surgir produções antes relegadas aos primeiro-mundistas.
Foi assim que em três de Novembro de 2008 foi ao ar pela primeira vez o site Bound Brazil. Para muitos, apenas mais uma tentativa tupiniquim inócua que tinha dia e hora para acabar, para outros, porém, um desejo que há muito esperavam de ver alguma coisa por aqui além do que por anos a fio viram em outro idioma.

O COMEÇO

A idéia veio de longe, nem sei bem ao certo quando, mas com certeza existe um por que. O problema sempre foi tomar coragem, encarar o desafio e meter a cara na vitrine, porque ninguém produz um site comercial sem mostrar o rosto.
Mas em Janeiro do ano passado finalmente achei que era chegado o momento.
Estava preparado para as criticas e pronto pra guerra, e logo de cara fiquei sabendo o tamanho da encrenca. As primeiras garotas a serem fotografadas não entendiam a razão do fetiche e muito menos o destino que teria o material produzido.
Até de milionário (?) excêntrico em busca de fotografias para saciar minhas taras e manias fui acusado. Resisti, reformei uma antiga sala no centro do Rio de Janeiro em desuso e dela partiram os primeiros contatos.
A Monique gastava horas de conversa para conseguir passar a mensagem do site às primeiras candidatas, e aos poucos elas vieram. Foram fotos amadoras de um bondage de verdade, tanto que algumas fazem parte do acervo do site, até chegar a Lucia Sanny pelas mãos da Nefer e partirmos para a profissionalização.

O SITE

Foram seis meses de trabalho até o lançamento do site.
Novas modelos chegavam atraídas pelo trabalho profissional então realizado em estúdio. Traçamos uma linha de conteúdo, apostamos no “love bondage” sem pornografia explicita, só permitindo que além de bondage fossem usadas cenas de podolatria.
Com a chegada do Carlos o trabalho ficou mais encorpado e só faltava mesmo colocar tudo que estava gravado disponível na Internet. Construímos a página, locamos a hospedagem e na hora de definir os parceiros arrecadadores todas as portas das empresas americanas fecharam bem diante do nosso nariz. A desculpa: por sermos um site brasileiro, de pouca confiabilidade, não aceitavam receber assinaturas por cartões de crédito internacional. Só tínhamos o Pagseguro, mas mesmo assim foi-se em frente.
Vieram os ajustes na programação do site, a mudança de plataforma, a chegada do Evandro Ynno e, finalmente, decolamos já em Janeiro deste ano.
Firmamos parceira com o Verotel holandês, fomos aceitos pelos sites e listas da Inglaterra e toda a Europa, daí como um pontapé na porta, entramos no mercado americano.

O ORGULHO

Debutamos para a indústria fetichista com vasto material produzido e as primeiras impressões eram de espanto.
Dividi meu trabalho com o Nauticus, com a Korva, excelentes bondagistas e alcançamos um padrão.
Recebemos citação nos dois últimos prêmios do Bondage Awards e nota elevada do Fetish Fish, um portal que avalia os sites comerciais. A nota dez em bondage que divido com meus parceiros é fruto de um trabalho sério e, acima de tudo honesto.
Apresentamos hoje em nossos arquivos 11.250 fotos e 52 vídeos, com um longa metragem pronto, esperando a conclusão da nossa loja virtual para lançar.
Nada disso teria sentido não fosse à persistência, a união, e muita vontade.
Costumo brincar em nossas muitas reuniões que jamais aceitaria ser focinho de porco, preferindo ser sempre como rabo de leão, ou seja, melhor ser o último dos bons do que o primeiro dos ruins.
O que se produz hoje é mais bem elaborado e sucessivamente alcançará um padrão de excelência que irá traduzir uma continuidade expressiva para nós, que sempre acreditamos um dia ser possível.
Nossos planos são ousados e temos consciência que atingimos um nível onde nossas produções obedecem a um critério que estabelece uma marca registrada.
Novos equipamentos estão chegando, assim como nosso novo design que estréia ainda este ano.
Nunca foi nossa intenção responder a nada ou a ninguém, senão apresentar aos que nos acreditaram e ainda acreditam o melhor que podemos fazer.
Vida longa ao bondage do Brasil!

Fotos: Karine ( O Começo) - Nicole (O Site) - Maria Julia (O Orgulho)