terça-feira, 30 de junho de 2009

Cenas de “Next” (O Vidente – 2007)


O filme é bom mesmo.
Doses de adrenalina na medida certa e um grande elenco.
Claro que o diretor Lee Tamahori apostou num manjado clipe americano onde sempre existem terroristas mercenários a fim de causar vitimas numa grande cidade.
Mas ele caprichou na concepção e no elenco.
Nicolas Cage é um mágico simplório que ganha a vida apresentando números conhecidos na cidade de Las Vegas, porém o cara tem um dom de prever os acontecimentos com alguns segundos de antecedência, o que faz uma agente federal interpretada por Julianne Moore requisitar seus préstimos para impedir que malfeitores detonem uma bomba e mandem a cidade de Los Angeles pelos ares.
Aparece então a belíssima Jéssica Biel por quem o protagonista se apaixona, aliás, qualquer um em plena consciência também o faria, e entra na história como a vitima de toda a trama, a garota em perigo a ser salva.
Não é difícil imaginar que a partir desse momento algo “interessante” estaria por pintar na tela, e Jéssica cai nas mãos dos terroristas para servir de isca e impedir que o vidente e a polícia atrapalhem seus planos diabólicos.
E a cena acontece.
Amarrada a uma cadeira de rodas e com mordaça tipo siver tape, Jéssica é retirada de uma Van e deixada em um estacionamento com bombas penduradas em sua jaqueta. Essas tomadas são previstas pelo vidente e passam muito rapidamente durante o filme, mas retratam com exatidão o fetiche de bondage e Damsels in Distress.
Ninguém quer que a mocinha sofra nenhum dano, todos os amantes desse tipo de fetiche a imaginam sã e salva, livre das garras de seus captores. Apenas gostaríamos de uma seqüência maior e o impiedoso diretor se mostra insensível aos nossos apelos, rodando pouquíssimos minutos de Jéssica Biel em perigo.
Contudo, devido à beleza da atriz e da boa qualidade da cena identificada com o enredo vale muito a pena acompanhar o pouco tempo de exibição e saborear uma linda mulher em apuros.
No final os mocinhos vencem a batalha e a cidade de Los Angeles fica livre do terrível pesadelo. O filme termina, mas fica a cena da donzela em perigo condensada num pequeno clipe que eu posto para quem quiser conferir.

BONDAGE

Muitas perguntas chegam por email pedindo uma definição completa de bondage através de uma fotografia, claro, em busca de um melhor entendimento do fetiche.
Para ilustrar a principiantes ou não, o ensaio fotográfico que faz parte da atualização de hoje do Bound Brazil é uma mostra perfeita de uma boa resolução de amarração com cordas de algodão e mordaça duct tape, aquela fita que cobre os lábios.
O set com sessenta fotos da bela Dani em hogtied apresenta uma seqüência para tirar dúvidas de quem pratica ou pretende praticar bondage.
Veja uma pequena amostra na foto ao lado.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pillow Talk


Se bem me lembro, deveria ter uns dezessete ou dezoito, não sei bem ao certo.
Só sei que um belo dia após o banho me olhei no espelho e resolvi me enxergar.
Será que sou tão diferente assim? Como seria minha vida se não tivesse nascido fetichista?
Naquela idade as dúvidas são normais, mas fui dormir com um cachorro atrás da orelha.
E nas conversas com meu travesseiro deixei minhas teimosias adolescentes enfronhadas na cama. Me imaginar num mundo sem mulher amarrada seria a maior imbecilidade que eu poderia cometer comigo mesmo...
Só o fato de não sentir nada diante de uma mulher amarrada em hogtied, com os pés para o alto, seria me ver broxando na flor da idade, pelo menos em pensamento.
Ninguém consegue ver um mundo diferente do que seus olhos acham o ideal porque gera um conflito tão grande que chega a ser impossível de prever.
Numa hora dessas há duas opções: esconder ou renegar.
Sinceramente, eu até prefiro a primeira opção porque jamais renegaria meus sentimentos mesmo que sejam pervertidos e insanos às vistas de terceiros.
Achar a felicidade quando se toma decisões radicais, ainda mais em casos de fetiche onde “quase” não há práticas sem parceria é difícil, por isso a relação tem que ser negociada, estruturada, ou você morrerá se masturbando.
Nem sempre fui tão libertino e corajoso pra dar a cara a tapa ou colocar a bunda na janela. Tive um zilhão de incertezas como todo mundo. Venci a vergonha, o medo e o preconceito com muita dificuldade apoiado na oportunidade que a vida me concedeu.
Hoje é fácil olhar do andar de cima e ver a cacetada de degraus que um cara tem que percorrer pra chegar até aqui. Seria um hipócrita descarado não admitindo que também precisei de ajuda, de “colo”, de compreensão. O pior Zé, é que um fetichista muitas vezes resolve isso tudo sozinho, sem bengala, sem ninguém, e quando aparece alguém a concorrência é foda! É como festa fetichista: trezentos podólatras para dez pares de pés...
Mas a vida segue seu curso. E nesse caminho você tem que escolher com quem andar, por onde ir e entre cem pessoas de seu relacionamento mais próximo não há ninguém que tenha a mesma tara que a sua. Pior ainda quando você está numa roda e alguém toca num assunto do gênero e todo mundo solta que “isso é coisa de maluco nojento e pervertido”.
Se tiver um buraco bem próximo é lá mesmo que você gostaria de se enfiar, ou se atirar no primeiro abismo. Você não suportaria toda a zoação do mundo na tua conta, gente gargalhando te fazendo de babaca supremo, de bobo da corte, de palhaço do circo. Só de pensar na possibilidade o fetichista se sente tão espremido qual tomate em fim de feira.
Você segue em frente e um dia dá de cara com alguém assumido que literalmente caga para qualquer crítica, isso bem lá no começo. Esse sujeito passa a ser seu herói, um Nacional Kid em meio a um mar de Seres Abissais... (Essa é velha, heim?)
Segue os passos desse sujeito e encontra outros adeptos assumidos ou em fase transitória, em algum gueto, num lado tipo underground. Ali passa a ser seu ninho e todos que te cercavam passam a ser noticia de um jornal usado que ninguém se interessa em ler.
Pronto, você venceu Zé!
Nada, porque começa então a sua peregrinação por quorum participativo e o aguçado senso animal masculino te dá a força necessária para se achar o máximo e com muita coragem tentar convencer a sua “namoradinha inocente” de três anos a aderir ao movimento popular revolucionário fetichista.
É aí que o distinto amigo se engana e quebra a cara. Porque a garotinha vai te mandar à merda na primeira tentativa de levá-la a esse mundo indecente.
Os anos passam, você consegue viver uma “vida dupla” a tal ponto de não causar nenhuma desconfiança de seus amigos próximos. É o período em que você se sente como um tigre enjaulado.
Com grana no bolso recorre às mulheres de vida horizontal e ali se diverte sem culpas, embora vivendo uma grande mentira. Mas o que vale é o sonho e nessa onda o tempo passa e ninguém percebe.
Até que um dia a sorte bate a sua porta e no meio de uma festa lá do gueto alguém entra em sua vida com um fetiche “parecido”. Sim, porque a cara metade, aquela que quer exatamente o que você deseja já não é só a sorte grande, é o cumulo da coincidência.
Mas isso é parte de uma outra conversa, num outro dia...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Castelo de Cartas


“Meu sonho era praticar com ela vestida de noiva...”.
Com essa frase lacônica, Aderaldo assumiu encerrar um longo capítulo de sua história.
Ele havia conhecido a esposa cinco anos antes de se casar e aos poucos foi conquistando espaço a seu lado.
Sadomasoquista convicto, ele jura que ao longo do tempo de namoro não faltaram noites em que foram praticando e conhecendo o fetiche de mãos dadas, juntos, em plena harmonia e consentimento.
E tudo caminhava para um gran finale tanto que resolveram juntar as escovas de dente debaixo do mesmo teto. Freqüentaram festas, participaram de grupos, fizeram amigos do meio, começando do zero mesmo.
Cada vez mais dependente sexual da companheira, ele nunca forçou nada e deixou que o tempo se encarregasse de criar um vinculo entre a relação e o fetiche, e conta que chegou a se imaginar como o ser humano mais feliz da face da terra.
Mas a vida é uma caixinha de surpresas (opa! Já li isso antes...) e com a proximidade do casamento às relações sexuais e fetichistas ficaram cada vez mais esparsas. Ele garante que nunca faltou diálogo e cerca de um mês antes da data marcada tentou argumentar sobre as razões de tanta indiferença e frigidez, fato raro nesse longo período de convívio.
As desculpas variavam desde a ansiedade por conta do passo importante até o cansaço pela montagem da nova casa, passando pela mudança de responsabilidade prestes a se tornar realidade.
Aderaldo aceitou a situação e apostou nos cinco anos de convivência para ser feliz.
Passaram-se os dias, o fato foi consumado e as desavenças tiveram inicio na Lua de Mel.
Irritado, aceitou o sexo baunilha como mera formalidade de núpcias e começou a travar uma luta inglória entre o casamento e o fetiche a partir daquele dia.
Tentou de todas as formas a retomada do que existia e ouviu as mais variadas desculpas, desde o sentimento de culpa por ser “obrigada” a viver uma vida fetichista pra sempre, até a desculpa de que um dia viriam os filhos que não poderiam ser educados debaixo de sombras de um passado pervertido.
Meu amigo minguou diante do abismo que se abriu a sua frente e aos poucos desistiu de argumentar, de lutar por seus “direitos” adquiridos naqueles anos. A mulher maravilhosa desaparecera um mês antes do casamento abrindo espaço para uma outra pessoa com idéias contrárias a tudo que fora construído. Sentiu-se enganado dentro de uma armadilha as portas de um castelo de cartas desmoronado e em ruínas.
Nem sempre uma relação deve ser medida somente pela questão sexual porque existem outros fatores responsáveis pela união de pessoas, apesar de acreditar, sempre, que não há estabilidade que resista a um casamento ou relacionamento sem o sexo como testemunha.
Pois fadada a um final infeliz a peça terminou. Aderaldo juntou suas coisas e desistiu do casamento. Antes de completar um ano partiu sem deixar rastros lamentando ver seus sonhos transformados num terrível pesadelo.
Hoje, divorciado, ainda busca seu par perfeito sempre com o passado na cabeça e louco para sonhar outra vez.
Que a sorte te acompanhe, brother!

STRUGGLING: A Fantasia Perfeita de Bondage.

Terps e Jackie são seqüestradas em seu local de trabalho por um terrível algoz.
Despidas, amarradas e amordaçadas, travam uma luta incessante contra as cordas até o final na esperança de escapar.
Afinal, haverá êxito nessa desesperada tentativa? O temível raptor reaparecerá?
As respostas a essas perguntas estão no vídeo de hoje do Bound Brazil.
Struggling apresenta belas garotas, sensuais lingeries, ótimas tomadas de bondage, mordaças cleaved gag e duct tape, além de realizar um desejo de vários assinantes do site: as legitimas havaianas...
Tudo isso retratado pela lente curiosa e indiscreta de Lucia Sanny e um roteiro quentíssimo de Julia Mayo.
Imperdível!
Ainda hoje, um excelente set fotográfico com as duas estrelas do filme num ensaio de bondage (back-to-back). Perfeito!

Um bom fim de semana a todos.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Burusera: O Fetiche por Calcinhas no Japão


Se forem usadas é muito melhor. Esse é o lema dos amantes de calcinhas na terra do Sol Nascente.
O nome Burusera tem o seguinte significado: "buru" que significa bloomers, um estilo de vestimenta, e "sera" que significa sailor, ou seja, o feminino de marinheiro.
E esse não é um simples fetiche trancado em casa a sete chaves, porque existem lojas especializadas nessas vestimentas espalhadas por todo o Japão, onde uma calcinha usada pode alcançar o valor entre 100 e 200 Reais.
Quanto mais velhas e, consequentemente, com o cheiro mais forte, mais valem, e são vendidas embaladas em sacos plásticos para não perderem seu odor facilmente, também é comum embalarem junto as fotos das antigas donas ou até anexar um DVD da garota tirando a calcinha. Esse comércio se tornou uma fonte de renda alternativa muito comum no oriente.
Se traçarmos um paralelo entre a paixão fetichista japonesa por uniformes escolares femininos e o Burusera, é fácil concluir que as calcinhas utilizadas por baixo dessas vestes são muito mais valorizadas que as retiradas debaixo de trajes comuns.
As lojas que comercializam essas roupas íntimas também são chamadas de Buruseras.
Muita gente desavisada e com pouco conhecimento confunde esse fetiche por calcinhas e uniformes colegiais com pedofilia, mas vale esclarecer que na grande maioria dos casos às mulheres que vendem as calcinhas e utilizam uniformes, são maiores de dezoito anos. Salvo alguns casos onde existam imbecis e degenerados.
Algumas lojas possuem sites na internet e promovem leilões dessas calcinhas com imagens inéditas de um strip-tease, e com isso, conseguem arrecadar valores acima da média de mercado por esses objetos.
Portais norte-americanos utilizam o nome Burusera para apresentar vídeos e fotos de mulheres retirando peças íntimas, assim como existem milhares de casos no ocidente onde esse fetiche é muito apreciado. A grande diferença, porém, é que no oriente essa prática recebe um tratamento especial e, por conseqüência reúne uma maior quantidade de adeptos, até pelo quesito visibilidade e divulgação.
Ainda sobre o fetiche japonês, existe também e é muito comum uma outra prática relacionada com essas roupas íntimas que leva o nome de Namasera. Explico: nessa modalidade a mulher vai pessoalmente ao posto de venda e, ato contínuo, retira a calcinha na frente do comprador, que experimenta, verifica as condições, o cheiro e a adquire imediatamente, claro, depois de tirar uma fotografia da cedente.
Alguns “Hentais” japoneses são também denominados de Burusera aqui pelo ocidente.
Portanto, se você gosta desse tipo de fetiche e tem uma queda por colecionar calcinhas de suas parceiras, siga o ritual do outro lado do mundo e guarde em saquinhos daqueles que embalam alimentos que são acondicionados na geladeira.
Segundo os “amarelos”, essa técnica é infalível para conservar o aroma por muito tempo.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Cyber Magazine


Está em fase final à implantação do Cyber Magazine do site Bound Brazil.
Inicialmente com uma série de contos eróticos fetichistas de Leonardo Vinhas, ilustrados pelas modelos do site, essa “fotonovela” cibernética é a novidade para o mês de Julho que estamos aprontando.
E como vai funcionar essa revista?
Será um canal de acesso exclusivo para os assinantes do site, totalmente baseada nas antigas e tradicionais revistas como a Love Bondage Treasures, Kidnapped, Fetish Life, Simone Devon, Bondage Parade, e outras, onde uma história picante é contada em detalhes e totalmente ilustrada.
O aspecto mais interessante a ser destacado é à volta no tempo, o resgate de um veiculo que alcançou êxitos impressionantes num passado recente.
Outro destaque importante é o conteúdo dos textos que esse novo canal vai apresentar. Com uma linguagem marcante e riqueza de caracteres, Léo Vinhas vai contar diversas historinhas ligadas a fatos urbanos e comuns, recheados de personagens apaixonantes sempre envolvidos com a prática de bondage, em português e inglês.
Um estímulo, um incentivo, um culto ao tesão absoluto...
O material fotográfico será produzido a partir dos contos para dar o sentido exato à leitura, da mesma maneira como os grandes magazines foram editados ao longo de duas décadas e meia.
Hoje em dia, diversos portais que apresentam temática fetichista envolvendo bondage, principalmente, concentram suas produções em vídeos relegando a história contada através de sets fotográficos. É uma questão de moda, de avanços tecnológicos que a cada dia deixam coisas importantes para trás. Porém, se um set de sessenta fotografias postado na ordem de uma historinha já faz um efeito incrível colocado nas páginas de um site fetichista na internet, imagine juntar fotos inanimadas a um conto tórrido e de efeito bombástico?
Pois é essa química que estamos buscando quando se tenta reeditar um grande sucesso da indústria fetichista.

O desafio é sempre excitante e necessário, por isso creio que esse projeto que nasce como um apêndice de uma empreitada que tantos suspeitaram ser um fracasso, será uma novidade sacada de publicações marcantes que se tornaram artigos de luxo e raridades insólitas e chegam a ser negociadas por altas somas num mercado paralelo em toda a rede.
Em meio a inúmeras conversas que travei com o Léo Vinhas nesses últimos dias, toda vez que vinha em pauta o assunto dos contos e do reaparecimento dessas revistas, mesmo com uma outra roupagem, senti uma onda muito positiva e se tomarmos como parâmetro que outras pessoas apaixonadas por bondage conhecem o grau de importância desses magazines para a história e desenvolvimento do fetiche, sem sombra de dúvidas essa santa loucura já estréia debaixo de muita expectativa.
É pagar pra ver...
O Bound Brazil Cyber Magazine terá uma edição mensal e tem lançamento previsto para a segunda quinzena do mês de Julho, e claro, haverá muitas pinceladas nas páginas desse blog assim que elas forem publicadas.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Cenas de Terror (Midnight 1982)


Até onde uma cena DiD (Damsels in Distress) pode interessar a um fetichista quando aparece num filme de terror?
Algumas dessas cenas são tão chocantes que chegam a impressionar o mais sádico dos sádicos, devido à quantidade de bestialidade e horror excessivo.
Na mesma trilha de clássicos do horror como o conhecido “The Texas Chainsaw Massacre” do diretor Tobe Hooper, exibido por aqui com o título de O Massacre da Serra Elétrica, esse filme de John Russo começa num roubo de uma mercearia praticado por três jovens, dois homens e uma mulher chamada Nancy que uma vez fugitivos escondem-se num local ermo e assustador onde uma série de assassinatos está sendo investigada.
O drama segue seu curso e encontra um grupo de jovens adolescentes que reúnem-se em rituais satânicos onde seqüestram jovens inocentes para beber seu sangue.
Nessa batida, a jovem Nancy é seqüestrada dando início a uma série de crimes bárbaros que parecem insolúveis até o final.
Com um orçamento reduzido em mãos, John Russo não consegue desenvolver seu filme da forma como deveria, e através da deficiência de equipamento e das pobres condições de trabalho, acaba conseguindo passar aos amantes dessas produções um realismo das cenas que chegam a impressionar, passando a nítida impressão de estarem ligadas a fatos reais.
Com uma ótima performance como donzela em apuros da novata Melaine Verliin, protagonizando excelente atuação quando capturada, Midnight apresenta ao público que aprecia esse tipo de cenas boas tomadas de mordaça cleaved gag, amarrações eficientes e, ainda, a utilização de algemas.
E pára por aí...
Os diálogos das adolescentes que comandam a seita são de péssima qualidade e repetitivas a ponto de irritar quem está assistindo, assim como a insistente gargalhada infinita do “guarda belo” do templo.
Consegui “pescar” algumas cenas de pouco sangue e alguma ação fetichista no vídeo que achei no site do Raffish e posto abaixo para a coleção da galera que curte esses clipes.


NANY: BEDTIME STORIES

A Nany estava saindo da cama após uma bela noite de sono, mas assim que desperta é impiedosamente capturada por Mestre Nauticus, gerando uma incrível sessão de sessenta fotos e um trabalho de bondage de tirar o chapéu. Beleza e sensualidade no mesmo pacote.
Pois essa historinha está hoje nas páginas do Bound Brazil, contada através de belas fotos e uma atuação digna de um prêmio do Bondage Awards.
Ainda no Bound Brazil, um novo visual na sessão de membros com a apresentação das mais de nove mil fotos, que hoje compõem o arquivo do site, em ordem alfabética, por nome das lindas modelos e seus trabalhos.
Uma maneira fácil e eficiente para encontrar o arquivo de fotos de preferência.
Good trip!