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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Pra Guardar
Hoje não tem artigo.
Motivo: estava amarrando algumas lindas garotas por aí...
O resultado disso, por completo, pode ser conferido esta semana no Bound Brazil.
Mas pra não deixar a galera do blog na mão, uma pequena amostra.
Daphne e a estreante Mariana em cenas do curta Struggling.
Vale salvar.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Terapia da Restrição
Você pode até tentar a terapia por conta própria, afinal a teoria do self-bondage – restringir a si mesmo – funciona quando a maré não está pra peixe.
Porém, o ideal é que exista alguém por perto e possa fazer parte.
Tudo pode começar por imagens. Você navega no assunto pela rede e percebe através de fotografias e vídeos o tipo de restrição que deseja. Claro que pode ser antes ou durante o ato, porque depois pra mim não tem graça.
E por que a restrição dos movimentos durante o ato sexual seria uma terapia?
Porque tudo que se faz pensando em melhorar o desempenho sexual não deixa de ser uma terapia. Para os fãs funciona como praticar o desejo maior e aos que pela primeira vez experimentam a oportunidade de conhecer uma transa bem legal. Portanto, se alguém se dispõe a realizar uma fantasia dessa natureza deve estar em total sintonia com o fato.
Ainda que seja somente para agradar a alguém a fantasia deve ser realizada com esmero, sim porque existem pessoas que se deixam imobilizar porque o parceiro gosta. Entretanto, não obtém vantagem com isso, se limitam apenas a atender aos anseios de alguém.
Logicamente este grupo de pessoas estaria fora do contexto do self-bondage, porque mesmo que o ato de se auto-imobilizar seja solicitado durante a prática esta pessoa estará realizando um desejo de alguém, não o próprio, ainda que esteja se restringindo.
Parece complicado quando se discursa a respeito. Quando se fala em fantasias sexuais cada qual mostra a sua preferência ou até mesmo total aversão, além disso o aspecto da repetição transforma a brincadeira de adultos em fetiche o que para algumas pessoas não interessa tanto. Todo fetichista já vivenciou situações deste tipo.
Bondage não é uma fantasia extremamente perigosa quando praticada com os devidos cuidados, como manter por perto um instrumento cortante em caso de algum infortúnio com quem restringe a parceira e evitar cordas apertadas em determinados lugares onde à falta de circulação sanguínea pode trazer prejuízos.
Por isso vale a tese: se o sexo vai mal traga um bondagista pra sua cama, ou faça você mesmo na falta dele, o que nem de perto é a mesma coisa. Partindo então deste principio, vale ficar atento aos detalhes que podem fazer o trem andar proporcionando uma bela viagem.
Desde os seqüestros lúdicos bolados entre os parceiros até a participação de uma terceira pessoa na fantasia. Nada pode ser descartado quando o assunto é prazer.
Um amigo louco por bondage contratava meninas de vida horizontal para suas aventuras com a namorada. Mas se engana quem pensa que rolava sexo a três ou coisa do gênero. A participação da moça era apenas para o ato da captura, ou seja, ela o ajudava a amarrar a namorada através de uma historinha bolada com antecedência e depois se retirava. O sexo era apenas entre os dois. Alguns podem dizer que o sujeito jogava grana pela janela, porém segundo o próprio a brincadeira só era permitida até a página dois...
O universo das fantasias é complexo. Conheço pessoas que chegaram para realizar desejos de parceiros e com o tempo não conseguiram viver sem eles. É o chamado vício sadio.
Claro que nem tudo é festa e existe muita rejeição a uma simples brincadeira de bondage. Há pessoas que comparam práticas sexuais fetichistas por pura falta de conhecimento e preferem ironizar a fantasia em lugar de melhor compreender seus aspectos. Pior pra eles.
E nem pense que não saber lidar com cordas e nós simétricos avançados é razão para desistir da fantasia. Qualquer coisa que possa restringir movimentos é válida, desde simples pedaços de pano a algemas metálicas, passando por fitas adesivas caso a parceira permita.
É óbvio que vale aprender a manusear as cordas, principalmente para os apaixonados pelos desenhos que elas produzem. Vale tirar fotos, filmar, ou seja, guardar uma cena bem resolvida como souvenir de um dia perfeito, desde que haja consentimento de quem participa. Esconder câmera nem pensar. Já soube de casos que terminaram em muita confusão por causa disso.
A terapia da restrição é extensa e positiva, basta experimentar.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Suplício
Não vai me dizer que você tem que ir ao banheiro outra vez? – aquela mulher já estava no limite.
É essa porra de caganeira que não passa... Também, podia ter evitado esse negócio de comida japonesa que sempre que coloco pra dentro devolvo com incrível facilidade – Disse o sujeito quase desesperado.
E foi pela terceira vez, não tinha jeito. Era cagar ou morrer!
Ela ficou na cama ainda de salto como ele pediu e um pedaço de corda na mão.
Na cabeça do cidadão sentado no vaso além da agonia angustiante somente o fato de estar numa bela e confortável suíte de motel era capaz de aliviar o estresse, sim porque as dores da cólica davam voltas e reapareciam.
- Porra, que belo dia pra passar a tarde cagando! – vociferou.
De fato, porque ademais da vergonha de estar naquela terrível situação à incerteza de que os odores haviam invadido o ambiente aniquilava sua combalida mente fetichista.
- André! – gritou – porra, to de saco cheio de ver programa de auditório cacete!
Uma voz tímida e sôfrega surgiu baixinho e pra entender ela precisou abaixar o volume da TV.
- Muda de canal pô! Quer que eu vá aí mudar?
- Precisa não idiota, melhor você terminar por aí mesmo – disse a conformada parceira.
Olhos fixos da telinha e muita impaciência que a faziam sacudir as pernas em descompasso. Não podia imaginar o que estava havendo e já começava um processo de se apiedar do rapaz e sua interminável caganeira. Foi até a porta do banheiro e mostrou solidariedade:
- Quer ajuda aí André?
- Sai daqui e volta pra cama. Daqui a pouco vai danar a reclamar do cheiro.
- Daqui a pouco? Porra, tá foda André – falou com a voz nasalada.
- Se manda estou quase terminando.
Embora estivesse ali pra comandar a cena ela obedeceu. Lógico que era um sábio conselho aquele, afinal o distinto cavalheiro recolhido no banheiro estava entregue as baratas e totalmente aprisionado por sua própria condição momentânea. Mas ela insistiu ainda:
- André, vou tirar esse salto que está me matando.
- Vai fazer isso? Tá maluca? E o cheiro?
- Não é possível que você ainda possa pensar em cheiro aí dentro com as narinas impregnadas.
- Porra, mas é outro cheiro Marina.
- Ok André, eu fico de salto - se conformou.
Mais meia hora e o combalido André reapareceu. Banho tomado, fraqueza infinita exposta em sua expressão cansada, se ajeitou na cama e deitou ao lado de sua Deusa. Ela afagou-lhe os cabelos deu um beijo carinhoso na testa e ele estendeu as mãos para ser amarrado como haviam combinado.
Ela prontamente se mostrou de novo interessada e atou-lhe as mãos e os pés bem firme como estavam acostumados a fazer. Ele tirou-lhe o salto com os dentes e sorveu-lhe os pés suados como queria.
De repente a barriga o traiu. Tentou se levantar e notou que seus pés estavam amarrados ao pé da cama e sequer deu tempo de implorar que ela o libertasse. André explodiu em merda e o quarto virou uma latrina. Marina fugiu da cena e tentava achar forças pra livrá-lo das cordas.
Como terminou tudo isso? Em doces gargalhadas que meus dois amigos fantásticos soltam quando me contam essa história.
Hoje, em plena sexta-feira o dia da cerveja, planejam passar a madrugada agarradinhos comemorando dois anos de felicidade plena e encaixe total do fetiche. A prova de que boas parcerias podem perfeitamente conviver com uma bela relação afetiva.
Só espero que não haja comida japonesa...
Um excelente final de semana a todos, em especial a estes dois amigos que nem o tempo e a distância me impedem de admirar de montão.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O Aspecto “Love Bondage”
O que delimita o conceito do fetiche ainda é a perfeição. Talvez a exuberância de uma cena afague os anseios de quem espera para ver o que a imaginação anda buscando por aí.
Às vezes o cinema ensina, perpetua e tonifica o desejo do espectador.
O filme “9 Songs” não é uma maravilha e possui um enredo clichê e pobre.
Porém (ainda bem que existe aqui um “porém”), um diretor pode criar uma cena para poucos e atentos espectadores que esperariam horas a fio pelo deleite. Essa é uma das vantagens do cinema novo europeu: incluir o chamado conteúdo “hardcore” num enredo convencional de forma livre e dinâmica.
Neste filme de 2004 o diretor Michael Winterbottom acertou a mão. Escolheu um cenário simples com boa e eficiente iluminação para exibir a bela Margo Stilley num contexto fetichista dos mais atraentes. Para os aficionados por bondage a garantia do fetiche beirando a perfeição e para aqueles que nunca ousaram viver uma fantasia dessa natureza o necessário empurrão para sair do armário e deixar a imaginação fluir.
Quase sete minutos de êxtase que conseguem superar qualquer deslize quando da construção da história. Porque nem sempre uma obra é recheada de imagens e conceitos que estamos interessados em assistir.
Noves fora a cena em questão o filme tem ares de documentário. Um jovem casal que realiza cenas de sexo entre as performances de um concerto de Rock. Mas a idéia aqui não é fazer uma análise da obra e seu conteúdo, e sim analisar o fetiche de bondage inserido no roteiro que transcorre do começo ao fim seguindo ao pé da letra a cartilha de fazer bem feito.
Como sempre se ressalta aqui, para realizar o fetiche de bondage não é necessário ter uma técnica de nós apurada e tão pouco material especifico. O casal em cena segue a intuição e utiliza o que tem ao alcance para introduzir a fantasia. Meias de seda e um cinto são capazes de roubar cada minuto da cena e de deixar quem assiste com água na boca.
Dirão os analistas da objetividade que tudo é óbvio demais, que ela tinha a possibilidade concreta de se livrar da imobilização com facilidade. Pois é, mas a idéia não é bem essa. O que o diretor imaginou foram os aspectos que envolvem o fetiche como um todo, desde o óleo para uma massagem erótica até a maneira como ele conduz sua parceira a implorar pela penetração.
Bondage é um fetiche cercado de definições. Cada um tem por bem entender o conceito do fetiche de acordo com o próprio desejo. Porque o ato de restringir os movimentos durante a relação sexual pode dar margem a qualquer fantasia que se entenda por bem realizar após a primeira etapa. Entretanto, na cena de “9 songs” fica explicito o conceito de love bondage.
Não existe captura, suspense ou damsels in distress, tão pouco sadomasoquismo ou qualquer outra expressão de BDSM.
Ainda que os fetichistas tenham suas preferências a única forma de enxergar o fetiche nestes sete minutos é atrelar o aprisionamento à busca de emoção e tesão.
Aos cinéfilos interessados em colecionar obras fetichistas que o cinema apresenta fica a dica do filme na íntegra. Aos que guardam espaço em suas galerias para cenas importantes que retratem o fetiche em sua essência vale gravar esta edição e saborear cada detalhe, para quem sabe, fazer parte de sua próxima aventura fetichista.
Isto é Love Bondage!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Efeitos Colaterais

O cara era tímido demais, mas mesmo assim foi se chegando e achou seu lugar.
Numa noite de Sexta colocou a roupa preta e saiu pela primeira vez atendendo a um flyer para uma festa fetichista.
Louco por pés deparou-se com muitos que tinham o mesmo fetiche. Olhou, observou e foi embora blasfemando contra o que achou um absurdo. Jamais se imaginaria em uma luta corpórea disputando a chance de beijar uns pés lambidos por outros e jurou nunca mais voltar.
Com a antena ligada naquele mundo, decidiu dar uma passada no mesmo lugar alguns meses depois, nem que fosse para tomar umas e voltar pra casa com a mesma impressão. Naquela noite chuvosa com pouca presença de público, surpreendeu-se num papo alegre e demorado com uma dominadora e ficou amigo.
As trocas de emails começaram e ele viu as nuvens se abrindo para um novo horizonte que jamais supôs existir. Aprendeu bastante, ouviu demais e viu-se envolvido.
Ele queria apenas podolatria, sequer consentia pensar em outra coisa que passasse além da linha imaginaria que impôs como fronteira.
Ela ansiava por iniciar alguém, não admitia nada que viesse com um passado fetichista para dentro de seus muros, desejava a virgindade.
Se encontraram em outras festas, depois das festas e nos dias sem festa.
Ela ensinou a liturgia das práticas fetichistas, falou de sua vida, das expectativas, das experiências, dos bons e maus momentos, do âmago de uma relação desse tipo.
Foram longas noites a partir de então sempre comandadas pelas mãos firmes daquela mulher serena e dona das ações. Aos poucos ela ultrapassou as fronteiras e colocou cordas e algemas em cima da cama.
Suas longas botas matavam-lhe a sede pelos belíssimos pés que exibia sempre com um tom diferente na coloração das unhas, sugava-lhe em pequenas doses pra dentro de seu dungeon e o fazia engatinhar atrás da oportunidade de lhe lamber os pés.
Introduziu pequenos castigos toda vez que ele passava dos limites e passou a ser a dona da fronteira que não mais lhe pertencia daquele dia em diante.
Com claras e más intenções foi seduzindo até chegar ao bote felino, amarrando-lhe, açoitando a quem renegava um dia na vida estar em tal condição.
Um dia chegou austera, com os lábios pintados de negro da cor de suas botas. As ordens foram diretas, sem subterfúgios e o levaram a ser amarrado e submetido a severos castigos seguidos de afagos demorados, beijos por todo o corpo e os pés de sua dona a seu dispor.Ao final, lubrificou-lhe o ânus e aos poucos o possuiu com os dedos até a dura penetração lateral com um pênis de silicone. Ele gemeu abafado pela mordaça aceitando aquilo na forma mais pacata que podia parecer, até que ela percebeu que seu pênis perdera a ereção por completo e resolveu parar por ali.
Ele juntou suas roupas, cabisbaixo, e desapareceu sem nunca mais dar notícias.
Ela me conta que jamais aceitou tal situação com normalidade e isso custou caro trazendo-lhe efeitos colaterais que hoje ainda a afastam de qualquer grupo ou reunião fetichista. Só de pensar em ter feito algo de errado a uma pessoa a faz desmontar, e o único consolo que ainda a mantém com esperanças de encontrar um novo caminho nas vielas fetichistas é o fato de ter conversado com seu ex-parceiro sobre tudo que poderia ocorrer.
Quem sabe a timidez e a vergonha de ter sido penetrado o tenham afastado ou, simplesmente, não tenha compreendido até onde iriam os desejos de sua parceira, pecando por não deixar claro o seu próprio limite.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
The Day After
Esse artigo deveria rolar numa Segunda-Feira, mas nem sempre a memória é capaz de conduzir os dedos na direção correta e a órbita algumas vezes fica em desalinho com os dias da semana.
Porque o assunto de hoje é algo comum que acontece no mundo todo e com toda a gente. Porém, decidiram criar uma terminologia específica para os fetichistas e suas angústias.
Estou me referindo a um tipo de síndrome que resolveram batizar de “Monday Morning Rebound Syndrome”, que nada mais é que a dor de consciência após um final de semana de orgias.
Vamos ser mais exatos: a síndrome da Segunda-Feira, segundo especialistas, se deve ao remorso ou arrependimento de pessoas que exploram determinadas situações fetichistas e se vêm em conflito com seus pensamentos. Tipo assim: “será que o que eu fiz é o certo?”
É óbvio que há um bocado de exagero nisso tudo e, principalmente quando se generaliza todo um processo de rejeição a certos atos que pressupõem algum tipo de arrependimento de quem os pratica, mas não é um fato inusitado que qualquer ser humano na face da terra nunca teve o desprazer de experimentar, seja em atividades ligadas ao fetiche sexual ou não.
Acontece que estudiosos do comportamento humano resolveram listar esse tipo de atitude, a qual deram o nome de síndrome, e passaram a estudar o assunto como uma parafilía, ou seja, um desvio de conduta daqueles que sentem remorso por seus atos quando relacionados com o sexo.
Mas alguém poderá dizer: “ontem saí com um cara horripilante e só descobri depois que já estava num quarto de motel. Se arrependimento matasse...”.
Como todos podem ver a tal síndrome do remorso numa manhã de Segunda pode acontecer com qualquer um, fetichista ou não. Entretanto, estudar a mente de fetichistas virou moda em todo o planeta. Nos Estados Unidos, onde os casos de fetichistas praticantes confessos são muito mais visíveis, qualquer desencontro é o primeiro sinal de distúrbio.
Ora, fetiche não é uma droga que mata, que aniquila o corpo e a mente. É um estilo de vida, um modo especial de ver as coisas e de sentir prazer. Mas mesmo assim, especialistas procuram pelo em ovo e numa terra onde até famosos confessam suas manias, sempre haverá quem aproveita a chance de faturar um pouco com isso.
O melhor é que nada existe de alarmante neste contexto se você é uma pessoa normal que sabe lidar com algumas dúvidas. Porque se existe algum desequilíbrio em alguém que não saiba interagir com um programa furado ou com alguns excessos cometidos num final de semana é natural que esta pessoa procure um especialista que possa ajudar a solucionar o problema. No entanto, a generalização do fato inserido no universo fetichista soa como um tremendo exagero.
Afinal, depois de um final de semana e uma Segunda de rebordosa, é normal que haja um puta arrependimento pra quem as coisas saíram totalmente contrárias ao planejado.
Pra mim, depois de anos lidando com prós e contras o melhor remédio e dar outra chance a sorte ou até mesmo ao azar. Ninguém está livre de naufragar após sonhos desfeitos, da mesma forma que o sol pode brilhar e a Segunda-Feira se transformar num dia iluminado e maravilhoso que possa lembrar as delícias do fim de semana passado.
Tomar parte de um jogo de BDSM precede uma conscientização total e irrestrita. Vale um estudo do assunto com muita profundidade e da pessoa que estará diretamente inserida na fantasia. Feito isso, as chances de remorso diminuem consideravelmente e haverá uma boa oportunidade de repeteco.
Toda manifestação fetichista é sadia quando sabemos lidar com ela.
Resumindo, se há um drama de consciência após uma entrega consentida numa relação fetichista basta dar uma pausa, olhar ao redor e achar as razões pelas quais nada deu certo.
Depois de tudo basta tentar outra vez. Sem síndrome!
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