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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Swing
O que os olhos não vêem o coração não sente.
O ditado é antigo, mas não cabe quando a fantasia sexual é assistir a parceira ou o parceiro se acabando de prazer com alguém que não é você. Claro que não há limites para as fantasias. Há muitos aspectos de delimitam o espaço compreendido entre a vontade e a razão.
A fantasia sexual procede. Ela habita o subconsciente de qualquer um e não incomoda, até o momento em que se torna real. Há tempos conheci uma mulher que criava situações dentro das relações monogâmicas com o parceiro e nos momentos de clímax invocava a presença de uma terceira pessoa. Homens e mulheres apareciam do nada em seus delírios segundos antes do orgasmo e eram aceitos pelo parceiro sem restrições. Porém, isso nunca foi além de uma orgia imaginária e jamais passou pela cabeça de ambos transformar tudo em realidade.
Há casos, porém, em que existe a necessidade de efetivar esses sonhos na vida real.
Seja por apetite sexual identificado na troca de parceiros ou até mesmo em casos de humilhação submissa. Pra simples trocas existem os clubes de swing.
Há décadas atrás essa atividade sexual era restrita a grupos que se cercavam de extremos cuidados para realizar suas fantasias. Era obrigatória a apresentação de certidão de casamento ou comprovação de união de fato para que os casais fossem aceitos nos nichos que praticavam o troca-troca.
Os lugares dos encontros variavam. Desde as residências dos praticantes a casas noturnas ou até mesmo inferninhos de baixo meretrício que eram alugados quando o grupo sofria um aumento considerável. Não havia internet e os novos parceiros vinham por indicação.
O aumento do espaço na mídia e a liberdade de expressão trouxeram novos rumos a essa atividade fetichista. Vieram os clubes especializados e o interesse de novos adeptos.
Tendo como base os clubes de swing de Las Vegas nos Estados Unidos, considerada a capital mundial do “swap” como eles chamam, os clubes cresceram e se espalham hoje em grandes cidades por aqui chegando a ser procurados por praticantes comuns ou pessoas com o faro da curiosidade apurado.
É comum ver grupos marcando comemorações de aniversários em clubes de swing. Uns o fazem em busca de inspiração para uma possível adesão futura e outros por mera especulação.
O swing também convive com atividades fetichistas diversas, desde práticas exibicionistas até humilhações. A exibição fica evidente na atividade da troca de parceiros. Observar e se mostrar é parte do jogo da troca de casais o que torna as coisas bem mais simples quando analisadas, além, é claro, do próprio interesse dos praticantes ávidos por sexo poligâmico.
A humilhação submissa é mais complicada. Geralmente o swing não convive com cenas de BDSM, portanto, quando existe a necessidade do submisso se humilhar assistindo sua parceira em cenas de sexo com terceiros, tudo acontece às escondidas.
Embora alguns não reconheçam o swing é um fetiche sexual.
Basta virar uma atração para a prática do sexo para ser classificado como tal. Em alguns clubes é comum dar de cara com comportados voyeurs de olhos grudados nos buracos de espia que cuidadosamente se utiliza nos locais apropriados para a prática.
Portanto, contestado ou não o swing virou moda. Não diria uma febre, mas uma moda. Às vezes passageira para alguns, que se arriscam em escapadas ocasionais a esses clubes ou definitiva para outros que fazem dessa atividade uma aventura consistente para realizar suas fantasias sexuais.
Hoje no Bound Brazil um ótimo vídeo curta com Jamylle Ferrão e Daphne encenando belas tomadas de bondage, bem ao estilo damsels in distress. É só conferir.
Um excelente final de semana a todos!
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swing
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Anomalias e Mitos
Quando voltei ao Brasil em 1993 após quase três anos vivendo em Amsterdam tive acesso ao livro Different Loving de autoria de Gloria & Willian Brame e Jon Jacobs. Considerado por muitos como a bíblia do BDSM o livro narra uma viagem ao universo da dominação e submissão sexual como fonte de prazer.
A obra desvenda ao mundo os bastidores de uma anunciada febre cultural – assim denominada pelos autores – e deixa claro aos leitores que naquela obra alguns temas como pedofilia, necrofilia e zoofilia estariam fora do debate. Os dois primeiros por serem considerados crimes bárbaros na maioria dos lugares do planeta e o terceiro por não ter o princípio consensual que as atividades do BDSM exigem.
Naquele momento eu finalmente juntava a beleza das imagens e experiências vividas na Europa com o conhecimento necessário para entender de uma vez por todas os caminhos desse universo e seus habitantes. Embora muitas das atividades assistidas por mim não me mostrassem um rumo, ou interesse de me aliar aos grupos praticantes, o primeiro critério era compreender aquele mundo como um todo, uma vez que minhas práticas, ainda que diferentes, estavam inseridas num mesmo contexto.
Se considerarmos determinadas práticas como anômalas apenas por critério de escolha alijamos demais alguns fetichistas e seus desejos, porque na verdade, todas devem estar misturadas num mesmo pote, pelo menos no quesito de coisas fora dos padrões do que se passou a entender como regra social de conduta.
De fato, apenas os fetiches considerados bizarros fariam parte de um segmento distinto, muito mais por lógica do que por outra razão.
Se não é considerado normal alguém obter o prazer através de açoites e castigos, também não pode ser analisado como normal um sujeito e sua adoração por partes do corpo humano, como pés e outros elementos ou o cara que tira doses de prazer fazendo uso de cordas ou algemas durante a prática sexual imobilizando a parceira. Está certo que não machuca tanto como os flagelos, mas pode-se dizer que foge aos conceitos de normalidade.
Pesando dessa forma me vi identificado com o BDSM. Passei a interagir com toda aquela gente que minha visão nada periférica e interiorana já traçava linhas de preconceito.
Destruí um mito e acabei com barreiras. Todos a partir de meu próprio entendimento passaram a fazer parte de uma mesma platéia. Nunca precisei experimentar certas práticas para entendê-las, pois havia o conceito e, sobretudo, uma integração ampla bem mais consistente.
Toda essa historia demonstra que o fetichista tem por obrigação conhecer o universo que o acolhe. Muitos falam em acolhimento, mas sem saber ao certo o porquê de existir esse termo. O BDSM acolhe as práticas de adultos que gostam de jogos e fantasias para apimentar suas transas, mas ao mesmo tempo, ensina sobre comportamento e atitudes. Disserta sobre a história dos fetiches e faz o individuo ter a noção de que não está sozinho no mundo.
Claro que ninguém aceita ser taxado de anormal dentro de um conceito de sociedade. Muitos temem por afastamentos familiares e por perdas irremediáveis. Isto tudo força o fetichista a criar um universo paralelo dentro de sua própria existência, assumindo uma falsa identidade para assim conviver em grupos sociais desconexos.
Porém, o mais importante consiste em se aceitar como fetichista e ter a absoluta certeza de que suas práticas são as mais convenientes para satisfazer as suas fantasias, mesmo que tudo isso se processe de forma clandestina. Um fetichista não identificado com suas práticas fica sem rumo. Vaga de um lado a outro apostando aqui e ali e jamais encontra a realidade de seus desejos. Por outro lado, um fetichista consciente e plenamente realizado em suas fantasias é capaz de compreender outros passageiros de um mesmo trem, ainda que viagem por diferentes direções.
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BDSM
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A Vizinha
Ele tinha mania de chegar em casa e dar uma paquerada na janela da vizinha.
Mulher gostosa, de passar em frente à padaria da esquina e receber todos os “elogios” da galera da construção de um prédio prestes a ser entregue na rua ao lado.
Um dia ele acompanhou seus passos e a esperou chegar. Era verão. Apagou a luz de seu quarto e como bom voyeur ficou na espreita. Já tinha visto uma calcinha aqui, um peitinho ali, coisas básicas como ele mesmo afirma.
Mas aquela noite reservava uma surpresa. Ela colocou um DVD pra assistir, dava pra ver seus movimentos. Imaginou o que seria, ficou intrigado e suas pernas dobradas no sofá de short e camiseta era um convite. Pensou num filme pornô, num clássico, comédia, enfim, a cada cruzada de pernas idéias rolavam e a curiosidade fazia o bicho dar voltas dentro das calças.
É bom que se diga que a ansiedade do voyeur em ter a cena é o combustível necessário para a explosão final...
E o cara já se mexia e contorcia apoiado na própria imaginação. Até que o vento balançou a leve cortina e deu pra notar que a moça começava a colocar a mão por dentro do short.
Foi à deixa brother. O sujeito meteu o centroavante pra fora e partiu em busca do tão sonhado gol, ainda que nos acréscimos, sem mesmo enxergar com detalhes a meta adversária. Esperou tanto por aquilo que o mundo se resumia ao que naquele momento estava ao alcance dos seus olhos e nada mais.
Vai e vem de lá e vai e vem de cá. A coisa era frenética e pareciam em perfeita sintonia.
Seria ela, a moça, a gostosa, uma exibicionista? Estaria ela ciente de que alguém lhe observava em suas caricias íntimas? Pouco importava naquele instante quando tudo estava prestes a virar uma grande lambança – no bom sentido é claro.
Antes que ela chegasse ao ponto culminante o cidadão entregou os pontos e melou as calças.
Tentou se controlar ao máximo, mas a vontade era tanta e a espera tamanha que não deu. Jogou a toalha e aproveitou aqueles famosos segundos de glória.
Seguiu olhando, vidrado, e esperou que ela virasse a cabeça nas costas do sofá e se esticasse toda. Pena que não dava pra escutar...
Por um momento abandonou a cena e foi tomar um banho. Ajeitou tudo, passou um pano no chão e a mulher ainda estava lá atenta ao filme que rolava naquela TV. Ele ficou de butuca, seguiu sua linha e pensou até em repeteco. Seria possível?
Não deu. Ela apagou tudo, fechou a cortina e foi dormir.
Nunca tinha visto aquela mulher acompanhada, nem em casa e sequer na rua. A conhecia apenas de vista fora e dentro de seu apartamento. Um bom voyeur curte o fetiche assim.
Passado algum tempo precisou ir ao banco e deu de cara com ela no caixa da agencia. O cara gelou, perdeu o ar por alguns instantes, pagou a conta e praticamente fugiu.
“ACM, fiquei meio desgovernado quando ela se tornou real na minha frente. Para um voyeur ter a fonte de seus desejos personificada diante dos olhos, sem uma janela entre nós, é difícil, é como tirar a roupa em público. A sensação que se tem é que a pessoa observada sabe da sua existência e o que você faz diariamente quando ela chega do trabalho. Morri de vergonha de olhá-la nos olhos e ouvir sua voz.”
A fantasia continua. Ele segue observando aquela moça bonita quando se troca de janela aberta sempre com a impressão de que ela sabe que alguém está ligado em todos os seus movimentos. Pra ele a masturbação foi de propósito, mas jamais vai criar coragem pra tirar a prova dos nove. Prefere estar lá na janela por horas intermináveis esperando que ela chegue e tire cada peça de roupa como de costume.
Seria mais fácil para este voyeur dizer a que veio? Tentar conhecê-la pessoalmente e mais tarde abrir o jogo ou não?
Talvez, mas o fetiche simplesmente não teria mais sentido.
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Voyeurismo
terça-feira, 5 de abril de 2011
Amigos Imaginários
Muita gente já ouviu falar nisso: pessoas que em pleno exercício da adolescência desenvolvem parcerias com seres invisíveis e com eles dividem suas emoções, sonhos e até planos.
Para alguns essa historinha acaba com a maturidade. O envolvimento com pessoas reais na juventude sepulta esses amigos imaginários criados num tempo de estio. Outros, entretanto, por alguma razão qualquer conservam esses hábitos e em determinadas situações em que é preciso se arriscar, trazem de volta esses personagens escondidos e os fazem renascer.
O fetiche, em principio, é uma dessas situações de risco iminente.
A priori ele foi tema de confissões íntimas a esses amigos imaginários lá atrás, quando ninguém poderia entregar seus segredos a pessoas reais. De fato, o amiguinho dos tempos de adolescência passa a fazer parte dessa nova descoberta e por várias vezes reaparece, mas desta vez como parceiro de cenas fetichistas.
Ele pode ser o dono de uma submissa insegura ou a dominadora de um submisso aflito.
A segurança afaga os desejos de ter um dono real e a aflição é atenuada com a presença de alguém como protetora de um fetichista carente.
Muitos já experimentaram essas situações. O amigo imaginário é o dono capaz das mais incríveis cenas que a submissa deseja viver, alguém que pode ter uma identidade clandestina revelada por um blog, um perfil no Google, enfim, ele e ela se fundem num mesmo desejo.
Enquanto a pessoa não se decide a abandonar o mundo virtual para se arriscar em ter os primeiros passos corpo a corpo, esses supostos compromissados perfeitos seguem sendo idolatrados. Alguns chegam a escrever afagos em forma de poesia ou até de maneira direta e ao mesmo tempo respondem por quem foi o alvo das ditas homenagens. Entendem-se, se completam e este suposto romance inventado acaba virando alvo de saborosas masturbações.
Tais atitudes são compreensíveis?
Diria que são necessárias para alguns por certo tempo. Durante o período de adaptação à nova vida é aceitável. Muitos ainda se sentem inseguros para cruzar a linha que delimita o sonho e a realidade e, por isso, recorrem a esta ajuda eficaz. Entretanto, chega o momento em que se torna impossível viver duas vidas numa só e é hora de afastar de vez o amigo, fruto da imaginação e se despedir dele pra sempre.
Entretanto, existem os que nunca cruzam essa fronteira e permanecem num mundo irreal conservando esses supostos parceiros. Algumas dessas aventuras duram anos e anos a fio e todas as desculpas do planeta fazem parte de um cardápio farto, toda vez que se declina de um convite para que ambos dêem o ar de sua graça.
O assunto é complexo e sempre haverá os que acreditam piamente que tais coisas não existem. Embora os fetichistas se acostumem com o fato de viver duas vidas, os chamados lado A e lado B, a teoria é completamente diferente. Porque ainda que existam dois tipos de comportamento essas pessoas o fazem de uma forma real, ao vivo, mesmo que sejam passageiros de dois mundos.
Já o fetichista que aposta suas fichas no abstrato tende a viver momentos de conflitos, cai em depressão solitária tentando dar vida a alguém que não passa de fruto de sua imaginação.
Nesses anos de convívio com os fetiches fui testemunha de casos deste tipo. Uns tiveram uma duração mais longa e outros sobreviveram por um breve período. Após algum tempo ambos desapareceram e nunca mais se ouviu falar do que antes era decantado em prosa na rede.
Houve um caso, em particular, em que uma submissa anunciou a desistência definitiva de qualquer ação fetichista, após confessar a todos uma suposta morte prematura do parceiro.
Foi mais uma historinha dentre tantas com riqueza de detalhes, desta vez com um final indesejado e lamentado por todos, dentre os quais me incluo, que acreditaram em tudo que ela contou por um longo tempo.
Pra encerrar deixo a todos a possibilidade de dar uma resposta a uma excelente pergunta de uma amiga a quem contei esses casos: “seria tal comportamento um tipo de fetiche?”
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Fetiches
segunda-feira, 4 de abril de 2011
A Sua Praia
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
A Festa
A Ana foi convidada pra uma festa.
Mas não era uma festa pobre, era chique. Caprichou no visual; a melhor roupa, um trato nas unhas, no cabelo e partiu.
Ela não levou a marmita pra festa, preferia arranjar a merenda por lá se alguma novidade estivesse pulsando na mesma sintonia. Saltou do táxi, retocou o batom e entrou.
Normalmente um fetichista quando vai a uma festa fora de seu circuito dá uma paquerada geral pra ver se esbarra em conhecido. Pois é, isso é fato, porque algumas vezes tem outro estranho no meio da galera e pode ser a garantia de um papo interessante.
E a Ana tem um fetiche pouco comum, onde o visual nem sempre é o que importa, mas até numa festinha onde o fetiche passe longe da porta de entrada ele pode aparecer. Basta o povo esquentar as turbinas e rolar uma musica dançante que o sangue ferve, porque nos primeiros sinais em que o cidadão se esbaldando na pista passa a exibir aquela mancha de suor debaixo do braço, ela dá um jeito de chegar perto na esperança de sugar o odor de suas axilas.
O fetiche por axilas é mais difundido entre mulheres. Claro que existem homens que gostam de axilas femininas, mas as mulheres além de gostar desta parte do corpo como um fetiche, apreciam também os odores. Conheço várias praticantes que anonimamente conseguem realizar suas fantasias.
Aproveitam os ônibus lotados, metrô, enfim, qualquer lugar público onde possam tirar suas casquinhas. Quando se relacionam com homens considerados baunilhas e não desejam expor seus fetiches, inventam rimas, apelam para a conhecida tática do cara suado com cheiro de homem.
Aliás, esconder desejos fetichistas não é exclusividade de mulher com tendências a gostar de axilas. Muitos o fazem com assuntos, digamos, menos complicados e não há mal nenhum nisso, desde que a timidez não chegue a inibir a tentativa de conseguir a tão sonhada prática.
A festa da Ana foi até o final e nada demais aconteceu que justificasse toda a expectativa.
Mas ela não vai desistir tão fácil.
Como boa fetichista enquadrada em seu desejo assumido – perante os amigos íntimos – ela acha mais fácil descolar as atividades longe do meio fetichista. Não considera viável abrir o jogo porque tem medo do preconceito. Pois é, dentro de um meio onde esse problema simplesmente deveria ser banido, ainda é uma praga a ser vencida.
Porque todo mundo acha normal um cara gostar de chulé, se arrastar pelo chão e beijar todos os pés que caminhem ao seu lado. Como também é natural um bondagista abusar de suas cordas para o beneficio de sua prática, como o sádico em busca da dor do masoquista. Mas vai alguém dizer que o sovaco do cara ali é o seu alvo?
O mundo desaba brother, e o fetichista ou a fetichista, neste caso, arruma as malas e nunca mais aparece ou sequer manda lembranças.
É preciso, urgentemente, mudar os nossos conceitos
Entre Quatro Paredes
Num banheiro pequeno, sem espaço, sem movimentos.
Dessa forma o desafio de uma cena de bondage sadicamente merece ser vista.
A Éris é um daqueles sonhos de consumo do Bound Brazil, e porque não dizer, desse bondagista a procura da perfeição.
Ela hoje está no vídeo Caught in The Toilet que o site exibe aos seus assinantes em cenas pra serem gravadas e arquivadas. Uma mulher aprisionada por seu próprio desejo.
Um photoset com as melhores imagens estará disponível aos assinantes nesta Sexta.
É imperdível.
Um ótimo final de semana a todos!
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