Mostrando postagens com marcador Fetiche por Axilas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fetiche por Axilas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Fetiche por Axilas


Você pode achar sinistro, inusitado, mas gostar de axilas suadas é um fetiche até comum. Normalmente mantido em anonimato e cercado de mistérios e segredos, o fetiche por axilas é um exercício de excitação pra muita gente.
As pessoas têm por costume esconder seus fetiches e alguns mais bizarros não escapam ao sigilo, principalmente para fugir de atos preconceituosos. Pois é, sempre o preconceito, o maldito preconceito.
O “underarm fetish” não é muito difundido em sites especializados, talvez por ter um pequeno numero de adeptos assumidos e por conta disso não desperta interesses comerciais. Se houver um paralelo comparativo o fetiche por axilas suadas atrai muito mais as mulheres, e algumas chegam a perder o equilíbrio em transportes públicos quando deparam com um sujeito com fortes odores.
Em alguns paises da Europa é comum ver algumas mulheres que apresentam axilas cabeludas, muitas por questões culturais e outras para despertar interesse em homens que têm atração por axilas que além de suadas devem estar peludas.
A razão cientifica para as atrações por odores é chamada de olfatofilia, que é uma espécie de comunicação que atrai os seres humanos. São os feromônios, que influenciam os gostos e por sua vez detectam uma ligação entre a pessoa e os odores misturados ao ar.
Da mesma forma, esses feromônios que são produzidos pelo próprio organismo se tornam um pólo de atração com o sexo oposto, ou em alguns casos a pessoas do mesmo sexo quando há tendências homossexuais. Hoje existem pesquisas para a produção de essências que podem gerar perfumes com alguns desses odores.
Cheiro e sabor são sentidos muito parecidos, e da mesma forma que o cheiro atrai, a vontade de sentir o sabor aumenta consideravelmente. É fato comum no fetiche por axilas generosas lambidas que levam praticantes ao delírio extremo.
Junte-se ao fetiche o “sweaty fantasy” que é a atração por pessoas que apresentam a roupa marcada pelo suor nas axilas. Existem sites especializados em fotografar celebridades flagradas com aquelas rodelas de suor ao redor do sovaco.

Mas o problema acontece quando é a hora de confessar, de dizer a parceira ou ao parceiro onde está o tesão. Sei de casos de algumas pessoas que vão aos poucos, procuram a hora certa, inventam razões para transar após uma longa caminhada, uma manhã de exercícios, coisas do gênero, daí literalmente tiram suas “casquinhas”.
Porém, ao serem “percebidos” preferem não assumir o gosto e por vergonha terminam desistindo, deixando o relacionamento acabar e desaparecem sem deixar rastros.


Por isso insisto na mesma tecla e acho que nessas horas a vergonha tem que entrar na gaveta e deixar à mostra toda a obscenidade que deve imperar entre quatro paredes.
Se for necessário expor o desejo que seja feito no ato, sem temor, porque se o trem sair do trilho que seja no começo da viagem, assim não haverá conseqüências maiores.
Ninguém precisa assumir publicamente o fetiche por axilas suadas, mas na intimidade é melhor morrer tentando do que se arrepender de nunca ter dito.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Festa


A Ana foi convidada pra uma festa.
Mas não era uma festa pobre, era chique. Caprichou no visual; a melhor roupa, um trato nas unhas, no cabelo e partiu.
Ela não levou a marmita pra festa, preferia arranjar a merenda por lá se alguma novidade estivesse pulsando na mesma sintonia. Saltou do táxi, retocou o batom e entrou.
Normalmente um fetichista quando vai a uma festa fora de seu circuito dá uma paquerada geral pra ver se esbarra em conhecido. Pois é, isso é fato, porque algumas vezes tem outro estranho no meio da galera e pode ser a garantia de um papo interessante.
E a Ana tem um fetiche pouco comum, onde o visual nem sempre é o que importa, mas até numa festinha onde o fetiche passe longe da porta de entrada ele pode aparecer. Basta o povo esquentar as turbinas e rolar uma musica dançante que o sangue ferve, porque nos primeiros sinais em que o cidadão se esbaldando na pista passa a exibir aquela mancha de suor debaixo do braço, ela dá um jeito de chegar perto na esperança de sugar o odor de suas axilas.
O fetiche por axilas é mais difundido entre mulheres. Claro que existem homens que gostam de axilas femininas, mas as mulheres além de gostar desta parte do corpo como um fetiche, apreciam também os odores. Conheço várias praticantes que anonimamente conseguem realizar suas fantasias.
Aproveitam os ônibus lotados, metrô, enfim, qualquer lugar público onde possam tirar suas casquinhas. Quando se relacionam com homens considerados baunilhas e não desejam expor seus fetiches, inventam rimas, apelam para a conhecida tática do cara suado com cheiro de homem.
Aliás, esconder desejos fetichistas não é exclusividade de mulher com tendências a gostar de axilas. Muitos o fazem com assuntos, digamos, menos complicados e não há mal nenhum nisso, desde que a timidez não chegue a inibir a tentativa de conseguir a tão sonhada prática.
A festa da Ana foi até o final e nada demais aconteceu que justificasse toda a expectativa.
Mas ela não vai desistir tão fácil.
Como boa fetichista enquadrada em seu desejo assumido – perante os amigos íntimos – ela acha mais fácil descolar as atividades longe do meio fetichista. Não considera viável abrir o jogo porque tem medo do preconceito. Pois é, dentro de um meio onde esse problema simplesmente deveria ser banido, ainda é uma praga a ser vencida.
Porque todo mundo acha normal um cara gostar de chulé, se arrastar pelo chão e beijar todos os pés que caminhem ao seu lado. Como também é natural um bondagista abusar de suas cordas para o beneficio de sua prática, como o sádico em busca da dor do masoquista. Mas vai alguém dizer que o sovaco do cara ali é o seu alvo?
O mundo desaba brother, e o fetichista ou a fetichista, neste caso, arruma as malas e nunca mais aparece ou sequer manda lembranças.
É preciso, urgentemente, mudar os nossos conceitos

Entre Quatro Paredes

Num banheiro pequeno, sem espaço, sem movimentos.
Dessa forma o desafio de uma cena de bondage sadicamente merece ser vista.
A Éris é um daqueles sonhos de consumo do Bound Brazil, e porque não dizer, desse bondagista a procura da perfeição.
Ela hoje está no vídeo Caught in The Toilet que o site exibe aos seus assinantes em cenas pra serem gravadas e arquivadas. Uma mulher aprisionada por seu próprio desejo.
Um photoset com as melhores imagens estará disponível aos assinantes nesta Sexta.
É imperdível.

Um ótimo final de semana a todos!