quinta-feira, 17 de março de 2011

WiP


Talvez pouca gente saiba o significado destas iniciais, mas essa linha fetichista reúne milhares de seguidores fiéis, aficionados colecionadores dos filmes chamados WiP (Women in Prison).
WiP é um subgênero de filme da chamada linha “exploitation” que apareceu em produções no final dos anos sessenta e continua até os dias atuais.
Suas histórias basicamente apresentam mulheres presas que são vítimas de abusos sexuais e físicos, onde normalmente sádicos guardas prisionais do sexo masculino ou feminino figuram como algozes. O gênero também abrange muitos filmes em que as mulheres presas se envolvem em sexo lésbico.
Antes dos anos sessenta, filmes sobre as mulheres atrás das grades eram dramas sérios e realistas que mostravam as misérias da vida na prisão. Eles também levavam uma mensagem implícita moralista ou de advertência sobre as conseqüências de violar a lei.
Os filmes que se seguiram ao estilo “exploitation” denominados de WiP, descartam todas as pretensões moralistas. Em vez disso, eles são obras de pura fantasia, destinados apenas para divertir o público com uma mistura de sexo e algumas cenas de BDSM. Algumas vezes taxados de violentos, têm o formato flexível, e o afrouxamento das leis de censura permitiu que cineastas escolhessem um cenário para um extenso menu de tabus misóginos. De voyeurismo (interrogatórios, cenas de sexo no chuveiro, lutas de mulheres) para fantasias sexuais como lesbianismo e estupro. Quanto ao fetichismo é comum haver cenas de bondage e humilhação e de exacerbado sadismo como espancamentos e torturas cruéis.
Antes desses filmes, a única expressão de material relativo a essa fantasia sexual foi encontrado em revistas masculinas de “true adventures" como Argosy na década de cinqüenta e sessenta, embora existam argumentos plausíveis que indicam a obra de Denis Diderot “The Nun” como sendo o embrião do gênero. Nazistas atormentando donzelas em perigo eram os temas favoritos para os entusiastas de “WiP”. Considerado um gênero sub-pornográfico quando de seu aparecimento, o “WiP” se tornou mais popular através de capas de revistas sensacionalistas que no final dos anos sessenta estavam em declínio.
Hollywood produziu filmes ambientados em prisões de mulheres nos anos trinta, mas geralmente, apenas uma pequena parte da ação ocorria dentro da prisão. Na verdade, esses filmes foram desenvolvidos como melodramas em que heroínas jovens mostraram o caminho para uma vida digna por meio da prisão. Sob a influência das revistas taxadas de segunda linha e folhetos de propaganda comuns essas produções se tornaram os populares filmes “B” dos anos cinqüenta. Normalmente apareciam em sessões de cinemas de segunda categoria, quase falidos, porém encheu o bolso de muita gente.
Os filmes americanos sempre estiveram no topo. Obras como The Concrete Jungle (1982), Chained Heat (1983) com a conhecida Linda Blair, Cell Block Sisters (1995), Caged Hearts (1995), Bad Girls Dormitory (1985), Under Lock & Key e Caged Fear (1991), são consideradas as melhores do gênero.

Produções italianas e asiáticas apareceram nos anos setenta e algumas ficaram famosas, sendo inclusive exibidas por aqui nos famosos cinemas “poeiras”. Hoje os filmes asiáticos são a grande maioria em cartaz, entretanto fincaram bandeira em sites especializados e são vendidos em DVD.
Alguns filmes WiP renderam inúmeras séries, com alguns chegando a nove ou dez produções. De inusitado apenas o fato de algumas séries serem produzidas em outro país e em idioma diferente.

Um fato curioso sobre os filmes de WiP: Uma série de filmes permanece proibida pela BBFC no Reino Unido. Entre eles estão “Love Camp (7)” (rejeitado em 2002) e “Cell Block Sisters (9)” (rejeitado em 2004), com o fundamento de que eles contêm cenas explícitas de violência sexual e, também, porque numa das produções uma atriz era menor de idade na época da realização, tinha dezesseis anos, tornando o filme passível de figurar como pornografia infantil sob a lei britânica.

quarta-feira, 16 de março de 2011

A Rainha da Siririca


Reza a lenda que Carlota Joaquina (ela mesma, a Rainha de Portugal, depois Princesa do Brasil) era viciada em tocar siririca. Trepava três a quatro vezes por dia e quando por alguma desconhecida razão não achava o que desejava, se esbaldava em siriricas diante de serviçais sem a menor cerimônia.
Sexo era a sua primeira necessidade. E o que era pior, poderia ter sempre os homens que desejasse, mas sua compulsão tinha um exagero que ninguém na época podia explicar ou mesmo compreender. Para ela sexo era de uma importância tão crucial que ficava doente quando não tinha alguém para aplacar a fúria de seu apetite descomunal. Isso ela transferiu sem dúvida para o seu primogênito, Dom Pedro I. Não se importava com a quantidade de homens que poderia ter, mas a virilidade de alguém que pudesse contentar a sua tenebrosa ânsia sexual.
Quando se via obrigada a manter relações com alguns homens que escolhia a dedo, procurava sempre saber qual deles realmente tinha o poder de fazê-la chegar ao extremo prazer. Ninfomaníaca, tinha orgasmos sucessivos e apavorantes, chegando mesmo a morder violentamente seus parceiros, tirando sangue com suas dentadas bastante doloridas. Certa vez, no Rio, mordeu tanto um escravo diferenciado que este morreu dias depois de septicemia. Por causa disso procurou controlar os seus excessos convulsivos, tornando-se menos agressiva, ganhando sobremaneira com isso.
Certamente a dama mais importante da corte imperial não sabia, mas era portadora do chamado DSH (Desejo Sexual Hiperativo). Claro que os tempos eram outros, seu marido Dom João era broxa e ninguém se dava conta da exacerbada quantidade de orgias promovidas pela Princesa que tal qual uma lenhadora não podia ver um pau em pé!
Mas o que é o DSH?
Ocorre quando a pessoa espontaneamente apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de freqüência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. Em geral não apresenta disfunções sexuais (como ejaculação precoce ou impotência), funcionando relativamente bem como um todo. Engaja-se em atividade masturbatória ou no coito, mesmo sob risco de perder os seus relacionamentos amorosos (busca de alta rotatividade de parceiros) ou a própria saúde (Hepatite B e C, HIV). Quando tenta evitar e controlar o impulso para o sexo, a pessoa pode ficar tensa, ansiosa ou depressiva. A pressão para a expressão sexual retorna e a pessoa sente-se escrava de seus próprios desejos. A ansiedade pré-atividade sexual, a intensa gratificação após o orgasmo e a culpa após o ato não são raras.
Mas voltando à nossa primeira Princesa vale ressaltar também que Carlota Joaquina era fetichista. Tinha fetiche por sapatos. Gostaria também de podolatria? Não se sabe ao certo. Porém, sabe-se que os sapatos confeccionados em seda eram considerados eróticos nessa época e a compulsiva Princesa usava e abusava deste tipo de calçado.

O então amaldiçoado “Quinto dos Infernos” como era chamado o Brasil em Portugal, serviu de palco para as loucuras de Carlota Joaquina durante o tempo em que ficou por aqui. Vários são os historiadores que citam fatos e nomes em cada episódio que envolvia a Princesa e seus escândalos.
Morreu aos cinqüenta e cinco anos já em Portugal. Só, esquecida e amargurada sucumbiu aos seus próprios devaneios deixando um legado que deve servir de parâmetro para qualquer pessoa avaliar seus conceitos e conduta.

terça-feira, 15 de março de 2011

Noites Eróticas


Alguns marmanjos já passaram recibo para esse fenômeno: ejaculação noturna.
A ejaculação noturna ocorre durante o sono, à noite, é geralmente associada a sonhos eróticos. É também conhecida por polução noturna.
Qualquer um está sujeito a ejacular de forma solitária durante o sono e com fetichistas as chances aumentam consideravelmente. Essa disfunção sexual acarreta alguns problemas de difícil convivência. O cidadão casado fica em maus lençóis para se explicar em quem ou no que estava pensando quando da ocorrência do fato.
O gozo durante o sono é exclusivo dos homens? Não, algumas mulheres também têm orgasmos noturnos. Entretanto, com conseqüências bem mais amenas já que não existe prova contundente do que ocorreu debaixo do edredom.
Mas o homem tem que se explicar mesmo brother, porque o efeito é visível a olho nu. Normalmente comum na adolescência, a ejaculação noturna também pode se manifestar na fase adulta. Daí, como explicar o fato a parceira? Sim, porque a cagalhopança é geral! Salvo em alguns casos em que o sujeito consegue esconder e com muito cuidado coloca a roupa em dia após o evento.
Como diz um amigo, é como batom na cueca...
Cientificamente o que é a polução noturna?
Resulta de uma excitação física genital que se manifesta nas fases REM (Rapid Eye Movement, ou movimento rápido dos olhos). Essa fase ocorre de uma a nove vezes por noite, variam de um minuto à uma hora e são as mais propícias ao sono. Se os homens tiverem sonhos eróticos durante esse período, tais manifestações involuntárias podem ocorrer.
Elas são normais, saudáveis e não causam nenhum mal ao organismo. A polução noturna ocorre em todas as idades, mas é disparadamente mais comum dos 12 aos 20 anos, justamente no período de maior inexperiência sexual e energia sexual reprimida ou insatisfatoriamente resolvida. Com o aumento da freqüência de atividades sexuais, elas tendem a diminuir e até cessar.
O fenômeno parece ser uma maneira do organismo "se livrar" do excesso de sêmen acumulado, já que é menos freqüente em quem ejacula regularmente por masturbação ou relação sexual.
O sonho molhado, como é conhecido, costuma causar o despertar imediatamente após a ejaculação, mas em alguns casos somente é percebido pela manhã.
Portanto, caso não haja quorum para suas experiências fetichistas e fantasias, o negócio é botar a mão na massa, literalmente, e descabelar o palhaço. Dessa forma algumas explicações desagradáveis serão evitadas, porque não é fácil falar para a menina ao lado o motivo de tanto tesão reprimido.

Mais Selos

Esse aqui eu recebi de várias amigas a quem desde já agradeço a lembrança.
Antes de responder, vale deixar o registro para a Ternura_LB, Princess Kitty e Angelike Diabolike.
As perguntas são simples e a resposta é rápida:
1- Existe um livro que você leria muitas e muitas vezes sem se cansar? Qual?
Resposta: Cem anos de Solidão (Gabriel Garcia Marquez)



2- Se você pudesse escolher apenas um livro para ler o resto de sua vida, qual escolheria?
Resposta: A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera)
3- Indique um livro para que outros possam ler.
Resposta: O Português que nos Pariu (Ângela Dutra de Menezes)
Pois é, existem muitos outros que ficaram na lembrança e enfeitam a estante, mas estes garotas estão na cabeceira...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Na Manhã Seguinte...


Parecia que um trator lhe esmagara as costas. Doía tudo.
Uma bela espreguiçada, o olhar que percorreu o teto espelhado até notar aquele corpo perfeito ao seu lado. Esfregou os olhos e relembrou cada minuto de uma noite longa.
Fazia tempo, muito tempo.
Deixar o fetiche guardado e esquecido causa angústia que se transforma em dores.
Foi como ver a ferrugem ir embora aos poucos. Mas de onde vinham as dores? O fetiche era bondage e ela tinha sido amarrada a noite toda... E de onde vinham as dores?
Ela olhou de banda, respirou forte e sorriu. Naquele momento o prazer foi tamanho que doses de endorfina liberaram metade das dores.
Aquela garotinha com cara e olhar de mulher vinte anos mais jovem era a causa das dores. Destravou todas as energias e liberou os músculos aprisionados pelo tempo sem prática. Uma fêmea fetichista de coração e comportamento baunilha. Vai entender...
- Posso tirar uma foto tua acordando? – foi direto.
- Não, tenho vergonha. Deixa eu me ajeitar – ela disse.
Ducha, beijos e sorrisos. A felicidade morava ali.
Mas pairava a dúvida cruel. Ele tinha que colher impressões, afinal, o que ela tinha achado daquilo tudo? Um cara doidão, maduro, experiente e com um mundo totalmente oposto ao que ela entendia como prazer. Era preciso saber.
Pensou: “melhor perguntar. Ela é só sorrisos e não estranhou a manhã seguinte. Tocar no assunto ou cagar e andar?”
- Quer almoçar comigo? Hoje é Sábado – foi à única coisa que conseguiu falar.
- Tenho que ir em casa, trocar de roupa, colocar algo mais dia. Dá pra ser?
Sem jeito pra tocar no assunto do fetiche tocou-lhe as marcas que as tiras de roupão tinham deixado, e embora quase imperceptíveis elas ainda estavam por lá como um troféu conquistado depois de tanto esperar.
Ela notou que ele olhava as marquinhas e apenas sorriu. Continuou tomando o café.
Pensou pela segunda vez: “quer saber? Deixa essa porra pra lá. Melhor não dizer nada e deixar o barco seguir seu rumo.”
A ansiedade trouxe de volta as dores nas costas. Insinuou uma tentativa de arrastá-la pra cama outra vez e ela pediu pra ir embora. Encucou. Mas pensando bem, eram quase onze da manhã e se iam almoçar era hora mesmo de deixar a maloca e seguir em frente.
- Tá sentindo alguma coisa? – ela notou que as costas o incomodavam.
- Nada, só uma dorzinha de nada nas costas. Estive gripado semana passada. Te disse, lembra? E acho que por ter ficado dois dias deitado meu colchão me pregou uma peça...
Começaram a se vestir, mas não desgrudavam os olhos um do outro e muito menos perderam o sorriso constante. Ele terminou primeiro, acendeu um cigarro e ficou estático admirando cada detalhe de como ela se aprontava pra tomar o rumo de casa. Martelava a cabeça a vontade de tocar no assunto, falar do fetiche improvisado, argumentar que podia ser ainda melhor, falar de técnicas, experiências, qualquer coisa que pudesse ajudar a manter a chama acesa e dar a certeza de que era possível começar tudo outra vez.
De repente ela deu falta do relógio. Procurou aqui e ali e nada.
Num segundo ele lembrou que lhe havia tirado o relógio do pulso para evitar que a tira pudesse machucá-la. Correu até a cama, revirou o lençol, travesseiros e encontrou o que ela já aflita buscava.

Mostrou-lhe o relógio e pediu que ela esticasse os pulsos para que ele o colocasse no lugar.
Novamente as marquinhas deram o ar de sua graça. Alisou-as com carinho e outra vez ela sorriu. Naquele instante viu que não tinha como ser diferente e perguntou:
- A cordinha machucou você?
Ela lhe olhou séria e disse:
- Vou contar pra minha mãe!

Sorriram e foram embora para viver felizes até hoje...

sexta-feira, 11 de março de 2011

O Rochedo Contra o Mar


Circulou pela Internet essa semana em vários blogs um manifesto contra fotografias retiradas sem a devida autorização dos proprietários e, imediatamente, re-utilizadas em espaços alheios.
A interligação mundial das comunicações representou um avanço. É inegável. Possibilitou também a chegada da ousadia generalizada. Por um lado, se enfileiram àqueles que querem expor o que fazem, mostrar ao que se dedicam, e por outro fez nascer uma praga, uma doença que parece não ter cura. Porque não depende de pesquisa científica ou qualquer outro método. É uma questão de comportamento, de foro íntimo e, principalmente, de cultura.
Reparem que por conta dessas ações impensadas de piratas de plantão o meu site tem que arcar com o custo de três e meio por cento do faturamento mensal na contratação de empresa especializada em caçar esses fantasmas que se utilizam de sites com distribuição de links e espaços gratuitos (megaupload, rapidshare, etc...) para postar aos parceiros de fóruns o que a outros pertence de fato e de direito.
Tenho amigos que freqüentam esses fóruns e me avisam quando alguma coisa aparece por lá.
Tal e qual uma gripe asiática, essa doença está concentrada numa parte do globo terrestre que todos dão o nome de países latinos. Sabe-se que brasileiros e vizinhos de idioma castelhano não pagam nada na internet. São os espertos, que nasceram pra se dar bem. Verdadeiros adeptos da famosa lei de Gérson, de levar vantagem em tudo, e se esbaldam com as migalhas colhidas em sites como Bastardo, Chicas Atadas e outros menos populares.
Claro que a equação é simples. Enquanto um babaca paga as meninas para serem modelos, assume custos de produção, impostos, taxas e outros, os que conspiram entre apelidos sugestivos e sem graça se vangloriam em postar material de propriedade privada e comprovada em troca de benesses dos parceiros anônimos que dividem senhas com eles. Já existem programas que limitam mais de um acesso para as senhas vendidas também, mas tudo isso gera um custo alto que me aborrece de tal forma porque obriga que tarifas sejam repassadas aos que pagam todos os meses para ter o acesso.
É chato isso? É claro que é. Assim como também é um extremo desprazer quando uma menina encontra uma fotografia pessoal, e às vezes íntima, num blog ou fotoblog que nada tem a ver com ela.
Não me importa que utilizem as minhas fotografias. Dependendo do local e do conteúdo é uma forma de promoção. Sempre e quando os créditos sejam publicados de forma devida.
Mas não pensem que este tipo de atitude e comportamento é exclusivo do anonimato. Em 2009 o Jornal Meia Hora aqui do Rio de Janeiro, o qual pertence à respeitada empresa O Dia Comunicações, publicou uma fotografia ampliada para a primeira página sem autorização da então participante do BBB9 Priscila Pires enquanto modelo do Bound Brazil. Pior do que isso, esta gente removeu a logo do meu site e postou a foto em busca de sensacionalismo barato.
Famoso por publicar histórias do “mundo cão”, este jornal através de seu editor chefe apenas buscou uma retratação. Alegou que algum funcionário desavisado “achou” a fotografia espalhada pela Internet e imaginou ser de domínio público.
Precisa falar mais alguma coisa? Poderia ter ido além, buscado retaliar, mas de que adianta colher tostões quando a mentalidade segue sempre igual?
Só me resta concordar com um grande amigo: filho da puta e poeira tem em todo lado...

Forced Orgasm

O Forced Orgasm (orgasmo forçado) talvez seja o efeito “after bondage” mais apreciado pelas meninas. Não é exagero tal afirmação. Afinal, qual gatinha fetichista em sã consciência e de forma consensual não gostaria de ter um orgasmo provocado pelo parceiro, ou parceira, enquanto imobilizada? No vídeo de hoje que o Bound Brazil exibe aos seus assinantes a lindíssima Terps é forçada a um orgasmo real devidamente enquadrada no princípio de bondage.


A parceira pegou pesado e só libera a menina indefesa depois de obter dela todas as sensações de um orgasmo prolongado.
Cenas reais e sem cortes, inclusive no photoset com as melhores imagens do vídeo.
Uma ótima idéia para esquecer os dias de folia. Não acham?

Um bom final de semana a todos!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Manual Para Dominadoras


Qualquer boa menina pode aprender as técnicas básicas para se tornar uma eficiente dominatrix. Não sou eu quem tem essa fórmula mágica, mas segundo o “The Mistress Manual” publicado pela experiente Lorelei, as moças estão convidadas a ler todas as instruções necessárias para assumirem o controle durante as suas brincadeiras fetichistas.
Pequenas regras de conduta e controle da situação, tipo aquelas coisas íntimas que as meninas sempre tiveram curiosidade de perguntar, mas por alguma razão não o fizeram.
O compêndio está à disposição da mulherada interessada e o link para download no final deste artigo.
Para quem não tem domínio de inglês será necessário buscar a tradução e vale à pena dar uma paquerada nas dicas da Lorelei.
Entretanto, alguns itens devem ser observados por quem está disposta a entrar nesta aventura, e o principal ingrediente é a aptidão, a vontade de assumir o lado dominante na cena. Para algumas dominadoras por excelência, acostumadas com esse lado fetichista vale como uma leitura gostosa e comparativo de técnicas. As novatas, por sua vez, podem desfrutar dos conselhos que a Lorelei publicou.

Fetiche Amador

Desde há muito tempo sou um daqueles viciados por imagens de manifestações fetichistas amadoras. Daquelas que se faz em casa, num Motel, ou seja, onde nada é programado com riqueza de detalhes e tudo acontece em forma de impulso.
Todos nós fetichistas temos um pouquinho de exibicionista e voyeur dormindo ao lado.
As minhas melhores cenas amadoras ficaram guardadas e foram substituídas por imagens retocadas, que são comercializadas. Claro que o fetiche fica explícito, o entendimento, os conceitos e tudo que o cerca, mas o espírito empreendedor do amador sai de foco.
E se existe alguém que eu considere um mestre na arte de produzir cenas amadoras de excelente resultado esse cara é o MrZ, ou melhor, Mr. Zemaneco.
Este sujeito de Brasília há um longo tempo encanta as platéias com cenas de bom gosto dentro dos conceitos fetichistas que ele e sua escrava Raiane se dispõem a praticar. É inegável que a exposição, a exibição de sua idéia fetichista é o foco. E essa semana, as cenas de bondage realizadas e devidamente fotografadas me chamaram a atenção.
As amarrações são seguras e firmes, o corpo da Raiane é apresentado como deve ser numa cena amadora; sem tratos, ao natural, como todo amante de imagens deste cunho deve apreciar.
Eles formam a chamada dupla perfeita. Se encaixam, se aceitam. Alguma coisa do tipo “na rua, na chuva e na fazenda.” A disciplina da prática segue um calendário rigoroso que fica à disposição de todos em seu blog. MrZ não poupa as idéias e se arrisca com segurança. Numa estrada deserta com uma ponte famosa no fundo ou na varanda de um conhecido Motel. Tudo é festa e válido, respeitando regras e apurando todas as técnicas.
Faz oito anos que nos esbarramos pela grande rede postando imagens amadoras.
Eu dava vazão ao fetiche com minhas modelos amadoras que escondiam o rosto e as tatuagens e ele com sua escrava Paola já tinha uma legião de seguidores. A vida deu voltas. Me tornei um produtor e o MrZ seguiu sua rota até encontrar a parceira ideal.

Por mais que alguém nos chame de Dinossauros Fetichistas de plantão jamais perdemos o elo principal que é capaz de desafiar o tempo e a lógica: a vontade de realizar.
Hoje vejo nos blogs das meninas várias imagens desfocadas e rosto ocultos e me lembro dos tempos em que mesmo às escondidas, o fato de mostrar pequenas gotas de um universo significava o delírio de ter uma pequena máquina digital que deletava o risco de ter as fotos copiadas em revelações.
Para conferir o trabalho desse espadachim fetichista é só acessar: Escravas Brasilerias


Link Manual: http://www.megaupload.com/?d=XAEJZGAD