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quinta-feira, 10 de março de 2011

Manual Para Dominadoras


Qualquer boa menina pode aprender as técnicas básicas para se tornar uma eficiente dominatrix. Não sou eu quem tem essa fórmula mágica, mas segundo o “The Mistress Manual” publicado pela experiente Lorelei, as moças estão convidadas a ler todas as instruções necessárias para assumirem o controle durante as suas brincadeiras fetichistas.
Pequenas regras de conduta e controle da situação, tipo aquelas coisas íntimas que as meninas sempre tiveram curiosidade de perguntar, mas por alguma razão não o fizeram.
O compêndio está à disposição da mulherada interessada e o link para download no final deste artigo.
Para quem não tem domínio de inglês será necessário buscar a tradução e vale à pena dar uma paquerada nas dicas da Lorelei.
Entretanto, alguns itens devem ser observados por quem está disposta a entrar nesta aventura, e o principal ingrediente é a aptidão, a vontade de assumir o lado dominante na cena. Para algumas dominadoras por excelência, acostumadas com esse lado fetichista vale como uma leitura gostosa e comparativo de técnicas. As novatas, por sua vez, podem desfrutar dos conselhos que a Lorelei publicou.

Fetiche Amador

Desde há muito tempo sou um daqueles viciados por imagens de manifestações fetichistas amadoras. Daquelas que se faz em casa, num Motel, ou seja, onde nada é programado com riqueza de detalhes e tudo acontece em forma de impulso.
Todos nós fetichistas temos um pouquinho de exibicionista e voyeur dormindo ao lado.
As minhas melhores cenas amadoras ficaram guardadas e foram substituídas por imagens retocadas, que são comercializadas. Claro que o fetiche fica explícito, o entendimento, os conceitos e tudo que o cerca, mas o espírito empreendedor do amador sai de foco.
E se existe alguém que eu considere um mestre na arte de produzir cenas amadoras de excelente resultado esse cara é o MrZ, ou melhor, Mr. Zemaneco.
Este sujeito de Brasília há um longo tempo encanta as platéias com cenas de bom gosto dentro dos conceitos fetichistas que ele e sua escrava Raiane se dispõem a praticar. É inegável que a exposição, a exibição de sua idéia fetichista é o foco. E essa semana, as cenas de bondage realizadas e devidamente fotografadas me chamaram a atenção.
As amarrações são seguras e firmes, o corpo da Raiane é apresentado como deve ser numa cena amadora; sem tratos, ao natural, como todo amante de imagens deste cunho deve apreciar.
Eles formam a chamada dupla perfeita. Se encaixam, se aceitam. Alguma coisa do tipo “na rua, na chuva e na fazenda.” A disciplina da prática segue um calendário rigoroso que fica à disposição de todos em seu blog. MrZ não poupa as idéias e se arrisca com segurança. Numa estrada deserta com uma ponte famosa no fundo ou na varanda de um conhecido Motel. Tudo é festa e válido, respeitando regras e apurando todas as técnicas.
Faz oito anos que nos esbarramos pela grande rede postando imagens amadoras.
Eu dava vazão ao fetiche com minhas modelos amadoras que escondiam o rosto e as tatuagens e ele com sua escrava Paola já tinha uma legião de seguidores. A vida deu voltas. Me tornei um produtor e o MrZ seguiu sua rota até encontrar a parceira ideal.

Por mais que alguém nos chame de Dinossauros Fetichistas de plantão jamais perdemos o elo principal que é capaz de desafiar o tempo e a lógica: a vontade de realizar.
Hoje vejo nos blogs das meninas várias imagens desfocadas e rosto ocultos e me lembro dos tempos em que mesmo às escondidas, o fato de mostrar pequenas gotas de um universo significava o delírio de ter uma pequena máquina digital que deletava o risco de ter as fotos copiadas em revelações.
Para conferir o trabalho desse espadachim fetichista é só acessar: Escravas Brasilerias


Link Manual: http://www.megaupload.com/?d=XAEJZGAD

sexta-feira, 19 de março de 2010

Fascínio Singular


De uma coisa eu já sabia ao abrir os olhos na maternidade: o fetiche estava no sangue de tal forma que apareceu no teste do pezinho...
Cresceu e floresceu, até o dia que comecei a interagir e passei a conhecer pessoas com o mesmo DNA.
Embora nunca tenha tido nenhuma tendência a submissão, me confesso apaixonado pelo fascínio do olhar de uma mulher dominadora.
Cruéis quando devem ser, carinhosas e amigas, essas mulheres mandonas e suas mentes perversas, exercem sobre mim uma admiração singular. Comportamentos distintos, mesclando dor e alegria em doses certas, elas roubam a cena quando o assunto é fetiche.
Nutro por elas respeito e amizade, recebendo em troca a mesma moeda, como se eu fosse merecedor de tanta generosidade sadia e sincera.
Perdi as contas de quantas dessas mulheres indomáveis passaram por minha humilde escola bondagista. Vidradas em amarrações perfeitas e simétricas, aos poucos conseguem entender a mensagem do bondage e a canalização da energia de uma cena perfeita.
Imagine a quantidade de súditos que sofreram pacientemente em suas mãos quando elas partiram em busca da imobilização perfeita? Eu tenho modelos, elas têm a servidão absoluta. Talvez seja mais adequado, quem sabe.
Elas insistem, jamais desistem e com orgulho apresentam seus nós em fotos ou na minha frente, sem jamais perder a compostura que as faz ser o que são.
Muitas foram minhas “vitimas” e se viram prisioneiras dos meus nós, embora de brincadeira, porque essa troca é como colocar a coleira numa fera que na primeira chance te arranca o braço. Bom, se é verdade ou mentira nunca vou ter certeza, por conta disso acho que fiz bem em não arriscar.
Seria imbecilidade extrema da minha parte negar o orgulho de ver a Scarlet apresentar seus nós equilibrados diante das câmeras de um programa de televisão, da mesma forma que eu seria um perfeito babaca ao não admitir que a Lady Vulgata desenvolveu seu bondage no olhar, a um palmo do meu nariz abelhudo, e hoje exibe com prazer suas habilidades e técnica apurada nas páginas de seu blog.
E assim se contam vários exemplos que já não me atrevo em lembrar.
Durante toda a minha vida fetichista só colecionei bons momentos ao lado dessas mulheres malvadas e suas chibatas de couro, verdadeiras Damas de Ferro.
Portanto meus caros amigos submissos nas mãos dessas Rainhas: se o nó apertar, liga não, porque a festa delas estará apenas começando.
Vida longa a todas essas grandes amigas!

Hot Foot

Vocês sabem o que é hot foot?
Já que é um assunto novo por essas páginas, vale uma explicação a quem nunca foi apresentado ao tema.
Bom, pega-se o pé da parceira, coloca-se os dedos bem juntinhos, de preferência amarrados com um cordão bem fino ou uma tira de fitilho. Entre os dedos apertados, insira palitos de fósforo e acenda até a chama chegar perto da pele.
Maldade? Nada disso, suspense apenas.
Atendendo a pedidos dos assinantes do Bound Brazil, produzi um vídeo de ação, onde duas meninas estreantes (Elisa e Suelly) são assaltadas em seu local de trabalho pela também novata Amanda.


As duas sofrem o diabo nas mãos da ladra até terem a chance da revanche (essa galera adora quando tem forra...). Pra se vingar, as duas aterrorizam Amanda com uma cena de hot foot, exatamente como expliquei aqui.
O vídeo com dezessete minutos de duração será exibido hoje pelo Bound Brazil aos seus assinantes, acompanhado de um photoset com as melhores imagens, inclusive com tomadas em close de hot foot.
É ou não é de tirar o fôlego?
Será que elas assoprarão a tempo?

Um ótimo fim de semana a todos!