
Qualquer boa menina pode aprender as técnicas básicas para se tornar uma eficiente dominatrix. Não sou eu quem tem essa fórmula mágica, mas segundo o “The Mistress Manual” publicado pela experiente Lorelei, as moças estão convidadas a ler todas as instruções necessárias para assumirem o controle durante as suas brincadeiras fetichistas.
Pequenas regras de conduta e controle da situação, tipo aquelas coisas íntimas que as meninas sempre tiveram curiosidade de perguntar, mas por alguma razão não o fizeram.
O compêndio está à disposição da mulherada interessada e o link para download no final deste artigo.
Para quem não tem domínio de inglês será necessário buscar a tradução e vale à pena dar uma paquerada nas dicas da Lorelei.
Entretanto, alguns itens devem ser observados por quem está disposta a entrar nesta aventura, e o principal ingrediente é a aptidão, a vontade de assumir o lado dominante na cena. Para algumas dominadoras por excelência, acostumadas com esse lado fetichista vale como uma leitura gostosa e comparativo de técnicas. As novatas, por sua vez, podem desfrutar dos conselhos que a Lorelei publicou.
Fetiche Amador
Desde há muito tempo sou um daqueles viciados por imagens de manifestações fetichistas amadoras. Daquelas que se faz em casa, num Motel, ou seja, onde nada é programado com riqueza de detalhes e tudo acontece em forma de impulso.
Todos nós fetichistas temos um pouquinho de exibicionista e voyeur dormindo ao lado.
As minhas melhores cenas amadoras ficaram guardadas e foram substituídas por imagens retocadas, que são comercializadas. Claro que o fetiche fica explícito, o entendimento, os conceitos e tudo que o cerca, mas o espírito empreendedor do amador sai de foco.
E se existe alguém que eu considere um mestre na arte de produzir cenas amadoras de excelente resultado esse cara é o MrZ, ou melhor, Mr. Zemaneco.
Este sujeito de Brasília há um longo tempo encanta as platéias com cenas de bom gosto dentro dos conceitos fetichistas que ele e sua escrava Raiane se dispõem a praticar. É inegável que a exposição, a exibição de sua idéia fetichista é o foco. E essa semana, as cenas de bondage realizadas e devidamente fotografadas me chamaram a atenção.
As amarrações são seguras e firmes, o corpo da Raiane é apresentado como deve ser numa cena amadora; sem tratos, ao natural, como todo amante de imagens deste cunho deve apreciar.
Eles formam a chamada dupla perfeita. Se encaixam, se aceitam. Alguma coisa do tipo “na rua, na chuva e na fazenda.” A disciplina da prática segue um calendário rigoroso que fica à disposição de todos em seu blog. MrZ não poupa as idéias e se arrisca com segurança. Numa estrada deserta com uma ponte famosa no fundo ou na varanda de um conhecido Motel. Tudo é festa e válido, respeitando regras e apurando todas as técnicas.
Faz oito anos que nos esbarramos pela grande rede postando imagens amadoras.
Eu dava vazão ao fetiche com minhas modelos amadoras que escondiam o rosto e as tatuagens e ele com sua escrava Paola já tinha uma legião de seguidores. A vida deu voltas. Me tornei um produtor e o MrZ seguiu sua rota até encontrar a parceira ideal.
Hoje vejo nos blogs das meninas várias imagens desfocadas e rosto ocultos e me lembro dos tempos em que mesmo às escondidas, o fato de mostrar pequenas gotas de um universo significava o delírio de ter uma pequena máquina digital que deletava o risco de ter as fotos copiadas em revelações.
Para conferir o trabalho desse espadachim fetichista é só acessar: Escravas Brasilerias
Link Manual: http://www.megaupload.com/?d=XAEJZGAD

