sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Amarrou sua Secretária?


Quantas vezes você sonhou com ela totalmente imobilizada em sua mesa de trabalho?
Estou falando da sua secretária.
Motivos? Vários, desde um simples delírio fetichista sexual a um belo castigo. Castigo mesmo, por falar demais, por errar alguma ligação importante, enfim, um deslize que aqui no universo paralelo habitado por intrépidos sonhadores sedentos por suas fantasias se torna um começo.
No dia dedicado a essas moças que povoam nosso subconsciente fazendo com que sua profissão por si só já represente um fetiche, a minha admiração. Aliás, o que seria de mim sem a minha secretária? Lógico que a frase se refere à presteza e trabalho, mas num tempo remoto, minha ex-secretária fez parte do elenco do Bound Brazil. Que saudades da Scarlet!
Qual a esposa, namorada ou até amante não morre de ciúmes de uma linda secretária?
Talvez o fetiche venha dessa situação intrigante que uma bela secretária provoca na imaginação das pessoas. E o fetiche nasce e se desenvolve na nossa imaginação.
Onde mais?
Várias vezes apostei neste tema pra montar minhas tramas dos filmes do Bound Brazil. Uma roupa elegante, um penteado ajeitado e unhas perfeitas. O ponto de partida impecável para transformar essas “Deusas” em vitimas. Depois, vê-las aprisionadas com saltos reluzentes e meias de fina seda se transformam no colírio pra olhos cansados.
E as secretárias carregam uma magia realmente intrigante.
O sujeito não sonha com uma mulher a frente de sua sala desarrumada ou descabelada. Ele delira com uma mulher perfeita em todos os aspectos, porque faz parte do subconsciente trazer fatos que captamos em algum momento da vida.
Um amigo me dizia: brother, não existe secretária feia. Há as mal arrumadas.
Acho que é mais ou menos por aí. A mulher quando assume este tipo de cargo sai de casa pronta pra arrasar. Ela começa o dia arrancando suspiros por onde passa até chegar ao seu local de trabalho. Lá ela encanta a quem está ao seu lado no dia-a-dia e aos visitantes.
Posso me considerar um sujeito de sorte. Desde que resolvi montar meu negócio várias princesas estiveram na linha de frente. E por incontáveis vezes tive que escutar algum cliente ou amigo sussurrando baixinho: porra, como é boa a tua secretária!
Por isso, este espaço genuinamente fetichista rende homenagens às secretárias.
Porque secretária não precisa ser submissa, dominadora ou afim pra despertar ondas de fetiche em seus admiradores. Elas não precisam aparecer amarradas (embora devessem) ou em outro tema fetichista qualquer. Basta ser secretária pra ser a tal, a rainha do pedaço, a boazuda da rua, aquela que todos sempre desconfiam que no fim de tarde se enrola com o patrão.
Os caras montam filmes de sacanagem e logo entra em cena o patrão com a secretária entrando no motel. Pornochanchada era assim. Quem já entrou nos quarenta deve lembrar da estonteante Helena Ramos interpretando Regina, uma ex-secretária no filme Mulher Objeto de Silvio de Abreu de 1981. Uma delícia. Um glossário de fetiches.

Porém, como um bom bondagista de sangue azul não abro mão de ver uma secretária em apuros. Uma ladra que invade seu local de trabalho sempre foi meu roteiro favorito. Nada melhor que ver uma mulher imobilizando a outra transformando-a num simples joguete.
No site há dezenas de casos desse tipo. Fazer o que? Está adormecido aqui dentro e desperta quando elas aparecem elegantes esperando pelos nós...
Portanto senhoras e senhores: vamos dar os parabéns a quem de direito em seu dia.
Porque ainda que o amigo jamais tenha experimentado a delícia de ter uma linda secretária capaz de preencher toda a sua imaginação fetichista, não se aborreça. Peça para sua parceira se vestir como tal. É tiro e queda.
Monte um bom cenário e acima de tudo viva intensamente a fantasia.

Um bom final de semana a todos e, em especial, a todas as secretárias!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

No Gargarejo


Pra turma do gargarejo o melhor do meu brother Bill do site JBRoper.
Pode arquivar.




quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Prós e Contras


Muitos acreditam nas voltas da vida. Me incluo neste time.
Entretanto, essas viradas volta e meia são dolorosas, conflitantes e, algumas vezes, parecem contos de pura ficção.
O que vocês vão ler a seguir é uma história autorizada de alguém bem próximo que conta com minha admiração. É muito bom ser amigo desse cara de idéias simples e coração pulsante.
Tudo começou num desses acasos da vida.
Várias vezes o Jonas confessou aqui no blog sua preferência por praticar seu fetiche de bondage com meninas de vida horizontal. Garotas de programa sempre foram sua válvula de escape, a fantasia perfeita que funcionava com prazo de validade e não tinha continuação no dia seguinte. Mas num dia o caldo entornou e nosso herói se meteu em apuros.
Foi assim...

ACM, meu caro. Sobre a parada com a garota há um problema: estou gostando da moça e bem ou mal estou me tornando um amigo que ela está precisando, porque anda mesmo mal no momento. Engraçado que a gente pensa que esses mulherões de site chique estão cheias da grana e pensamos na tal "vida fácil", mas ouvindo a história dela – eu fui a casa dela e vi de perto algumas coisas para realmente acreditar.
Essas minas recebem em média uma ligação por dia, isso em maré boa porque podem ficar uma ou duas semanas sem nada. Pagam quase 2000 Reais (se não racham) nessas quitinetes em Copacabana (A maioria tem base lá) e agora que eu descobri a versão século 21 dos gigolôs e cafifas vi que não tem porcentagem, eles cobram uma grana todo mês para as meninas terem as fotos no site.
Esse que eu postei no Facebook e dei a dica pra galera cobra 1000 reais por mês. Cara, isso é lucro liquido, tira fotos uma vez, depois é só sentar e receber a grana. Só precisam ser espertos para captar meninas bonitas, o que cá entre nós, no Brasil não é tão difícil assim...
Essas meninas, em média ganham grana praticamente para sobreviver, em outras palavras, são comidas para poder comer. É triste cara, não sou contra a profissão, seria hipócrita, mas não tem nada de legal nisso ai...
Eu hoje estou com a cabeça super virada sem saber lidar com esse negocio. Quero ajudar a gata, dai penso em jeitos "cibernéticos" de fazer isso (sou da área), mas ao mesmo tempo, gosto dela e não quero botá-la dentro dessa vida ainda mais.
A gente sai, da uns beijos e eu não consigo chegar "junto" porque ela pode pensar que estou apenas querendo "levar a mercadoria de graça", ao mesmo tempo me sinto mal por oferecer colocar alguma grana na mão dela e ela se ofender.
Também tem o fato de eu ficar sem saber se ela está a fim ou é simplesmente porque eu estou pagando a conta. Sinuca doida meu amigo! Nunca pensei em me ver numa situação dessas.
Fica a vontade para usar a minha história ai no blog se quiser...

Simplificando, jamais tive a intenção de ser o Analista de Bagé ou reviver o antigo “pergunte ao Barão” da revista Ele e Ela. Na verdade, o caso do Jonas começa e talvez termine por conta do fetiche bem feito, na medida perfeita que faz a cabeça do cidadão.
O fato de se apaixonar por uma mulher que se prostitui aqui é apenas um detalhe. Há milhares de relatos com o mesmo conteúdo e todo mundo está careca de saber que isso é real.
Creio que o Jonas não precisa de conselhos, ele apenas necessita se achar no meio desse imbróglio em que se meteu. Talvez o recente fim de seu casamento o tenha deixado um pouco carente ou a realização do fetiche pretendido o tenha feito balançar.
Ele mais do que nunca precisa lidar com isso e analisar se seu futuro começa por aqui.
Se vale uma opinião pra encerrar o assunto diria que o tempo deve ser seu principal aliado na hora de decidir se segue em frente e encara a sinuca ou desse do trem.
Aos interessados em dar uma bola ao meu grande brother a tribuna é livre e ele agradece.

E já que o Rock and Roll anda em alta por aqui, uma versão de Paulo Miklos pra contar a história do Jonas.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Elevador


Rodrigo era alucinado por cenas perigosas. Seu sonho era viver no fio da navalha e inventava as transas mais absurdas na esperança de um dia realizar suas fantasias.
Foi apresentado ao mundo fetichista por um amigo e logo se declarou um switcher, tinha atração pelas duas faces da moeda.
Num dos encontros conheceu uma dominadora muito louca que ao saber de seus devaneios achou o máximo, passando a contar os dias para viver uma nova aventura.
Aos poucos foram criando uma lenda própria e toda vez que se encontravam faziam planos que nunca chegavam a se tornar realidade.
Um dia voltando de uma noitada com os amigos depararam com um prédio em reforma numa rua pouco iluminada no Centro da Cidade. Trocaram olhares libidinosos e seus pensamentos entraram imediatamente em sintonia. Tentaram a porta e não foi preciso fazer força porque nem tranca havia. Se embrenharam na escuridão e só a chama do isqueiro iluminava seus passos.
Entre entulhos e restos de fios descobriram um elevador antigo de porta pantográfica enferrujada e coberto de poeira por todos os lados. O lugar perfeito, a aventura sem limites no escuro sem saber se alguém viria para estragar a festa.
Tomaram coragem e resolveram tirar o fetiche da imaginação.
Ela atirou-lhe contra a parede suja, colocou-o de costas, tirou-lhe o cinto, suas calças caíram e com um violento tapa mostrou quem iria comandar a cena.
Catou pedaços de fios elétricos espalhados pelo chão e amarrou-lhe as mãos para o alto no que havia sobrado da porta em estilo sanfona, usou a gravata como mordaça e o fez implorar com gemidos abafados por sua mão forte.
Usou-o como seu objeto, o fez de gato e sapato, Rodrigo tremeu na base sem precisar pedir nada, cada passo que seguia era a realização plena de sua fantasia. Ela fez florescer todo seu instinto dominante e o invadiu com seus dedos antes de explodirem num gozo profundo, duradouro e indecente.
Vestiram-se depressa quando escutaram ruídos de alguém, talvez atraído pela volúpia dos gemidos e das ordens humilhantes em voz firme e tom elevado. Escaparam como crianças arteiras com um sorriso maroto na face, sorrindo do “crime” cometido com requintes de crueldade.
A partir daquele dia nasceu uma paixão desenfreada e Rodrigo e Elena nunca mais se separaram. Tentaram outras aventuras perigosas em outros lugares, porém foi impossível reviver aquela noite que permanece em suas lembranças como se fosse à única, um começo de tudo.

Hoje, casados e felizes, esperam pelo segundo filho vivendo uma união estável e tranqüila, entretanto, sem deixar de realizar suas fantasias fetichistas.
Rodrigo não vive mais no fio da navalha e Elena domina e é dominada com naturalidade. Criaram uma mística com ritos próprios e até arriscam fantasias mais ousadas com terceiras pessoas bem longe de casa.
Todas as vezes que a vida me leva a Buenos Aires faço uma visita a meus dois amigos, leitores assíduos aqui deste Blog, de quem ouço grandes histórias e a quem dedico estas linhas, mesmo em Português.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mitos


Pouco importa se a parcela de pessoas que gostam de cenas de bondage seja menor que um grão de areia comparado com um todo. ”Todo” esse tremendamente reduzido a uma pequena fatia de pessoas que apostam no sucesso de suas fantasias sexuais.
A melhor parte da aventura é ser parte dela.
Não é tão simples viver uma fantasia e dividir com todos dispostos a ver. O caso é complexo. Porque não é fácil convencer a estranhos que coisas que chegam por meio de notícias muitas vezes atrozes sejam capazes de despertar tesão em certas pessoas.
Talvez minha insana loucura seja perdoada por mim mesmo apenas. E nas vezes em que me vi falando a uma menina qualquer que lhe enfiaria um lenço na boca e usaria cordas para impedir seus movimentos, além de fotografar tudo e levar pra casa, assisti a piração muito de perto.
Neste instante, com jeitão de histeria coletiva, explicar a conta é como provar que o verde é azul. Só acreditando muito no resultado é possível prever que um satélite caia do céu a dois palmos do nariz. Nunca consegui prever nada além de uma possível caganeira depois de me encher de bobagens em fim de noite...
Pode ser que tudo aqui esteja muito desconexo. Mas como não bebi nada além de suco e água e fumei somente cigarro ainda é possível escrever que a vida é cercada por mitos e lógicas que desafiam a vontade e, principalmente o desejo.
Ninguém suporta rótulos, seja qual for. Até mesmo o melhor dos CDF’s (cú de ferro) detesta ser chamado dessa forma mesmo que não desgrude a bunda da cadeira por uma tarde sequer. Talvez eu ande um pouco cansado de ter um rótulo também.
Outro dia me ligou uma garota que vem a ser amiga de uma amiga que fez um trabalho de bondage para o meu site perguntando sobre a possibilidade de trabalho. Até aqui tudo certo. Só que ela se apresentou e saiu perguntando se estava falando com um cara que paga uma grana pra amarrar as garotas e tirar fotos. É pica!
O melhor é respirar e contar até três. Porque eu não sou o cara que amarra as mulheres e tira fotos. Eu filmo também. E não faço apenas isso na vida, aliás, se fizesse estaria literalmente fudido. O problema está na continuidade, na forma como as pessoas tem um conceito. Daí vem o rótulo: o bondagista cruel capaz de tirar o sorriso lindo de uma garota não menos bonita pra agradar a uma minoria sedenta.
O sujeito que posta fotografias de mulheres em agonia, imitando situações de seqüestros e às vezes até de vinganças e traições ou tramas de sexo forçado. Porém, o que soa ilógico e canalha faz parte do sonho erótico de alguém que se derrete entre quatro paredes com uma brincadeira dessa natureza.
A idéia não é mostrar a um facínora como agir com as meninas na rua. O filho da puta que faz este tipo de coisa e ignora o fetiche como fantasia sabe muito bem o que faz e nada que seja uma simples historinha de filme de ação faz sua cabeça lotada de imbecilidade.
Então, se a sociedade criou um mito a este respeito eu só lamento.
É fato que muitos que são contrários a este tipo de fantasia combinada com o sexo lotam os prostíbulos na calada da noite, ou num fim de tarde em que o expediente encerra mais cedo, a procura do prazer no anonimato.

Mas eu meti e meto a cara. Porque de duas coisas jamais vou morrer: de medo e de parto. Portanto, me orgulho de ser o que sou, de ter feito o que fiz, do que faço e do que ainda farei. Sem essa de dizer que crio sem emoção, sem batimento no peito.
O que produzo é um retrato do que acredito como fantasia sexual adornado por requintes capazes de roubar a cena, sempre imaginando que outros como eu, habitantes de um mesmo quinhão de terra desejam ver como sonhos retratados.
Por isso, quando olho um trabalho de quase quatro anos atrás consigo lembrar de cada

detalhe, de como tudo foi concebido. Talvez isso me faça seguir.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

As Nossas Moças


Um amigo outro dia me fez uma cobrança.
Por que dar uma “canja” para sites estrangeiros e deixar de fora as moças brasileiras que depois de três anos sabem como mostrar bondage na tela?
Ilustre pela saco: às vezes é complicado falar do que a gente faz. Mas levando em consideração a nossa velha amizade, de bandeja eu posto alguns trabalhos realizados em diferentes fases.
A prova contundente de que estas “Deusas” já possuem uma grande legião de seguidores pelo mundo afora.
Diana Vidal, Jamylle Ferrão, Luana Fuster, Isadora e Miranda.
Uma baita comissão de frente.
Confere.
Um bom final de semana a todos!