segunda-feira, 1 de agosto de 2011

The Pet (2006)


Passei a noite de Domingo assistindo a esse filme. Como não poderia ser diferente, vale à pena postar uma resenha, ainda que possa parecer um pouco “over” publicar outro artigo a respeito de cinema em menos de três dias. Mas vá lá.
O filme de D. Stevens tem um enredo bastante simples.
A história gira em torno de dois personagens, Peter (Pierre Dulat), que é um cara rico na casa dos cinqüenta e Mary (Andrea Edmondson), que mais tarde torna-se GG (seu apelido) uma menina jovem que vive na periferia da grande cidade. Por conta da morte de seu gato ela está enfrentando uma pilha de contas do veterinário, um namorado violento com quem ela terminou o relacionamento, e ainda por cima está sendo despejada de seu apartamento.
Então, de repente, ela esbarra em Peter, enquanto está trabalhando num de seus empregos temporários. Ele se oferece para ajudá-la e a convida para jantar quando lhe propõe do nada um cheque de dez mil dólares como auxílio.
O enredo é sobre BDSM, mas acho que sai um pouco dos trilhos porque Peter não está retratando uma situação construída em negociação mútua, em vez disso, ele parece tirar proveito da situação de Mary, o que deturpa o protocolo mais comum dentro de BDSM – consentimento.
Peter a convida para sua mansão e coloca a disposição o jardim para enterrar seu gato. Enquanto ela está passando um tempo lá ele lhe oferece mais dinheiro para que fique por mais dois dias. A impressão que fica é que ela naquele momento se submete em nome da própria sobrevivência e da boa vida que passar a usufruir. Mary recebe uma coleira e assume ser uma dog pet de Peter.
Vale citar a questão da entrega em troca de estabilidade financeira de novo porque se a intenção do diretor é traduzir as experiências que circulam no meio BDSM, outra vez o tiro sai pela culatra durante a narrativa. Uma vez questionado por Mary sobre algumas atividades, Peter ao sentir descontentamento de sua parceira oferece a ela a quantia de cinqüenta mil dólares para ser sua pet por seis meses. Acho que há aqui um conflito moral em toda a história e soa como descrédito ao que se pratica dentro da comunidade BDSM, mas essa é a ótica de quem criou a trama.
O confronto de teoria também é questionável no enredo. A aproximação de pessoas que raptam mulheres para tráfico de órgãos e outros fins é inoportuna e a aparição destes personagens causa a impressão de que o filme não faz nenhum esforço para polarizar esses dois contextos diferentes, a fim de mostrar as diferenças entre uma entrega consensual e escravidão ilegal e real.
Apesar da chegada do suspense como objetivo principal do criador da obra as cenas se confundem. Tanto as praticadas por Peter e suas “escravas consensuais” como as que sugerem a captura de suas meninas em troca de resgate, nas quais as suas parceiras são vitimas de atos bárbaros que nada tem em comum com o BDSM praticado entre eles anteriormente.
Noves fora a confusão que o conceito de BDSM pode sofrer em meio à história o filme é vigoroso e eficaz. Basta pra isso que o praticante se atenha a trama e não procure traçar um paralelo entre as cenas consensuais da mansão de Peter e as que os mercadores de escravas brancas impelem em suas vitimas. O filme deve ser encarado como ficção, não como um auto-retrato do underground BDSM como sugere o começo do enredo.
Se a idéia é ver mulheres bonitas submetidas a capturas você acerta em cheio assistindo “The Pet”. E por falar em beleza é impossível não citar a excelente identificação com cenas de BDSM na participação de Lydia McLane (Red), que mesmo num papel de coadjuvante dá as cartas. Ela é uma conhecida modelo/atriz de sites norte-americanos de bondage. Mais uma prova de que as cenas reais contam muito em qualquer obra que o cinema tenta aproximar o BDSM dos seus espectadores.
Confira o trailer.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

"Exposed" (Diary of a Rape) 1971


Lena (Cristina Lindberg) está sozinha na cidade enquanto seus pais estão de férias.
Ela está dividida entre seu namorado inocente e um sociopata quarentão (Heinz Hopf) mais experiente do que seu príncipe consorte, mas muito sádico. Em conversas com seu namorado ela chega a falar a respeito de Helge, o sádico. Ele fica bravo e lhe desfere um tapa. Atordoada ela foge e pega carona com um promíscuo, porém simpático casal, Lars e Ulla, que ela havia conhecido no verão.
De volta a cidade é atraída por Helge com quem se envolve até o final da trama.
As voltas com chantagens através de fotografias comprometedoras ela se submete aos seus caprichos.
O diretor Gustav Wiklund bolou uma trama interessante.
Como fundo, a expressão fetichista em detalhes perfeitos. Como base, a beleza estonteante de Cristina Lindberg que por unanimidade de crítica ofuscou totalmente o enredo.
O filme em verdade consegue ser mais do que um simples e típico filme de sexploitation. A trama em si não é tão ruim e existem algumas performances decentes.
A primeira impressão é que o caráter do personagem de Lindberg teria traços marcantes de roteiros anteriores, muitos chegaram a imaginar uma homenagem ao BELLE DE JOUR de Buñuel, mas o filme funciona.
As sequências de fantasia são fantásticas. Há tanto esmero nos detalhes que segundo a crítica Wiklund chega a pecar por excesso, o que pra nós fetichistas é uma blasfêmia. As cenas de bondage são vigorosas e atingem a perfeição em determinado momento. Não há bondagista na face da terra que possa pensar em criticar tamanha benevolência com o fetiche como nessa obra. Imagine mais de sete minutos de um filme dedicados a fantasia.
Um delírio!
Este clássico Sueco do começo da década de setenta foi banido em 39 países. Acreditem.
O título sugeriu diversas traduções por onde foi permitido rodar. O mais lógico é procurar por “Exposed” simplesmente ou tentar a sorte buscando por “Diary of a Rape”, ou seja, o diário de um estupro. Não é complicado encontrar a versão inteira disponível na Internet. Trata-se de uma obra de anos atrás.
É interessante ver a interpretação da jovem Lindberg se transformando em cena. Ela, certamente, nos faz cuidar de sua personagem devido à forma como encena a menina em perigo na cama de um sádico.

O maior problema com este filme e muitos outros filmes de sexploitation é que não há apenas as seqüências que nos despertam o óbvio. Eles precisam durar os minutos todos e as tomadas manjadas e sem sentido atrapalham um pouco. Mas no nosso caso, bastam estes sete minutos de perfeição. Recomendo atenção absoluta na última parte, pois dará total sentido ao final da trama.


Como brinde posto aqui as duas seqüências incríveis de “Exposed”. Um tributo ao fetiche de bondage em toda a sua expressão. Impossível assistir e não rever pelo menos duas vezes.

Um ótimo final de semana a todos!



quinta-feira, 28 de julho de 2011

As Pulgas


É incrível a atração que o fetiche exerce em quem vive com ele.
O aprendizado é eterno e por mais que alguém afirme do alto de sua experiência que conhece tudo, que já viu ou provou de todas as emoções, tem sempre uma coisa nova batendo na porta.
Nesse oceano de desassossego, os fetichistas embora muito parecidos têm características impares. Enquanto tudo é restrito a papo, palestras ou encontros há muita concordância, mas basta haver conjunção de corpos e desejos que o beato solta fogos.
Nessas horas vale à pena deixar um pouco de lado a lógica em nome da percepção.
A idéia aqui não é colocar apenas uma pulga atrás da orelha dessa gente bronzeada que se esbalda com práticas fetichistas e de BDSM no hemisfério sul. Minha intenção é colocar um cachorro cheio delas atrás da orelha atenta do povo que comunga da mesma corrente de pensamento.
Exemplos não faltam e são fartos. Duas amigas submissas chamadas a uma sessão com um dominador estavam devidamente preparadas para viver o que se espera de um encontro assim. Agonia, desejos e realização. Tudo pronto até descobrirem que o objetivo do dominador era ser humilhado pelas duas moças numa tarde que parecia perfeita.
Prontamente recusaram tal oferta e já que estavam com os hormônios em festa partiram para uma cena lésbica. Melhor gozar entre elas do que com a cara do sujeito que pelo menos deveria ter dito a verdade.
Daqui se resume o seguinte: desejo fetichista ninguém inventa. Ele está inserido no contexto do prazer de quem busca a prática. Infelizmente alguns praticantes faltam com a verdade na hora de abrir o jogo e tudo termina numa grande cagada.
Razão de sobra pra pulga estar bem no cantinho da dobra da orelha.
Por outro lado a pulga pode ter um efeito contrário à desconfiança. A presença do inseto sem asas da ordem siphonaptera no pavilhão auricular estaria mais inclinada à curiosidade do que a qualquer dúvida. Por isso, existem os desencontros. E como seria? Simples, algumas propostas negociadas que terminam em envolvimentos fetichistas acabam por não suprir as necessidades de quem se aventura a ter a relação. Inevitavelmente o tempo e a falta da realização de certos desejos minam o relacionamento e o castelo desmorona.
Mas nem tudo está perdido quando o assunto é a obsessão por fantasias.
Acharam a palavra forte? Obsessão? Mas não é, porque em alguns casos o fetichista assume a tara dentro de si e corre todos os riscos para tirar uma lasca daquilo que ele supõe ser o nirvana. Quebrou a cara? Só resta levantar e partir pra outra recolhendo as lembranças. Alguma coisa boa sempre fica ainda que nem tudo tenha sido o sonhado mar de rosas...
O ideal é ter equilíbrio. Discernir entre os prós e contras e aceitar quando nada sai como planejado. Tudo que é obsessivo é demais.
Nesse meio fetichista conheço muita gente que já pode vivenciar parte desse dilema. O certo e o errado simplesmente passeando a luz de seu pensamento. Gente capaz de conviver com uma incontrolável vontade de experimentar as duas faces da moeda, misturando desejo e apreensão em doses idênticas.

Por uma dessas pessoas eu tenho uma admiração que transborda. Talvez por conta disso tenha decidido dedicar esse artigo de hoje a ela, quem sabe por que ela costuma guardar dois cachorros infestados de pulgas em cada orelha ou simplesmente porque ela jamais se omite quando a ordem é verificar onde está a pedra que risca o chão e dispara a faísca.
Esteja perto ou distante pouco importa. É possível materializar sua veia fetichista através de um simples “affff” ou um longínquo “*pisc”.
Ternurinha, as palavras de hoje são pra você minha grande amiga, por tudo que representou como inspiração para que eu pudesse

desenvolver esse tema. Não tem erro: é a tua imagem e semelhança, ainda que as pulgas atrás de tua orelhinha estejam com os dias contados.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cartas de Amor de uma Freira Portuguesa (1977)


Faz bem pouco tempo escrevi aqui no blog sobre o diretor Jess Franco e uma de suas obras.
Do simples desafio do cinema novo dos anos sessenta a maturidade na década seguinte, Franco se firmou como um diretor prolixo.
Contestado por boa parte da crítica que insistia em classificar suas obras como de segunda categoria, o chamado cinema B, Jesus Franco pouco se importou e seguiu apostando em temas pouco conservadores sempre colocando uma pitada de BDSM explícito em suas narrativas.
Em “Love Letters of a Portuguese Nun” ele vai de encontro aos dogmas religiosos e desafia a ordem estabelecida. Reparem que estamos falando de trinta e quatro anos atrás.
Na trama, uma inocente jovem chamada Maria é uma noviça do convento de Serra D'Aires, secretamente dirigido por satanistas.
Seu confessor está em conluio com a madre superiora e todo um cenário macabro comanda o roteiro. Maria é torturada, forçada a fazer sexo com homens, mulheres, o diabo com chifres, e completamente envolvida pelo que a cerca só consegue se ver livre através dos sonhos.
Desesperada ela escreve uma carta a Deus e implora que algum cavaleiro venha resgatá-la, apenas para não cair nas mãos da Inquisição e ser colocada na fogueira e condenada à morte como Joana d'Arc.
"Cartas de amor de uma freira portuguesa” é um filme de horror com doses de erotismo totalmente baseado no contexto do BDSM. Geralmente os filmes de Franco apresentam uma trama muito delineada e cargas de sexo, mas desta vez é o contrário. Claro que há muito espaço para o sexo, principalmente quando envolve a questão fetichista do espectador, mas é definitivamente um elemento secundário na trama.
Esse filme se encaixa no gênero horror conhecido como "nunsploitation” se analisado à luz da crítica cinematográfica. A história de Maria, uma menina que é forçada a entrar para um convento sabendo que o mentor usou de ma fé e manipulou sua mãe utilizando-se de tal fato para que ela admitisse um suposto conluio entre a jovem e o diabo, o que obviamente a destinaria diretamente para o Inferno.
No entanto, Serra D’Aires não é um convento cristão e em vez de adorar a Deus todos pregam o satanismo como norma. Depois de ser forçada a realizar atos pecaminosos com vários membros do convento (incluindo o Príncipe das Trevas), Maria tenta escapar e a trama tem um final inusitado.
Jess Franco soube aproveitar todo o clima envolvente dos cenários da idade média para criar seu laboratório de horrores, ao mesmo tempo em que provoca praticantes de BDSM a seguir seu relato, porque ainda que não exista consentimento nas cenas apresentadas, sabe-se que estamos falando da sétima arte, onde tudo é possível dentro de um rolo de filme.
O filme carrega todos os aspectos de seu criador. Funciona como um atestado do diretor Jess Franco que ao longo de mais de quarenta anos produziu uns duzentos filmes, e é um dos cineastas mais originais e iconoclastas no subgênero denominado Cinema B.

A atuação da jovem Susan Hemingway em “Love Letters of a Portuguese Nun” merece destaque, assim como de todo o elenco.
E já que estamos falando de uma obra de mais de trinta anos aqui vai à dica para baixar o filme inteiro pelo link: http://www.filestube.com/l/love+letters+of+a+portuguese+nun
Existem muitas outras opções na rede onde é possível conseguir o filme completo.
De lambuja uma cena na íntegra com muito BDSM só pra dar água na boca da galera.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Enlevo


Ainda que não seja um roteiro de filme minhas linhas algumas vezes transmitem devaneios.
Basta estar inspirado com a luneta apontada na direção do desejo que a mente pervertida se encarrega do resto.
Daí me deu vontade de ter umas aulas.
Aulas fetichistas ministradas por uma bela e encantadora dama de óculos, bem ao estilo professorinha, pronta pra me ensinar os caminhos da perdição absoluta. E o que traria essa linda mulher ao cair da tarde? Bem, olhando a fotografia aqui ao lado acho que os ensinamentos dão conta dos meus próprios sentidos.
Fita adesiva fotografada juntamente com um olhar de incerteza.
A ela foi decretada a lei do silêncio. Precisa ensinar com os olhos, até os gestos são restritos e sobra somente o balanço do dorso completamente limitado pelo que criei. Assim o bondagista tece sua teia.
Então é possível seguir o roteiro de acordo com a sua própria vontade. O filme é seu e a sessão é totalmente interativa, mas neste caso, eu dou as cartas e projeto horas de angústia e, talvez medo, que se transformam em momentos de pura emoção, o chamado “a taste of excitement“.
Afinal, pra que serve a fantasia de bondage? Muita gente indaga a esse respeito e por mais que existam conceitos e opiniões os valores se alternam. Bondage talvez seja o fetiche onde a verdade não tem dono, onde não existe um livrinho de regras e os limites são infinitos. O sujeito é doido por cócegas? Tá legal amarra ela primeiro. Pode ser que o cara seja apenas um bondagista com raízes fincadas em damsels in distress, ou seja, a menina em perigo em meio a uma trama qualquer. Certo, cordinhas pra começar. E assim sucessivamente.
E vale tudo: algemas, zippers, lenços, qualquer objeto que possa funcionar como uma abraçadeira de dois pulsos ou tornozelos.
O básico é o aprisionamento, a restrição dos movimentos e a privação dos sentidos.
O que vier adiante fica por conta do desejo maior de ambos os praticantes. Por isso, não é complicado falar de bondage já que tudo é muito amplo e abrangente.
Enquanto eu desando a escrever sobre o fetiche a professorinha continua sua saga.
E nos minutos ou nas horas que vão preceder o que se denomina de “gran finale” eu posso tudo. Mas posso porque a mim foi dado esse direito por puro consentimento, de outra forma a cana seria dura e terrível o que jamais me passou pela cabeça, aliás, de todos nós que habitamos esse universo da fantasia e sabemos como conviver dentro dele.
Está na hora de seguir delirando pra perceber onde eu quero chegar.
Me dou conta que tenho outro presente me esperando, desta vez na sala. E a moça está devidamente acomodada num divã. Parece engraçado; muito fetichista algum dia já foi aconselhado por alguém a deitar num divã diante de um analista pra, quem sabe, ceifar o tal mal pela raiz. Brincadeira? Que nada, conheço fetichista que já foi parar até em casa de reza pra afastar demônio. A chapa esquenta...
Olhando o divã e esquecendo o analista caio na real e pressinto que a dama tem um olhar pedinte, desejoso. Deixo a professora de lado e resoluto parto em busca daquilo que esse fim de tarde de inverno me reservou: o fetiche é agora, deixar pra depois por dúvida ou incerteza é ver a vida passar pela janela.

Se fosse tudo verdade realmente eu estaria nas nuvens.
Mas sonhar é grátis, faz bem e pode ajudar na sua próxima aventura. Por isso, não me farto de criar meus roteiros na frente ou por trás das câmeras, ainda que tudo não passe de uma grande ilusão que duas fotografias publicadas por um parceiro conseguiram trazer pra minha imaginação.
Só me resta agradecer ao Kevin por esse momento mágico e esperar que qualquer dia destes eu possa transportar para uma bela cena de bondage real.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Se For Capaz


Uma brincadeira que pode dar certo, por que não?
Basta dar uma paquerada na foto ao lado e entrar no clima. Daí estenda um convite a sua parceira e coloque em prática.
A idéia é simples: desafiá-la a descobrir por meio do tato o brinquedo mais interessante.
Só que o tato aqui não tem nada a ver com o toque das mãos, ou seja, o brinquedinho tem que ser aplicado na “zona do agrião” e de lá certamente virá à resposta. Certo ou errado, dependendo do que ela diga a brincadeira termina ou recomeça.
Claro que você não vai dar mole e certamente fará uso de brinquedinhos novos aos quais ela nunca teve acesso, o que vai tornar o joguinho interessante. E como bem disse um amigo altamente piadista e pandego, se ela possuir a visão do terceiro olho poderá adivinhar a cor...
Posso garantir uma coisa: se sua parceira é daquelas que delira com esse tipo de jogo erótico e com a utilização de brinquedos durante as fantasias, ela vai adorar cada minuto e você como bom bondagista ou dominador terá a sua musa encantada com o game adulto e o que é melhor ainda, ao seu inteiro dispor.
A galera que curte trazer parceiras baunilhas ao universo fetichista não pode deixar de anotar essa dica. Garanto que a curiosidade e prazer andarão de mãos dadas no jogo. Um detalhe: jamais aceite revanche ou você vai estar em maus lençóis.
O premio para o vencedor fica a critério do casal. O que é combinado não sai barato e nem caro, portanto, acerte na escolha pra não se arrepender depois. Procure desafiar de forma branda, suave, para evitar o famoso pulo do gato feminino. Lembre-se sempre que a mulher tem alguns aspectos sombrios e muitas vezes vingativos, por isso, esteja certo quanto à primeira regra: o desafio é seu o qual não cabe recurso.
Se ela vencer, venceu e pronto. Parabéns. Aproveitou cada minuto e saiu com os louros da vitória. Aqui vale a velha teoria do sujeito muito amigo do vampiro: “tudo certo, mas não me venhas com beijos ao pescoço!”

Retorno

Um grande amigo está de volta para delírio da galera que é louca por bondage.
O Dale, do site paragon e gaggedwomen, colocou o pé na estrada e está reabrindo os portais aos assinantes.
Parece uma tarefa simples, mas não é. Embora os portais já tenham anos de existência, por muito tempo o Dale apenas publicou seus trabalhos em lojas do “clipe4sale” ou através de tokens, ou seja, quando você vende um ensaio avulso na rede.
Em breve uma galeria de seu trabalho estará disponível aos assinantes do Bound Brazil como convidado. Faço questão de dar as boas vindas a esse amigo de longa data que retorna a um lugar de destaque o qual ele nunca deveria ter se distanciado.
Me sinto feliz por ter incentivado esse retorno, porque independente do fator concorrência todo trabalho de excelência deve ser admirado como arte, e o Dale é um desses caras que nasceu pra fazer bondage.
Be welcome back my friend!

Pra encerrar, uma desculpa pública a minha amiga Bela e a todos que foram ao mega evento do 24/7 neste último final de semana em Sampa: problemas particulares impediram que eu estivesse presente como prometido.
Claro que seria muita pretensão achar que fiz falta, ao mesmo tempo em que afirmo que a festa em si fez muita falta para mim e como todos às vezes anteriores eu gostaria de estar presente. Entretanto, não deu. Lamento, muito mais por mim mesmo que me privei de estar num evento que é a célula mater do calendário fetichista por aqui.
Beijo Bela, na próxima eu vou!