segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Estranhos Desejos


O LW mandou essa numa roda de amigos e amigas: “toda mulher gostaria de ser puta por um dia”. E não pensem vocês que era uma reunião fetichista onde todo mundo está acostumado a ouvir e discutir desejos estranhos. Em meio aquelas doze pessoas o único pervertido era eu.
De repente uma das moças entra na conversa e concorda. Claro que o tem era de brincadeira, afinal ela falava às gargalhadas, mas quem sabe, bem no fundo o discurso carregava verdades?
A certa altura cheguei a supor que o LW tinha razão, tamanha era a empolgação das meninas quanto ao assunto.
As mulheres viajaram entre botas de couro, mini-saia, blusa decotada e chegaram ao ponto de imaginar como seria ficar parada na rua levando cantada de todo mundo, até que seu parceiro chegasse para colocá-la no carro e juntos partissem para a noite perfeita.
Pensei: espera aí, esse negócio é fantasia, e se é fantasia essa gente está falando de fetiches.
Foi quando virei para uma delas e perguntei: você teria mesmo coragem?
Depois de um silêncio coletivo, todos os olhares apontaram para a direção da mulher em pleno exercício público de excitação, quando arrancava espanto e desejo de todos. Ela pensou, me olhou (a gente se conhecia muito pouco) e disse: “tai, acho que eu faria sim, mas não sairia com qualquer um não, tinha que ser uma fantasia entre eu e meu parceiro.”
Com raras exceções, normalmente o fetiche é praticado entre parceiros que elaboram as fantasias, combinam detalhes e as põem em prática – comentei meio arrependido, porque talvez não fosse esse o foco das conversas.
Mas não adiantou muito, porque todo mundo começou a dar palpite e cada um tinha uma história pra contar.
Foi de arrepiar. Nem pareciam as mesmas pessoas comportadas que falavam de moda, de música, de bares e lugares. Aquele povo mandou ver, soltou a voz e acabei escutando tanta fantasia que jamais imaginei surgir de cabeças de pessoas sem nenhum acento fetichista.
Pois essa diferença é fundamental. Quando um desejo de realizar uma fantasia se torna imprescindível, factível de repetições intensas, automaticamente vira um fetiche.
Nem sempre a coisa fica tão séria. Algumas pessoas vez por outra têm desejos diferentes, escutam falar de algumas fantasias sexuais e ficam com vontade de praticar. Uns até chegam a criar coragem e partem para realizá-las, outras, porém, desistem no meio do caminho já que não existe a comichão fetichista atentando.
Não é raro saber de mulheres adeptas a jogos sexuais com problemas no casamento.
Alguns caras não gostam de inserir fantasias em suas relações conjugais e, nesse caso, até simples lingeries incomodam, perturbam, assim elas acabam desistindo.
Nas minhas andanças, topei com mulheres casadas loucas por praticar dupla penetração e outras fantasias. Mas como é um assunto delicado, que envolve a participação direta de terceiros, tudo não passou de espasmos que adormeceram num mundo imaginário. Algumas confessaram que durante o ato chegaram a imaginar tais fantasias e alcançaram orgasmos incríveis em silêncio, sem jamais revelar em que estavam pensando.

Então, algumas frases feitas que sugerem fetiches, como as mulheres vestidas de prostitutas numa rua pouco iluminada ou como a velha retórica de que toda mulher fica linda nua e de salto alto, fazem parte do cotidiano e algumas vezes chegam a ser modelo para práticas dentro do casamento. Entretanto, para a grande maioria cai no esquecimento.
Me fez lembrar um amigo submisso e podólatra louco para confessar seus desejos à esposa. Como dizer a ela depois de anos casados que adoraria estar sendo pisoteado numa intensa cena de trampling?
Sempre existe uma chance...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nós, por Nós


A idéia não é tentar uma introspecção coletiva fazendo com que todos se auto-analisem e exponham características. Queria falar de nós, mas os nós que encerram uma amarração, que prendem e aprisionam.
Se todos soubessem como é bom chegar ao final de uma cena de bondage com alguns centímetros de corda suficiente para dar um simples nó, saberiam o que estou tentando dizer. É a sensação de dever cumprido, o prazer de terminar de forma bem feita.
“Pô ACM, mas amarrar uma mulher é um ato de violência...”
Pra quem nunca experimentou maçã é difícil saber o gosto, concordam?
Noves fora a vida pessoal (vixe!), nos tempos de Bound Brazil por quatro vezes tive problemas com mulheres e nós. Duas belas moças não suportaram o aprisionamento e outras duas (uma muito famosa), sentiram-se perturbadas pela mordaça. Isto num universo que já chega a quase cento e cinqüenta garotas, sendo que a grande maioria nunca havia escutado falar que nesse planeta existiam pessoas cheias de tesão ao ver uma mulher aprisionada.
Entretanto, meus nós foram testemunhas de incríveis surpresas agradáveis. Quer um exemplo? Amarrar uma dominatrix. Deixá-la indefesa, embrulhada pra presente, é uma sensação das mais gostosas desse universo. Podem até pensar que estou pra lá de Bagdá ou sonhando com duendes, mas sem essa de esconde-esconde: amarrar a Lady Vulgata foi como carimbar meu currículo brother! Foi como enjaular uma fera... (Sorry Lady!)
E nessas andanças pós site muitas foram às vezes em que o ato de amarrar despertou interesse além da conta em quem nunca tinha imaginado a existência do fetiche. Vi meninas curiosas querendo aprender como se faz, outras atrevidas jurando que levariam o fetiche pra cima de sua própria cama, e uma em especial que chegou a um orgasmo intenso ao ser amarrada. Duvidam? Basta ver a entrevista da Terps ao Penetra do canal Playboy.
Ela jura que foi verdade e eu acredito!
Mudando um pouco o foco do fetiche a nível comercial, chegamos às praticas, aos dominadores que gostam de bondage e inserem cenas de amarração em suas sessões. Por vezes topam com submissas fóbicas que morrem de medo assim que a corda lhes aperta. Aceitam ser espancadas, flageladas e até humilhadas, mas visualizar um simples pedaço de corda é como ver uma cobra rastejando na relva. As moças pulam como pererecas.
Mas um bondagista jamais foge ao combate e insiste até que a máquina funcione.
Amigos praticantes de love bondage preferem realizar suas fantasias com mulheres baunilhas. Dizem que funciona meio a meio, que a realização plena acontece quando conseguem convencer suas parceiras a entrar na dança. Por não terem traços dominantes fica mais fácil. As fantasias variam entre falsos seqüestros, abordagem relâmpago ou amarração consentida por meio de jogos ou outras brincadeiras.
Em todo esse universo onde os nós prevalecem do começo ao fim a essência está apenas em gostar de ver alguém aprisionado, sob domínio ou em meio a gostosas gargalhadas. Para um fetichista o desejo por uma determinada fantasia tem o significado de um todo, e quando duas pessoas se atrevem a viver a mesma aventura é como um nó bem feito, delicioso de fazer e quando desfeito apenas representa a vontade louca de começar tudo outra vez.

Erotic Bondage Game II

Pra quem baba vendo duas mulheres entre carícias e sussurros, a segunda parte do vídeo “Erotic Bondage Game” que o site Bouns Brazil exibe hoje aos seus assinantes é a cereja do bolo. Porque tem a participação de três lindas gatas entre beijos, cordas e desejo.
Terps, Débora e Jordana mostram como se faz uma gostosa brincadeira a três.
Vale conferir.
Um bom fim de semana a todos!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A Saga Fetichista do Tristão


Mal se passaram seis dias do ano novo e já começam a chegar emails com casos fetichistas.
Escolhi este aqui pra falar primeiro.
A saga do Tristão. Isso mesmo, ele escolheu esse apelido porque define sua condição.
Não bastasse ter que realizar seu fetiche às escondidas, na clandestinidade, nosso convidado de hoje achou espaço para suas aventuras submissas onde jamais imaginou um dia encontrar.
Por um desses acasos da vida, Tristão vive seu fetiche nas mãos de uma dominadora cruel que é nada mais nada menos a sua sogra. Acreditem, é sério, e há testemunhas.
Mas não pensem que essa relação fetichista começou em família, dentro da própria casa.
O destino resolveu ser implacável e tratou de cruzar as linhas.
Bem casado e com filhos, netos de sua dona, Tristão guardava a sete chaves o segredo de ser dominado por uma mulher com a experiência necessária para lhe conduzir ao nirvana. Freqüentador assíduo de salas de bate papo, num dia qualquer alguém resolveu responder aos seus anseios. A mulher se mostrou firme, decidida, do jeito que ele almejava. Declarou-se mais velha, exibiu capacidade e conhecimento que lhe ajudou na caminhada pelo universo fetichista, ainda que de maneira totalmente virtual.
Cumpridor das tarefas que lhe eram passadas por sua propensa dominatrix, Tristão foi agraciado com a possibilidade de vir a ter com ela um contato fora da tela do computador. Seria a primeira experiência fetichista real de um homem que já havia ultrapassado a casa dos trinta.
Tristão conta que seu fetiche ficou guardado por muito tempo antes dessa aventura. Nunca ousou praticar, por timidez e por medo. Ao mesmo tempo sabia que já havia passado da hora de tentar realizar seu sonho fetichista ainda que isso fosse acontecer numa relação extraconjugal. Não admitia pagar uma dominadora profissional com o intuito de preservar sua integridade familiar. Queria que a entrega fosse de forma viva e definitiva, por isso, estava decidido a exorcizar todos os fantasmas possíveis assumindo todos os riscos provenientes de tal atitude.
Quando da aproximação do encontro resolveram se revelar. Precisavam desvendar seus rostos, tinham um encontro marcado. Decidiram que os emails deveriam ser trocados ao mesmo tempo, assim um saberia do outro de forma instantânea para que não houvesse surpresas. Ao abrirem a caixa de correios eletrônicos emudeceram por dias, semanas.
Um dia sua mulher resolveu convidá-lo para almoçar na casa da sua mãe. Tristão inventou todas as desculpas e nada colou. Com medo de que sua mulher desconfiasse (é incrível, mas é fato, porque toda vez que escondemos alguma coisa fica a impressão que todos ao redor suspeitam de algo), acabou por aceitar.
Ressabiado ante a presença da sogra ao lado do marido, Tristão foi chamado por ela para uma conversa a sós. Todos sorriram imaginando que se tratava de uma conversa sobre o casamento ou um segredinho banal qualquer, mas para sua surpresa, imediatamente ao chegar ao quarto da mãe de sua esposa, recebeu a primeira ordem fora do campo virtual: “ajoelhe e beije meus pés, capacho imundo!”.

“The Resort” na Mídia

Um presente aos amigos e amigas.
O trecho do programa Penetra do Canal Sexy Hot com a entrevista que tive o prazer de conceder a bela Rossana, apresentadora, com a não menos bela Terps ao meu lado, quando do lançamento do filme “The Resort”, em Julho do ano passado.
Prestem atenção na Terps. Ela é verdadeira demais!
Um novo longa metragem, como foi prometido, está saindo do papel com novidades pra lá de interessantes. Qualquer dia eu conto tudo, mas por enquanto, fica o registro do filme que é sucesso de vendas e crítica.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Dilema


Somos imperfeitos.
Esta constatação, embora possa parecer leviana, mostra que como seres humanos alternamos entre defeitos e virtudes o tempo todo. São as dualidades da vida.
Fetichistas, pessoas com prazeres e desejos diferentes, vivem alguns dilemas em certos casos. Começando pelo próprio conceito de ser fetichista. Basta ter tendência a gostar de determinadas situações (fantasias) na hora do sexo. Seria simples se alguns fetichistas não nutrissem desejos por duas fantasias ao mesmo tempo. Os chamados “switchers”, que costumam caminhar por uma estrada de duas vias, vivem incertezas quando começam a explorar essa gama de sentimentos.
Não significa dizer que ser switcher não é bom. Milhares de pessoas conseguem tirar proveito dessa pluralidade alcançando objetivos no sexo que muitos não logram enxergar. Uma pessoa com tendências sádicas apenas, jamais se sentiria realizado sexualmente no papel de masoquista, e assim sucessivamente. O problema fica evidente nos primeiros passos, quando alguns chegam a viver crises de identidade até desenvolver essas emoções e atingir a plenitude com o avanço das práticas.
Conheci muita dominadora que em sua trajetória transitou sob o domínio de alguém.
É possível? Claro, muitos fetichistas viveram esse cenário. O que não caracteriza o fetichista como switcher, porque pode existir uma experiência de um lado que com o passar do tempo perde em expectativa e cai em desuso, fazendo com que esta pessoa inicie uma trajetória por um caminho inverso.
Compliquei?
Ainda não, porque esse conceito serve pra distinguir um switcher de um fetichista que mudou de rumo.
Para ser considerado um switcher é preciso que o fetichista tenha ao mesmo tempo, e todo o tempo, prazer por duas coisas diferentes. Um switcher não é alguém que começou dominando, sentindo prazer no papel de top da relação e depois se arrisca do lado contrário de onde nunca mais retorna.
Só que até alcançar essa plenitude e ter sabedoria para lidar com o médico e o monstro dentro dele, este mesmo fetichista vive dilemas intensos, uma verdadeira crise de identidade até se encontrar no universo ao qual pertence.
Exemplos? Gosto de amarrar, mas também adoro ser amarrado por ela. Gosto de pingar velas, mas não renego o desejo de ser vitima dos pingos. E por aí vai...
Nada anormal se considerarmos que temos direito às nossas escolhas, e que experimentar não faz mal algum. O problema está em atingir este discernimento. E pra quem está iniciando vale buscar conhecimento, saber sobre experiências de alguns e, se possível, perguntar. Ninguém nasce sabendo de tudo, portanto não há vergonha nenhuma em tirar dúvidas com pessoas que possam contribuir para o aprimoramento de quem chega.

A base de tudo está dentro de cada um. Gostar de fetiches é o suficiente. Depois escolher um lado ou os dois, sempre partindo do princípio de que o desejo está em primeiro lugar. Até para curiosos há um cantinho reservado no planeta fetiche.
A grande sacada do “mondo fetiche” é o senso total de igualdade. Aqui ninguém é melhor que ninguém. Um dominador jamais é superior intelectualmente a uma submissa porque ele a humilha. Neste caso, o prazer dela em ser humilhada durante uma prática fetichista é o que conta. Quando tudo termina os dois dividem os mesmos deveres e virtudes.
Por conta disso é que cada vez mais me curvo ao que me disse ontem uma amiga do fetilife: “ainda prefiro uma relação que misture as emoções fetichistas com o comportamento baunilha”.

Vivendo e aprendendo. Mais uma prova de que sem conhecimento e troca de idéias não chegamos a lugar algum.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Belas Imagens de Bondage


Pra começar o ano de bem com o fetiche.
Aos loucos por bondage, algumas pérolas de amigos que assim como eu batalham todas as semanas para levar o melhor do fetiche na rede.
Enjoy it!

Na ordem:
Angelique by JB Roper
Alia by Seether
Jessica Adams by Divas



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Fortes Emoções


A primeira década do novo milênio é página virada.
Tem gente que não dá a mínima pra esse negócio de ciclo, calendário, mas se um cara genial há anos atrás estabeleceu dividir os dias, meses e anos, por conta de fixar as estações do ano e preservar a colheita, então vamos seguir com as nossas divisões também. Por que não?
É hora de mudar, rever critérios e buscar novos rumos, ou repetir as mesmas doses, principalmente o que vem dando certo.
Quais são seus planos?
Já que o papo aqui é sobre fetiches, então vamos a ele. Começando pelos meus planos.
No ano passado, nessa mesma época, fiz uma aposta e deu resultado. Mudei a paginação do site Bound Brazil apostando em mais horas filmadas. Se a idéia é mexer com emoção alheia o melhor é fazer isso com maestria, beirando a perfeição. A forma de apresentação mudou: ficaram as fotografias estáticas, mas com a companhia de imagens vivas.
Agora, novos ventos me mostram um novo caminho. O filme “The Resort” foi uma compilação de cenas BDSM com uma apresentação erótica de “love bondage”, onde duas lindas garotas interpretaram o real significado do fetiche: sexo e cordas.
Devido ao incrível resultado desse trabalho, o site inicia 2011 focado nesse segmento: bondage, erotismo e sensualidade. Mulheres bonitas interpretando fantasias onde o aprisionamento, seja por um simples jogo ou por força das circunstancias, gera toneladas de cenas ousadas, sempre pautadas por erotismo, deixando de lado a pornografia explícita.
Aqui vale um parêntese: há que separar o aspecto “pornografia”. Nada contra cenas pornográficas, ainda mais quando se fala em sexo. A grande diferença está na concepção das imagens, que embora venham a ter um mesmo conteúdo podem ser criadas e exibidas de forma distinta.
Mas o site em nenhum momento abandona seus princípios. Mantém sua ótica fetichista baseada no aspecto “Damsels in Distress” e segue lançando novas musas. Os clipes das Terças seguirão esse rumo.
Ainda do mesmo lado do muro, um novo longa metragem é o desejo, e por que não dizer, sonho de consumo. E não faltam idéias. Já são quatro roteiros enviados por amigos e amigas com grandes chances de servirem de enredo para essa produção de verão.
Já estou criando estrutura pra tirar a idéia do papel.
Resumindo, minhas metas fetichistas por enquanto ficam restritas ao lado comercial, ao que penso em produzir durante esse novo ano que está apenas começando a dar o ar de sua graça. Quanto ao fetiche na minha vida pessoal... Sei não, mas está mais pra deixar as coisas acontecerem.
Seguir escrevendo todos os dias, exceto fins de semana e feriados, e tentar passar um pouco das experiências acumuladas nessa longa estrada fetichista, além de manter este espaço vivo, atualizado, dividindo conceitos e somando sempre. Trazer convidados, realizar mais entrevistas com expoentes da cena fetichista daqui e lá de fora.
Acho que é importante que tenhamos metas a cumprir. Se tudo vai sair certinho como manda o figurino é impossível prever, porém, nada impede que se tente fazer o melhor.

As fotografias que ilustram essa matéria pertencem a uma seqüência do vídeo que vai ser exibido na próxima Sexta pelo Bound Brazil: “Erotic Bondage Game – Parte II”. Traduz de forma fiel a minha expectativa do que será o trabalho do site em 2011. Coloca em xeque alguns conceitos, aumenta o tamanho da vidraça, mas ao mesmo tempo representa determinados valores necessários para a continuidade do trabalho a frente da página.
O caminho está traçado e os desafios começam agora.


E vocês? Já escolheram o rumo?