segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Podolatria: pés limpos ou sujos?


O fetiche fica legal quando existe algum ponto de discordância e uma discussão sadia anima o papo e, por conseqüência o ambiente.
Agora há pouco estava preparando a programação do site Bound Brazil para o mês de Fevereiro com o Carlos e o Ynno, quando algumas cenas de podolatria contidas num vídeo deste mês vieram a baila. E por quê? Simples, algumas modelos reclamam com outras na hora de gravar certas cenas beijando os pés quando as colegas não os têm limpos.
Vá lá que entre modelos que estão fantasiando a realidade fetichista num vídeo esta reclamação tenha procedência, mas se levarmos esse assunto pra dentro de uma roda de podólatras a coisa esquenta mais que azeite em frigideira.
A questão ultrapassa a linha de discussão entre dois pontos como é titulo da matéria.
Vou dar um exemplo: a garota chegou para gravar um vídeo, sabia do enredo, estudou o script, entendia que em determinado momento seus pés seriam beijados pela parceira. No entanto, veio calçando um tênis All Star e quando os retirou para a gravação, seus pés apareceram limpos, sem nenhum traço de sujeira aparente. Mas o cheirinho...
E qual seria a real diferença entre um pé limpo e um pé sujo para um podólatra?
A simples aparência suja ou limpa?
Para o Carlos que é fetichista, mas não é podólatra, o pé limpo significa a somatória da limpeza aparente com a falta de odor.
Para o Ynno a simples constatação visual de limpeza é suficiente para o pé estar limpo. Então, neste caso, o odor nada teria a ver com pés sujos ou limpos.
Na verdade, esse assunto deveria contar com a participação de podólatras que engrandeceriam o debate e acabariam com as dúvidas. Porque quando se fala de adoradores de pés que gostam de pés limpos ou sujos o que se imagina é exatamente a definição do Ynno, ou seja, a limpeza sem sujeira aparente.
Pensando em obter esse feedback, a primeira enquete de 2010 toca nesse ponto e aponta três opções possíveis para votar:
Pés limpos com odor, sem odor ou sujos.
Peço a todos os amigos e amigas que tirem essa dúvida e também contribuam com a opinião pessoal, sendo ou não podólatra, assim como nós fizemos hoje.

AS MELHORES DE 2009

Seguindo a cartilha, posto mais uma matéria muito lida e solicitada no ano passado.
“O dia em que virei suco”, conta sem segredos uma história real e hilária vivida há muito tempo atrás.

Na verdade todo mundo gosta de falar de coisas que deram certo e ninguém sai por aí falando de micos, de vaciladas, derrotas, coisas assim. Pois chegou a hora de revelar as famosas roubadas. Era uma morena daquelas que ninguém desvia o olhar. De babar mesmo. Eu, com meus vinte e um aninhos nas costas, um humilde discotecário (na época DJ era discotecário mesmo!) da casa noturna que ela era habituè, mantinha o olhar vidrado naquela Deusa e já a havia comido durante o banho várias vezes ininterruptas. Era muita bronha, dia após dia sem a menor cerimônia. Leia mais...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Nights on Fire (1995)


Lá se vão quase quinze anos…
Foi exatamente no outono daquele ano que recém chegado da Europa onde havia o cheiro do fetiche em toda parte, com a cabeça cheia de influencias, resolvi ousar e engatinhei meus primeiros passos rumo a produções de vídeos.
O alvo era as grandes produtoras americanas e aquela que mordesse a isca na frente acabaria dentro do barco.
Não me faltavam idéias, equipamentos, mas o material humano era escasso e distante. Até que numa tarde encontrei uma amiga dona de um bar na antiga estrada de Jacarepaguá aqui no Rio de Janeiro que comprou a idéia, acreditou nas minhas conversas visionárias e trouxe tanta candidata à modelo que foi difícil escolher a musa (a história era com apenas uma garota) para ser a estrela do filme “Nights on Fire”.
Havia alguns motivos por optar em realizar o primeiro vídeo com apenas uma menina: ainda não me considerava em condições de dirigir três ou quatro mulheres num enredo mais elaborado e, também, diminuía consideravelmente as chances de rejeição da produtora.
A Close-up era tão rígida quanto a Harmony, não tinha tanta penetração na mídia apesar de ser suscetível a cenas mais sensuais, porém os (“do” e “don’t”) tinham praticamente os mesmos critérios.
Era tarde pra retroceder e escolhi a Shirley como minha primeira bondagette da porta pra fora.
Ela tinha dezenove anos, era jovem e achava tudo aquilo estranho e engraçado. Não entendia muito bem qual era a graça da brincadeira, mas a grana era boa. Naquele tempo um vídeo de bondage em VHS custava ao interessado cerca de sessenta dólares, e levando-se em conta a inflação acumulada no período, traduzido aos dias de hoje praticamente dobra esse valor. Então, ela fez o dever de casa, decorou cada cena e entre suor, temores e muitas repetições o filme de uma hora de duração saiu do forno dividido em cinco partes.
Cada parte tinha um figurino diferente e uma boa suíte de um motel foi palco dessa ousada aventura pioneira. A sala de jantar, o quarto, a banheira de hidromassagem (duas vezes) e o banheiro.
A última cena paga o vídeo, como se diz na gíria. Mostrando desenvoltura após duas horas amarrada, Shirley molhou o cabelo e deu um show de sensualidade mordendo uma mordaça cleavedgag, exibindo seu corpo irretocável por inteiro ditando a batida de um final perfeito.
Apesar de cumprir com todas as normas e fotografar as melhores cenas, o filme entrou em catálogo na Close-up no final da listagem da ultima página da revista (a Internet por aqui estava no embrião). Produtores americanos, conhecidos do publico lá fora, tomaram as primeiras fileiras e Nights on Fire ficou na sombra dos holofotes voltados para aqueles caras.
A venda foi fraca, o custo benéfico foi pras picas o que me fez amargar três anos no anonimato até levantar a cabeça e produzir “The Rosemary Revenge” um sucesso de vendas pela Harmony Concepts, do qual já falei aqui.

Como acredito que as novas gerações precisam ter acesso ao que foi produzido numa época de poucos recursos técnicos e, por isso, carregam um selo de pioneirismo, esse vídeo está em fase de remasterização e a partir do dia primeiro de Fevereiro estará à disposição de todos para ser adquirido na sessão vault do Bound Brazil.
Por apenas dezessete Reais será possível ter essa jóia guardada em arquivo para saborear cada pedaçinho.
De lá pra cá muita coisa aconteceu, mas a chama do bondage é rigorosamente a mesma. Os nós, os detalhes e o fetiche.
A Shirley hoje é uma mulher na casa dos trinta, ganhei uma barriga e cabelos brancos, mas a essência do bondage corre com a mesma força dentro de mim.
Consigo lembrar cada pedaço daquela noite e vou guardar comigo pra sempre, como o dia em que ousei desafiar monstros sagrados do bondage e arranjar um lugar na sala, mesmo na ultima fila.


Hoje o Bound Brazil exibe o filme Nightmare com Carolina, Jessy e Carlos vivendo uma bonita aventura recheada de clorofórmio bem ao estilo Damsels in Distress.
Imperdível.
Um excelente final de semana a todos

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Desejo e Realização


Parece mentira, mas a distancia entre desejo e realização muitas vezes lembra uma reta infinita, quase sem destino e difícil de trilhar.
Porém se for possível percorrer esse caminho em parte, pode ser que com uma boa porcentagem do sonho se tornando real se obtenha um grau satisfatório.
E o fetiche é mais ou menos assim. Muitos desses desejos não são possíveis de serem realizados, apesar de todo empenho e insistência somos vitimas de nossos medos, anseios e, às vezes, compromissos com nossa realidade.
O caso da Samantha não foge a essa regra.
Uma mulher madura, resolvida, fetichista, mas com compromissos sociais que a impedem de realizar o desejo de ser, pelo menos por uma única vez, modelo de um site de bondage. Por um longo tempo essa vontade bateu a sua porta, entretanto os sites vinham de longe e pareciam inatingíveis.
Um dia um amigo fetichista falou no Bound Brazil, na possibilidade de viver sua aventura bem perto de casa, em seu próprio idioma. Mas era impossível revelar a identidade em face de sua vida social, então ela optou por viver uma fantasia de forma profissional, como se fosse um dos filmes que o site exibe, na base de um “fake kidnapping” (falso seqüestro), onde ela pudesse ser naquele dia uma das modelos do site.
Filmada e fotografada por profissionais, ela escolheu a modelo preferida para fazer parte de seu próprio enredo, venceu a timidez e vai guardar pra sempre a sete chaves, as fotos e o vídeo para degustar e quem sabe dividir com seu parceiro esse momento inesquecível.
Na verdade ser cúmplice dessa fantasia me deixa feliz.
São vários os motivos, mas o principal é saber que houve uma contribuição para realizar uma fantasia fetichista de alguém. Pode parecer demagogia, mas se a vida nos trás coisas que renegamos e nos orgulhamos, melhor se agarrar aquilo que nos faz sentir bem.
Os cuidados que o amigo da Samantha demonstrou com ela para construir esse roteiro foi incrível e mostra carinho e preservação ímpar, como realmente deve ser.
Talvez ela me libere uma dessas fotos onde seja possível contemplar um pouco do que foi viver uma aventura com ares de realidade, mas me contento em exibir uma fotografia que ela enviou de uma de suas “loucuras” entre quatro paredes.
Contracenando com uma das modelos do Bound Brazil acostumada a encenar histórias de raptos, Samantha viveu seu grande momento porque conseguiu se transportar para um mundo imaginário onde aquilo tudo tinha dia e hora para acontecer.

Nunca pensei na possibilidade de ser um “fantasy maker” e nem tenho essa intenção ou pretensão, mas auxiliar fetichistas em busca do sonho perfeito é mais que uma obrigação, é ter a sensação do dever cumprido, ser solidário e, acima de tudo, amigo.
Às vezes passamos um longo tempo à procura de nós mesmos, desafiamos nossa coragem e ousamos para atingir certos objetivos. Nem sempre a plenitude estará a nossa disposição para viver todo dia momentos de prazer.
É preciso um limão para começar a fazer uma limonada e essa frutinha a Samantha já tem.
Saboreie, sonhe e pense que sempre existirá uma segunda vez.

Foto ao lado: Samantha e uma amiga; amarradas e algemadas numa aventura fetichista.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Gigantismo


O sonho de quem gosta de gigantismo é ser esmagado por pés imensos, tipo ficção, onde ele se vê cada vez menor, tão pequenino quanto um boneco do lego, e uma mulher com uma altura que só cabe em sua imaginação.
Não importa se na realidade ele tenha a mesma altura que ela, ou até maior, porque quando a luz acende é capaz de se sentir menor que um grão de areia.
Mas o gigantismo não se resume a essa definição. Homens loucos por mulheres grandes, seios enormes, bundas gigantescas, por mulheres com pés acima de quarenta, têm desejos muito parecidos.
Geralmente com tendências submissas, salvo algumas exceções, esses fetichistas buscam mulheres acima de 1.75 para criar fantasias incríveis. Com um intenso prazer auditivo, gostam quando a parceira aos poucos os seduz a sentirem-se diminuídos diante dela, imaginam a mulher crescendo até sofrer um suposto esmagamento pela parte do corpo que mais lhes atrai.
O gigantismo se manifesta em podólatras atraídos por pés avantajados, solas que parecem infinitas e dedos longos. Muitos deliram somente em saber que sua musa pena em busca de lojas de calçados que atendam seu número.
Alguns bondagistas com tendências podo-dominante também apreciam os pés compridos. Gostam de desenhar nós pelos dedos tecendo sandálias criativas pelos pés.
Um amigo submisso levava seguidas surras de seios fartos e enormes de sua mulher. Com requintes, ela o sufocava entre as tetas e ali mesmo ele sucumbia num orgasmo intenso e, segundo suas próprias palavras, indescritível.
Práticas de facesitting com nádegas gigantes atraem fetichistas que fazem da falta de ar forçada o clímax de seu prazer. Normalmente absorvidos por qualquer tamanho de bunda, eles enlouquecem quando conseguem unir o útil ao agradável e deparam com nádegas gigantescas a sua frente.
Como diz um grande camarada de São Paulo: “uma mulata com uma bunda protuberante é a imagem do meu prazer, o resumo do meu sentimento mais intenso”.
Pois é, o fetiche desperta versos e frases poéticas porque quando acontece tudo fica pra trás.

AS MELHORES DE 2009

Algumas das matérias mais lidas no ano passado valem ter um re-link por aqui.
Facilita ao acesso e através do Histats dá pra ter uma idéia do que a galera anda lendo aqui no blog.
Hoje vamos revisitar o fetiche por mulheres BBW.

“Elas começaram a aparecer na cena fetichista como as rainhas do Facesitting, que é uma prática predominante em cenas de dominação e submissão onde as mulheres sentam sobre o rosto do parceiro para forçar o contato vaginal ou anal. É a chamada dominação erótica.
Claro que essa prática de BDSM também é realizada por homens tendo mulheres como submissas, porém é muito mais freqüente de modo contrário.
Estas cenas em sites através de fotos e vídeos, trouxeram ao estrelato mulheres com uns quilinhos a mais, sempre buscando uma forma mais sufocante para mostrar o fetiche.
Aos poucos essas garotas foram tomando a cena de assalto e muitas tornaram-se especialistas no assunto...” Leia o texto na íntegra.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Com o Pé Direito


Essa é pra começar o ano de bom humor.
Segundo um amigo doidão de jogar pedra essa história aconteceu de verdade, mas como prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém, em minha opinião esse relato é tão verdadeiro quanto nota de duzentos reais.
Vamos aos fatos.
O cara chegou à praia de Copacabana encharcado de álcool por volta de onze da noite para o Réveillon. Veio de táxi (a lei seca ta pegando!). Havia marcado com um grupo de amigos antes de começar a biritar, mas já não se lembrava do local exato.
Bebado que chega é foda mesmo! O cara sai abraçando todo mundo, deseja feliz ano novo ao primeiro cachorro que encontra pela rua e em poucos minutos está tão intimo que já se sente em família em meio a um grupo de pessoas que acabou de conhecer. Convida a mulher dos outros pra dançar esbanjando alegria e um entusiasmo incomum.
E foi nessa balada totalmente distante dos amigos que já não o esperavam, que conta feliz como sua aventura teve inicio.
Após derramar uma garrafa de champanhe goela abaixo, viu-se entre beijos e abraços com uma mulher morena com quem trocou confraternizações na virada.
Levado a um apartamento na mesma Copacabana as tantas da madrugada, não pestanejou em realizar seu maior sonho de consumo: podolatria.
Pois é, uma prova inconteste de que o furor fetichista nem mesmo um porre é capaz de apagar...
E num quarto iluminado apenas por um abajur em seus últimos suspiros, ele foi tirando cada peça de roupa da nova namorada até se deparar com um par de tênis brancos. Desatou os nós com cuidado e já tendo flashes de sã consciência, avançou sobre as solas sujas dos pés cansados e suados da morena jogada na cama. A pouca luz não lhe dava uma exata noção do tamanho da sujeira concentrada naqueles belos pés, mas o forte odor que parecia oriundo de um saco de biscoitos Fofura, sabor queijo, não lhe deixava nenhuma dúvida: era pegar ou largar. Tal e qual um bravo guerreiro ele não abandonou a luta e caiu dentro mesmo assim, embora seu desejo podólatra nada tenha a ver com chulé.
A mulher não estava dando à mínima e gostava das caricias que ele lhe brindava.
Mas o forte cheiro que o incomodava misturado a toda a quantidade de bebida que seu estomago havia absorvido por horas a fio, fizeram nosso herói ter um enjôo tão devastador que terminou num vomito incontrolável no chão de carpete. Aí o que já era ruim ficou terrível e meu grande amigo viu sua genitália broxar sem piedade.

Aquela morena bem que tentou levá-lo de volta à cena por umas três vezes numa última cartada, porém, tendo conhecimento dos desejos fetichistas do sujeito insistia em esfregar-lhe os pés entre a boca e o nariz. Daí o que vinha era uma golfada após a outra e meu amigo já implorava por um chuveiro e umas boas horas de sono.
Não sei o desfecho dessa história, se ele conseguiu terminar o que começou ou se depois de um merecido descanso e uns três envelopes de sonrisal as coisas se acalmaram. Também duvido que ele se lembre de tantos detalhes devido ao estado etílico, mas ele jura que tudo isso não foi um delírio e promete algo tipo cenas dos próximos capítulos que virão durante o verão.
É esperar pra ver...
Na verdade cada um tem sua visão de como começar o ano novo com o pé direito, e meu grande amigo Marcos como um bom podólatra teve a sua chance. Basta aparar algumas arestas e conseguir uma continuidade de preferência com a cara limpa.
Feliz ano novo pra você brother!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ano Novo de Roupa Nova


Parece sempre a mesma retórica; ano novo, segunda-feira, não importa muito, porque as promessas que fazemos a nós mesmos são tantas que às vezes fica impossível de lembrar, quanto mais cumprir.
Prometemos dietas mirabolantes, parar de fumar e sequer mudamos o corte do cabelo, mas nós do Bound Brazil, resolvemos dar uma repaginada no site e aparecer em 2010 com um novo visual e uma nova programação.
Para quem já é assinante uma atração a mais e visualização mais eficaz, para os que ainda não são membros a oportunidade de conhecer em o que traremos nesse começo de ano.
A partir de amanhã a primeira página do site já sinaliza as atualizações da semana que ocorrem às terças e sextas. Até aí só vale mesmo o aspecto visual, entretanto a novidade acontece nas terças quando normalmente o site exibe um photoset de uma modelo. Agora, um clipe de cinco minutos de duração faz parte desse pacote e acompanha o set fotográfico.
Ao contrário das sextas onde um vídeo de enredo e duração mais longa leva um photoset a tiracolo, o clipe das terças dá vida e movimento ao ensaio fotográfico, antes inerte.
Se ao longo do ano passado produzimos cerca de sessenta vídeos, nossa meta neste ano é ultrapassar cento e vinte produções, uma marca histórica para um site de pouco mais de um ano de existência produzido num país onde a penetração do fetiche de bondage ainda é quase inexpressiva.
Quando os sites de bondage deram os primeiros passos na internet, o material fotográfico foi o grande carro chefe por dois motivos: ainda não existia uma tecnologia confiável para a exibição de vídeos e as fotografias sempre foram, e ainda são, sonho de consumo de diversos bondagistas e suas coleções.
Só que com o avanço tecnológico que hoje permite que os vídeos possam ser exibidos online ou capturados em download através de velocidade de conexão cada vez mais rápida, as fotografias perderam espaço em diversos sites, sendo abolidas de alguns que só exibem vídeos. Mas ainda acredito no tradicionalismo e tenho uma visão particular de que através das fotos é possível ver alguns detalhes que os vídeos não conseguem captar, por isso, como uma grande maioria de sites especializados, mantenho a postura firme de dividir em ponto de igualdade e importância esses dois ícones fetichistas no mesmo espaço.
Novas mudanças virão ao longo do ano para deixar o site Bound Brazil mais atrativo aos assinantes, como uma sessão interativa onde cada membro poderá escolher o enredo do vídeo ou do ensaio fotográfico, bem como a modelo de preferência para a realização do trabalho.
Sempre atentos à evolução do mundo cibernético estamos muito perto de implantar tecnologia em HD (High Definition) para nossos vídeos.

Me lembro que há uns seis meses atrás através de uma entrevista ao blog do Léo Vinhas, falei que nosso anseio era dobrar o cabo da boa esperança e, uma vez completado um ano, o site poderia ter o devido suporte para buscar novos horizontes, pois teria um quadro de membros estabilizado com um orçamento definido, o que nos capacitaria a vislumbrar vôos mais altos.
Então é hora de arregaçar as mangas e partir para a segunda fase do nosso projeto de mostrar ao mundo que bondage é um fetiche tão universal que produz uma grande diferença quando apresentado por novas musas de um país do hemisfério sul.
Nossa meta está traçada e começamos a por em prática já.
Amanhã o Bound Brazil apresenta um pouco do que planejamos para esse ano novo.
Basta assinar e conferir...



Foto 1: Monique AKA Scarlet (Photoset e Clipe: estréia 05/01)
Foto 2: Jessy & Carolina (Vídeo Nightmare: estréia 08/01)