quinta-feira, 30 de setembro de 2010

24/7: The Passion of Life (2006)


Se você está procurando algo em especial para entreter seu próximo final de semana aqui vai uma boa dica: 24/7, The Passion of Life de 2006.
Não imagine que essa é apenas mais uma produção recheada de cenas BDSM. O aspecto é mais amplo e esse filme lançado há quatro anos vai um pouco além. O prato preferido é a sexualidade.
A sexualidade ainda é um tema muito sensível no cinema. Existe um monte de filmes falando sobre a ganância, a inveja, a família, sucesso e amor, mas ainda há poucos exemplos de temas religiosos ou sexuais - e menos ainda em que se combinam estes dois. Há uma razão para isso. A sexualidade é considerada suja, a religião é considerada muito privada. É preciso alguma inteligência para ignorar e ir mais fundo no buraco do coelho para encontrar algumas respostas.
"24/7, The Passion of Life" é uma produção independente que tenta esclarecer a sofisticação deste tema. E ao contrário de muitos outros, eles conseguem fazê-lo sem usar a sexualidade como foco apenas, mas como a verdadeira chave para o tema principal.
De fato, esse filme não é somente sobre BDSM, não foi sucesso de público, e também não quis ter essa pretensão.
É um filme com uma forte ligação ao teatro e à filosofia.
Quem estiver à procura de um filme de SM kinky, pode procurar em outro lugar. Se você já se perguntou se existe uma razão mais profunda sobre fetiches, muito além do sexo comportado debaixo das cobertas, assista a esse filme.
Para mim, a parte mais interessante deste filme foram às discussões intensas sobre a luxúria e pecado, que estiveram longe de ter o típico estereótipo preto no branco. E todos os atores foram bastante eficazes em sua luta para preencher sua vida com algum sentido - como todos nós estamos tentando fazer. Especialmente Marina Anna Eich como "Eva", me convenceu como a mulher jovem, bonita e bem sucedida, que está experimentando sua nova vida como uma surpresa, tal qual Alice no País das Maravilhas.
O roteiro é simples.
Fala sobre uma mulher que quer saber mais sobre sexualidade, especialmente sobre Femdom, Feminização, Exibicionismo, o caminho para encontrar a sua verdadeira identidade fetichista.
Conhece fortuitamente outra jovem e, ao visitar sua casa, descobre que ela leva uma vida dupla como Dominadora. A garota fica fascinada pela cultura BDSM e parte em busca de encontrar a porta de entrada desse mundo novo.
Não espere um enredo de fácil entendimento em The Passion of Life.
Tudo que engloba sexo, religião e sociologia têm uma atmosfera complicada, e, normalmente, existem opiniões formadas a respeito do assunto o que nem sempre agrada a todos.
Prepare-se para o enfoque correto e interprete o filme pelas cenas, pela excelente fotografia e pela mensagem que o diretor (Roland Reber) procura apresentar.
Realizado em 2006 na Região da Bavária na Alemanha é uma excelente possibilidade para novos e antigos praticantes de BDSM entenderem seus caminhos e conflitos.
Não é sempre que se tem um olhar tão profundo sobre sexualidade no cinema.
Aproveite a chance.
Abaixo o trailer oficial do filme em seu lançamento e link (torrent) para baixar o filme na íntegra.

http://tinyurl.com/2c3eaow



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

BDSM na Visão de um Switcher


O que é um switcher?
Segundo o glossário do BDSM é a pessoa que tem prazer dominando ou se submetendo.
Vale dar uma olhada no texto abaixo, uma contribuição do Mr. Logan que cultua no universo fetichista as duas faces da maçã.
Abre aspas pro cara.

“Dominação X Submissão”

Eu domino as palavras, eu domino a arte, eu domino a musica, eu domino o medo, eu domino a hipocrisia... Eu domino a VIDA! Eu me submeto ao prazer, eu me submeto à
fé, eu me submeto ao que quero, eu me submeto ao respeito ao próximo, me submeto a consensualidade.

Me submeto a VIDA como ela é... Não permita que sua dominação supere sua submissão. Todos, em nosso intimo, carregamos essas duas características, às vezes uma sobressai à outra, mas as duas estão lá, latentes e vivas em nossos corpos.
Equacione de forma natural esses sentimentos, e pode ter certeza, terá um resultado fantástico em sua qualidade de vida. Não se prenda a rótulos, simplesmente viva!
Explico:

Tenho uma teoria doida sobre sá
dicos e masoquistas no jogo BDSM.

Para muitos pode ser um estilo de vida, e uma fantasia. Tudo é uma grande RPG Erótica.

Cada um tem o seu papel específico na cena. O que castiga ou o que é castigado.
E encaro como fantasia, pois o verdadeiro sádico é um psicopata, não precisa do consentimento de ninguém. E o verdadeiro masoquista, se faz de vítima em qualquer situação, nem precisa ser erótica.

O masoquista manipula seu algoz jogando no ar o que odiaria amar, o Dominador finge não perceber e faz uso (ou não) das dicas dentro do seu momento.
Tudo pela fantasia do poder e controle. Controle da situação e prepotência em acreditar que é o único capaz de levar (ou negar) o outro ao orgasmo com este estranho prazer. No fim das contas, o masoquista se submete, o dominador manda e todos ficam felizes com a cena.

Sendo assim, mel
hor deixar quietos os que canalizam todo esse “estranho desejo sexual” (sadismo, masoquismo, domínio, submissão, impingir e receber dor) para a cena BDSM, não é mesmo? Afinal de contas é um jogo entre adultos, de maneira consensual, e que além de tudo, possui um botãozinho, uma “safeword” que pode desligar caso algo não agrade.

O ideal seria que todos pudessem expor seus sentimentos quanto a relações fetichistas ou práticas BDSM de uma forma geral.
A opinião alheia é importante. Algumas vezes ajuda a entender um pouco desse mundo através de seus habitantes. Existem situações em que é preciso auxílio para saber o endereço correto numa cidade onde se pisa pela primeira vez.
Fica o convite para os que se disponham a perder um tempinho escrevendo sua visão sobre esse universo e, principalmente, a respeito dos caminhos que levam ao prazer.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Prefiro ser Feliz


Quem fala o que quer ouve o que não quer.
O dito popular é antigo, sábio e prevalece enquanto resposta aos que pela manhã, ao despertar, passam óleo de peroba na face em lugar de lavar o rosto.
A idéia sempre é ajudar. Desde que este blog existe, e lá se vão dois anos e tal, vira e mexe recebo emails com pedidos para participar de trabalhos universitários, entrevistas, coisa do gênero.
Com o site bombando, um filme em cartaz de produção totalmente própria, esses eventos se sucedem e na medida do possível dá pra atender. É legal, já fui estudante em duas universidades e precisei disso algum dia.
Futuros jornalistas, sociólogos e psicólogos são os que se interessam mais pelo assunto e como dou a cara pra bater, recebo muitas mensagens com esse tipo de papo.
Mas às vezes o caldo entorna e o que era pra ser uma entrevista ou uma ajuda sobre estudos fetichistas se transforma em algo desagradável.
Por isso, gostaria de me desculpar com os leitores do blog por tocar nesse tema, porém, como a grande maioria que aqui freqüenta tem a veia fetichista, vale o desabafo, a questão social e nossa posição nesse cenário acima de tudo.
A resposta é simples e taxativa: como diria uma bela dama vestida de branco diante de um vampiro cheio de más intenções com os destes à mostra. “Não me venhas com beijos ao pescoço”.
Falar sobre fetiches, sobre meu trabalho, sobre o que penso e até de experiências eu topo, sem problemas. Mas daí a ser estudado como uma aberração da natureza haja paciência, porque com um cinqüentenário de sereno nas costas não estou aqui pra levar banda de tartaruga.
Jovens amebas que já foram convidados a ler o blog: esta é direta e serve pra todos sem distinção. Em resposta a vossa pergunta, que por coincidência é sempre a mesma, vos digo: o que eu sinto ao ver uma mulher amarrada é TESÃO, assim mesmo, bem grande. Mas o que acontece depois é problema meu, nem ela sabe muito bem ao certo.
Entendido?
Bom, passemos a página dois.
O que irrita, o que desagrada, é a bisbilhotagem escrota e sem nexo. O que essas pessoas querem saber é o que fetichistas fazem enquanto praticam atos sexuais, querem detalhes, talvez porque estejam tão iludidos com essa palhaçada de reality show onde até a hora de evacuar é violada, que esquecem princípios básicos de suas futuras profissões: o respeito à individualidade alheia, o direito constitucional de ir e vir, de estar e de ser.
Eu não quero ficar famoso, nem tenho tempo pra isso. Fujo de entrevistas porque nenhuma delas, por questões comerciais de seus veículos de imprensa, toca no assunto que me interessa: o site Bound Brazil. Só quero ser feliz, nada mais.
O resto é balela. O papo diário aqui no blog é grátis, pura diversão, entretenimento e altruísmo coletivo. Troca-se pensamentos, experiências e nada além. Ninguém paga pra ler o que escrevo e só os interessados me dão bola.

Portanto, dizer que sou um bondagista mágico que crio nós estratosféricos é papo pra boi dormir. Qualquer um é capaz de fazer isso e existem caras com tanta ou mais habilidade do que eu. É uma questão de gosto, de ponto de vista.
As páginas do blog estão liberadas. Todas as 574 matérias escritas disponíveis e prontas para serem absorvidas, se houver interesse. Depois disso, estou pronto para responder sobre qualquer desses assuntos. E só.



Da minha vida pessoal cuido eu, mais ninguém.
Se cada um tem um bumbum, que cuide do seu.
Amanhã falamos do que interessa: fetiches.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Musica para os Ouvidos


Quando se fala em fetiches normalmente as imagens estão em primeiro plano. Através delas as sensações chegam até nós de forma instantânea.
Mas existem outros sentidos, que não a visão, que despertam o interesse dos fetichistas como olfato e audição. Sons e cheiros são capazes de levar o fetichista ao delírio em segundos.
Me lembrei de um fato há muito tempo atrás. Numa roda de amigos, alguém estava falando sobre ficar lesado, principalmente após uma bebedeira daquelas de arrastar um bode.
Uma das meninas falou que se sentiu sedada e amordaçada, sem possibilidades de reação.
Já nem me lembro em que estágio da conversa a frase foi proferida, só me recordo da sensação de estar escutando a musica que meus ouvidos queriam ouvir.
Conhecida há algum tempo, jamais tinha notado tanto predicado naquela garota antes de escutar as tais palavras. Bateu um revertério nas entranhas despertando um interesse tão feroz a ponto de tentar de todas as formas uma aproximação logo naquele dia.
Não deu em nada, mas fiquei com a certeza de que o fetiche desperta numa frase simples, principalmente quando vindo do sexo oposto, e encanta como um canto de sereia.
Normalmente palavras sussurradas numa relação sexual aumentam o prazer. Isso é fato, comprovado, atestado e carimbado. Misturado ao fetiche vira um abalo sísmico.
O comportamento do fetichista muda completamente quando ele se vê diante do que lhe fascina. A sedução é sinistra, funciona como um vírus de contágio imediato. Tanto que eu olhava pra garota já entrando em outro papo, em outra sintonia, e me via pregado numa cena imaginária ao vê-la sedada e amordaçada em algum quarto abandonado.
Ela jamais imaginaria que um simples comentário numa roda de amigos, num bar qualquer, fosse capaz de levar algum dos presentes a viajar por outra dimensão.
O pior é não poder parar a conversa levá-la a um canto e mandar repetir umas trezentas vezes a mesma frase.
Outras vezes o universo conspirou contra mim e até de mulher de amigo meu escutei palavras ligadas ao fetiche. Claro que foi preciso fazer ouvido de mercador, mas na seca, engolindo areia em pleno deserto, porque o caso é sério brother.
Cada fetichista tem seu exemplo quando palavras estão diretamente ligadas ao tesão.
Pergunte a uma submissa se a humilhação verbal não a excita?
Tudo que ela quer ouvir são palavras de ordem que a façam viajar pela fantasia de ser mandada, ter suas vontades restritas e seu sexo violado. Ao mesmo tempo, ato contínuo, ela retribui na mesma moeda e devolve a quem lhe domina frases implorando por uma clemência que ele só quer ouvir, mas não deseja atender. Por ele e por ela.
Esse é o jogo. Uma brincadeira entre adultos que combinam cada detalhe do que pretendem fazer.
Palavras inseridas no jogo significam o complemento da própria fantasia. É como um teatro onde atores interpretam um texto, uma obra inteira.
Pescar as palavras do lado de fora do mundo sexual fetichista é a grande questão. O despertar que provoca, as inúmeras fantasias que se imagina, mesmo que a chance de se tronarem reais seja igual a zero.
Há relatos que comprovam a tese de que algumas vezes dá liga.
Um amigo podólatra me contou que conheceu sua mulher num Shopping Center em época de Natal.

Tudo lotado, pessoas indo e vindo, quando ele avistou uma mulher cheia de embrulhos nas mãos que lhe pediu para segurar os embrulhos enquanto amarrava o cadarço do tênis.
Prontamente ele se ofereceu, desenrolou a conversa e hoje vivem felizes.
Pena que ele não gosta de bondage, porque amarrar o cadarço é um grande começo, depois bastaria usar o cordão para amarrá-la e as meias ou o próprio tênis como mordaça. Haja imaginação!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

The Last House on the Left (2009)


O filme é um remake de 1972 realizado na época por Wes Craven (para alguns o mestre e senhor do terror). Esta versão realizada por Dennis Iliadis é muito completa tanto pelo roteiro como pelas interpretações e consegue mesmo prender os espectadores do princípio ao fim.
Duas adolescentes são raptadas e torturadas por um grupo de psicopatas.
Mais tarde o grupo liderado por um fugitivo da polícia (Krug), refugia-se numa casa ali perto, mas o que eles não sabem é que essa mesma casa é dos pais de uma das adolescentes que torturaram, e quando os pais descobrem o que este grupo fez à filha, resolvem fazer justiça pelas próprias mãos.
Atualmente os filmes de terror norte-americanos têm vivido quase exclusivamente de remakes de filmes dos anos 70 e 80 e ”Last House on the Left” não é exceção.
Realizado em 1972 por Wes Craven que vê agora um remake muito bem feito por Dennis Iliadis. O ponto forte do filme é sem dúvida a sensação de ameaça que vai crescendo ao longo da trama, e o jogo do rato e gato entre o grupo de psicopatas e a os pais da adolescente que foi brutalmente espancada e violada.
Em certo momento, temos mesmo a sensação que os ”psicopatas” passaram de predadores a presa e isso provoca um gostinho de justiça e de satisfação ao espectador.
A diferença marcante entre a versão original de 1972 e o remake de 2009 dá conta do tema, enquanto na primeira versão as cenas de BDSM dominaram grande parte do filme, o suspense toma conta da atual.
Last House on the Left afasta-se um pouco dos clichês e repetições que a maioria dos filmes de terror apresenta atualmente, e embora não seja muito criativo, tem uma história que envolve completamente o espectador, mas se para alguns o filme pode ser considerado um tanto sádico em algumas partes, creio que o objetivo do filme era mesmo esse, uma característica, pois a realização de Dennis Iliadis é bastante eficaz e por vezes o filme consegue ser brutal e perturbador, não tendo qualquer problema em mostrar tudo o que poderia acontecer numa situação destas.
As interpretações no geral são boas, apresentando um dramatismo e por vezes um espírito psicótico muito credível. Nenhum dos atores ganha um destaque em especial, o que neste gênero de filme de certa maneira até é bom.
A trilha sonora também acompanha o filme de uma maneira correta em determinados momentos, e juntamente com as imagens consegue provocar uma dose a mais de suspense no telespectador.
É um filme suficientemente bom para cativar a maioria das pessoas, principalmente porque mantém a mesma qualidade do principio ao fim, entretendo bem o telespectador.
E se este espectador for fetichista fique de olho, porque algumas cenas vão lhe chamar a atenção.

OFFICE PERILS

Vale o registro.
Hoje os assinantes do Bound Brazil poderão assistir a um ótimo vídeo.
Office Perils, com duas gatas de parar o trânsito: Diana Vidal e Daphne.
Belas mulheres utilizando cordas e mordaças para alcançar um objetivo maior em suas carreiras.
Um photoset com as melhores cenas está incluído na aventura. Imperdível!


Um ótimo final de semana a todos!

The Last House on The Left (2009) Trailer

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Um Projeto Fetichista


Falar de fetiches obriga mencionar variadas fantasias.
A ligação entre fetiche e sexo é extrema, um pólo está ligado ao outro e vice e versa. O fetichista insere suas fantasias em suas relações sexuais, isso é fato.
Mas o fetiche está conexo com outras atividades que nada têm a ver com sexo. Pessoas que colecionam objetos e possuem verdadeira fixação por eles, criam uma relação fetichista inexpugnável a ponto de ultrapassar os desejos sexuais. Quem nunca escutou falar de mulheres loucas por sapatos, por bolsas, ou homens desesperados a procura de charutos raros? Tudo isso é fetiche.
Mas o fetiche ligado ao sexo é mais musical e desde que não haja exagero ou paranóia é capaz de conviver com o praticante sem causar distúrbios à sua vida fora do universo sexual.
Hoje produzo fetiche comercialmente. E como qualquer empreitada houve um embrião chamado projeto. Não acredito em sucesso sem o devido planejamento.
Daqui a quarenta dias o site Bound Brazil celebra dois anos de existência. Esses números contrariam a muitos e surpreendem a mim, que embora acreditasse piamente no projeto não esperava um retorno em tão pouco tempo.
Como dizem por aí que geminiano não sossega jamais, não vou contrariar a minha própria lógica, embora admita que nada sei sobre isso. Mas vá lá que seja verdade...
Mexendo a cabeça daqui e dali resolvi criar um projeto de bondage.
Nada que seja pioneiro ou inédito, apenas diferente.
Algo que possa ser comercializado e ao mesmo tempo compartilhado. Não entenderam bulhufas, certo?
Explico: uma mulher (modelo do site) vai ser filmada de forma livre. Isto significa que uma câmera estará fixa nela direcionada para a cama onde ela estará amarrada.
Sozinha, nua e sem contato com o mundo lá fora, ela vai suportar o máximo de tempo possível estar daquele jeito, sendo que aos poucos terá mais movimentos restringidos através de novos laços que lhe serão impostos.
Some-se a tudo isso a incômoda (ou agradável) presença de um brinquedinho vibratório entre suas pernas.
Maldade? Virei sádico? Nada disso, apenas um castigo (ou prazer) através de cordas.
O filme será divido em cenas de dez minutos mesmo que ela suporte estar ali por muito mais tempo. As reações solitárias serão colhidas pelas lentes e vou evitar, na medida do possível, cortes de edição, deixando o projeto o mais realista possível.
Este projeto será exibido no site Bound Brazil aos seus assinantes, mas trinta dias depois estará disponível aqui no blog, um a cada semana, como no site.
A idéia é difundir o projeto de bondage aos praticantes e aos simpatizantes, pessoas que estão se aproximando do fetiche, mas tem dificuldade de visualizar material real, longe de cenas montadas em vídeos a venda na internet.

Uma dica para quem está prestes a ter as primeiras experiências ligadas a este tipo de fetiche e uma realização pessoal, não só pela cena criada em si, mas pela oportunidade de dividir um pouco do conhecimento acumulado em anos de contato com cenas de bondage.
Como todo projeto, este está em fase de criação. Nada foi estabelecido além das regras de como o jogo vai funcionar. Posso garantir que a aceitação à idéia é ótima, várias candidatas estão em pauta e me sinto pronto a realizar.
Faltam os ajustes técnicos para que a qualidade fique compatível com o conteúdo e as datas em que será possível começar.


Então, chega de papo e mãos à obra!