sexta-feira, 11 de março de 2011

O Rochedo Contra o Mar


Circulou pela Internet essa semana em vários blogs um manifesto contra fotografias retiradas sem a devida autorização dos proprietários e, imediatamente, re-utilizadas em espaços alheios.
A interligação mundial das comunicações representou um avanço. É inegável. Possibilitou também a chegada da ousadia generalizada. Por um lado, se enfileiram àqueles que querem expor o que fazem, mostrar ao que se dedicam, e por outro fez nascer uma praga, uma doença que parece não ter cura. Porque não depende de pesquisa científica ou qualquer outro método. É uma questão de comportamento, de foro íntimo e, principalmente, de cultura.
Reparem que por conta dessas ações impensadas de piratas de plantão o meu site tem que arcar com o custo de três e meio por cento do faturamento mensal na contratação de empresa especializada em caçar esses fantasmas que se utilizam de sites com distribuição de links e espaços gratuitos (megaupload, rapidshare, etc...) para postar aos parceiros de fóruns o que a outros pertence de fato e de direito.
Tenho amigos que freqüentam esses fóruns e me avisam quando alguma coisa aparece por lá.
Tal e qual uma gripe asiática, essa doença está concentrada numa parte do globo terrestre que todos dão o nome de países latinos. Sabe-se que brasileiros e vizinhos de idioma castelhano não pagam nada na internet. São os espertos, que nasceram pra se dar bem. Verdadeiros adeptos da famosa lei de Gérson, de levar vantagem em tudo, e se esbaldam com as migalhas colhidas em sites como Bastardo, Chicas Atadas e outros menos populares.
Claro que a equação é simples. Enquanto um babaca paga as meninas para serem modelos, assume custos de produção, impostos, taxas e outros, os que conspiram entre apelidos sugestivos e sem graça se vangloriam em postar material de propriedade privada e comprovada em troca de benesses dos parceiros anônimos que dividem senhas com eles. Já existem programas que limitam mais de um acesso para as senhas vendidas também, mas tudo isso gera um custo alto que me aborrece de tal forma porque obriga que tarifas sejam repassadas aos que pagam todos os meses para ter o acesso.
É chato isso? É claro que é. Assim como também é um extremo desprazer quando uma menina encontra uma fotografia pessoal, e às vezes íntima, num blog ou fotoblog que nada tem a ver com ela.
Não me importa que utilizem as minhas fotografias. Dependendo do local e do conteúdo é uma forma de promoção. Sempre e quando os créditos sejam publicados de forma devida.
Mas não pensem que este tipo de atitude e comportamento é exclusivo do anonimato. Em 2009 o Jornal Meia Hora aqui do Rio de Janeiro, o qual pertence à respeitada empresa O Dia Comunicações, publicou uma fotografia ampliada para a primeira página sem autorização da então participante do BBB9 Priscila Pires enquanto modelo do Bound Brazil. Pior do que isso, esta gente removeu a logo do meu site e postou a foto em busca de sensacionalismo barato.
Famoso por publicar histórias do “mundo cão”, este jornal através de seu editor chefe apenas buscou uma retratação. Alegou que algum funcionário desavisado “achou” a fotografia espalhada pela Internet e imaginou ser de domínio público.
Precisa falar mais alguma coisa? Poderia ter ido além, buscado retaliar, mas de que adianta colher tostões quando a mentalidade segue sempre igual?
Só me resta concordar com um grande amigo: filho da puta e poeira tem em todo lado...

Forced Orgasm

O Forced Orgasm (orgasmo forçado) talvez seja o efeito “after bondage” mais apreciado pelas meninas. Não é exagero tal afirmação. Afinal, qual gatinha fetichista em sã consciência e de forma consensual não gostaria de ter um orgasmo provocado pelo parceiro, ou parceira, enquanto imobilizada? No vídeo de hoje que o Bound Brazil exibe aos seus assinantes a lindíssima Terps é forçada a um orgasmo real devidamente enquadrada no princípio de bondage.


A parceira pegou pesado e só libera a menina indefesa depois de obter dela todas as sensações de um orgasmo prolongado.
Cenas reais e sem cortes, inclusive no photoset com as melhores imagens do vídeo.
Uma ótima idéia para esquecer os dias de folia. Não acham?

Um bom final de semana a todos!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Manual Para Dominadoras


Qualquer boa menina pode aprender as técnicas básicas para se tornar uma eficiente dominatrix. Não sou eu quem tem essa fórmula mágica, mas segundo o “The Mistress Manual” publicado pela experiente Lorelei, as moças estão convidadas a ler todas as instruções necessárias para assumirem o controle durante as suas brincadeiras fetichistas.
Pequenas regras de conduta e controle da situação, tipo aquelas coisas íntimas que as meninas sempre tiveram curiosidade de perguntar, mas por alguma razão não o fizeram.
O compêndio está à disposição da mulherada interessada e o link para download no final deste artigo.
Para quem não tem domínio de inglês será necessário buscar a tradução e vale à pena dar uma paquerada nas dicas da Lorelei.
Entretanto, alguns itens devem ser observados por quem está disposta a entrar nesta aventura, e o principal ingrediente é a aptidão, a vontade de assumir o lado dominante na cena. Para algumas dominadoras por excelência, acostumadas com esse lado fetichista vale como uma leitura gostosa e comparativo de técnicas. As novatas, por sua vez, podem desfrutar dos conselhos que a Lorelei publicou.

Fetiche Amador

Desde há muito tempo sou um daqueles viciados por imagens de manifestações fetichistas amadoras. Daquelas que se faz em casa, num Motel, ou seja, onde nada é programado com riqueza de detalhes e tudo acontece em forma de impulso.
Todos nós fetichistas temos um pouquinho de exibicionista e voyeur dormindo ao lado.
As minhas melhores cenas amadoras ficaram guardadas e foram substituídas por imagens retocadas, que são comercializadas. Claro que o fetiche fica explícito, o entendimento, os conceitos e tudo que o cerca, mas o espírito empreendedor do amador sai de foco.
E se existe alguém que eu considere um mestre na arte de produzir cenas amadoras de excelente resultado esse cara é o MrZ, ou melhor, Mr. Zemaneco.
Este sujeito de Brasília há um longo tempo encanta as platéias com cenas de bom gosto dentro dos conceitos fetichistas que ele e sua escrava Raiane se dispõem a praticar. É inegável que a exposição, a exibição de sua idéia fetichista é o foco. E essa semana, as cenas de bondage realizadas e devidamente fotografadas me chamaram a atenção.
As amarrações são seguras e firmes, o corpo da Raiane é apresentado como deve ser numa cena amadora; sem tratos, ao natural, como todo amante de imagens deste cunho deve apreciar.
Eles formam a chamada dupla perfeita. Se encaixam, se aceitam. Alguma coisa do tipo “na rua, na chuva e na fazenda.” A disciplina da prática segue um calendário rigoroso que fica à disposição de todos em seu blog. MrZ não poupa as idéias e se arrisca com segurança. Numa estrada deserta com uma ponte famosa no fundo ou na varanda de um conhecido Motel. Tudo é festa e válido, respeitando regras e apurando todas as técnicas.
Faz oito anos que nos esbarramos pela grande rede postando imagens amadoras.
Eu dava vazão ao fetiche com minhas modelos amadoras que escondiam o rosto e as tatuagens e ele com sua escrava Paola já tinha uma legião de seguidores. A vida deu voltas. Me tornei um produtor e o MrZ seguiu sua rota até encontrar a parceira ideal.

Por mais que alguém nos chame de Dinossauros Fetichistas de plantão jamais perdemos o elo principal que é capaz de desafiar o tempo e a lógica: a vontade de realizar.
Hoje vejo nos blogs das meninas várias imagens desfocadas e rosto ocultos e me lembro dos tempos em que mesmo às escondidas, o fato de mostrar pequenas gotas de um universo significava o delírio de ter uma pequena máquina digital que deletava o risco de ter as fotos copiadas em revelações.
Para conferir o trabalho desse espadachim fetichista é só acessar: Escravas Brasilerias


Link Manual: http://www.megaupload.com/?d=XAEJZGAD

quarta-feira, 9 de março de 2011

Linha Reta


Há quase três anos muitas pessoas não fetichistas lêem meu blog.
Algumas por curiosidade, outras por amizade e os que vêm parar aqui através de pesquisas.
Claro que muita coisa salta os olhos, soa estranho, porém, alguns termos e conceitos chamam mais atenção e são alvos de perguntas infindas. Dois deles são os chamados campeões de audiência: a submissão e a palavra negociação.
Semana passada conversei com uma amiga sobre estes temas. Vá lá que consegui explicar as diferenças básicas entre a submissão como forma de atração sexual apenas, mas o termo negociação deixou algumas lacunas. Porque aqui há um detalhe: a negociação seria uma paquera quando comparado a uma conversa baunilha?
Não. Isso eu afirmo. Embora alguns fetichistas atuem em negociações quanto a ter uma relação submisso-dominante e considerem encerrada esta etapa quando se unem no sentido de realizar as fantasias pretendidas, esse espaço de tempo entre entendimento e realização corresponde a um período que deve ser dedicado a perguntas diretas e sem subterfúgios.
A intenção é fazer com que o fetiche caminhe em linha reta, sem curvas, até atingir ao objetivo principal de ambos. Devem estar explícitos todos os prós e contras, e claramente estabelecido que onde o direto de um dos parceiros começa o do outro termina, sem importar se existem diferenças litúrgicas entre dom e sub.
É preciso deixar bem claro que a negociação não termina no instante que ambos resolvem se entregar a uma relação fetichista. Ela segue com a mesma importância dentro das práticas que farão parte do desenrolar da fantasia que os fetichistas resolvem viver.
Criar um perfil ou um blog com as iniciais da pessoa dominante ao lado para alguns é sinônimo de status. Aqui no Brasil se adotou essa prática, que não é comum no universo fetichista como um todo. Porém, antes de pensar em dar nome aos bois é preciso ter plena consciência de que todas as etapas foram vencidas com êxito, que não haverá arrependimento e muito menos uma regressão de atitudes. Fetiche deve ser encarado com seriedade e boa conduta para que a reputação no meio seja sempre cartesiana.
É muito bom ver pessoas felizes realizando seus desejos e vivendo suas fantasias. Isso é o mais importante enquanto prazer pleno e absoluto. Se será eterno ou não ninguém sabe ou é capaz de supor, porque em se tratando de vida a dois tudo é possível, dentro e fora do planeta fetiche. É imprescindível, entretanto, que o fetichista saiba que a tal “negociação” nunca termina. Sempre haverá novas práticas em mente e novas tentativas de vivenciar coisas inéditas, aprendidas no dia-a-dia, na busca frenética por fortes emoções.
Esse conceito básico serve como exemplo a qualquer tipo de prática que exista no glossário fetichista, sem discriminação ou preconceito.
Exemplos há aos montes, desde gente que quebrou a cara a pessoas que alcançaram seus principais objetivos.
A negociação auxilia os indecisos, prepara iniciantes e serve como parâmetro aos mais experientes. Durante esse período nada pode ser omitido, nem mesmo em detrimento da realização dos desejos do parceiro Top.
O termo pode ter uma conotação diferente. Pode ter um sentido estranho a quem nunca teve acesso a certos significados. Seria o fetiche um negócio? Não, claro que não, porque o termo negociação, neste caso, se resume a apresentação dos argumentos, onde os fetichistas colocam em questão aquilo que mais lhes agrada quando se preparam para uma nova aventura.

Claro que assim como em qualquer situação existe a atração, a coisa de pele, a química, o olhar, mas devido ao alto grau de risco de algumas práticas faz-se necessário que as pessoas fetichistas deixem tudo claro no momento em que se preparam para a entrega. Lembrando sempre que a entrega é mútua e um (a) dominador (a) que não se doa a causa de uma submissa (o) não deveria se intitular assim.

Este artigo expressa apenas uma opinião pessoal, assim como todo o conteúdo deste blog.

terça-feira, 8 de março de 2011

Eu Quero Ver Bondage


Pra quem está brincando o Carnaval fica a idéia pra uma boa fantasia.
E pra quem não está nem aí pra folia de Momo, umas dicas de como aproveitar bem esse último dia de feriadão.
Na ordem: Diana, Jamylle e Luana. Todas no Bound Brazil.



sexta-feira, 4 de março de 2011

Argumentos Fetichistas


Essa é interessante.
O site Bound Brazil funciona da seguinte forma: uma galera produz, outra cuida da parte técnica e um terceiro time toma conta da relação com os assinantes e curiosos.
Solicitação de assinantes é sempre a mesma. Os caras querem as cenas de preferência com a modelo que lhes convém. O discurso dificilmente muda. Fora um caso aqui e outro ali, mas num geral as coisas caminham tranqüilas e serenas.
Porém, o que chama a atenção são as perguntas dos curiosos. Um pelotão de prontidão formado em sua grande maioria por brasileiros lança diariamente no correio eletrônico do site as mais diferentes e variadas perguntas que alguém tem noticia. As meninas que cuidam deste setor me reenviam diversos casos exóticos e esquisitos e deixam de lado as cantadas que normalmente recebem dessa turminha. (Ainda bem!)
E os sujeitos são tão caras de pau que têm o devido cuidado de rasgar elogios antes de mandar as bombas. “Acho o trabalho de vocês magnífico, jamais imaginei que um dia pudesse existir um site brasileiro fetichista. Mas me diga uma coisa: as modelos topam programas?”
Outro manda assim: “pergunta pro ACM qual delas tem mais chulé.”
Antes de seguir com os exemplos vale responder, é claro.
As meninas – até onde eu saiba – não fazem programas, ou se fazem, não avisam ao site e sequer deixam cartão de visitas. Por outro lado, não costumo cheirar os pés das modelos para saber se alguma delas tem chulé ou não, ou ainda, quem tem esse tipo de problema (?). Muito embora já tenham existido reclamações entre elas quanto ao assunto, afinal, alguns vídeos contêm cenas de podolatria entre as moças.
E os curiosos não param por aí. Querem saber se a modelo geme de dor quando as cordas lhe apertam e se costumam ter orgasmos enquanto presas. Bom, aqui há que ter uma pausa. Porque mesmo não sendo fetichistas as garotas gemem num momento de dor e se é a essa dor que o sujeito está se referindo eu admito que sim, pois quando a mão fica pesada a bichinha reclama mesmo e costuma soltar um “ai”. Quanto a ter um orgasmo a Terps disse em entrevista ao Sexy Hot que sim, que várias vezes conseguiu orgasmo quando foi amarrada. Agora, se isso acontece à coisa rola no sigilo, ou seja, nem eu ou alguém percebeu o que estava ocorrendo entre ela e as cordas. E mesmo em cenas mais ousadas acho que não rola. A única exceção fica por conta da cena do filme “The Resort”. Lá a cobra fumou...
Perguntas menos complicadas também fazem parte deste cardápio de curiosidades que os fetichistas postam por email. Se elas chegam a discutir após certo tipo de cena um pouco mais violenta (apenas uma vez rolou desentendimento, mas foi breve), se os calçados pertencem a elas ou ao site, se podem presentear as garotas com um tipo de sandália, enfim, as questões abrangem desde tipo e tamanho de cordas até os pés das meninas.
Quando a problema é mais agudo eu mesmo respondo do meu email pessoal, caso contrário, as atendentes dão conta do recado e já têm fã clube, com promessas de assinaturas futuras caso elas aceitem posar para o site.
Noves fora aquele cidadão que pode ser considerado um “pentelho”, já que todos os dias têm sempre alguma pergunta repetida pra fazer, os fetichistas não perturbam e acho bacana que o site produza esse tipo de sentimento de curiosidade nas pessoas que estão chegando.
É, ainda, incompreensível que o número de brasileiros assinantes não chegue a dez por cento do total de membros mensais que possuem acesso ao site, mas com o tempo pode ser que estes fetichistas entendam que assistir a um vídeo em seu próprio idioma, encenado por meninas oriundas de um mesmo lugar é muito melhor que ver gringas dizendo “help!”.
Pode ser que o portal não esteja de acordo com o que muitos procuram. Quem sabe a linha do bondage estilo DiD não seja o que eles buscam, mas se a idéia de roteiro estiver próxima do que se escolheu como segmento, basta pedir e sendo assinante a gente produz.

E por falar em Bound Brazil, hoje os assinantes têm a disposição o vídeo “Mysterious Feet” com a bela Jackie de volta ao batente. Uma aventura para bondagistas podos não colocarem defeitos. Como sempre, um photoset com as melhores cenas vem no pacote.
Por algum tempo o Bound Brazil não vai contar com uma protagonista.
A razão é simples: a minha querida comadre Lucia Sanny é mamãe. A Manuela nasceu ontem e a Lucia vai ter muitas fotos pra produzir da minha afilhada.


Daqui eu mando o que já desejei pessoalmente. Um beijo na Mama e no Papai Saulo!

Um bom carnaval a todos!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Desejos Submissos


O legal do BDSM é que as amizades, de uma forma geral, são sinceras.
A gente se conhece do nada, mas não é um “nada” qualquer. Porque tem significado, porque é parte de um todo.
A Ternura é uma dessas pessoas as quais é muito bom chamar de amiga.
Parceira de um amigão que tem muita afinidade com meus conceitos, ela desfila no artigo de hoje todas as emoções e desejos que seu fetiche pode alcançar. Uma aula, um brinde ao fetiche em toda sua extensão.

Com a palavra a Ternura e sua visão da submissão

Com a devida permissão e colaboração do Dono de mim, iniciei-me em devaneios sobre nossa relação D/s. Pensei sobre as práticas em si, a sessão, o uso ou não da safe, as tarefas, os castigos/punições, hummm...tenho uma opinião meio diferenciada em relação a eles especificamente, ainda acho que eles de alguma forma representam minha falha como submissa perante os gostos, desejos e expectativas do Dono de mim, assunto meio complicado, entretanto como aprendiz de um Dom muito experiente, por meio de seus ensinamentos e sua condução já começo a mudar os antigos pré-conceitos, hummm..hora das revelações..rsss - falando baixinho -, porém continuo com a idéia de ser um sacrilégio falar safe na hora da punição, não por vergonha, pois entendo que a safe seja uma ferramenta pra lá de importante e não tenho vergonha alguma em dizê-la, vergonha pra mim é errar mesmo...opss!
Mas um dos assuntos que me instiga o ser e me chama a atenção, são os Limites, visto que, pra essa humilde e honrada propriedade a superação destes, tem grande e fundamental importância para o sucesso de uma relação D/s com história verdadeira e duradoura, a qual estamos Dono de mim e eu dia-a-dia construindo.
É assim, em minha maneira de vivenciar o BDSM, não tem nada mais gostoso, mais instigante, mais aprazível do que vencer e/ou superar limite. Sinto que é em momentos assim que a essência da relação se manifesta e precisamente nesse momento a confiança, a condução, a orientação, o comando de quem tem o Poder sobre o outro toma forma de uma maneira intensa, porém o Dom necessita estar ciente, consciente, lúcido e ponderado, pois será o responsável e responsabilizado pelo sucesso ou não da “manobra”.
Eita, ficou doida {ternura}???? Está responsabilizando apenas o Dom? Não, claro que não, pois para chegar nesse momento importante da relação, ambos devem ter a certeza das escolhas, de suas responsabilidades, da importância de seus papéis na relação, e diante disso, mais uma vez em meu humilde entendimento aponto seguramente para o Dom, pois os caminhos para isso são muitos. Nossa, nesses milésimos de segundos a grande “viagem” rumo ao intenso prazer segue caminhos inimagináveis! Os desejos se afloram a certeza e a indecisão por suas fantasias se digladiam, ao mesmo tempo em que a submissa inebriada de tanta emoção, muitas vezes está impossibilita de se mexer (hum, tomara que seja envolta por mil voltas de cordas mágicas...*pisc) nas mãos de quem escolheu e foi escolhida para dar forma aos desejos de ambos. Ah, não tem como esse não ser um dos meus momentos preferidos, pode até brotar alguns medos e receios, porém recheados de desejos e confiança!
E nessa relação tão gostosa que é a relação D/s, o grande desejo é ir um pouquinho mais longe a cada sessão, tanto o TOP quanto a submissa, devagar e sem pressa, aos poucos mesmo e nesse caso, a quebra e a superação de limites teria que ser uma das regrinhas, (adoroooo isso de regrinhas...arrepios aqui...rs), assim o crescimento e evolução da submissa e o verdadeiro desempenho do Dominador se tornarão real, além do mais, na realização de uma prática assim, a submissa, principalmente, terá certeza da exata decisão por livre e prazerosa escolha da condição do Dominador...*pisc
Humm,e os meus limites quais são? Bem acho que a lista é grandinha..(uiii), vamos a ela: existe o pavor dos clamps, já superamos os prendedores com cordinhas, e um pouco do medinho da cane, pode ter e ser um jeito diferente de spanking, de posição, ou a utilização de um novo acessório, uma amarração diferente, ....enema...hehehe, ahh sim...tarefas, novas dietinhas e por ai vai..... (humm)....

Pensemos assim, em uma nova relação, sobretudo Dono de mim e eu, que estamos construindo nossa história, somos dois virgens a procura de novos desafios, novas descobertas, novas reinvenções e tudo pode ser considerado um limite a ser superado. Prestenção! Isso vai se voltar contra mim ainda...ahhh, então acho que vai do Dominador querer avançar ou não, até que dessa eu me saí bem, pois eu disse querer do Dom né?



E é sempre bom lembrar que se passamos pela fase da negociação e escolhemos mais que isso, resolvendo nos ENTREGAR, então é curtir. E um dos pontos fundamentais, já que sou submissa e por esta minha condição vou ADORAR fazer algo novo para agradar ao Dono e nada melhor que uma superaçãozinha para isso. Delícia!*pisc