terça-feira, 18 de agosto de 2009

Um Presente


Hoje existe uma razão para comemorar.
Esta postagem é a de número 300 em um ano e dois meses de atividades do Blog e neste mesmo dia o site Bound Brazil chegou a mais de 10.000 fotos publicadas em dez meses de existência.
Então, acho que mereço o presente que recebi essa manhã no Twitter da minha amiga Delavecchia que com muito carinho me ofereceu publicamente a foto de seus pés. Detalhe, tirada hoje como ela fez questão de deixar claro.
Algumas considerações: os pés são muito bonitos e bem cuidados e, apesar de não ser um podólatra autêntico gosto muito dos pés e acho que quando inseridos num bondage bem feito fazem um efeito mágico. Por isso é uma pena que esses belos pés da Delavecchia não sejam exibidos bem amarradinhos como em minha opinião deveriam estar, mas essa imagem que divido com meus amigos da podolatria vale o registro.
Portanto, anotem aí o nome da dona dos pés da foto: DELAVECCHIA.
Para conseguir outras fotos exclusivas da Delavecchia e demais amigas que adicionaram na nossa comunidade no Twitter, basta clicar no link à esquerda do Blog para usufruir das boas notas, matérias, fotos e links fetichistas que diariamente circulam por lá.

Por falar em fotografia, o ensaio que faz parte da atualização de hoje do Bound Brazil é responsável por ultrapassar a marca inédita de dez mil fotos que o site apresenta, e trás a estréia de Eduarda no casting de modelos brasileiríssimas que fazem à alegria dos assinantes do nosso portal.
Cenas de “chair bondage” e “hogtied” com a utilização de mordaça OTM marcam esse set de sessenta fotos inéditas que a bela Eduarda brinda os membros da comunidade de love bondage do Bound Brazil. A exata noção do fetiche, com eficiência e beleza da simetria dos nós numa noite de rara inspiração do amigo aqui.

Fiquem com as belas fotos que a matéria de hoje mostra e amanhã falaremos de um fetiche muito interessante. Meu agradecimento a todos que fizeram desse Blog uma realidade.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Fetiche por Axilas


Você pode achar sinistro, inusitado, mas gostar de axilas suadas é um fetiche até comum. Normalmente mantido em anonimato e cercado de mistérios e segredos, o fetiche por axilas é um exercício de excitação pra muita gente.
As pessoas têm por costume esconder seus fetiches e alguns mais bizarros não escapam ao sigilo, principalmente para fugir de atos preconceituosos. Pois é, sempre o preconceito, o maldito preconceito.
O “underarm fetish” não é muito difundido em sites especializados, talvez por ter um pequeno numero de adeptos assumidos e por conta disso não desperta interesses comerciais. Se houver um paralelo comparativo o fetiche por axilas suadas atrai muito mais as mulheres, e algumas chegam a perder o equilíbrio em transportes públicos quando deparam com um sujeito com fortes odores.
Em alguns paises da Europa é comum ver algumas mulheres que apresentam axilas cabeludas, muitas por questões culturais e outras para despertar interesse em homens que têm atração por axilas que além de suadas devem estar peludas.
A razão cientifica para as atrações por odores é chamada de olfatofilia, que é uma espécie de comunicação que atrai os seres humanos. São os feromônios, que influenciam os gostos e por sua vez detectam uma ligação entre a pessoa e os odores misturados ao ar.
Da mesma forma, esses feromônios que são produzidos pelo próprio organismo se tornam um pólo de atração com o sexo oposto, ou em alguns casos a pessoas do mesmo sexo quando há tendências homossexuais. Hoje existem pesquisas para a produção de essências que podem gerar perfumes com alguns desses odores.
Cheiro e sabor são sentidos muito parecidos, e da mesma forma que o cheiro atrai, a vontade de sentir o sabor aumenta consideravelmente. É fato comum no fetiche por axilas generosas lambidas que levam praticantes ao delírio extremo.
Junte-se ao fetiche o “sweaty fantasy” que é a atração por pessoas que apresentam a roupa marcada pelo suor nas axilas. Existem sites especializados em fotografar celebridades flagradas com aquelas rodelas de suor ao redor do sovaco.

Mas o problema acontece quando é a hora de confessar, de dizer a parceira ou ao parceiro onde está o tesão. Sei de casos de algumas pessoas que vão aos poucos, procuram a hora certa, inventam razões para transar após uma longa caminhada, uma manhã de exercícios, coisas do gênero, daí literalmente tiram suas “casquinhas”.
Porém, ao serem “percebidos” preferem não assumir o gosto e por vergonha terminam desistindo, deixando o relacionamento acabar e desaparecem sem deixar rastros.
Por isso insisto na mesma tecla e acho que nessas horas a vergonha tem que entrar na gaveta e deixar à mostra toda a obscenidade que deve imperar entre quatro paredes.
Se for necessário expor o desejo que seja feito no ato, sem temor, porque se o trem sair do trilho que seja no começo da viagem, assim não haverá conseqüências maiores.
Ninguém precisa assumir publicamente o fetiche por axilas suadas, mas na intimidade é melhor morrer tentando do que se arrepender de nunca ter dito.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Bofetada


Era pra ser um encontro entre amigos, todos fetichistas praticantes.
A casa estava impecável, tudo preparado com um cuidado extremo para criar conforto e bom ambiente a todos que atenderam ao chamado.
Mas nem sempre acontece o que se espera e como toda festa tem o seu penetra, os anfitriões tiveram que engolir a presença de uma “simpatizante” no recinto. A curiosa foi parar na festa convidada por um participante que meio sem graça sacou aquela famosa frase: “eu a convidei pra que ela conheça nosso mundinho”.
Embora saiba que essa conversa é do tempo de Dom João Charuto, o cara acaba arrastando alguém que ele está afim de pegar, vem cantando há muito tempo e vislumbra a oportunidade de mostrar ao vivo tudo que ele ao longo desse tempo cochichou no pé do ouvido. Tá legal, se for em festa aberta fetichista não tem nada demais, mas numa reunião fechada, na casa dos outros, é prenuncio de cagada.
E não deu outra Zé.
A festa foi esquentando e os convidados começaram a exibir seus dotes, abrindo o leque e apresentando suas armas. Chibatas, cordas, correntes e companhia despertaram ainda mais a curiosidade daquela garota com cara de espanto.
Perguntava tudo, queria saber de todos os detalhes, pegava em chicotes querendo saber de que era fabricado, ficava admirada ao ver homens se curvando aos pés de suas donas, achava tudo novo e, principalmente, engraçado.
Cada vez mais a vontade, começou a despertar irritação em alguns convidados que foram se mostrando incomodados com as atitudes daquela mulher. Imaginem a cena, porque a pessoa vai se tornando inconveniente e nem percebe, e o pior é que o convidado responsável por sua presença perdoa as gafes e encara a importunação com a maior cara de pau achando que todos os presentes estão obrigados a agir da mesma forma.
Porém, a maionese começou a azedar quando a dona da casa, e da festa, uma dominadora tipo “sargentão”, passou a exibir uma mistura de sorriso amarelo e olhar 43. Cutucou o responsável pela presença da dama alegre sem a menor cerimônia dando-lhe um esporro na presença de todos e sequer se preocupou em chamá-lo num canto reservado, tamanha era sua indignação. Mas a convidada não se fez de rogada e achou que a bronca era a senha para participar.
Escolheu um submisso que havia participado de algumas cenas, ordenou que se colocasse de joelhos na sua frente e desferiu-lhe uma bofetada de estalar os ouvidos dos atônitos presentes mediante a fúria aplicada. O pobre coitado foi jogado violentamente para o lado com a potencia do tapa e bateu com a cabeça no braço da poltrona.
O tempo fechou. Enquanto alguns convidados acudiam o cidadão com um “galo” na testa devido à queda, outros reprimiram com veemência a atitude intempestiva da mulher que passava a impressão de não entender o que estava acontecendo. Sem nenhuma noção, conhecimento ou contato prévio com o tema da festa agrediu uma pessoa justamente por não ter a capacidade de distinguir um ato insano de uma prática fetichista.
A dona da festa contida pelos amigos aos berros expulsou a penetra e seu acompanhante. O cidadão saiu sem graça tentando se desculpar por ter perturbado o ambiente, ao mesmo tempo em que dezenas de convidados tomaram seus rumos e a festa foi pro saco!
Ficou o consolo de não ter havido conseqüência mais grave com o rapaz agredido e a certeza de nunca mais aceitar a presença de pessoas estranhas ao fetiche.
É Zé, foi o preço da bofetada...

BECKY EM SELF-BONDAGE

Amarrar uma mulher bonita é bom demais, entretanto para alguns fetichistas ver essa mulher se auto amarrando é melhor ainda. Estamos falando de “Self-Bondage”.
Com extrema elegância Becky realiza esse desejo de muitos bondagistas no vídeo de hoje do Bound Brazil.
Numa seqüência de tirar o chapéu, ela começa pelos tornozelos e termina colocando nos pulsos um par de algemas.
Self-Bondage é a prova incontestável de que as mulheres pelo tempo de prática do fetiche aprendem a forma como a corda deve ser utilizada. Se não se mostram maestrinas de bondage ainda, passam identificação total com a cena.
Junto com o vídeo um Bônus Mix com quatro mulheres lindas mostrando cenas inéditas de seus sets que não foram publicadas.
Clara e Scarlet (Foto), Jessy, Anna e Perolla (BBW) que tiveram seus ensaios postados há bem pouco tempo aparecem em fotos inéditas aos assinantes do Bound Brazil.
Bom demais!

Um excelente fim de semana a todos!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Bondage e os Bondagistas


Gosto e opinião, esses são os preceitos básicos para elaborar um quadro com as preferências dos praticantes de bondage.
Não tenho o conhecimento de alguma manifestação de bondage nova, por isso afirmo que existem três formas diferentes relacionadas com o fetiche.

Os que gostam de love bondage, por exemplo, preferem amarrar sua parceira ou parceiro e praticar as delicias que o sexo permite, e vão de caricias preliminares a tórridas relações sexuais nas quais quem está submetido pelas cordas fica impossibilitado de retribuir, sendo seus gemidos ou apelos o clímax de quem está impondo. E os parceiros imobilizados devem aproveitar cada segundo dessa relação, afinal às queixas sobre “sexo só pra mim” são tão comuns hoje em dia que lotam os consultórios de psicanálise. Cenas de podolatria dominante, alinhamento dos nós e posições de amarrações são comuns em práticas de love bondage.

Um segundo grupo de bondagistas prefere viver o que costuma ser chamado de “bondage adventure” ou “damsels in distress” que são fantasias consentidas de raptos pré-combinados, mas que só atingem seu objetivo se os participantes desses jogos tiverem a disposição de viver cem por cento o fetiche. Aqui não se aplica a necessidade de existir amarrações perfeitas com determinados tipos de cordas, porque basta imobilizar com qualquer tira de pano, fio elétrico, fita adesiva, algemas, enfim, instrumentos que se encaixem no ambiente em que a fantasia é realizada.

Por último, o fetiche de bondage que carrega com ele as demais siglas da expressão BDSM. Aqui existem dois aspectos fundamentais: os grandes mestres, principalmente que praticam o shibari, que dão ênfase ao alinhamento das cordas e as utilizam como parte de castigos, e os dominadores ou dominadoras que através de correntes, grilhões, cangas e simples ou elaboradas amarrações imprimem diversos tipos de torturas físicas e psicológicas em submissos com tendências a ficarem imobilizados. É a dominação, o sadomasoquismo, que permite a quem está no comando infringir dor e punição a quem consensualmente se entrega em suas mãos.

Considerações à parte, essa é a singela opinião do escriba aqui que por ter percorrido um longo caminho pelas estradas desse fetiche tem essa visão de bondage.
Pessoas costumam misturar estações e apregoam teses descabidas quando se deparam com alguma cena em que alguém se apresenta amarrado, quando deveriam buscar conhecer as diversas formas de como o fetiche se manifesta.
É uma questão de tendência e tesão, nenhum outro predicado é capaz de ditar uma regra ou conceito a respeito de bondage que esteja distante das práticas, porque para significar um fetiche é preciso acima de tudo que os praticantes tenham plena consciência do que gostam e vai ocorrer na vida em comum, entre quatro paredes.
Para perder a condição de reação é preciso haver confiança entre quem se entrega ao fetiche, desde as primeiras conversas até os efeitos maravilhosos que essa prática produz.
Deixando de lado a teoria, como toda regra o fetiche de bondage também apresenta as suas exceções, por isso não é impossível encontrar praticantes que por algumas vezes, ou em certos casos, utilizaram duas ou três vertentes numa só relação.
Bondage é isso, e o que vier além fica por conta da imaginação de cada um.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Nas Próximas Férias


Já decidiu o que fazer nas próximas férias?
Aqui vai uma excelente dica.
Se a grana estiver sobrando, que tal uma esticada até a Itália?
Vários são os roteiros possíveis e em qualquer agencia de viagens é fácil conseguir descontos.
Mas calma, afinal aqui é um blog fetichista e por que eu estaria falando de viagem de férias?
Simples, porque a matéria de hoje se refere à CasacariSMa, assim mesmo, com S&M maiúsculos. Muito mais que um SPA, a CasacariSMa localizada na Riviera Italiana a poucos quilômetros da maravilhosa cidade de San Remo, reúne todas as condições que um fetichista deseja para viver dias inesquecíveis.
Com um estilo que lembra as antigas fazendas Italianas, oferece todo o conforto a pessoas que buscam realizar suas fantasias num lugar mágico e perfeitamente adaptado ao contexto BDSM. Quartos em estilo de cela preparados para cenários inimagináveis e soluções externas para satisfazer o mais exigente dos fetichistas.

Além de todas essas facilidades, os proprietários garantem que qualquer traje é aceitável e todas as áreas internas e externas estão disponíveis para práticas, filmagens e fotos. Mas o melhor é que todos os funcionários da CasacariSMa são treinados a atender e aceitar toda e qualquer manifestação fetichista sem nenhum preconceito. E detalhe, os donos também freqüentam o lado de cá da banda.
Até a cozinha está disponível para os hóspedes mais exigentes que gostam de preparar as iguarias de suas donas, ou donos.
As regras fetichistas são impostas por quem pratica, diferente de locais como o OWK onde a supremacia feminina é um estatuto. Não existe vizinhança curiosa capaz de atrapalhar seus planos, pois a CasacariSMa está localizada a 500 metros acima do nível do mar e a 10km da praia mais próxima, o ambiente perfeito para qualquer um que tem o fetiche na entranha e sonha viver suas aventuras.

Claro que para nós, que vivemos em terras latinoamericanas passar férias na Itália custa mais que um simples desejo, mas se levarmos em conta que às vezes gastamos demais para ir a muitos lugares onde não nos sentimos e sequer temos a chance de realizar nossas fantasias, vale a pena começar a pensar com calma e planejar melhor nosso objetivo.
Portanto, antes de pensar em visitar o Pato Donald e sua turma na Flórida ou viajar pelas paradisíacas praias do Caribe, imagine um mundo que só cabe em nossos desejos mais íntimos e comece a unir o útil ao agradável.
Inclua o fetiche em seu próximo roteiro de viagem.
Para maiores informações sobre a CasacariSMa acesse o site: http://www.casacarisma.it/

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Do lado de fora


Dizem que algumas pessoas preferem correr certos riscos quando protagonizam cenas mais tórridas. Talvez o medo do desconhecido desperte um algo mais, ou quem sabe a possibilidade de estar sendo observado seja uma simples razão.
Por mais tímidos que possamos parecer há sempre um pouco de exibicionismo dentro de nós a procura de um voyeur de plantão para vigiar nossos passos fetichistas.
É aquela velha história do sexo ficando mais gostoso quando é praticado na escada do prédio, no banco de trás do carro, ou seja, em qualquer lugar que represente uma ameaça constante e a garantia de que generosas doses de adrenalina vão fazer o sangue borbulhar.
Claro que existem os especialistas nesse tipo de comportamento, os verdadeiros exibicionistas, que se atrevem a realizar as mais loucas fantasias e ficam mais excitados se têm a certeza de contar com alguém à espreita.
E onde existe o fetiche sempre haverá alguém buscando povoar nossa mente com idéias que possam traduzir um pouco do que sentimos, ou do que queremos estar interados.
Então vamos à cena.
Pode não parecer inédito porque vários sites pela internet apresentam um conteúdo comumente chamado de “bondage outdoor”. Mas a idéia de apresentar cenas de bondage em lugares públicos e fora dos muros surgiu numa das muitas conversas que tenho com o Nauticus sobre o trabalho do site.
E foi dele a cena, desde o planejamento, a escolha da modelo e a produção.
A foto que ilustra essa matéria é uma das sessenta que o Bound Brazil mostra hoje em primeira mão aos seus assinantes, com a belíssima Nany se apresentando numa seqüência de enlouquecer qualquer praticante ou simpatizante de bondage.
O cenário é perfeito, as cenas foram captadas num belo dia ensolarado e tem como fundo a grama verde e bem conservada. Nany aparece de camiseta, short e sandálias havaianas, outro delírio diretamente ligado ao fetiche.
Toda apresentação de bondage em fotos ou vídeos é acima de tudo uma sugestão para a prática do fetiche, por isso não custa nada tentar elaborar a mesma cena da forma que for mais conveniente.

Como foi dito aqui, outros sites espalhados pela Internet apresentam em seu conteúdo somente encenação externa, como é o caso do Public Disgrace do grupo Kinky. Embora pareçam inacreditáveis as fotos e vídeos são autenticas e traduzem o respeito que existe em paises evoluídos por manifestações fetichistas.
O site, assim como todos do grupo Kinky, explora pornografia misturada ao fetiche e as cenas que sugerem relações sexuais são encenadas em locais fechados, como bares, clubes e até galpões, com audiência de várias pessoas que possuem conhecimento prévio do que vai ser exibido.
Não existe sexo em praça publica.
Mas as cenas de mulheres amarradas levadas por avenidas em meio aos transeuntes são totalmente reais e, as pessoas que parecem impressionadas com as cenas e sacam fotos, soam como figurantes em produções montadas.
Diferente, inovador, o Public Disgrace aborda esses aspectos e avança sustentado por uma propaganda em massa como todos os produtos do Kinky, porém passa uma impressão de espanto e algumas vezes cômica, quando deveria mostrar o exibicionismo em seu conteúdo.