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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Uma Visão “Não Fetichista”


De uma maneira geral, as produções com temática exclusivamente fetichista visam agradar a um segmento que respira esse assunto.
Esse é o procedimento padrão.
Mas há controvérsias.
Quando a Lilian me enviou a sinopse do filme “The Resort”, procurei adaptar o roteiro para agradar aos olhares fetichistas, os consumidores alvos. Com uma resposta excelente após um mês de comercialização, o filme recebeu resenhas de pessoas daqui do Brasil e do exterior, aliás, todas estão postadas no link “Vault” do site Bound Brazil, e de uma forma geral me passaram uma mensagem super positiva do trabalho.
Semana passada, uma pessoa chamada Renata comprou um DVD para um amigo. Segundo suas palavras, a primeira intenção foi ajudar alguém que naquele momento precisava de um cartão de crédito, ou alguma coisa nesse sentido.
Só que, atraída pela curiosidade feminina aguçada, a Renata assistiu o filme antes de entregar a quem de direito. Gostou tanto da história e das cenas que mandou o seguinte comentário:
“No começo as cenas me deram arrepio. Me peguei assistindo a um filme de suspense, em total contraste com as belas imagens da abertura. Meninas capturadas por mascarados e uma seqüência de cenas que faziam questão de me fazer ficar ligada na próxima. Os interrogatórios, quase reais, e o final totalmente surpreendente me deixaram atônita, porque eu não sabia àquela altura quem eram os vilões ou quem eram as vitimas. Parabéns, porque eu jamais imaginei que um filme fetichista pudesse ter um enredo tão parecido com os filmes de aventura e suspense.”
Suprimi alguns detalhes resenhados pela Renata para não estragar o final da trama.
Pena que ela não assistiu “The Resort” devidamente amarrada!
O que fica desse comentário é a capacidade de uma obra fetichista alcançar olhares que nunca estiveram voltados para esse universo. E ela não é a primeira pessoa de fora do circuito que assiste e gosta do que vê.
Minha idéia era essa? Não, claro que não.
Errei o alvo? Também não. Prefiro dizer que mirei no que vi e acertei o que não vi.
Outro dia um fetichista me disse: as cenas são longas. É verdade, mas “The Resort” enfoca as cenas em primeiro plano, enquadra o fetiche sem prestar atenção a detalhes que o fizessem sair dos trilhos.
Mas mesmo assim agradou a quem não persegue as cenas fetichistas em particular.
Acontece, não dava pra prever.
Hoje, o Rabbit Reviews, um portal americano especializado em fetiches e sexo, classificou o filme como saboroso, eficaz e excitante. Preciso dizer mais alguma coisa?
Deu certo. E vem mais por aí.

HOGTIED

O Bound Brazil atende aos apelos bondagistas e mostra o vídeo Hogtied.
Acho que quem freqüenta o blog já imagina do que se trata, mas não custa lembrar. Hogtied é uma posição de bondage em que a mulher tem as mãos e os pés amarrados, e os mesmos são ligados por uma corda.
E no vídeo de hoje, duas belas garotas protagonizam essa cena que tanto frisson causa aos bondagistas.



Daphne e Indianara tentam de todas as formas possíveis escapar de um tipo de imobilização onde até os movimentos ficam restritos.
Um photoset cheio de detalhes das meninas faz parte do cardápio.
A conferir.

Um ótimo final de semana a todos!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A Supremacia Hogtied


O termo Hogtied se traduzido ao português soa esquisito.
Imaginar uma mulher linda e ler na legenda “amarrada como um porco” apaga todo o glamour que a fotografia traduz. Mas é este mesmo o real significado.
Na verdade o termo hogtied é utilizado para denominar uma posição de imobilização de bondage em que uma mulher, ou um homem, tem as mãos amarradas às costas de onde uma ponta da mesma corda é usada para amarrar os pés.
Talvez por representar uma amarração segura de onde é muito difícil escapar, o estilo hogtied ganhou força no meio fetichista e pode ser apontado com tranqüilidade como a preferida dos “riggers”, diria até que existe uma supremacia da imobilização hogtied se comparada às demais.
Outro aspecto importante que merece destaque quando o assunto é imobilização hogtied é a total exibição dos pés. Por estarem diretamente ligados às mãos, os pés ficam em evidência a todo instante durante uma cena no estilo hogtied. Se a modelo amarrada faz qualquer movimento com as mãos na tentativa de se livrar das cordas, os pés ganham uma presença maior na imagem e vice-versa. Em se tratando de exposição dos pés, calçados ou descalços, a atmosfera podólatra entra com tudo no cenário, principalmente para os fetichistas chamados de “podos-dom” ou outros fetichistas podólatras que apreciam a exibição dos pés, com ou sem cordas.
Entretanto, a simplicidade não é a característica dessa posição.
A ousadia do bondagista quando cria a cena dá o toque de personalização do hogtied. Alguns preferem a amarração na forma clássica, mãos e pés ligados apenas, com isso aumenta a capacidade da mulher imobilizada produzir movimentos mais longos, acentuando os quadris e a bunda. Outros dão ênfase ao cerceamento de qualquer movimento, por isso, preferem a imobilização total amarrando os cotovelos juntos às costas, joelhos e, em alguns casos, os tornozelos também são presos às coxas.
Apesar da preferência pelo estilo hogtied na hora de amarrar a parceira, o bondagista deve ter em conta que esta posição diminui consideravelmente a exposição sexual da mulher. O acesso ao órgão genital fica reduzido pelas características da posição, no entanto, pode sugerir o uso de brinquedos fetichistas, pequenos consolos com vibração eletrônica para dar prazer a quem está aprisionada.
Segura, eficiente e sensual a posição hogtied é o supra-sumo de uma cena de bondage quando realizada com consenso e competência.
Experimente, é de apaixonar...

BOUND SLEEP BEAUTY

Por falar em hogtied, o vídeo de hoje do Bound Brazil trás imagens de cair o queixo.
Não pelo efeito dos nós ou trabalho de cordas especificamente, mas pela participação das duas modelos que protagonizam o filme.
Anna Rodrigues e Milena Lopes fazem a diferença nesse vídeo de dezesseis minutos.
O roteiro mostra o conhecido golpe batizado por aqui de “boa noite Cinderela”, quando Anna coloca sonífero na bebida da amiga para apoderar-se de suas roupas e pertences. Cenas de podolatria no momento do roubo das botas de Milena dão um toque fetichista a mais nesse vídeo.
Na parte final, uma estranha surge para deixar as duas belas garotas imobilizadas num clássico estilo hogtied.
Imperdível.

Um excelente final de semana a todos!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Espaço Amador – Havaianas


Dizem que bunda é a preferência nacional, mas engana-se quem pensa que essa parte sensual do corpo feminino reina absoluta, sem concorrência, porque as brasileiríssimas sandálias havaianas fazem à cabeça da mulherada que usa e abusa e dos marmanjos que babam por elas.
Seguindo a sugestão de receber dos amigos e amigas imagens ou histórias que me ajudem a fazer desse blog um verdadeiro jornal do mundo do fetiche, a leitora Juliana de Minas Gerais envia fotos de seus pés calçados com as legitimas, como são conhecidas essas sandálias.
Não é de hoje que recebo várias mensagens da galera que é louca por havaianas pedindo vídeos ou fotos das modelos do Bound Brazil calçando-as nas cenas, mas nem sempre os roteiros nos permitem apresentar esse fetiche, embora em alguns ensaios fotográficos e vídeos existam essas imagens em arquivo.
Só que não são publicas, é preciso ser assinante para ver essas gatinhas e suas sandálias, mas aqui vale a cortesia, a lambuja que os próprios freqüentadores do blog podem dividir com os amigos e, ao mesmo tempo admirar a beleza em conjunto.

Imagino que a Juliana esteja orgulhosa ao ver seus pés e suas havaianas postadas aqui, de frente e num belo “dangling” exibindo suas solas. Puro exercício de podolatria para quem é fanático e uma linda imagem como uma obra de arte, para aqueles que somente apreciam.
Algumas informações relevantes aos podólatras de plantão: ela é morena, linda, tem 22 anos e calça 39. É pé que não acaba mais...
Mas o blog acolhe todos os fetiches e, portanto o espaço segue aberto e pronto para postar o seu fetiche, através de um belo texto, fotos ou vídeos desde que seja tipo “home made”. Fica por conta da iniciativa de cada um mostrar que na comunidade fetichista existem pessoas tão normais e sensatas como em qualquer segmento neste planeta.
Semana que vem tem mais uma postagem amadora aqui no nosso blog. Mande também a sua.

Anna e Jackie chegaram para uma visita, mas minha recepção não foi das mais agradáveis. Então, resolvi colocar as duas para descansar numa bela posição hogtied, com seus pulsos e tornozelos amarrados e interligados.
Mas como não paravam de tagarelar, serviu-lhes como uma luva a eficiente mordaça com fita silver tape que abafaram as conversas e, ao mesmo tempo, colocaram para rodar aquela melodia que todo bondagista é alucinado: mumphnnnnn!
E ali ficaram horas, imobilizadas e desconfortáveis como castigo pelos altíssimos decibéis que meus ouvidos suportaram.
Resolvi condensar essas cenas em 12 minutos de vídeo e decidi apresentar aos assinantes do Bound Brazil nessa noite de Sexta. Portanto, Grils in Hogtied é um presente aos membros do site que terão o prazer de assistir essas princesas lutando contra as cordas sem descanso.
Para completar a “maldade”, saquei sessenta fotos durante a filmagem que estarão também na noite de atualização do Bound Brazil. Aproveitem e curtam esse raro momento...
Um excelente final de semana a todos!