terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Bondage: Suspensão


Esse assunto tira o sono de muito bondagista e encanta as garotas que gostam de ficar amarradas. Pode anotar e conferir: durante uma cena de bondage quando a menina está suspensa ela chega a curtir o fetiche com mais intensidade que o próprio bondagista autor da proeza.
E é uma onda mesmo. Um misto de façanha realizada e um prazer difícil de descrever de quem se vê pendurada num belo trabalho de cordas.
Claro que existem os riscos e um bondagista deve estar preparado para realizar esse trabalho com as cordas. Primeiro verificar onde a menina será suspensa, se há segurança e a barra pode suportar toda a carga que será ali amarrada.
Explique-se: é normal que logo no começo de uma cena de suspensão exista uma apreensão de quem se vê sem contato com o solo e totalmente impossibilitada de defender-se com as mãos em caso de uma queda. Porém, quando a pessoa suspensa se sente segura, solta o corpo de tal forma que chega a dobrar o peso sustentado.
Portanto, uma penca de cuidados são requisitos fundamentais para fazer bondage com suspensão.
Além da boa base que vai sustentar o corpo suspenso, o uso de cordas de nylon é totalmente desaconselhável, porque podem deslizar e provocar um grave acidente. Procure usar cordas de algodão cru, cânhamo ou até de sisal, embora provoque assaduras na pele durante a suspensão. Os nós devem ser firmes e apertados somente na própria corda, nunca no corpo de sua parceira. Jamais faça laçadas próximas ao pescoço ou utilize demasiada pressão no peito ou na parte do estomago. Podem causar falta de ar e enjôos com facilidade.
Suspenda pelo quadril, e para buscar uma postura reta use um espaçador de madeira ou até PVC ente os cotovelos onde deverá ser amarrada a corda que sustenta o dorso. Tome o mesmo procedimento para a parte das pernas suspendendo pelas coxas.
Dessa forma ficará garantido certo conforto, a liberação de movimentos laterais por quem está suspensa e uma “estranha” liberdade de sua parceira mesmo estando totalmente imobilizada.
Hoje no Bound Brazil você pode conferir um set com sessenta fotos da linda Terps numa cena de suspensão realizada Sábado passado. Através do olhar fotográfico da Lucia Sanny é possível ter uma idéia de como tudo isso se processa, desde os primeiros nós até a suspensão completa.

Um agradecimento mais que especial à minha parceira Mistress Korva que muito ajudou para a realização dessa tarefa, à Terps e toda a galera do Bound Brazil. Foi incrível, desde a montagem da cena até a gostosa satisfação dessa fetichista de primeira grandeza que há muito me cobrava esse trabalho.
Na canja de hoje aqui no blog duas dessas fotos ilustram essa matéria sobre um tema que muita gente admira e tem loucura de experimentar. Seguindo a cartilha de segurança qualquer um se habilita a realizar essa cena. É preciso disciplina às regras e vontade, porque o resto está na veia bondagista de cada um.
Valeu Terps!
Te devia essa...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Eletroestimulação


É normal encontrar em cenas sadomasoquistas pequenas engenhocas que disparam descargas elétricas de baixa freqüência com o sentido de estimular partes erógenas do corpo.
São os chamados eletroestimuladores eróticos.
E como isso funciona e quais os riscos?
Bom, a PES electro (http://www.peselectro.com) desenvolve esses equipamentos com total controle de segurança e os coloca à venda no mercado. Pelo valor de U$ 259,95 é possível adquirir esse aparelho para ser utilizado em sessões de BDSM.
A estimulação alcançada com o uso desses brinquedos elétricos, não significa risco de uma descarga elétrica que possa ferir a quem recebe esse estímulo, o máximo que esses aparelhos produzem é uma espécie de formigamento para prolongar a excitação e obter um orgasmo longo e satisfatório.
A resposta com o uso do estimulador nada tem a ver com os efeitos de um vibrador. Eletrodos sensíveis são acoplados a maquina e com uma espécie de chupeta aderente ao corpo provocando leves descargas que causam delírios em quem se submete.
Quando usado com a combinação certa dos eletrodos segundo as configurações, é possível levar um homem a ejaculação de mãos-livres (ou amarradas?), ou seja, sem tocar no pênis e ao mesmo tempo prolongar o orgasmo real, e até mesmo provocar o primeiro orgasmo de uma mulher ou ainda múltiplos.
Pode parecer surreal, porém milhares de usuários dessas geringonças acreditam piamente em seus efeitos e os classificam como devastadores.
Agora fique atento aos conselhos do fabricante: “o uso erótico da eletroestimulação funciona também para melhorar sua experiência masturbatória. Adicione um pouco de energia ao seu preâmbulo, ou "torture" seu submisso (a) favorito. O PES Power Box permite a você ou ao seu amante o controle total do prazer e te dá resposta imediata na busca do aperfeiçoamento do orgasmo”.
Pois é, noves fora a propaganda essencial para vender seu produto, a PES garante de pés juntos que a maquininha funciona a todo o vapor como um combustível a mais na sua relação fetichista.
Alguns praticantes de BDSM criam seus próprios instrumentos de eletroestimulação, mas há que estar atento a alguns detalhes consultando um especialista, principalmente quanto ao isolamento e amperagem que pode ser empregada.
O preço desse aparelho da PES não é barato e ainda deve ser calculado o imposto da importação, mesmo pelo correio. Entretanto para sadomasoquistas que gostam desse tipo de prática vale muito mais a pena ter um equipamento confiável e garantido, e melhor, que pode ser usado por várias vezes.

FELICIA BONDAGE EXPERIENCE

O titulo é longo e a experiência idem.
O filme de hoje do Bound Brazil não mostra um enredo tipo “damsels in distress”.
O vídeo trás uma nova modelo do site em seu primeiro trabalho. Felícia experimenta o fetiche de bondage e coloca o assinante frente a frente com uma bela mulher passando pela primeira vez por essa fantasia, sem nenhum preparo ou roteiro pré-elaborado.
Uma produção diferente que agrada a muitos praticantes e admiradores de bondage com dezessete minutos de duração.
Acompanha um photoset com setenta e cinco modelos do site em poses inéditas que não constam de seus álbuns nos arquivos.
Excitante e diferente. Esse vale a pena salvar em HD.


Você pode ajudar nosso blog a figurar entre os mais visitados no quesito adulto e fetichista. Estamos defendendo o primeiro lugar por votação essa semana.
Para votar no Bondage & Fetiches acesse: http://www.xxx-devils.org/
Vale votar todo dia. A briga é boa e conto com seu voto!

Um excelente final de semana a todos!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Bondage: Como Começar?


Tudo começou através de mensagens trocadas no twitter.
A Thamara falou de sua louca vontade de praticar bondage, mas precisa saber como começar.
Primeiro é preciso saber o papel no jogo, sim, porque bondage é um jogo, uma fantasia entre pessoas adultas que buscam novas aventuras nas relações sexuais.
O diferencial de um jogo de bondage é que tanto faz qual dos dois seja a figura, digamos assim, dominante. Você pode amarrar ou ser amarrado, depende única e exclusivamente da sua vontade.
E o que você deve fazer ao ter a parceira amarrada?
Ou ainda, o que você gostaria que lhe acontecesse ao estar indefesa?
O instinto vai falar mais alto e as coisas vão ocorrer de acordo com o tesão.
Como gosto de love bondage, aqui vai à dica que você pediu.
Ao imobilizar alguém e ter o total controle da situação exige que sua criatividade seja posta a prova, portanto é melhor dar o máximo, se exceder mesmo, só assim quem está à espera de algo fora da rotina pode buscar o clímax.
Se for a primeira experiência comece por vendar os olhos, dessa forma aumenta a adrenalina em quem está com os movimentos restritos. A falta da visão cria o mistério.
Com um pote de óleo de amêndoa ou um creme corporal você pode iniciar uma massagem com a ponta dos dedos. Passe bem de leve ao redor do pescoço e desça até os pés. Massageie devagar, nada de movimentos bruscos que produzam efeitos de relaxamento muscular. A onda aqui é relaxar a parceira.
Não lambuze o órgão sexual de óleo ou creme. Lembre-se que você vai precisar dele com o sabor original porque o sexo oral é a sua próxima parada.
A partir desse ponto você deve escolher os próximos passos de acordo com o que foi previamente combinado. Deve haver consensualidade quando existe uma atividade fetichista, por isso se seu desejo é de causar ou sentir dor durante uma fantasia, já não existirá o conceito de love bondage.
Entrariam em cena toda uma série de brinquedos sadomasoquistas, como consolos, chicotes e velas.
Praticar uma fantasia sexual não é um bicho de sete cabeças, basta ter idéias e vontade de fazer. Algumas pessoas usam trajes específicos e outros acessórios para enriquecer o ambiente, porém o mais importante é a comunhão entre o desejo e a realização. Aí sim haverá uma satisfação incontrolável com gosto de quero mais.

Bom Thamara, agora que você já sabe como começar uma deliciosa brincadeira de bondage, escolha a que melhor se encaixa em sua fantasia e vá em frente sem medo ou vergonha de tentar.
Eleja a pessoa certa, o local mais aconchegante possível e, principalmente deixe tudo do lado de fora. Concentração é tudo quando você se propõe a realizar uma fantasia. Viva cada instante porque na certa não faltará vontade de fazer outra vez.
Você pode escolher também de que lado quer estar nesse jogo.
Gostar das duas coisas não é nenhum demérito, porque a maioria das pessoas adora experimentar as duas faces da moeda.
Bondage é isso, o que vier a mais fica por conta da sua imaginação.
Let’s get it started?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mes Que Mai


Minha origem é espanhola e embora nada tenha de Catalã essa frase tem um significado especial e atrativo. Significaria dizer em Castelhano “más que nunca”, ou seja, algo que está acima de tudo.
E esta é a ótica de um amigo médico apaixonado por gesso. Pra ele ser um gessólatra está acima de qualquer coisa, até do bem e do mal.
Ao ler meu artigo de ontem me relatou um fato curioso e interessante.
Há alguns anos atrás, entrou em parafuso em busca de uma parceira que aceitasse a sua escolha fetichista e a conseqüente condição sexual. Como um bom gessólatra a transa perfeita é imobilizar os braços e pernas da companheira com gesso durante o ato sexual.
Parece simples, mas está bem longe disso. Se para um podólatra algumas vezes é complicado explicar a preferência pelos pés, imagine como um cara com essa tara poderia tentar uma aproximação?
Bom, mas ele é médico e sabe o que está fazendo, porém o detalhe carrega toda a angustia e incerteza que complicam a confissão na hora H. Mesmo os fetichistas são reticentes a determinadas práticas, por medo, por achar complicado a troca de prazer através de certas circunstancias. De fora do meio então é como catar agulha num palheiro, estar pronto para possíveis rejeições algumas vezes veementes.
Aí que entra a frase que dá titulo a matéria de hoje, porque o impossível só existe até que alguém desafie a impossibilidade.
Pensando assim, ele foi à luta sem trégua encontrando parceira justamente nos lugares citados ontem por aqui. Com muito jeito convenceu uma garota de programa a aceitar suas condições e viveu dias inesquecíveis.
Mas não pensem que foi fácil e como ele mesmo relata teve mesmo que suar a camisa e arregaçar as mangas para conseguir o objetivo. Disse que se aproximou aos poucos, obteve confiança para através de degrau em degrau alcançar o que desejava.
Com a palavra o doutor:
“Antes de tudo passei a ser - cliente. A conheci numa boate aqui no Rio de Janeiro e apostei minhas fichas pelas nossas conversas preliminares. Trocamos telefone e fiz questão de deixá-la saber da minha capacidade profissional, afinal um médico passaria a confiança necessária para a realização da fantasia, embora reconheça que outra pessoa dotada de habilidade através de cursos de auxiliar de enfermagem também possa fazer sem problemas. Mas mesmo assim não foi fácil e todo esse trabalho de convencimento quase vai por água abaixo, ainda que começasse engessando as mãos e os pés até atingir o que eu queria”.

Esse relato apenas corrobora com minha opinião quanto a uma virtude que deve nortear todo fetichista: persistência. Além disso, toda a paciência do mundo se faz necessária para conseguir o objetivo. Lembre-se de que para quem nunca escutou falar em certas fantasias o primeiro contato é fundamental, porque haverá de ser vencido o medo e a desconfiança.
O “cast fetish” ou o fetiche por gesso assim como toda e qualquer atividade fetichista deve ser exposta com sabedoria para que a apresentação da prática não se transforme em algo inaceitável, fazendo com que exista uma exposição vexatória de seus sentimentos.
Comer pelas beiradas, essa é a tática perfeita, como um grande amigo podólatra faz questão de dizer: “começo por fazer massagens nos pés, daí a beijá-los é um pulo”.
O fetiche só é legal quando vale à pena e quando advém de uma conquista difícil e perseverante aumenta mais ainda a satisfação de realizá-lo.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Melhor que um Conto de Fadas


Sonhar é grátis, mas realizar esse sonho normalmente tem um preço.
Nem sempre esse parâmetro pode ser medido pelo aspecto monetário, embora algumas vezes sim. Senão vejamos.
O sujeito freqüenta festas fetichistas, participara de workshops e na hora do vamos ver não arranja quorum, automaticamente se vira como pode. Como companheira apenas a gélida parede de azulejos no banheiro. E como fica?
Nessas horas as damas de aluguel são as melhores opções.
Um bom papo nunca é demais e o que é previamente combinado não sai caro e nem barato, apenas justo. Pronto, realizou a fantasia desejada...
Agora o advogado do diabo: não construa castelos de areia ou contos de fadas a partir desse ponto ou o distinto cidadão dará literalmente com os burros n’água.
Fetiche é paixão, é vontade louca, chega a ser um vicio, e por isso, há que separar a paixão pelo fetiche da paixão por quem pratica em conjunto. Porque isso só funciona quando há reciprocidade e no caso que estamos falando existe uma clara relação comercial.
Mas pode ocorrer o contrário? Claro que sim, já vi e presenciei inúmeros casos ao longo da vida, fora os que se tem noticia. Por que não?
Seria como estar no dia certo e na hora exata. Ela topou participar da brincadeira e de repente se apaixonou pela idéia, descobriu um caminho, gozou como nunca, foi com a cara do sujeito. São inúmeras possibilidades e a vida está cheia de surpresas pra acreditar, sempre.
Caso tudo fique apenas numa noite de fantasia realizada e só, contente-se, mas não saia dessa com cara de infeliz, de derrotado, lembre-se que foi assim que tudo foi planejado e o final era mais do que previsto.
Ela não vai ligar no dia seguinte, terá sido apenas mais uma aventura dentre tantas que um dia ela vai se lembrar ou contar, mas você terá cada cena fotografada dentro da lembrança e, finalmente poderá se considerar como tendo a fantasia realizada.
Fetichista não encuca, exterioriza...
Pode ser que após umas três ou quatro noitadas você se julgue capaz de realizar a mesma fantasia com alguém especial, uma pessoa que divida contigo e que esteja a fim de entrar de cabeça no mesmo universo. Então valeu a pena.
Conheço pessoas que apregoam ojeriza a esse tipo de relação. Elas têm o direito de não gostar, mas mesmo assim eu pergunto: que mal há nisso?
É preciso cuidado também para não enveredar sempre pelo mesmo caminho, ou seja, tudo na vida tem um limite e pode atrofiar sua causa justa e deixá-la restrita a encontros ocasionais, combinados e pagos.
Portanto, continue sonhando e quem sabe na próxima festa ou encontro fetichista a alma gêmea apareça de onde menos se espera?

AGORA SIM!

Alô galera de Santa Catarina anote essa.

Agora sim está tudo pronto: local definido, preços, horários das turmas à noite durante a semana e das turmas aos sábados para dezembro/2009, janeiro e fevereiro de 2010. Até o menu do coffee break já foi preparado! Então, amores, ajudem a Lady a divulgar por todos os meios que vocês considerem apropriados e eficientes.

Valeu Lady Vulgata. Essa eu assino embaixo!