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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Nossos Sonhos


Um dia, faz mais de um ano e meio, escrevi isso aqui.
De repente me deu vontade de publicar outra vez. Acho que valeu a pena...

Nossos sonhos são comuns, simples e cabem dentro de uma noite de sono.
Nossos sonhos são tão reais quanto nossa imaginação nos conduz a eles. Sonhamos sempre e cada vez mais.
Compartilhar os sonhos é importante, pois se torna o primeiro passo para trazê-los ao mundo real. Sonha-se a cores, em preto e branco, com detalhes ou por um todo, com o impossível, o improvável e até com o que está bem perto, a um passo de ser verdadeiro.
O que ultrapassa o campo de nossa imaginação é uma grande parte do que queremos para nós mesmos, porque quem vive sem sonhos e sem esperança apenas vegeta, não projeta, não busca o destino.
Ninguém luta por aquilo que não almeja e desejar é um direito.
Conheço pessoas que sonham demais e nunca tentam fazer esse sonho se materializar, são somente sonhadores, eternos, e trancam a vida dentro dos sonhos vivendo com eles, e pior, sem compartilhar, sem pelo menos tentar viver aquele momento feliz que existe dentro de si mesmo.
As surpresas que a vida nos reserva por várias vezes apontam caminhos para que nossos sonhos se tornem reais, mas muitas vezes não percebemos e criamos nossas próprias barreiras que via de regra acabam em profundo arrependimento.
Sonhar é bom, desde que não se transforme em obsessão porque anula e aniquila muita coisa boa que está ao nosso redor. É preciso saber sonhar e conviver com esses sonhos com harmonia e compreensão para trazê-los aos nossos dias de realidade.
Quando o fetiche desperta em cada um lá no começo da nossa existência, lutamos em aceitar por nos sentirmos diferentes, sem saber na verdade que muito melhor é ser diferente do que ser sempre igual, porém evoluímos acompanhados de perto por um furor que nos consome entre pensamentos impublicáveis, e porque não dizer, secretos.
Até encontrarmos um caminho que nos leve a desvendar esse mistério a alguém, vivemos prisioneiros desses devaneios como vitimas de uma conspiração particular, onde nada é desvendado além das nossas noites solitárias.
Não é necessário ser um fetichista para ter seus próprios “mitos” desde que ninguém os tema, porque o temor à nossa verdade pessoal cria uma angústia incurável que pode levar a abismos depressivos.
Melhor é viver uma saudade do que aceitar a idéia da falta de coragem de ter deixado de tentar. Só é possível sentir falta do que deixamos por nossas vidas se um dia desfrutamos de um momento inesquecível, porque toda a dor de uma lembrança é suportável por simplesmente ter acontecido.

Só não sente saudade quem nunca teve a felicidade de viver um grande momento na vida.

Nem todos os sonhos podem ser realizados, no entanto, podemos exibir com orgulho a façanha de ter vivido uma parte deles, mesmo que não tenha sido de forma completa.

Divida seus sonhos, passe adiante como num jogo de cartas e veja como é bom compartilhar o que a vida nos dá de melhor.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Sonho do Heitor


Todos temos sonhos, alguns são considerados possíveis por nós mesmos que temos os direitos autorais de nossos próprios devaneios, outros, porém, como bons críticos, consideramos de difícil realização.
Difícil sim, mas não impossível, como faz questão de frisar meu bom e velho amigo Heitor.
Admirador de bondage, seu sonho é ser raptado por duas ou mais mulheres sem prévio aviso, levado a um local desconhecido e lá ser devidamente transformado em objeto do desejo delas. Fácil né? Ele sabe que não, mas insiste em realizar tal proeza e jura que sequer tentou fazer alguma coisa parecida com prostitutas, o que seria plenamente viável.
Perguntado se esse sonho poderia ser realizado com uma namorada ele afirma que a tal parceira teria que dividi-lo com “outras” para que a realização fosse completa e, categoricamente assegura que não se contenta em conseguir parte de seu desejo, ou seja, tem que ser na versão completa, sem nenhuma edição.
O fato é que Heitor não está sozinho nesse universo, porque esse sonho é parte do baú de desejos de muita gente que assume ou apenas o imagina em determinados momentos.
Conheço muita gente que logrou realizar esse tipo de fantasia e de todas as vezes que ouvi alguma coisa do gênero os fatos aconteceram pré-programados, mas essa não é a tese do Heitor que ciente do que almeja, prega um comportamento totalmente espontâneo da pessoa que terá a incumbência da tarefa.
E quem se habilitaria? Qual mulher apaixonada aceitaria dividir seu bolo com alguém que aceitasse viajar nesse sonho?
Tenho um outro amigo que sonha declaradamente com uma sessão de sexo entre a sua atual mulher e a sua ex, (amarraria as duas... - diz) e na maior cara de pau tem certeza que um dia conseguirá essa proeza e afirma já ter tido delírios com essa história que o levaram a masturbações maravilhosas.
Sonho ou realidade possível?
O ser humano tem na imaginação um verdadeiro universo paralelo onde ele cria e vive as maiores aventuras que cada mente é capaz de idealizar. O problema consiste em trazer coisas que só acontecem nesse mundo imaginário a nossa dura e consciente realidade, onde cada qual tem suas próprias idéias e conceitos.
Para aumentar a adrenalina, notadamente esses sonhos e delírios em noventa e nove por cento dos casos incluem a participação de terceiros que nada têm a ver com o que se passa dentro do pensamento de quem idealiza o cenário.
E o Heitor, o que acha disso? Pois a palavra está com ele...
“Já cheguei perto e por pouco, muito pouco não consegui armar da forma perfeita. Tive uma namorada que aceitou, chegamos a falar sobre detalhes, mas na hora da “onça beber água” a amiga dela deu pra trás, sentiu-se mal com a história e desistiu. Mas um dia eu chego lá, pode escrever no seu blog...”.
E espero mesmo Heitor, porque com persistência vencemos qualquer barreira. E como nada nesse mundo é impossível, qualquer dia desses vou receber um outro email do Heitor contando detalhes de sua aventura plenamente realizada.
Basta acreditar...
Quanto ao outro amigo citado aqui, melhor que o sonho seja mesmo impossível, afinal prezando por sua amizade não lhe desejaria dias insuportáveis... rs, porque para um bom entendedor um pingo é uma letra...
Depois desse artigo eu pergunto: quem se habilitaria a contar através do espaço reservado aos comentários seu sonho?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Nossos Sonhos


Nossos sonhos são comuns, simples e cabem dentro de uma noite de sono.
Nossos sonhos são tão reais quanto nossa imaginação nos conduz a eles, sonhamos sempre e cada vez mais.
Compartilhar os sonhos é importante, pois se torna o primeiro passo para trazê-lo ao mundo real. Sonha-se a cores, em preto e branco, com detalhes ou por um todo, com o impossível, o improvável e até com o que está bem perto, a um passo de ser verdadeiro.
O que ultrapassa o campo de nossa imaginação é uma grande parte do que queremos para nós mesmos, porque quem vive sem sonhos e sem esperança apenas vegeta, não projeta, não busca o destino.
Ninguém luta por aquilo que não almeja e desejar é um direito divino.
Conheço pessoas que sonham demais e nunca tentam fazer esse sonho se materializar, são somente sonhadores, eternos, e trancam a vida dentro dos sonhos vivendo com eles, e pior, sem compartilhar, sem pelo menos tentar viver aquele momento feliz que existe dentro de si mesmo.
As surpresas que a vida nos reserva por várias vezes apontam caminhos para que nossos sonhos se tornem reais, mas muitas vezes não percebemos e criamos nossas próprias barreiras que via de regra acabam em profundo arrependimento.
Sonhar é bom, desde que não se transforme em obsessão porque anula e aniquila muita coisa boa que está ao nosso redor. É preciso saber sonhar e conviver com esses sonhos com harmonia e compreensão para trazê-los aos nossos dias de realidade.
Quando o fetiche desperta em cada um lá no começo da nossa existência, lutamos em aceitar por nos sentirmos diferentes, sem saber na verdade que muito melhor é ser diferente do que ser sempre igual, porém evoluímos acompanhados de perto por um furor que nos consome entre pensamentos impublicáveis, e porque não dizer, secretos.
Até encontrarmos um caminho que nos leve a desvendar esse mistério a alguém, vivemos prisioneiros desses devaneios como vitimas de uma conspiração particular, onde nada é desvendado além de nossas noites solitárias.
Não é necessário ser um fetichista para ter seus próprios “mitos” desde que ninguém os tema, porque o temor à nossa verdade pessoal cria uma angústia incurável que pode levar a abismos depressivos.
Melhor é viver uma saudade do que aceitar a idéia da falta de coragem de ter deixado de tentar. Só é possível sentir falta do que deixamos por nossas vidas se um dia desfrutamos de um momento inesquecível, porque toda a dor de uma lembrança é suportável por simplesmente ter acontecido.
Só não sente saudade quem nunca teve a felicidade de viver um grande momento na vida.
Nem todos os sonhos podem ser realizados, no entanto, podemos exibir com orgulho a façanha de ter vivido uma parte deles, mesmo que não tenha sido de forma completa.
Divida seus sonhos, passe adiante como num jogo de cartas e veja como é bom compartilhar o que a vida nos dá de melhor.