Mostrando postagens com marcador Sedução. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sedução. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de março de 2012

Jogos da Sedução


Esse negócio de seduzir é bastante interessante.
Tudo começa por algo chamado de interesse. Ele bate e comanda as ações.
Daí surge uma atmosfera envolta em mistério, e quando falamos em seduções fetichistas nada melhor e mais atrativo que boas doses de mistério. Se no mundo baunilha o mistério rouba a cena, aqui, onde o fetiche é causa e conseqüência, ele dá as cartas.
Cada um sabe o calibre do seu poder de sedução, mas não tem idéia se do lado de lá causará o efeito desejado. Mas esse preâmbulo é excitante demais pra ter um rito, uma regra exata ou uma equação que possa apresentar um resultado manjado. Porque nesse jogo quem seduz pode terminar seduzido.
Trocando em miúdos, o fetiche passa de uma simples fantasia que cabe em qualquer pessoa a uma característica de quem é alvo. Não há apenas o interesse pelo fetiche, mas por alguém que se torna hospedeiro dessa fantasia.
A sedução é tão forte que dentro de um jogo um bondagista se deixa amarrar, um dominador se deixa algemar e uma dominadora se deixa dominar. E não me venham falar em regras de conduta, teorias separatistas ou em posturas fetichistas sem nexo. Os livros e manuais aqui não contam, porque como disse acima, ainda não inventaram o resultado dessa equação.
É preciso entender a cabeça de um fetichista ante qualquer suposição. Um fetichista abraça a idéia de seduzir da mesma forma que ele se apaixona: aos pedaços.
Um fetichista pode enlouquecer por um pé, por pernas, por cabelos, por teorias e por cenas. Objetos fazem parte, mas no momento que um corpo humano se interpõe entre o sonho e a realização esses apetrechos passam a integrar um conjunto. Não se imagina uma musa descalça, ainda que os efeitos da podolatria sejam intensos. Então, a mente vaga e o corpo padece, e o jogo segue...
A mulher é uma maestrina na arte de seduzir mesmo quando ela é o objeto de sedução.
Porque ela nasce doutrinada a ser conquistada, impõe um preço na conquista e inverte papéis com uma facilidade extrema. Ainda que o homem tenha as armas ela sempre encontra um ponto onde é possível atuar e deixar as coisas a sua maneira. Nem mesmo as mulheres chamadas de submissas de alma escapam dessa regra, é fato.
Na verdade, os jogos de sedução navegam entre luz de velas e camas desfeitas.
O que importa é que se entenda que a continuidade desse mistério precisa ser alimentada pra que não se esfumace com o tempo. Nada é eterno, mas pode ser muito interessante se quem joga não esquece as regras e segue criando fases a serem digeridas dentro da própria relação.
Cumplicidade é a chave. Parceria é o segredo que abre o cofre e mantém os corações alinhados num mesmo sentido.
As pessoas costumam dizer que seduzir é uma arte. Mas se o artista não se reciclar, se não tiver um plano o naufrágio é iminente. Não basta ter, é preciso conquistar e toda conquista é o resultado de etapas cumpridas com eficiência e sabedoria.
Portanto, não abro mão de seduzir e ser seduzido.

Acho esse jogo à mola que impulsiona a raiz do desejo. E entendo que desejo não segue tendências ou admite influências de modismos ou parâmetros e convenções. A pessoa perfeita é aquela que cabe dentro do sonho de quem plasma com a construção do momento perfeito. O mistério aqui é tão bem vindo que toda castração de sentimentos que ele impõe a principio vai se transformar em deliciosas cenas que a memória vai se negar a esquecer, mesmo que tudo um dia não passe de fotos e cartas guardadas numa pasta qualquer.
E no final, o fetiche deixa de ser solitário pra se personificar no alvo da própria sedução.


E você já não vai dizer que seu fetiche é esse ou aquele, porque ele simplesmente passa a pertencer a pessoa pra quem você criou todas as fantasias e cenas, e ela será seu próprio fetiche.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Noite de Botas


Estou começando a achar que esse blog realmente desperta um algo mais nas leitoras.
Depois de três anos e meio escrevendo nessas páginas se multiplicam as histórias de pessoas que se esbaldaram nas entrelinhas e colocaram o fetiche vida adentro.
E com essa leitora especial não deu outra.
Ela pensou assim: “hoje ele não me escapa”. E foi o bastante pra perceber que fetiche e sedução andam de mãos dadas e que basta criar uma atmosfera favorável que um leva o outro e acaba tudo numa grande festa.
Preparou o vinho, deu luz e aroma ao ambiente através de velas e colocou uma bota marrom de cano bem alto. Por cima um vestido quase transparente, deixando a mostra todas as suas intenções, e cá pra nós, não havia mortal que pudesse resistir.
Tratou de esconder duas cordinhas que vieram embrulhando umas revistas, o que aqui tem toda uma identificação com o fato. Ela conta que quando viu as cordinhas em volta das revistas ficou excitada, principalmente quando lembrou de tanta coisa que faz parte do acervo do blog.
Por isso as guardou pra uma ocasião especial.
E naquela noite ela escondeu as cordinhas embaixo do travesseiro. Ela era um misto de más intenções, ou boas, pelo menos assim eu definiria.
E não deu outra. O cara vinha de longe. Pediu um banho pra tirar a poeira da estrada e ela concedeu. Estranhamente ela sabia que aquela era a única coisa que iria conceder.
Vieram os petiscos junto com o vinho. E mais vinho.
Ela conta que começou a deslizar a bota pelas pernas do sujeito que já estava entregue a todo aquele clima fetichista que tomava conta do ambiente. Esperta e sagaz, a música também combinava com tudo.
No primeiro beijo ela tratou de deixar claro quem iria comandar a festa. Quando ele tentou colocar sua mão sobre seus ombros ela o afastou com firmeza. Tirou-lhe a blusa, abaixou as calças e mandou que se deitasse. As cordinhas deram o ar de sua graça junto com uma tira de pano preto que lhe cobriu os olhos. Depois disso, ela teve a noite fetichista que tanto sonhou viver através das leituras aqui nas páginas do blog.
Infelizmente ela parou por aí. O final está reservado pra existir dentro de um diário que ela guarda a sete chaves num lugar qualquer. Pode ser em pensamento, pode estar escrito, e isso ninguém sabe e ela faz questão de manter em segredo.
Escrever contos nunca foi meu forte. Eu relato historias que me chegam.
A grande diferença desta que hoje é motivo de matéria está na própria experiência dos personagens quanto ao universo fetichista. Ela poderia ter este tipo de idéia pra uma noite quente dentre as tantas que viveu e ainda vai viver, mas acredito que a transformação se deve aos efeitos que a leitura causou em suas divagações. Ao saber que nada disso é politicamente incorreto ela tentou e se deu muito bem.
Garanto que haverá continuidade e que ela a partir de agora irá caprichar muito mais e realizar desejos que até outro dia faziam parte de um mundo imaginário que ela apenas acreditava existir.

A moral da história é simples e cabe na medida certa para todos nós: não adianta querer que o universo conspire a nosso favor se não fizermos a nossa parte. Qualquer relação bem elaborada fica marcada, foge da rotina que aniquila relações recentes e até duradouras. É preciso ousar na medida certa, realizar coisas que coincidam com os nossos próprios desejos. Não vale ousar e praticar fetiches porque se acha bonito ou visualmente atraente. As melhores fantasias são aquelas que nos fazem plenos, realizados e acima de tudo felizes.
Ela criou uma cena de bondage da cabeça dela.

Não saiu em busca de cordas perfeitas e tão pouco ousou nós elaborados. Ela seguiu o instinto da fêmea e usou o fetiche pra seduzir, afinal, essa é a melhor parte da história.
Pena que não foi comigo...

quarta-feira, 18 de março de 2009

O Poder da Sedução Feminina


Foi-se o tempo em que à mulher era considerada um simples objeto de desejo e se submetia às condições do sexo oposto, e a exemplo disso podemos mencionar o que acontecia na China por volta do século X até o começo do século XX, onde os pés pequenos de apenas 8 centímetros eram obtidos através da amarração dos dedos, o que acabava provocando atrofia, mas era considerado o ideal erótico, representando a subordinação social feminina.
Mas a evolução da humanidade, a liberação alcançada e diversos outros fatores, jogaram por terra esse preconceito idiota e as mulheres puderam ocupar seu espaço que sempre lhes foi de direito.
Essa comparação nada tem a ver com a questão fetichista de dominação e submissão, porque se trata de um impulso sexual de cada individuo, seja ele homem ou mulher. Isso deve ficar claro porque não quero virar vidraça para quem possa supor que estou falando alguma coisa que fuja do aspecto fetichista e sexual.
E na cena sexual a mulher tem seus segredos e milhares de artimanhas para ser protagonista, seja como submissa ou dominante, pois pouco importa. Basta ter plena consciência do que atrai seu amante e ela sabe exatamente como começar a seduzir.
E esse feeling é justamente o que ela tem de melhor.
O homem seduz, mas lhe falta o poder. A mulher controla os sentidos masculinos com a simplicidade como abre uma caixa de música, e por mais frigida que queira parecer ela sabe o ponto da receita e leva à loucura qualquer homem que tente desafiá-la.
A mulher seduz com o olhar, com a voz, com o corpo e até por telepatia, afinal que atire a primeira pedra quem nunca sentiu a força desse poder, quem nunca foi um Ulisses em alto mar inebriado pelo canto de uma sereia.
Ela balança quando caminha e sabe de onde vêm os olhares. Algumas características da postura e do andar feminino: impulsionar o busto para frente, enfatizar o movimento dos quadris e do bumbum, aumentar a curva da panturrilha, deixar as pernas mais longas, acentuadas ao usar sapatos altos.
E ela sabe exatamente quando, como e onde usar o salto e à hora exata de deixar sair os pés para expor ao primeiro admirador.
Um amigo, podólatra assumido, conta que nos restaurantes procura sentar sempre atrás de uma mesa onde haja mulheres com os pés cruzados embaixo da cadeira, assim, impávido, acompanha os movimentos que elas fazem tirando e colocando o sapato, expondo e escondendo os pés através de movimentos lentos. Ele jura que houve ocasiões onde seu olhar foi pressentido pela fêmea que aumentava e diminuía os movimentos com a plena consciência de estar seduzindo seu admirador.
E vários são os exemplos que vão desde belas lingeries de seda até longas botas e roupas de couro capazes de levar à loucura simples mortais como todos nós e nossos mais escondidos desejos.

Melhor que admirar essa característica feminina é usufruir desse poder de sedução e se deixar seduzir, da forma que for mais conveniente, dentro do desejo de cada um de uma maneira consensual. Esconder o sentimento de uma mulher é como negar a nossa própria existência, é viver sem aproveitar essa passagem maravilhosa que alguém nos deu de presente.
Consciente do que te dá prazer, ela saberá exatamente a dose certa do remédio e a posologia correta. Basta relaxar.

Para ilustrar essa matéria, publico um pouco do que pensam essas beldades através de um tópico postado no blog vaidade feminina. Prestem atenção ao que elas dizem.

L de lingerie, L de luxúria
Para um homem completamente rendido, uma lingerie sexy é infalível. Vá para a cama antes do que ele… assim, quando ele se deitar debaixo dos lençóis, vai encontrá-la à sua espera envolta em seda e rendas, ou seja, envolta em muito pouco! Quebre a rotina num dia de semana que chegue a casa primeiro – deixe um rasto de roupa sua desde a porta da entrada até ao quarto (ou qualquer outra divisão caso se sinta especialmente atrevida!) e quando ele chegar até si ficará deslumbrado ao vê-la apenas num conjunto preto ou vermelho, acabadinho de estrear. Ele nem vai acreditar na sua sorte!

Um pouco de pele
Engane-se se acha que os homens gostam de ver as mulheres com tudo à mostra – os tempos das mini-saias do tamanho de cintos e dos decotes até aos joelhos já eram… os homens de hoje gostam de ver uma mulher bem vestida, com algumas partes do corpo discretamente à mostra: um decote subtil, costas ou ombros semi-nus, pés impecavelmente arranjados em sandálias de salto, ou seja, deixar um pouco à imaginação é aquilo que põe os homens verdadeiramente loucos!

Saltos altos
Há qualquer coisa de muito feminino nos saltos altos que têm uma capacidade quase mágica de transformar qualquer mulher – alta, baixa, magra, forte – numa deusa confiante e poderosa. Use e abuse dos saltos – para além de se sentir a mulher mais sexy do mundo, vai deixá-lo de cabeça perdida!

O prazer de um perfume
O perfume de uma mulher – seja natural, gel de banho, creme corporal ou eau de toilette Chanel – é um poderoso afrodisíaco ao qual nenhum homem resiste. O seu aroma inconfundível vai subir direitinho à sua cabeça e dar-lhe a volta em nanossegundos. Esteja preparada para o que virá a seguir…

Fantasias a dois
Os homens adoram o “fazer de conta”, ou seja, você disfarçada de “enfermeira” e ele de “médico” ou ele a interpretar o papel de aluno mal comportado e você de professora rígida. Inventem histórias, encontrem-se num bar e façam de conta que não se conhecem… mas claro, vão acabar por ir para casa juntos! É como se ele tivesse outra mulher na cama e isso deixa-o doido!

Tome a iniciativa
Vista o papel de dominadora e seduza o seu homem onde e quando ele menos esperar. Diga-lhe que esta noite não há televisão, mas sim uma sessão de massagem com ambos nus ou um banho de espuma para dois – prepare todo o ambiente antes para não estragar o momento! Assuma o controle e seduza-o em locais inesperados – na cozinha, na varanda, no elevador, no carro… eles adoram mulheres desinibidas.

Escolha o filme
Surpreenda-o e crie o cenário para uma noite escaldante ao alugar um filme erótico ou pornográfico. Enquanto o erótico deixa muito à imaginação, o pornográfico põe tudo a vista – escolha o melhor para vocês, pode ser o ingrediente que faltava para apimentar um pouco a relação.

Conversas sensuais
Ponha o telemóvel a trabalhar para si. Quando fizer o seu telefonema diário, em vez de saber se está tudo bem, a que horas vai chegar a casa ou onde vão jantar, fale daquilo que tem (ou não!) vestido, do que lhe apetece fazer com ele naquele preciso momento, no fundo uma antevisão daquilo que lhe espera logo à noite. Uma conversa erótica é o suficiente para incendiar o resto do seu dia e fazê-lo contar os minutos até chegar ao seu lado.

Dirty Dancing
Embora se diga que grande parte dos homens tenha “dois pés esquerdos” e que quando estão em discotecas passam a maior parte do tempo de mãos nos bolsos ou a “segurar paredes”, a verdade pode ser outra. Se não sabia, fica a saber agora: os homens adoram ver uma mulher a dançar. Seja num bar, num casamento ou em casa, uma sessão de dança descontraída, divertida e sexy q.b. vai deixá-lo com um sorriso de orelha a orelha durante toda a noite.

Striptease please!
Em competição directa com a dança está, sem dúvida, o striptease. Quer tornar um antigo sonho do seu homem realidade? Então crie o ambiente, vista-se a preceito (sem esquecer os saltos altos!), escolha uma música bombástica, ensaie se achar necessário e presenteie-o com uma sessão de strip que ele nunca mais esquecerá.

Sexo e os alimentos
Juntar sexo e alimentos é uma receita gulosa e irresistível: espalhe natas no seu corpo ou molhe-o com champanhe, para depois devorar com a sua língua e muitos beijos. Uma taça de fruta e de gelado para partilharem antes, durante e depois parece uma cena de filme, mas graças a isso, ele vai coroá-la sua deusa do amor para sempre.

Jogos de cama
Uma mulher que toma a iniciativa na cama é tudo aquilo que qualquer homem deseja. Para deixar um homem louco debaixo dos lençóis há que descontrair e inovar: novas posições, a introdução de acessórios sexy, masturbação mútua (para descobrirem as zonas erógenas um do outro!), o jogo da estátua (enquanto um se mantém completamente imóvel ou outro pode fazer-lhe tudo o que lhe apetecer!) e não se esqueça de elogiar o seu corpo e a sua performance. Para além de ser extremamente excitante para ambos, vai deixá-lo sem fôlego…

Fonte de informação: algunsdetalhes.blogspot.com/