terça-feira, 8 de julho de 2008

O que a galera anda falando


Resolvi publicar algumas mensagens de incentivo tanto aqui no Blog quanto no Fotoblog. Isso só aumenta a vontade de melhorar cada vez mais. Obrigado de coração a todos pela força...

SÓ VENHO A PARABENIZAR PELO BELO TRABALHO QUE VEM FAZENDO EM ABRIR UM ESPAÇO AOS SIMPATIZANTES DESSE FETICHE. PARABENS E ESTAREI SEMPRE CONFERINDO AS NOVAS PUBLICAÇÕES. eSPERO FUTURAMENTE PODER CONTRIBUIR COM ALGO MAIS VALEU,,,, ALEX

08/07/2008 10:58 | ALEX | alex.xxx.123@hotmail.com


depois dessas ultimas fotos o blog e o fotoblog viraram parada obrigatoria nas minhas "fuçadas" na internet! muito bom! e tá melhorando! parabéns! abraços!

04/07/2008 07:54 | Unnamed.man Bondage


Oi ficou bem legal não tive tempo de ler porque estou numa lan house mas assim que eu chegar em casa vou ler.Muito interessante é muito bom para que todos possam conhecer os significados.Quando puder apareça para nos contar as novas Beijos.

02/07/2008 04:02 | Ana Paula


Parabéns pelas fotos. sou um apaixonado por soft bondage. sou colecionador de fotos e videos tb. Moro no RJ, tenho 42 anos e gostaria muito de manter contato com vc para trocarmos ideias e material de bondage.

10/07/2008 09:00 | Carlos Alberto | sr.bondage.rj@hotmail.com

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Imperdível!


Recebi essa mensagem de uma leitora do Blog.
Para quem tem interesse em saber da opinião feminina a respeito do fetiche não deixe passar essa oportunidade, vale a pena. Ela postou em seu blog essa matéria que publico a seguir.

Ai, genteeeeeemmmmmm!!!!!! Tem coisa mais gostosa do que uma corda bem apertada na hora H?
Tá, eu sei que tem um monte de gente que vai dizer que tem, mas como eu não vou ouvir e o blog é meu, não, não tem! Ai, sabe, descobri essa vocação na vida: ser amarrada! Eu simplesmente a-do-ro! Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ser pendurada no teto (sonho de consumo), mas um dia eu chego lá.
Sim, sou fã de bondage! De todos os tipos, se tiver um tapinha, um chicotinho, então… ui! Claro que tudo tem que ser intercalado com beijinhos e carinhos, mas um nozinho bem apertado nos pulsos para deixar uma mulher bem submissa e vulnerável é tudo na vida!
Não venha me dizer que Freud explica, porque Freud e todos os outros que tentam analisar o sexo ficam bem de fora do meu quarto nos momentos mais caliente! Eu comecei que nem todo mundo, um lencinho pra amarrar as mãos, um lencinho pra mão e outro para os olhos, um para mão, um para os olhos e outro para as pernas e quando vi estava parecendo uma minhoca!
Depois que você se permite amarrar ao gosto do freguês (sim, meninas, hã que se ter alguma intimidade!), é um caminho sem volta. Claro que você ainda vai gostar daquela rapidinha em pé no banheiro da balada, mas o bondage sempre vai ter gostinho de quero mais.
Na última vez eu fui amarrada com as pernas dobradas (de joelho) abertas e com as mãos para trás. Acho que não poderia ficar mais vulnerável. As cordas estavam bem apertadas e quanto mais eu tentava me mexer, mais marcas elas deixavam em mim. Claro que (sim, depende da habilidade do parceiro) chega um momento que você simplesmente não consegue deixar de se mexer, daí é que o bicho pega!
Além da submissão (e, acredite, gata, cuidado para não se asfixiar no seu parceiro ou parceira) tem aquela parte boa que o nosso lado preguiça adooooora: você tá amarrada, né? É óbvio que o companheiro ou companheira vai ter que se empenhar bastante. Mas, não se preocupe com isso, para quem vir você dessa maneira, toda amarrada, vai ser um prazer venerar a forma que o seu corpo pode tomar.
Muita yoga, uma boa corda (de algodão se você for iniciante, de cânhamo ou sisal se quiser marcar lindas, porém doloridas e uma tesoura, para o caso de qualquer emergência. Com esse arsenal, o mínimo de habilidade e alguma imaginação, fica minha receita para uma noite pra lá de quente!
Spicy

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Shibari


O Shibari é um verbo japonês que significa literalmente amarrar ou ligar e é usado no Japão para descrever o uso artístico na amarração de objetos ou pacotes. Kinbaku é a palavra japonesa para bondage ou ainda Kinbaku-bi que significa "o bondage bonito". Kinbaku (ou Sokubaku) é um estilo japonês de amarração sexual que envolve desde técnicas simples até as mais complicadas de nós, geralmente com várias peças de cordas (em geral de 6mm ou 8mm) e que podem ser de materiais diferentes, sendo a tradicional corda japonesa utilizada para o Shibari, a de Câmhamo (que pode ser vista em sites americanos com o nome de Hemp Rope, ou em português como Cannabis). A palavra Shibari tornou-se comum no ocidente em meados dos anos 90 para denominar a arte de amarração chamada Kinbaku.
Pode ser que algumas pessoas utilizem a corda de sisal para amarrações de shibari, porém, é recomendado que esse sisal seja envelhecido e, ao mesmo tempo amolecido para facilitar a utilização para esse fim, porque trata-se de cordas de pouca flexibilidade e, de uma forma geral provocam assaduras após a retirada dos nós.
O mais importante é explicar que o shibari tem toda uma liturgia e mostra sempre o aspecto de dominação e submissão quando é praticado. Como exemplo disso podemos citar a Dorei, que significa a serva, a submissa que entende o shibari como uma forma de entregar-se ao seu mestre e através da arte com os nós.
Se considerarmos a importância histórica do shibari podemos chegar ao tempo das guerras, dos Samurais, mas o aspecto a ser observado aqui é a aplicação dessa técnica em jogos de bondage, na imobilização de caráter sexual.
Sei de mulheres que amam essa técnica e também conheço mestres na arte do shibari que são verdadeiros artífices quando tecem os nós. Conseguem com muita categoria atar um pulso em um tornozelo sem causar prejuízos musculares em suas parceiras.
Amarrações através do shibari precisam ter um apelo visual muito eficiente e, para tornar-se um mestre nessa arte é necessário muito estudo do assunto e prática constante até estar capacitado para assumir esse tipo de tarefa.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Arte ou prazer?


Muita gente me pergunta se para praticar bondage é necessário ter plena noção de simetria dos nós ou, simplesmente, pode-se atar uma pessoa e praticar com ela o ato sexual.
De uma forma geral, essa dúvida vem sempre de pessoas que têm o primeiro contato com assunto e são pouco informadas a respeito.
De fato, imobilizar uma pessoa para o ato sexual, preliminares, ou o que possa ser denominado, não necessariamente significa que os nós sejam delineados ou algumas posições tenham obrigatoriamente que estar em um estilo correto. A simetria dos nós tem um aspecto muito mais visual do que prazeroso.
Ninguém amarraria as pernas de uma mulher se quisesse alcançar seu órgão sexual com facilidade, porém, uma pessoa atada somente pelas mãos e pelos pés em posição reta, jamais teria um aspecto visual chamativo.
Pessoas que gostam de admirar a parceira sem nenhuma chance de reação devem preferir os nós bem dados, desde que nunca sejam nós cegos, e sim de fácil desenlace quando necessário. O fetiche é amplo e não permite crítica a uma ou outra opinião, apenas respeito.
Nessas horas, o que deve funcionar sob condição sine qua non é a imaginação de cada um e o único aspecto que deve ser observado é o prazer. Cada qual com seu cada um, isso é lógico e definitivo.
O apelo visual dos nós simétricos de bondage revela um pouco de voyeurismo em quem admira a parceira imóvel, sem defesa, seja antes, durante ou até mesmo depois do ato sexual. Existem pessoas que só conseguem atingir o orgasmo numa relação de bondage, ao ver o desenho que os nós provocam na pele da pessoa imobilizada. Os cursos para iniciantes da prática de bondage são diversos e basta uma olhadinha na internet para saber por onde andar. Recomendo que a prática seja sempre acompanhada de um bom conhecimento do assunto, principalmente, por tratar-se de um fetiche que envolve imobilização total da pessoa submetida.
Certa vez, ao começar a amarrar uma parceira para uma seção de bondage, escutei bem baixinho ela dizer que aquilo a estava deixando “molhada”, mesmo antes de qualquer carícia sexual. Essa pessoa nunca tinha tido qualquer contato com fetiche, senão em filmes quando via cenas reais de imobilização que nada se relacionava com sexo.
Por outro lado, já vi comentários de muita gente que se impressiona com a paciência que se deve ter para gastar tempo imobilizando uma mulher e só depois começar qualquer tipo de contato sexual com ela. Nesse caso, por que não atar somente as mãos à cabeceira da cama e começar a festa? Certo, se bondage não fosse um fetiche talvez essa idéia realmente fizesse sentido. Pergunte a um podolatra o porquê de gostar de uma mulher calçada em cima da cama quando ela poderia já estar descalça.
Ser fetichista é ser diferente e ser diferente é muito melhor do que ser igual.
A conclusão que se chega é de que sem importar a posição, a forma, a beleza, a simplicidade, bom mesmo é deixar rolar cada gota do que possa ser bebido do néctar de simplesmente gostar de tudo isso.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Women in Charge


Jogos de bondage entre casais em alguns casos remontam a uma relação switcher, onde ambos tomam o controle da situação e impõem ao (a) parceiro (a) a imobilização na hora do ato.
Quando o homem assume esse controle, pode buscar idéias nas diversas imagens dos sites que dão conta desse fetiche, enquanto que para as mulheres os canais são bem mais estreitos e raramente se consegue acesso. É muito comum mulheres procurarem por cenas de bondage em sites de sadomasoquismo, onde a dominação feminina fica sempre em exposição. Contudo, voltamos ao velho jargão de que bondage nada tem a ver com sadomaso e o caminho torna-se mais curto.
Na última matéria mencionei para as meninas o site http://www.meninbondage.com/ da FM Concepts por ter belas imagens, um bom padrão de amarrações e um conteúdo inteligente, sem recorrer ao sexo explícito, apesar de mostrar um tema adulto.
Em verdade, para cada dez sites de bondage com mulheres amarradas, existirá um site de bondage masculino, com a mulher no comando.
Para o público GLS o universo se alarga e apresenta diversos canais de bondage sem sexo. O mais recomendado é Bondage Brasil o prazer sem preconceitos, totalmente nacional com ótimas fotos, boa estrutura e didática apropriada. Para o gay feminino o lugar ideal é Atlanta Bondage, em português com excelentes fotos de mulheres x mulheres (http://amantedasimagens.wordpress.com/2007/12/12/atlanta-bondage/).
Casais em perigo são a temática de captured couples (http://couples.fmconcepts.us) onde os casais poderão viajar na fantasia de serem os dois amarrados. Claro que isso exigiria muito mais que uma simples relação a dois, porém, dentro do mundo do fetiche tudo é possível de sair de dentro de quatro paredes e alçar vôos mais distantes, sempre e quando o princípio da consensualidade seja respeitado.
Normalmente quando a mulher tem o fetiche na veia fica mais fácil especificar o lado da tendência dentro da relação, e, por outro lado, o homem padece sempre mais um pouquinho quando o assunto fica mais picante.
Disso fica a pergunta: o que fazer tendo um homem amarrado em sua cama? Será que a maioria das mulheres, mesmo sem ter a ótica do fetiche desde os primórdios, nunca pensou no assunto? Seria importante para a mulher ver um homem debatendo-se entre cordas ou algemas e bem amordaçado?
Os homens querem saber. Com a palavra as meninas que freqüentam esse espaço.
Publicarei aqui os comentários, claro que preservando qualquer email que possa vir junto com ele.

terça-feira, 1 de julho de 2008

O gosto de cada um


Tudo na vida é uma questão de gosto e com o fetiche não pode ser diferente.
Tenho recebido mensagens e emails referente ao trabalho, às fotos, as matérias, enfim, a tudo que é desenvolvido aqui no Blog e no Fotoblog com comentários altamente construtivos onde fica claro a preferência de cada um.
Que bondage é o fetiche de amarrar uma mulher, ou vice e versa, ninguém ainda duvida, mas qual seria a forma ideal dentro do gosto de cada um?
Começamos pelos diversos tipos de fetiche que complementam Bondage.
Decidi, por uma questão simples e lógica, abdicar do nu nas fotografias, buscando apresentar o fetiche com modelos em trajes comuns, do dia-a-dia. Queria que cada um tivesse na imaginação, a continuidade da fantasia sexual, o “despir” cada modelo dentro do próprio imaginário.
Procurei unir bondage e podolatria num mesmo quadro, expondo pés descalços e calçados em sapatos fechados, belas sandálias ou até mesmo em longas botas.
Dentro desse parâmetro, na medida em que os comentários vão aparecendo, procuro atender aos pedidos daqueles que junto comigo começam essa empreitada e, de uma forma geral, as coisas tem caminhado dentro de uma meta e com certo êxito.
Cada fetiche pode variar por diferentes vertentes e bondage não foge a regra.
Outro dia, recebi uma mensagem de uma pessoa que respeito e que tem grandes idéias e conceitos formados nesse âmbito, que me fez refletir sobre alguns pontos e ao mesmo tempo em que volto a frisar a necessidade de separar bondage de SM. Primeiro deixar claro que no meu conceito não é necessária uma relação de dominação entre ambos pra que a prática de bondage exista. A expressão dono e escravo escapa do dicionário dentro da definição de bondage. Embora presente no conceito da expressão BDSM, bondage pode e deve ser utilizado em uma seção de disciplina, o que não significa que disciplina deva ser utilizada na prática de bondage.
Segundo não é necessário gostar de pés, seja descalços ou calçados para estar no universo de bondage, embora muitos gostem de ver e praticar o chamado “bound-feet”. Diversos sites exploram esse aspecto tornando cada vez mais comum a exposição dos pés em apresentações de bondage. Já foi mencionado aqui Franco Saudelli, Helpless Heroines, Bound-Hotties e diversos outros que abordam esse tema. Outros como Restrained Elegance buscam em lindas sandálias sua marca registrada. Porém, sempre os pés são parte de exposição desses canais. Para as mulheres que gostariam de ver homens amarrados, ou até mesmo aqueles que querem ser amarrados por suas parceiras, recomendo uma passada em meninbondage.com, com excelente material e conteúdo inteligente.
Simplificando, todas essas variantes são deliciosas e motivo de debate aqui neste espaço, inclusive quanto ao material utilizado na realização do fetiche. Uns optam por cordas, enquanto outros utilizam e preferem as algemas. Na minha modesta opinião, bondage tem tudo a ver com o trabalho e design dos nós, apesar de saber que uma algema ou um fitilho bem aplicado, contribui tanto na forma visual quanto no efeito de imobilizar a quem se deseja.
Portanto, trocar idéias, por em prática, tudo isso é parte de muito do que tem que ser discutido aqui, porque é essa interação que faz com que valha a pena cada vez mais ter um lugar onde se possa expressar aquilo que se pensa, e que contribuirá para quem ainda quer se informar sobre assunto a ter uma opinião formada a respeito.